MONARQUIA TRADICIONAL

Nós seremos livres, nosso rei será livre, nossas mãos nos libertarão
 
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 A Afirmação Monárquica

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Ana Rita Bivar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 17:25:30

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José Tomaz Mello Breyner
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 18:39:59

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Pedro Reis
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 21:23:22

José Tomaz Mello Breyner escreveu:
...Já agora Pedro peço-lhe que me diga qual a Monarquia Europeia que está mais próxima do projecto que defende para eu dar uma "olhadela" na repectiva constituição e depois dizer de minha justiça.


Um abc

Zé Tomaz

Quando disse uma olhadela pelas demais Constituições não me referi a uma em particular que mereça um copy/paste integral para Portugal! O que tentei passar a ideia é que de todas existem artigos muito interessantes e adaptáveis à nossa realidade.

Respondendo à sua questão. Não lhe posso dar a Constituição porque não a há....duma forma, totalmente, escrita! Mas deixo-lhe ficar o link da Royal Prerogative do Reino Unido, como um dos exemplos.

http://en.wikipedia.org/wiki/Royal_Prerogative#The_Royal_Prerogative_in_the_United_Kingdom
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Valdez
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MensagemAssunto: RE   Qui 4 Jan - 21:56:10

Caro Zé Tomaz,

Aqui alguns parceiros de forum são pessoas evoluidas espiritualmente, capazes de fundar uma monarquia do espirito, uma coisa que nunca ninguem vai ver mas que proporciona delirios tantricos. Por isso não se preocupe cada um à sua maneira, vai ter o seu sistema.
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José Tomaz Mello Breyner
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 21:57:33

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RBaltazar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 22:24:17

Cara Ana Rita,

Acho a sua ideia bastante boa! A criação de um projecto em comum, através de um grupo de trabalho é muito interessante. Contudo, como o sr. José Tomaz disse, teriamos que pôr qualquer divergência de parte para que esse grupo de trabalho pudesse realmente funcionar.
E, fazendo uma pequena observação a esse futuro grupo, esse grupo obviamente que se teria de basear nos princípios tradicionalistas. Ou seja, não sendo a favor, nem contra qualquer pretendente, pois só às Cortes cabe a aclamação do futuro Rei! Esse grupo teria que ser totalmente isento de qualquer pretensão!


Estou totalmente à vossa disposição!


Abraços,

RBaltazar
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Pedro Reis
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 22:34:45

José Tomaz Mello Breyner escreveu:
Caro Pedro

Obrigado pelo link que li atentamente e... nada contra. Poderes meramente moderadores, e os que o não são estão muito bem regulamentados, aliás como deve ser numa Monarquia, O PR Cavaco Silva tem mais poderes que a Rainha de Inglaterra.


Um abc

Zé Tomaz

Grosso modo eu diria os mesmo, tendo que o poder de veto é parte integrante da Royal Prerogative. Façamos excepção das circunstâncias inerentes à Church of England, sem paralelo no nosso país.

Citação :
...Firstly, the Sovereign may grant the Royal Assent, thereby making the bill an Act of Parliament. Secondly, the Sovereign may withhold the Royal Assent, thereby vetoing the bill...

in http://en.wikipedia.org/wiki/Royal_Assent

Isto tudo apenas para lhe mostrar duas coisas.

Uma monarquia moderna (e ao mesmo tempo secular) pode existir sem Constituição e que as limitações ao poder do Rei podem ser autocontroladas, desde que tudo funcione bem.

O que não devemos é fomentar a ideia dum Rei "fantoche", altamente baiado por uma Constituição de cariz republicano sob pena de descredibilizar a instituição, tornando-a ininterventiva.

A meu ver o poder moderador deve ser parco quando tudo funciona bem e interventivo quando as coisas funcionam mal. Senão não tem razão de existir.

Veja que as nossas ideias não são diferentes em género, apenas diferem em grau. Eu quero acreditar que a mudança de regime trará a oportunidade de alterar a Lei Fundamental de raíz e não meramente na questão da Chefia de Estado. É uma oportunidade única de alterar situações que nos sufocam enquanto Nação, presos a uma Constituição de cariz socialista, que institue uma oligarquia partidária cheia de comissões, sub-comissões e comités de inquérito, onde a voz individual do cidadão é nula e as regiões vivem para suportar Lisboa.

O artigo da Constituição que ali pôs é deveras brilhante. Quando remetido para a Lei eleitoral advém-lhe as mesmas 5000 assinaturas...há concelhos onde isso é impossível!

