MONARQUIA TRADICIONAL

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 A Afirmação Monárquica

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IzNoGuud
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sex 1 Jun - 12:53:42

RBaltazar escreveu:
...O senhor parece tudo menos monárquico, a não ser claro republicano coroado, mas desses há muitos e nunca serão Monárquicos!
Se os republicanos que defende fossem tão "patriotas" como diz, não estaríamos neste situação! Quanto a esses seus amigos... decerto que não estaremos a falar da mesma coisa!

Meu caro amigo, já notei que todos aqueles que não comungam da opinião de qualquer das facções monárquicas estabelecidas, são comumente apelidados de "Republicanos Coroados".

Meu caro, não podia estar mais errado. Que os há, há. Disso todos sabemos.
Mas eu, e creio que alguns dos que são por norma apelidados de "Republicanos Coroados", nada temos a ver com aqueles que apenas querem substituir um Presidente da República por um Rei de Portugal e esperar que assim algo se resolva.
Defendo sim, uma modernização da Monarquia. Note, não falo de regeneração, pois a isso corresponde voltar ao sistema anterior e alterá-lo ligeiramente, mas sim a efectuar reformas de fundo.

Se o meu amigo chama a isso de "Republicanismo Coroado", então permita-me que eu lhe chame de "Absolutista Ultrapassado".

RBaltazar escreveu:
Quanto à questão europeia, não me lembro de ter falado na Europa, mas sim nos E.U.A! Não ponha palavras onde não existem, nem tente deturpar o que afirmei! Se não compreendeu, mais valia ficar no silêncio!

Meu caro, eu li perfeitamente que o meu amigo falava dos EUA.
Mas falar dos EUA em relação a Portugal, é o mesmo que falar da UE.
Portugal caminha numa muito estreita fronteira entre os EUA e a UE, pode ser que aparentemente a UE seja mais forte, mas aquando da 2ª invasão do Iraque, tal divisão ficou perfeitamente demonstrada.
A UE caminha a passos largos para uns E.U.E., sendo o último "E" Europa "just in case", como o meu amigo se deve ter apercebido nos posts e tópicos de outros membros deste Fórum.
Quanto ao se não compreendi... meu caro, se não se compreende, pede-se explicações e espera-se que quem fez as afirmações seja capaz de as apresentar. Estamos aqui para aprender, debater e ilucidar posições, não para bater palmadinhas nas costas uns dos outros.

RBaltazar escreveu:
Quanto à sua Monarquia, deve ser um daqueles sistemas que fazem parte de qualquer lista de um dicionário online! Eu respeito a sua "religião" mas um País é uma identidade, tem as suas próprias leis e características, não é apenas a existência de um rei que faz dela monarquia! Se não, porque não simplesmente trocamos o actual presidente da república por um pretendente ao trono?! Talvez Duarte Pio..., Nuno da Câmara Pereira...., etc. é só escolher! Aí tem a sua Monarquia!

Meu caro, apenas demonstrou que efectivamente, de preconceitos estão os Monárquicos cheios.
Já lhe disse e volto a dizer, não sou um "Republicano Coroado", não pretendo ou defendo a simples troca de um Presidente da República por um Rei de Portugal.
É-me igual quem venha a ser Rei de Portugal, desde que este seja escolhido pelos Portugueses e não apenas por alguns.
Quanto ao sistema político que eu anseio, o meu amigo não parece estar interessado em saber qual é ou como funciona e como tal, peço-lhe, não mande bitates sobre o que não sabe e se quiser mandar bitates, por favor informe-se primeiro. Eu cá estarei com muito gosto para debater consigo sobre Sistemas Políticos, tal como o tenho feito com os demais participantes nos diversos fóruns onde participo.

RBaltazar escreveu:
A Monarquia não é só a existência da realeza, tal como um monárquico não é só monárquico por achar engraçado, ou gostar da existência de um rei! É muito mais para além disso! Mas enfim, se é a sua opinião... cada um diz o que quer e o pensa!

Nunca eu defendi tal conceito de Monarquia.
Defendo sim uma actualização do mesmo conceito, tal como defendo uma actualização do conceito de Monárquico, agora sou eu quem lhe diz para não colocar palavras que eu não disse na minha boca.

