MONARQUIA TRADICIONAL

Nós seremos livres, nosso rei será livre, nossas mãos nos libertarão
 
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 A Afirmação Monárquica

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RBaltazar
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MensagemAssunto: A Afirmação Monárquica   Qua 3 Jan - 0:23:28

È por nós observável a grave decadência da Nação Portuguesa, em quase cem anos de regime republicano, continua-se a caminhar em direcção ao abismo. A República febril, toma acções contra as fundações de Portugal e a frente monárquica não dirige nenhum contra-ataque, ao que parece, gostam de tomar posições como líderes e dirigentes de movimentos e associações para somente ganharem prestígio, continuando a deixar o país perante o seu inevitável colapso.
Em mais de cem anos de resistência a este falso regime, sendo ele nada mais do que demagógico, corrupto e herege, é estudada uma doutrina e um caminho a percorrer. Porém, muitos movimentos e associações ficam imóveis perante a manifestação republicana. Os inimigos da ordem e da religião, expressam-se sobre a mais variada forma e o realista parece submeter-se ao seu jugo.
O circo republicano tem o seu auge com o parlamentarismo, glorificando a sua "democracia". Aparece-nos surpreendentemente falsos monárquicos, nada diferentes de republicanos. Não há diferença entre falsos monárquicos e republicanos . Somente trocam entre si, o rei fantoche pelo presidente corrupto anti-patriota. Ainda não compreenderam que em Portugal há pretendentes, mas não reis. "SAR"?! Quem e quando?! Será que as Cortes já aclamaram algum pretendente como Rei?!
Descaradamente os republicanos e os seus dirigentes falam-nos de luta por um Portugal melhor, ficando esses mesmos oradores sentados na poltrona, alegremente vendo a aniquilação de uma cultura e toda uma raça pela razão de interesses económicos. Vamos morrendo vergonhosamente, não por resistirmos e a pouco e pouco sendo aniquilados, mas por uns fazerem de Portugal uma colónia estrangeira apoiando tudo o que possa destruir a Nação Portuguesa, vamos baixando os braços por não conseguirmos lutar mais contra tamanhas abominações. Fazem da Religião uma chacota, fazem do Patriotismo um crime, fazem da Tradição um túmulo.
Somos governados por cleptocratas, oligárquicos e escória da pior espécie.
Perante tamanho quadro horrendo, sentimos fervilhar os ideais monárquicos, desde sempre que defendemos a ordem e a religião, salvámos Portugal inúmeras vezes. Lutámos pela causa sem nada pôr em questão.
Por dever patriótico somos obrigados pelo prol do bem comum, a estremecer as bases da afrancesada república.
A República sempre temeu o antigo fantasma da Monarquia, embora actualmente a Monarquia não seja nenhum fantasma, mas uma realidade verdadeiramente absoluta. Não trememos perante o republicano, antes fazêmo-lo tremer.
A Lei Republicana não se sobrepõe à Lei Monárquica.
Os marcos antigos não podem ser movidos, muitos menos destruídos. Não se pode adaptar num país, o que é inadaptável.
Portugal tem fundações monárquicas, sempre o teve, sempre o terá. Não queiram quebrar o que é inquebrável.
Ao contrário da República, não vemos como heróis jogadores de futebol, não retribuímos o fracasso com o mérito da Cruz do Infante Dom Henrique. Os altos dignatários da Nação de tudo fazem para vergar o País, apoiam a imigração para o sustento da Nação. Como poderemos eliminar a raça lusa, para dar lugar a tantas outras primeiramente vindas de nós?! È esta a gloriosa República, “...que se aniquile o português, pois temos lugar garantido lá fora!...”.
A Monarquia sempre governou em prol do bem comum, a República governa em prol do bem pessoal.
A República treme perante o clamor da Monarquia. Somos nós o sustento da Nação, não somos como o pó republicano que desaparece e volta a aparecer pela atracção ao capital. Ao contrário do realista, o republicano afirma o seu orgulho pela corrupção e pelo engano. Há muito que se perdeu o respeito pelos sagrados valores como a honra, a dignidade e o orgulho.
Em pleno séc. XXI, é a pessoa humana nada mais do que um mero número, não se olha pelos valores humanos, não compreendem que cada pessoa é um ser que possui sentimentos, valores, ideais e família?! Quantos se matam para manter a tal margem de lucro?!
O ideal republicano que desde o seu surgimento em Portugal que se afirmou de herético, individualista, corrupto e anti-patriota. O país encontra-se miserável, violado, delapidado e vergonhoso!
Quereis vós República?! Sustentai-a e suportai-a!
A contenda termina aqui! Pois a Monarquia não se verga à vontade republicana!
Deus, Pátria e Rei!
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O Conjurado
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qua 3 Jan - 1:16:14