Bom tenho de ir. Temos de fazer um tópico apenas para discutir a Lei eleitoral, o índice cívico e o conceito de cidadania. É uma área que me apraz.
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José Tomaz Mello Breyner
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 23:11:38

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mdsantiago
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 23:39:41

Caro José Tomaz

J. Tomaz escreveu:
Quote:
teriamos que pôr qualquer divergência de parte para que esse grupo de trabalho pudesse realmente funcionar.



Esta é seguramente a parte mais dificil embora entre pessoas civilizadas pode não ser um problema. Teria de se falar apenas de Monarquia. Conseguem? Por mim podem contar comigo.

Esse sempre foi o espirito da AMT, falar de Monarquia e deixar a sucessão para quem de direito, para nós as Cortes.

Fico muito contente que se tenha chegado a este ponto e podem contar desde já comigo.

Lembro já agora que o nome da AMT é ACÇÂO MONARQUICA TRADICIONALISTA

MDS
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O Conjurado
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sex 5 Jan - 0:07:51

Caríssimos,

É verdade que temos de formar um grupo forte, e comigo poderão contar, mas a meu ver interessa mais a qualidade do que a quantidade. Os Conjurados foram só 40 e tinham tudo a perder, incluindo a própria vida, se a reinstauração da independencia corresse mal.
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Ana Rita Bivar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sex 5 Jan - 17:49:18

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José Tomaz Mello Breyner
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sex 5 Jan - 17:54:46

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RBaltazar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sex 5 Jan - 20:38:11

Caro Zé Tomaz,

Essa possível estratégia seria então ganha com "propaganda", sem a qual hoje em dia seria impossível, e método que eu concordo plenamente! A "Opus Dei" com a sua intervenção certamente iria favorecer a balança do referendo, mas acho que o que seria mais dificil, seria a concretização desse mesmo referendo. Como sabe, a república não está de maneira alguma segura e certamente que de tudo faria para não criar a possibilidade da sua queda. Penso que para a realização desse referendo, talvez fosse mais plausível a criação de um grupo monárquico forte que fosse apoiado por todas as "forças" monárquicas, e assim com o seu peso talvez pudesse fazer pressão ao domínio republicano, para que esse permitisse a realização do referendo.
A partir desse ponto, a sua estratégia teria todo o sentido e concretização!


Abraço,

RBaltazar
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joe war
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sab 6 Jan - 4:33:59

Caro José Tomaz

1º resposta

Caro JTMB
Comecemos pelo princípio:

A primeira reacção dos Portugueses, daqueles que podem dizer sê-lo, ás ideias de mudança nascidas da Revolução Francesa foi de repúdio sistemático. Os que representavam uma suposta elite e que entretanto aderiram a estas novas ideias, aclamando “El Rei Junot”, “Duque de Abrantes” e que passaram a ser designados por “Afrancesados”, foram afastados ou até banidos de cargos de responsabilidade e delegação de poderes Reais. Por exemplo, o médico de D. João VI foi afastado da junta governativa entretanto instituída por se desconfiar que era um “Afrancesado”, mas não foi o único, longe disso…
Graças a deus que o Tenente-Coronel Silveira não fez outro tanto e tanto fez de Chaves até Amarante (de onde, pelos serviços prestados foi mais tarde feito Conde) para combater os exércitos invasores, humilhando o melhor exercito do mundo, liderado no nosso caso pelos grandes generais da altura tais como Soult, Loison (O celebre Maneta), Foy e tantos heróis de tantas batalhas ganhas por essa Europa, que vieram a Portugal trazer a “libertação” aos “oprimidos” dando a “luz” ao nosso obscurantismo, e saíram de cá bem tosados, humilhados, esfarrapados, desmoralizados e derrotados, “vomitados” pela ponte da Misarela, na ponta da gadanha e do ancinho dos nossos antepassados.