RBaltazar escreveu:
Quanto ao ser moderno, o quer dizer com isso?! Que me torne republicano homosexual ateu e apátrio?! Sim, viva o ser "moderno"!

Meu caro, se tem dúvidas quanto à sua sexualidade ou crença regimental política, então peço-lhe que considere todas as opções para seu próprio bem. Agora se não tem, então deixe-se de piadas sem sentido e não veja os outros à sua imagem e semelhança.

Quanto ao ser moderno, aqui sim, podemos debater.

Creio que a Monarquia e os Monárquicos, enquanto conceitos, têm se agarrado a fórmulas que já estão ultrapassadas. Não quero com isto dizer que deixem de ser conservadores, que corresponde à norma dos Monárquicos ou de aqueles que defendem a Monarquia enquanto Instituíção.
Não creio que ninguém hoje possa dizer que o actual conceito de monarquia/monárquico corresponda ao mesmo conceito aquando do surgimento da Monarquia à uns milénios atrás.
Hoje a Monarquia divide-se em diversas formas políticas, sendo que as mesmas aquando do seu surgimento eram tão revolucionárias aos olhos dos defensores do conceito imediatamente anterior, quanto o meu amigo aparenta dizer que eu e outros o somos.
Nada está nada definido ainda, não há linhas directoras, apenas Monárquicos que consideram haver a necessidade de uma nova actualização/modernização da Monarquia enquanto Instituição e até do conceito de Monárquicos, procurando debater entre todos o que se pode ou deve mudar ou ser alterado.
Vivemos no Século XXI e noto que ansiamos na maioria por um sistema do Século XIX que foi derrubado no dealbar do Século XX, não se antevendo nenhuma alteração ao mesmo.
Podemos nós dizer que o sistema político que ambicionamos para o Portugal de hoje é actual ou corresponde totalmente às necessidades dos Portugueses? Se o meu amigo me disser sinceramente que sim, então peço-lhe encarecidamente para não se iludir pois estará errado, na minha muito humilde opinião.

RBaltazar escreveu:
Eu até sou uma pessoa bastante tolerante, respeito o que não concordo, desde a homosexualidade ao ateísmo, mas não queiram fazer da tolerância um dogma!

Meu caro amigo, acabou de se contradizer.
A Tolerância, não pode ser um dogma tem de ser um valor.
Ninguém advoga que os demais deixem de professar as suas crenças ou de serem heterosexuais para passarem a ser ateus ou homosexuais, não sei onde o meu amigo vai buscar isso, mas apenas que TODOS tenham os mesmos direitos e certamente que os homosexuais hoje em Portugal não usufruem da mesma forma de todos os direitos como o meu amigo usufrui, mas comparticipam da mesma maneira que o meu amigo para a presente Sociedade.
Tal como em relação a misturar Crenças com Governação. Meu caro, um dos motes a favor da Monarquia é a Isenção da fígura do Soberano, como quer então que eu aceite a influência de uma Crença, seja esta de maioria ou não, na Governação de uma Nação?
Ou participam todas as crenças representadas em Portugal, ou creio que não deva participar nenhuma. Mas aqui, uma vez mais, sou apenas eu a apresentar a minha opinião e não estou a tentar "impingi-la" a ninguém.

Um abraço,

IzNoGuud

P.S. - Por favor contraponha, mas não critique apenas por criticar.
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IzNoGuud
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sex 1 Jun - 13:01:19

O Conjurado escreveu:
Caro IzNoGuud,

Sua excelência enquadra-se na perfeição no ideal republicano, não percebo porque continua a manchar o nome de monarquia misturando alguns dos seus ideais de extrema-esquerda com a mesma.
Através das suas intervenções já percebi o seu ideal de “monarquia”. Seria uma monarquia onde Francisco Louça seria rei.

Apenas quis mostrar a minha revolta de uma forma sucinta, pois o tempo deve ser gasto a aprender com quem ama a nação.