Caro RBaltazar,

O seu texto mostra sabedoria, e concordo consigo plenamente quando diz que temos de fazer a distinção entre os verdadeiros e os falsos monárquicos. Pois, apenas trocar o Rei pelo Presidente da República, é extremamente insuficiente, irá apenas manchar o nome da monarquia.
També concordo quando diz que a maior parte dos monárquicos deixam-se ficar na inércia face à degradação que no nosso país lavra há já largos anos. Cada vez mais é necessário reinstaurar a Monarquia Tradicional em Portugal. Não podemos mais deixar-nos ficar apenas pelas palavras! É o nosso futuro e a nossa independência que estão em jogo!
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José Tomaz Mello Breyner
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qua 3 Jan - 13:58:25

O Conjurado escreveu:
Caro RBaltazar,

O seu texto mostra sabedoria, e concordo consigo plenamente quando diz que temos de fazer a distinção entre os verdadeiros e os falsos monárquicos.


...


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Ana Rita Bivar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qua 3 Jan - 17:20:20

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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qua 3 Jan - 19:10:48

Caro RBaltazar (localidade ?)

Concordo plenamente consigo. Se não se importa, acrescentava que a distinção que faz entre verdadeiros e falsos monárquicos, é a mesma a que tenho assistido nos fóruns entre os que são republicanos coroados e os monárquicos como salientado anteriormente pela Senhora Dona Ana Rita Bivar. Pelas leituras dos textos dos fóruns, e peço desde já desculpa se assim não é, até porque ando nestes coisas há pouco tempo, os republicanos coroados admitem só uma mudança, a da chefia de estado e os monárquicos desejam mudar, além disso, também o sistema, a dita democracia partidária.

Encontrará na página da AMT (http://amt.no.sapo.pt/novaversao/novosmembros/novm013.htm) uma nova proposta de organização política. Não me parece que seja pior do que a actual, estou convencido que será até bem melhor por não manter os partidos políticos no Poder, que são a tubagem e respectivos fluidos das máquinas que colonizam um país, como as dos hospitais que mantêm os pacientes vivos/mortos, em coma induzido, durante o tempo que os médicos (clube de Bildeberger) desejarem.

Os partidos já são odiados há muito tempo. Na Grécia Antiga, concretamente em Atenas, estes eram proibidos por serem uma forma de ditadura. Por cá, quando se fez a Revolução de 28 de Maio, o Marechal Gomes da Costa pediu que se fizesse um governo mas sem partidos, tão massacrados estavam os portugueses da época, que também não os viam com bons olhos.

Quanto à representatividade que o sistema da AMT propõem, parece-me mais credível por vincular os deputados a um território, o concelho, sabendo-se automaticamente quem representa quem, e em função dos restantes papéis sociais, também estão representados na câmara dos procuradores, embora possa à partida serem acrescentados ou juntos alguns.