Parece é que os Portugueses, que naquela altura ainda não tinham sofrido a mutação genética de assumirem sem discutir que “tudo o que é estrangeiro é bom”, não foram em cantigas e não quiseram trocar ideias ocas e viscosas (que mais não eram que a camuflagem para a pilhagem que entretanto os libertadores iam fazendo, “libertando-nos” de tal forma de todos os bens materiais que nem as igrejas escapavam ao ponto de se terem formado os famosos “Batalhões Eclesiásticos” de padres e curas que pegaram em armas para combaterem o inimigo), pelos seus valores e princípios.
Quem parece que não os tinha, os princípios, eram os tais “libertadores”, pois talvez por os Portugueses estarem muito agarrados ás “trevas” e á “opressão” usaram de toda a força que tinham para os “libertar”, ficando este acto para a história como um dos mais feios conjunto de massacres, assassínios, violações e outros crimes de que fomos alvo na nossa existencia.
Quem sempre os teve e no sitio, sim, os princípios, foram os nossos antepassados que apesar do cataclismo que a “libertação” lhes trouxe não cederam, sendo um dos símbolos disso a placa comemorativa (quando ainda havia algo que por lá merecesse ser comemorado…) que se encontra na ponte românica do Marco de Canaveses que diz simplesmente:

“AQUI, NÃO PASSARAM!!!!!”

Não passaram os Franceses nem as suas ideias inovadoras e revolucionárias.

Eles vieram atrás do ouro, e levaram muito…chumbo!

Mas infelizmente os resultados obtidos nos campos de batalha não foram absolutos pois entre a “Elite” havia muito quem tivesse ficado contaminado por esta doença, mais uma, que os invasores tinham deixado.

2º Resposta

Depois da implantação de Republica pela Carbonária em 1910, o que está a defender é a implantação da Monarquia pela maçonaria?

Cuidado!!!!

Não me parece necessário estar a pedir a alguém para fazer o nosso trabalho. Essa começa a ser uma constante do Movimento Monárquico. É que independentemente de se apelar á intervenção das forças armadas, das "forças ocultas" ou das "forças vivas" o que é importante é perceber que estamos a recorrer a forças "externas", ou mais simplesmente a outros para que resolvam os nossos problemas. É o eterno lema Português do "É preciso que alguém faça alguma coisa senão não sei o que vai ser...."

Pedir ao lobbi da comunicação que manipule o sistema politico de forma a tornar a Monarquia a solução obvia do problema é tornar a Monarquia refém desse mesmo lobbi, é fabricar uma Monarquia "Marioneta" em que a cada gesto dos Monarcas se poderá associar uma puxadela de fio nos bastidores e a sua voz soará sempre a uma voz Off de falsete. É exactamente a subversão daquilo que aqui se defende, seria a utilização da instituição real como camuflagem da oligarquia e portanto como forma de servir interesses privados e não do garante do bem comum.

A melhor maneira, se calhar a única, de garantir-mos que ninguém nos rouba a liberdade, é tê-la connosco, leva-la para onde quer que vamos, vesti-la todos os dias, torna-la parte de nós, inseparável como se de um órgão do nosso corpo se tratasse.
Se a entregamos a alguém para que a guarde, esse alguém é mesmo capaz de a guardar.... Para si!
Faço-vos uma proposta.

Porque não cada um de nós apelar a si?

Porque não cada um chamar a si a sua parte?

grato pela atenção

Joe
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Ana Rita Bivar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sab 6 Jan - 18:09:23

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Pedro Reis
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sab 6 Jan - 18:39:29

Tendo por base todas as disputas que se nos deparam penso que tenhamos de investir muito tempo na resolução de fundo:

"Poder-se-á falar de Monarquia a um nível superior e desapaixonado, desembaraçada da Sucessão?"

"Serão as duas situações interdependentes?"

"Podemos basear o diálogo sobre o Pacto de Paris e esperar a total e completa imparcialidade das facções?"

"Conseguiremos manter a Casa e Família Real fora deste debate, em silêncio e na retaguarda?"

No dia em que Duartista, Loulelenses, Pianos, etc conseguirem falar de Monarquia nas bases defendidas pela AMT teremos bases para o Grande Concílio.


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RBaltazar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sab 6 Jan - 18:57:23

Caríssimos,


Chegámos ao ponto de partida para uma acção concreta, em que todo o monárquico terá que dar toda a sua força, determinação e apoio à causa monárquica. Independente do seu apoio a qualquer pretendente. Se é acção que é precissa, é acção que haverá! Há muito que se perde tempo estupidamente, enquanto o regime republicano vai-se mantendo!
Felizmente a AMT manifestou-se de uma maneira diferente de todos os outros movimentos e associações, nas quais eu não me revejo de maneira alguma. Enquanto muitos se debatem em "comícios" com apoiantes dando o seu contributo a "candidatos", a AMT digna e orgulhosamente, afirma-se independente de qualquer apoio, seguindo os princípios tradicionalistas e fundamentais das Leis da Instituição Real.
Enquanto ainda outros vão ficando eternamente no seu canto à espera do desenrolar da acção, seremos nós a concretizá-la!
Que de uma vez por todas, se deixe as pretensões de parte para discutirmos uma acção e cumpri-la!
Que venha a ACÇÃO!!!