Respeitosamente,
Bruno Reis

Meu caro,

Apenas o remeto para a muito corajosa ligação a uma Lista de Candidatura à Câmara de Lisboa por parte do Professor Nuno Cardoso da Silva que integra a Lista do Dr. Garcia Pereira, conhecido Líder do MRPP.

E mais lhe digo, eu que sou de direita e em nada me identifico com o MRPP, tenho no entanto em muito alto conceito a pessoa do Dr. Garcia Pereira, como excelente Português e Humanista que é.

Com consideração,

IzNoGuud


Última edição por em Sex 1 Jun - 19:10:20, editado 1 vez(es)
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IzNoGuud
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sex 1 Jun - 13:14:26

Aidé Quental escreveu:
Camaradas RBA al tzar e Com Jurado

Não vos intimideis com estes criados da alta finança. O Plebeu, o Good e a beladona são agentes da dessa gente que deseja o derrube da civilização cristã. Coitados, não percebem que senhores servem. Quem assite aos post's dos tolerantes vê logo neles a sua intolerância. Não vedes que neles esta uma contradição? Querem defender a democracia mas que seja a deles e não a democracia real, aquela que temos, a católica de facto, apesar do estado ser duma arrogância avestruziana e ter tendência a querer negar o evidente: a maioria é católica. Será pedir muito que se respeite a maioria?

Sue
Aidé

Minha cara amiga,

Bom grado as muitas opiniões com que nos brinda, creio que a amiga tem em elevada estima o interesse das maiorias.

Hitler também foi eleito por maioria, Auschwitz e toda a perseguição aos não Arianos Puros deve ter sido então de igual forma desejado pela População do então Reich Alemão.
Eu que todos os dias, lido com eles, por vezes até acredito que sim.

Minha cara, é claro que as maiorias devem ter por norma os seus pontos de vista aceites, mas quando estes violam os direitos que procuramos defender a todo o custo, então creio eu que não será por a maioria defender tal violação que a devamos implementar.

Eu luto pelos direitos de todos maiorias e minorias, mais ainda, luto pela igualdade de direitos e oportunidades para todos.
Ateísmo e a Homosexualidade não são "doenças" contagiosas.
A minha amiga é mulher, sabe bem que a mulher ainda é muitas vezes relegada para funções subalternas sob chefias sem as suas qualificações, ou pelo menos que há homens a fazer as mesmas funções que ganham mais sem que exista para isso justificação.
Somente a título de exemplo é claro.

Peço-lhe desculpa pela minha luta, assim como por a de outros, em prol de um maior Humanismo não lhe chegar.

Com todo o respeito,

IzNoGuud
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sex 1 Jun - 17:32:08

Caro IzNoGuud,


Antes de mais devo pôr em pratos limpos tudo aquilo que comentou acerca da intervenção do O Conjurado.
O Conjurado apenas falou sobre Francisco Louça, nunca sequer aqui ou noutro tópico comentou sobre o Dr. Garcia Pereira. Além do mais, fui eu e somente eu que referi apoio à referida lista e ao Dr. Nuno Cardoso da Silva em nome da JMT, apesar de Bruno Reis pertencer à JMT!
Mas isso são assuntos que apenas a nós (JMT) dizem respeito! E não correndo o risco das minhas palavras serem novamente deturpadas, o apoio que referi prestar ao Dr. Nuno Cardoso da Silva em nome da JMT, obviamente que continua de pé, porque palavra só tenho uma!


Já agora comento também a sua questão para com a menina Aidé Quental (já que ela não gosta que eu a trate por senhora).
Num Estado Democrático, sendo ele republicano ou monárquico, as leis são implementadas através da voz da maioria, com base nesta e no bem desta, respeitando ou não as existentes minorias! Aliás, desde a Antiga Grécia aos tempos de hoje (modernos como diz), tudo funciona segundo esse princípio! A maioria!


Quanto à parte que me toca, nunca ninguém antes me tinha conotado de "Absolutista Ultrapassado", apesar de não o conhecer pessoalmente, devo-lhe dizer que em determinadas situações até deverei ser muito mais liberal do que o caro IzNoGuud, sendo eu conservador (espero que compreenda realmente o que quero dizer e que não comece a pensar outras coisas). Mas se me acha "retrogada", como já lhe disse, cada um é livre de achar o que quiser!