Presentemente, o vínculo territorial não existe, porque em cada Distrito os deputados são nomeados em Lisboa pelas sedes partidárias. Quem vota nos partidos pequenos, está automaticamente excluído. Os que não participam nas eleições (a abstenção), não se revêem nos partidos, quer nos que entram para o Parlamento quer nos restantes. O Parlamento acaba por só representar os partidos mais votados e não todos os portugueses. Esta situação actual é de facto uma máfia afrancesada, senão veja. Os partidos mais votados deliberam que o Estado deve financiá-los em função dos número de votos, para assim poderem manter as suas máquinas a funcionar, aos pequenos e que ficaram de fora do Parlamento, nada lhes dão, não sendo permitido a estes crescerem. Não há a tão propalada igualdade de oportunidades. Quem é filiado dum partido que o sustente. No fim duma legislatura devia recomeçar tudo de novo e não o partido que tem mais dinheiro ir conseguir influenciar o eleitorado porque tem mais meios audiovisuais à sua disposição e dessa maneira mais oportunidades de ganhar, influenciando por emoção e nunca pela razão das suas propostas.

A democracia não evoluiu, manteve-se estática, conservadora, ortodoxa. O sistema eleitoral deveria ser idêntico ao das eleições para o Parlamento Europeu onde a nível nacional se vota para o partido e não a nível distrital. Por outro lado, todos os partidos deviam fazer parte do Parlamento e do Governo, e não criar-se esta coisa tão típica das democracias, quer a nível político quer a nível social, os excluídos. A Democracia, representada no Parlamento pelos partidos políticos (que se poderia abreviar a um representante por partido, por estes falarem dentro de cada partido em uníssono), representa as ideologias estranhas à nossa Nação. Estou de acordo com a ideia de que os partidos nos são estranhos, por serem um conjunto de princípios que se nos impõem do exterior e elaborados à revelia dos povos oprimidos por eles. Por isso, apoio que no máximo, devem ser uns meros grupos de opinião, nunca sustentados pelo Estado, e nunca terem poderes para poderem nomearem alguém para qualquer cargo. Compreendo perfeitamente a frase de roda pé do co participante Joaquim Filipe “o Povo para se governar não precisa de intermediários”. A grande diferença está exactamente aqui, os republicanos coroados querem manter os tentáculos da Plutocracia (os partidos) e os monárquicos querem governar-se com a prata da casa. Como se vive nos dias de hoje debaixo duma ditadura universal, não temos exemplos a seguir, mas em cada nação há um grupo latente à espera de se poder revoltar contar o sistema. Acabamos, por influência do modo de vida, por pensarmos como vivemos e não vivermos como pensamos. O que consideram alguns, países evoluídos, são só países onde a ditadura universal está mais enraizada.

Não há monárquicos de primeira nem de segunda, há: os republicanos, os republicanos coroados, os anarquistas e os monárquicos. O que se chama de falsos monárquicos ou monárquicos de segunda são só republicanos coroados, e muitos já se assumem assim, por isso neste aspecto parece-me que não se deve denegrir a monarquia dizendo que há divisão entre monárquicos. Não há. Os monárquicos são os que desejam e lutam pela monarquia, estão unidos pelos princípios e podem divergir nas ideias, os republicanos coroados divergem logo nos princípios com os monárquicos.

A república coroada é um (sistema ?) regime híbrido. Consegue reunir o que há de pior na monarquia com o que há de pior na república. Ou seja, deseja um rei como figurinha de adorno, que nem a monarquia o quer, e quer o sistema democrático (partidário) da república. E porquê? Por uma razão muito simples. Foram educados nesta longa mentira, a que Winston Churchill deu uma mãozinha, ao dizer que "a democracia é a pior forma de governo imaginável, à excepção de todas as outras que foram experimentadas" dando um empurrão para levar os mais desprevenidos a acreditar nas virtudes dum sistema que foi criado pela Plutocracia e só a ela serve. Senão reveja o último relatório da ONU onde 2 % da população mundial retêm 50 % do rendimento mundial, logo numa altura em que o mundo está infestado de democracias é também aquele em que há as mais gritantes desigualdades.