Com o meu apoio total,

RBaltazar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sab 6 Jan - 22:07:37

Minha Cara Senhora
Dona Ana Rita Bivar (Alentejo Profundo)

Quando lhe ouvi estas palavras dirigidas a JTPMB,

Ana Rita Bivar escreveu:
«Vou-lhe responder a essa enormidade citando o nosso amigo Teixeira Rebelo, coisa que nunca me passou pela cabeça vir a fazer, talvez um dia, eu tenha o prazer de o vêr a citar-me a mim

pareceu-me que algo não fazia sentido, pensei e repensei durante algum tempo e cheguei à conclusão que, afinal, eu já a tinha citado num outro tópico (Diferenças fundamentais entre a MT e MC/MP, página 5 no dia Fri 8 Sep às 20:58:27) e coincidência, a propósito deste mesmo assunto. Portanto, já a citei bem antes da Senhora o ter feito com as minhas palavras. Espero que este avivar-lhe da memória a faça recordar que eu não estou aqui em guerra consigo, muito antes pelo contrário, simpatizo muito com as suas participações e admiro a tenacidade da “Doceira de Arronches”, tão brilhante cognome atribuído por Joe War que muito justamente a posicionou ao lado de "Padeira de Aljubarrota" e da "Maria da Fonte". Quando vai perder essa mania de apontar as armas a quem se assume como monárquico tradicionalista? (Apesar de nunca ter visto a Declaração de Mondim, quero dizer, ao vivo, porque o texto está na vossa página da AMT, e espero que não seja mais um pacto de Dover).

Em relação a este assunto, da unidade da acção, talvez devêssemos alertar os novos participantes, RBaltazar e o O Conjurado, de que o esquema proposto por JTPMB é uma armadilha, por se servir dos monárquicos para implantarem uma república coroada, destruindo a hipótese de alguma vez se reinstaurar a monarquia. Ainda por cima, a versão de monarquia que apresentam os republicanos coroados, seria colada com cuspo, tão rápida seria a mudança da república para a república coroada, meia dúzia de meses. Não sei se concorda, mas para mim, “as coisas boas fazem-se esperar”.

Que nos deve importar que digam que a monarquia tradicionalista é uma utopia, se a definição de utopia é “o que ainda não aconteceu”? (Agostinho da Silva). É preferível a utopia da monarquia tradicionalista do que a quimera da república coroada. Aliás, sendo a república coroada o pior da monarquia e o pior da Democracia, é, além disso, um regime híbrido, e, como tal, estéril (ainda bem). O problema do apoio à república coroada é que, enquanto durasse, seria confundida com a monarquia e destruiria a verdadeira alternativa a este regime e a este sistema.

Penso que nunca vai haver comunhão de ideais entre ambos regimes (o verdadeiro e o híbrido) a não ser a existência de uma instituição real em ambos, mas enquanto uns a desejam nos moldes da Presidência da República, outros procuram que ela seja mais poderosa, no sentido de ter capacidade de intervenção directa na Comunidade e, daí maior afirmação da sua legitimidade por poder defender o Bem Comum.

Nesta sequência propunha o seguinte: que se fizesse um pacto entre republicanos coroados e monárquicos, de molde a satisfazer todos e não prejudicar ninguém. Como a instituição real é comum, então ambos deveriam lutar para terem a instituição real, só que os monárquicos deveriam continuar a lutar para conseguirem a instituição monárquica, sem serem impedidos pelos republicanos coroados. Sei que é um contra-senso ter-se primeiro a instituição real e depois a instituição monárquica, mas parece que no sentido de se ter um qualquer acordo por ter, se deve inverter a situação.