Quanto à questão do regime monárquico, não sou nada a favor de uma republica mascarada de monárquica, porque sinceramente farto de palhaçadas e de circos estou eu! Um rei não pode apenas ser um mero fantoche controlado por oligarquias nacionais e estrangeiras, muito menos uma Nação inteira! Se acha de facto, que os interesses de uma maioria se sobrepõem à identidade e ao nome da Nação, eu só tenho que respeitar a sua opinião..., apesar de ser totalmente contra!





Cumprimentos,

Ruben Baltazar
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IzNoGuud
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sex 1 Jun - 18:30:06

Meu caro amigo, desculpe a expressão, mas quanto mais fala mais se enterra.

RBaltazar escreveu:
Antes de mais devo pôr em pratos limpos tudo aquilo que comentou acerca da intervenção do O Conjurado.
O Conjurado apenas falou sobre Francisco Louça, nunca sequer aqui ou noutro tópico comentou sobre o Dr. Garcia Pereira. Além do mais, fui eu e somente eu que referi apoio à referida lista e ao Dr. Nuno Cardoso da Silva em nome da JMT, apesar de Bruno Reis pertencer à JMT!
Mas isso são assuntos que apenas a nós (JMT) dizem respeito! E não correndo o risco das minhas palavras serem novamente deturpadas, o apoio que referi prestar ao Dr. Nuno Cardoso da Silva em nome da JMT, obviamente que continua de pé, porque palavra só tenho uma!

Antes de voltar a por palavras na minha boca, permita-me que lhe diga, que apenas remeti ao nosso amigo Bruno Reis, para o exemplo do Professor Nuno Cardoso da Silva, o qual enquanto Monárquico não vê nenhum problema em apoiar um conhecido Líder do MRPP, ou seja, da esquerda mais extrema que existe. Independentemente do valor que o Dr. Garcia Pereira tenha enquanto Ser Humano.
Por isso, piadas em relação às minhas posições serem mais ou menos de esquerda, passam-me ao lado quando eu acredito que o que defendo é melhor para Portugal, enquanto Monárquico e enquanto Português.

A não ser que os meus amigos me considerem de esquerda apenas por eu ser ateu Wink

RBaltazar escreveu:
Já agora comento também a sua questão para com a menina Aidé Quental (já que ela não gosta que eu a trate por senhora).
Num Estado Democrático, sendo ele republicano ou monárquico, as leis são implementadas através da voz da maioria, com base nesta e no bem desta, respeitando ou não as existentes minorias! Aliás, desde a Antiga Grécia aos tempos de hoje (modernos como diz), tudo funciona segundo esse princípio! A maioria!

Meu caro, só me demonstra que uma vez mais, nem sempre a Maioria tem razão. E que nesse caso, cabe aos Governos ter a coragem de optar por tomar as decisões que são populares a título de próximas eleições ou as que são necessárias doam a quem doer.

RBaltazar escreveu:
Quanto à parte que me toca, nunca ninguém antes me tinha conotado de "Absolutista Ultrapassado", apesar de não o conhecer pessoalmente, devo-lhe dizer que em determinadas situações até deverei ser muito mais liberal do que o caro IzNoGuud, sendo eu conservador (espero que compreenda realmente o que quero dizer e que não comece a pensar outras coisas). Mas se me acha "retrogada", como já lhe disse, cada um é livre de achar o que quiser!

Meu caro, pois a mim, só aqui me chamam de "Comunista/Esquerda (Extrema)" como forma de sintetizar a minha ideia política. E acho cómicas as razões invocadas para tal.
Não dúvido que o meu amigo seja mais liberal que eu em determinadas circunstâncias, tal como acredito que não o seja noutras. Mas isso a mim é-me igual, eu não estou aqui a atacar os valores que o meu amigo defende nem espero estar a ser atacado pelos valores que eu defendo.
Mas que não gosto de me ver rotulado por quem aparentemente nada percebeu do que eu disse, ah isso pode crer que não engulo muito bem, tal como o meu amigo não "engoliu" muito bem a minha resposta. Por isso, antes de atirar, pare para pensar ou prepare-se para ouvir o que não gosta.

RBaltazar escreveu:
Quanto à questão do regime monárquico, não sou nada a favor de uma republica mascarada de monárquica, porque sinceramente farto de palhaçadas e de circos estou eu! Um rei não pode apenas ser um mero fantoche controlado por oligarquias nacionais e estrangeiras, muito menos uma Nação inteira! Se acha de facto, que os interesses de uma maioria se sobrepõem à identidade e ao nome da Nação, eu só tenho que respeitar a sua opinião..., apesar de ser totalmente contra!

Meu caro, eu defendo a União Europeia enquanto Futuro Necessário para Portugal, defendo Portugal enquanto Nação sob que forma for, mas tento não me bloquear ao evidente. Agora se o meu amigo não está a falar deste caso, então não faço a mínima do que o meu amigo anda para aí a falar. Pois nunca em tempo algum eu defendi uma República Coroada para Portugal.

IzNoGuud
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sex 1 Jun - 18:39:12

Aidé Quental escreveu:
Não vos intimideis com estes criados da alta finança. O Plebeu, o Good e a beladona são agentes da dessa gente que deseja o derrube da civilização cristã.

Oh, minha senhora, faz favor, não me inclua nessa guerra. Só vim cá ver a bola.


Aidé Quental escreveu:
...a maioria é católica. Será pedir muito que se respeite a maioria?

E que tal a maioria respeitar as minorias.

Cumprimentos
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Pedro Reis
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sex 1 Jun - 19:48:07

E onde é que a maioria dos Católicos desrespeita a minoria dos demais?

Enfada-me por completo a discussão dos estereótipos, especialmente porque é injusta. Eu sendo católico respeito a opção religiosa de toda a gente, mas porque pertenço à maioria tenho de levar com este discurso do papão? Mas afinal sou ou não livre de professar a religião que bem me aprouver? E na substância da nossa sociedade, as leis que nos regem devem ou não ser vocacionadas para a voz da maioria das pessoas que servem?

As minorias isto as minorias aquilo....eh pá, mas a culpa dos outros serem diferentes é da maioria? Se são diferentes, sejam-no, mas têm de me culpar por isso porquê? Afinal de quem é a opção?
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Beladona
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sex 1 Jun - 21:26:02

Cara Aidé Quental e comp.

Longe de mim impôr seja lá o que fôr e ainda por cima a pessoas com tamanha sabedoria tanto a nível político,como social,como até (pasme-se) da minha humilde pessoa.Tendo-me sido feitas associações políticas e sociais que nunca me passariam pela cabeça,jamais em tempo algum...mas estas dinâmicas e juvenis cabecinhas,estão sempre em cima do acontecimento...

Onde é que o eu ser ou ter supostamente uma qualquer conotação política/social e ou religiosa,interferem na minha opção monárquica,no meu patriotismo,ou no meu crédito perante os meus pares e associações monárquicas?Será que só as maiorias devem ou podem existir,sendo as minorias liminarmente apagadas?É este o tipo de sociedade que querem?

Será por isso mesmo, por ser ateia,apologista da despenalização da IVG ? (tudo tendências e ideias mesquinhas de quem não tem valores,e é uma minoria,segundo o vosso conceito).É,que sinceramente, ainda não entendi bem.

Minha cara Aidé (e desculpe a minha ousadia),não olhe os outros à sua imagem e semelhança,como sendo pessoas preconceituosas que dividem as mesmas por compartimentos etiquetados e com o pensamento cristalizado no tempo.

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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sex 1 Jun - 21:53:32

Caro Pedro Reis

Desculpe-me se estou a incorrer nalgum excesso.Mas,estou a ser sempre conotada por pertencer a este ou aquele partido político,não ter valores,querer impor-me sendo uma minoria,etc.,etc.,tudo isto só por ter uma determinada opção religiosa é no mínimo fragilizante para quem faz essas conotações e que se vão tornando cansativas nas minhas parcas aparições por aqui.