No entanto, se formos mais realistas (nos dois sentidos, realeza e objectividade), então não se deve fazer nenhum pacto, porque:

1º diariamente são mais as pessoas que estão a acordar e a dizerem mal da Democracia, descredibilizando estes políticos e os partidos – o sistema está decadente;

2º a república coroada é o perpetuar dum sistema que é a ruína da Portugalidade, por nos fazer uma constante revolução nos hábitos e costumes e, com isso, a nossa entrega à Plutocracia;

3º a proposta dum rei na cadeira presidencial não motiva as pessoas a saírem à rua pois não é com super heróis que se resolvem os problemas de base (estruturais) e, portanto, não se sentirão em sintonia com a mudança que se deseja – o individualismo real é impotente;

4º o projecto que se propõe deve ser de tal maneira grandioso e ao mesmo tempo cristalino que provoque uma adesão espontânea e não forçada pela propaganda que envolve aspectos emocionais – a razão deve ser o motivo de adesão;

5º internacionalmente, há movimentos de contestação ao sistema Democrático, sinal de que o problema não é só dos portugueses, mas de um sistema que não se coaduna com as realidades dos povos, mas tão só com o dos seus promotores, os mesmos de sempre (Governo Plutocrático) – a Democracia não está ao serviço do Bem Comum;

6º o número dos das Reais Associações é ínfimo (13 mil no máximo, que corresponde a 0,08 % dos portugueses), portanto, sem base negocial para imporem aos monárquicos a república coroada;

7º não haverá garantias de fidelidade por parte de Duarte Pio de Bragança, que não sabe o que é o principio da subsidiariedade e, por esse motivo, a traição poderá estar sempre presente.

Por isto, o projecto deve contemplar um sistema que se adapte às exigências da sociedade actual. Não é com reizinhos do Carnaval que se resolvem os problemas do desemprego ou do abandono do mundo rural ou da pobreza ou da falta de iliteracia. “Os problemas resolvem-se, não com um rei, mas com uma monarquia” (não sei onde roubei isto). Qualquer mudança, que na essência será uma revolução, terá que ser com alterações significativas em muitos aspectos da sociedade (os próprios Democratas reconhecem esta necessidade), e da análise das causas dos problemas e, não, com respostas rápidas e superficiais. Se me permite subscrevo as suas palavras bem elucidativas de como se deve procurar a resolução dos problemas “…no todo…”:

Ana Rita Bivar escreveu:
“As coisas só serão perceptíveis se as analisarmos como elas são, no todo. Estar a diagnosticar um problema sem irmos à causa é de uma perda de tempo e só vai contribuir para chegar a conclusões "politicamente correctas" que partem de premissas erradas. O resultado esse sim, seria extremamente complicado.”

Cada vez mais, me sinto mais monárquico e uma das razões é por se ter uma visão dos problemas numa perspectiva de longo prazo, tendo em mente o início da Comunidade e a sua continuação, em oposição ao imediatismo e individualismo republicano.

Não me parece que haja necessidade de pactuar com alguém que não tenha a firmeza de convicções e só aja por motivos matemáticos. Concordo plenamente com o O Conjurado que diz que poucos e coesos são preferíveis ao número. Uma das questões que li algures nestes fóruns, acerca das Reais Associações, era qualquer coisa como isto: “ao desejo de tanto engordarem estão a emagrecer”, não me recordo do autor, mas serve para ilustrar que a ganância do número deve ser refreada. Um bom trabalho será premiado pela própria Providência e, se o das Reais o fosse, teria tido melhores resultados.

A AMT já tem o começo dum bom trabalho: “A Questão Real”. Façam uma versão simplificada (plus light, mais leve e mais luminosa), como introdução ao tema e que caiba num tríptico, arranje-se a versão PDF desse folheto, mande-se para tudo quanto é agente político, aos amigos e aos inimigos, e distribua-se por tudo quanto é caixa de correio electrónico, infesta-se o país com ele, será um começo sem recursos financeiros, só recursos de tempo e duma minoria. Pode-se criar uma rede, aliás não há uma REMO? Que seja ela a dar ao remo. Atrás deste PDF virão outros com as soluções para os problemas do país e como poderão ser apresentadas numa vertente a longo prazo, capitalizaram sempre alguém. Há sempre alguém, algures, a pensar como nós. Meia dúzia fazem de grupo redactorial, a REMO de distribuição e consulta, e está criado um grupo de pressão.

Para quê comprometerem-se em alhadas de abolição do artigo 288 alínea b)? Já viram o que acontecia se os republicanos retirassem, num acto de doidice, o referido artigo? Derrubavam o movimento monárquico (MM) em duas penadas. A inércia actual do MM não tem capacidade nem para se sair dela, quanto mais para pôr um país em marcha. Seria a descredibilização do que se fez até aqui: aceitar que a monarquia poderá ser uma hipótese. O famigerado artigo deve estar na Constituição, isso de maneira nenhuma vai impedir que um dia regresse a monarquia, só os tolos dos republicanos é que acreditam nessa baboseira.