Longe de mim querer impôr as minhas ideias ou opções,mas acho que as posso dar,apesar da minha já focada minoria neste espaço.Saber ouvir o "outro" e respeitá-lo é um dom,cada vez mais raro nos dias de hoje e com o qual até se pode,quem sabe aprender alguma coisa ,quanto mais não seja a tolerância.Tenho aprendido muito com amigos meus que são católicos,budistas,hinduistas e muçulmanos.Nunca me impuz limitações.

Nas minhas parcas aparições neste forum,tenho sido muito considerada pela administração e moderação do mesmo e pelos quais tenho uma imensa consideração,porque tenho plena noção da minha posição aqui,por isso,e por princípio,longe de mim,tentar sequer impôr as minhas opções,embora dentro das minhas limitadas possibilidades as tente defender a título pessoal e sem nunca faltar ao respeito a quem quer que seja,pois não professo essa teoria,e quando me apraz,sempre dentro é claro,do aval do fórum,pois a minha posição aqui,será sempre sob esse aval.

Um abraço da Beladona
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Pedro Reis
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Dom 3 Jun - 20:48:10

Beladona, por favor não se minimize.

A sua presença e opiniões são importantes e necessárias. Espero que as suas visitas prossigam, porque por mim será sempre um prazer tê-la por cá.

O que me choca são os regimes de excepção que se fazem. Essencialmente sou um legalista de alma e coração, raras vezes olha para as regras no sentido de as furar e é isto mesmo que me faz reagir perante o que considero o incumprimento institucionalizado, pelos regimes de excepção.

Na minha vida inteira sempre tive de trabalhar e lutar por aquilo que queria. Quando efectivamente precisei de ajuda, por motivos que só lembram aos burocratas foi-me recusada, no entanto aceitei o facto e fiz pela vida. Aparentemente não sou exemplo para ninguém, porque o exemplo vem de quem promove o incumprimento, a irreverência e a luta desleal.

Se fui tolerante com este sistema deixei de o ser quando vejo 1/3 dos meus rendimentos ser levado sem que dele veja uma utilização justa, equitativa e acima de tudo honesta.

Infelizmente a única coisa que posso fazer é insurgir-me contra este estado de demência tolerante perante a questão das minorias, a quem tudo é permitido inclusivamente violando princípios básicos do que é a nossa vivência em sociedade.

Isto chega ao cúmulo de que se eu, futuramente, der uma palmada à Beatriz arrisco-me a ficar com a justiça às costas e ver a SS levar-me a filha, no entanto vejo todos os dias extremos abusos às crianças das minorias e ninguém faz nada. Ninguém vai lá retira-las, ninguém se importa se comem todos os dias, se vão à escola, se têm uma educação de integração com os valores da nossa sociedade...nada. Vendem-nas em casamento, casam-nas menores abaixo dos 16 anos, quando não só não podem como praticam crime de tráfico de menor e pedofilia, mas porque são minorias é tudo aceitável.

No que toca à religião ainda estou à espera que me provem onde é que os católicos discriminam os restantes ou onde é que essa prática é consentida, mas o certo é que ninguém mo consegue provar. Por contraponto e os exemplos são por demais em número, grau e género posso provar-lhe onde que a maioria da população é discriminada diariamente sem que isso sequer constitua um problema!! É curioso não é? É curioso como a Igreja é o primeiro bastião de encontros ecuménicos, do respeito ecuménico, especialmente nos tempos que correm entre Cristãos e Islamitas e no entanto é tida como o papão, o alvo a abater, a barreira do progresso....

Não querendo impôr o meu estilo de vida a ninguém, será que posso em liberdade ser católico sem ter que ser acusado ou olhado de lado?
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Beladona
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Seg 4 Jun - 3:09:26

Caro Pedro Reis

Agradeço a sua gentileza para comigo.

É claro que estou completamente de acordo com as suas denùncias/queixas que acho de uma maneira geral serem de todos os portugueses.Quem é que hoje não se queixa dos nossos governantes e do seu estilo de governo?Só que somos,por princípio,um povo brando,não sei é até quando.

Caro Pedro,quando se refere às minorias segundo depreendi,refere-se às culturas de diversas pessoas que para cá vieram,algumas até sempre cá viveram,mas com culturas e modos de vida muito arreigados e próprios.No meu entender, há situações nas quais as nossas entidades não podem interferir,segundo creio,mas há outras em que podem e até deveriam de intervir,pois essas pessoas,embora não se despersonalizando das suas entidades culturais,deveriam de respeitar a cultura e a sociedade dos países para onde vão viver,mas apesar disso,é preciso não esquecer que os nossos valores nem sempre são os valores de outros povos,e o amigo tem um exemplo dos povos africanos da sua Angola,assim como eu tenho de Moçambique,que têm culturas muito próprias,assim como os índios do Amazonas,etc.,quando esses povos foram colonizados,ou por qualquer razão saiem do seu país e vão para outro,devem/deveriam de ser respeitados nas suas identidades culturais a partir do momento que não interfiram na sociedade que passaram a frequentar,neste último caso.Não podemos é aceitar o que na nossa sociedade é considerado crime.

Quanto à religião,e à discriminação,bem,eu e a minha família tivemos alguns problemazitos por não sermos católicos.Posso dizer-lhe que em plena Lisboa (onde viviam,antes de irem para África)os meus pais nunca foram muito bem considerados e foram até marginalizados (quando o assunto vinha à baila)por católicos,pois só eram casados pelo civil e só esse casamento ,não ser considerado como um acto "de facto".Como esta,houve muitas outras histórias engraçadas que os meus pais me contaram.E eram da classe média/alta.

Quanto a mim,posso dizer-lhe que quando miúda os meus pais me meteram num colégio religioso em Moçambique,pois na cidade em que vivia era o único colégio que havia para meninas,e apesar de ter sido alertado o colégio para a minha não religiosidade,fui aceite,até porque também lá havia hindús e muçulmanas,só lhe digo que só lá consegui estar um ano escolar,fui tão perseguida por algumas irmãs (não todas),que me queriam batizar às escondidas dos meus pais,que se tornou impossível eu lá estar mais tempo,resultado,fui parar a uma escola pública,para desconsolo dos meus pais.Enfim,podia-lhe contar muitas peripécias,algumas hilariantes que se deram ao longo da minha vida.Mas,também lhe posso dizer,que conheci católicos/as e religiosos/as espectaculares e que foram,e alguns ainda são muito meus amigos.Até lhe posso dizer que o meu marido por pouco não foi padre e cá continuamos juntos à muitos anos de um muito bonito e romântico casamento.

Fora este àparte,a Igreja e os seus crentes,no meu modesto entender são merecedores de todo o meu respeito e consideração,com obra bem visível a vários níveis e à medida que o tempo vai passando a Igreja foi-se abrindo mais ao mundo e às outras confissões religiosas,esperando eu que continue nesse percurso até pela sua visibilidade/responsabilidade a nível mundial.No meu modesto entender as Igrejas e os respectivos crentes,não têm forçosamente de demonstrar nada a ninguém,basta seguirem as suas crenças o melhor que puderem e sentirem,sem olhar a se são maiorias ou minorias,pois só essa contabilidade as inferioriza e limita ,quando é feita.

Eu não posso olhar para o meu semelhante,e ter uma atitude diferente com ele só porque professa esta ou aquela religião ou filosofia,porque é homo ou heterossexual,se é negro,asiático ou caucasiano,porque é do partido ou regime político A ou B.Primordialmente devo de pôr o ser humano acima de todas estas situações e olhar a sua humanidade,o resto vem depois,isto,se queremos ter ou formar uma sociedade mais justa onde todos têm os mesmos direitos e deveres.É esta a minha esperança quando vivermos em monarquia,uma monarquia que desejo humanista,que respeite o povo,que o considere sempre, pois sem ele,não se tem uma Nação.Agora,caro amigo chame-lhe demagogia balofa,ou teorias de esquerda,etc.,etc.Aliás ,dou primazia à pessoa e à sua obra e não ao partido em que está inscrito.

Quanto ao seu último parágrafo,por favor caro amigo,e desculpe-me a ousadia,não se menospreze e não se limite tanto por ser católico,é que,nem você,nem a religião que professa o merecem.Só nós nos podemos limitar,não os outros.

Um abraço da Beladona
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