Para terminar, o termo república coroada foi empregue pela primeira vez, por Duarte Pio de Bragança, ao dizer que desejava coroar a República. Por isso, não devem os duartistas ficarem incomodados com tal expressão, se foi o próprio chefe da banda que a empregou como finalidade do movimento que dirige.

No meu mais humilde contributo, estou disposto a apoiar a acção da Acção Monárquica Tradicionalista.

Amistosamente,
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sab 6 Jan - 23:40:03

Caro Senhor
Teixeira Rebelo

Li o seu texto atentamente. Concordo plenamente consigo quando diz que o esquema proposto por JTPMB é uma armadilha.
Essa proposta apenas ira perpetuar um regime falhado, só com a diferença de haver rei (fantoche), que obviamente seria controlado pelas forças plutocráticas, o que levaria à descredibilização da Monarquia como alternativa.
Às vezes desanimamos, pensando que são poucos aqueles que ainda têm amor a esta terra lusitana.
Mas concerteza haverá, cada vez mais, monárquicos independentes, que também cansados de Cavacos Silvas, de Sócrates e de Soares, apenas precisam de um "empurrão" para arregaçarem as mangas pela pátria.
De acordo com o Senhor Teixeira Rebelo, a AMT poderia começar a pensar seriamente em propaganda. Não aquela propaganda que ouvimos diarimente, e que no fundo não nos diz nada, mas uma propaganda que vá ao fundo da questão, ou seja, ao coração dos portugueses.
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Dom 7 Jan - 2:02:25

Caro Teixeira Rebelo

Ao ler o seu texto senti-me tão "aconchegado" que acho que este não é um "lençol" mas sim um cobertor!...

Bravo!

Joe war

Teixeira Rebelo escreveu:
No meu mais humilde contributo, estou disposto a apoiar a acção da Acção Monárquica Tradicionalista

Seja bem vindo!!! Vamos nisso!
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José Tomaz Mello Breyner
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Dom 7 Jan - 13:29:56

...


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mdsantiago
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Dom 7 Jan - 18:27:19

Carissimos

Caro Teixeira Rebelo

Teixeira Rebelo escreveu:
diariamente são mais as pessoas que estão a acordar e a dizerem mal da Democracia, descredibilizando estes políticos e os partidos – o sistema está decadente;

A democracia não tem mal nenhum. O que está mal é a falta dela porque os partidos apoderaram-se dela e na pratica nós deixa-mos de ter papel activo nela. Acho que é isso que as pessoas contestam e não, obviamente a democracia.



T. Rebelo escreveu:
2º a república coroada é o perpetuar dum sistema que é a ruína da Portugalidade, por nos fazer uma constante revolução nos hábitos e costumes e, com isso, a nossa entrega à Plutocracia;

3º a proposta dum rei na cadeira presidencial não motiva as pessoas a saírem à rua pois não é com super heróis que se resolvem os problemas de base (estruturais) e, portanto, não se sentirão em sintonia com a mudança que se deseja – o individualismo real é impotente;

4º o projecto que se propõe deve ser de tal maneira grandioso e ao mesmo tempo cristalino que provoque uma adesão espontânea e não forçada pela propaganda que envolve aspectos emocionais – a razão deve ser o motivo de adesão;

Estou de acordo

T. Rebelo escreveu:
5º internacionalmente, há movimentos de contestação ao sistema Democrático, sinal de que o problema não é só dos portugueses, mas de um sistema que não se coaduna com as realidades dos povos, mas tão só com o dos seus promotores, os mesmos de sempre (Governo Plutocrático) – a Democracia não está ao serviço do Bem Comum;

Pois há... são os movimentos das extremas direita e esquerda cujas propostas são o que se sabe... por mim isso nunca!

Não é daqui, antes pelo contrario que partiu o tradicionalismo. Tradicionalmente sempre houve tolerancia e cosmopolitismo. Esses sim são valores sólidos.

É a abrir os horizontes e não a cercear que se vai avançar!!!

grato MDS
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Seg 8 Jan - 16:56:48

Carissimos

Então é assim, como é que veriam a realização de um primeiro encontro, realizado dentro dos termos anteriormente referidos, isto é com o objectivo de pugnar pela Monarquia, a realizar entre om final do mês e o principio de fevereiro?

Posso pensar nisto mais em concreto?

que me dizem?

MDS
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Ana Rita Bivar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Seg 8 Jan - 17:34:42

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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Seg 8 Jan - 17:39:46

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