O rei reina não governa. Para alguns reinar é sinónimo de arbitragem, para outros reinar é de facto ter poder para contra poder com os demais. Recordando as palavras de Montesquieu “só o poder refreia o poder”. Se o rei se limita a ser árbitro como pode ajudar se é um permanente prisioneiro do Parlamento e este dos partidos políticos? Não me parece que o rei tenha de ser uma figurinha decorativa e, logo ele, que será o governante mais isento que se conseguiu obter, pelo nascimento e não por eleição de um grupelho qualquer que lhe irá pedir contrapartidas. Aqui peço-lhe que veja noutro tópico um frase do co participante JTPMB onde fala da dissolução do Parlamento pelo rei. Neste aspecto concordo com o republicano coroado JTPMB onde o rei não deve ter poder para dissolver as Cortes Gerais por ser demasiado contraditório ter-se poderes para dissolver a Comunidade que o reconheceu à nascença como príncipe real, ou antes mesmo, como príncipe da Beira. Aliás, esta questão doutrinária e o próprio fazer-se monarquia, tem exemplos, como grande Luiz XIV, em que este não tinha o poder de dissolver a Assembleia Nacional, coisa que qualquer presidente francês tem hoje em dia.

Para que realmente o poder possa servir a todos, deve ser da estrita responsabilidade do governante mais isento, que é o rei, e este, tem nas Cortes Gerais a nação que lhe dá esse poder, o legislativo. Não me parece ser de má fórmula de organização política, a da AMT, sempre é preferível à subjugação ideológica aos partidos políticos, como diz Fernanda Leitão nas suas crónicas do Canadá, o pacote. Este é o conjunto de pantominices propostas por cada partido onde, ou é tudo ou nada. Parece que será da mais simples liberdade, o povo não ter a obrigação de aceitar o pacote e poder escolher este ou aquele princípio, independentemente se está, um no programa do partido A e, aquele outro, no programa do partido B. A liberdade deve sempre sobrepor-se ao pacote.


Bem vou ficar por aqui porque o co participante mdSantiago diz que “lhe apetece responsabilizar-me pela crise na indústria têxtil… pela falta dos meus lençóis!”, coitada da indústria têxtil, já de si debilitada por decisão democrática. Vou vender para outra freguesia, onde alguém pode estar também a necessitar de pano para os seus lençóis.

O co participante RBaltazar dê-lhes que bem precisam e não vai faltar quem o ajude.

Um abraço de quem acordou tarde para a monarquia,
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José Tomaz Mello Breyner
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qua 3 Jan - 19:12:43

Ana Rita Bivar escreveu:

Caro Zé Tomáz,

Tem toda a razão. Diga-se então que uns são monárquicos e outros republicanos coroados.


...


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Ana Rita Bivar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qua 3 Jan - 19:27:57

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José Tomaz Mello Breyner
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qua 3 Jan - 19:35:06

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mdsantiago
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qua 3 Jan - 23:02:00

Caro conjurado

Conjurado escreveu:
També concordo quando diz que a maior parte dos monárquicos deixam-se ficar na inércia face à degradação que no nosso país lavra há já largos anos

Isso é o que genericamente o Joe War define pelo "Império dos Sentados"...

Como muito bem refere é um Império poderoso este....

grato

MDS
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O Conjurado
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 0:42:38

Caro José Tomaz Mello Breyner

Como queira. Troco a expressão falsos monárquicos pela expressão republicanos coroados. A meu ver é apenas uma questão de português. Para si pode não ser, mas para mim são sinónimos.
Na minha opinião acho que já foi perdido tempo demais nestas querelas, é hora de se discutir temas mais importante: como fazer ver ao povo português que a 3.ª República está a condenar-nos a uma morte lenta? Como conseguir o apoio do povo? Quando a monarquia for reinstaurada que políticas económicas e sociais devemos implementar? etc...
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Pedro Reis
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 1:00:29

Sempre defendi a tese dos monárquicos e dos cortesãos.

Os primeiros revêem-se no Regime e na Instituição Real, os segundos revêem-se na instituição duma Realeza como forma de regime.

Também defendo que Monarquia=família e que República=indivíduo.

Partindo das duas hipóteses anteriores podemos chegar à tese que: Quem defende uma realeza como forma de regime, defende o indivíduo que a ostenta e logo arroga-se a um carácter republicano.

Se quizerem tomar isso como república coroada ou monarquia republicana é, a meu ver, uma temática de a considerar.

Penso que o importante é definir o menor dos males. Será preferível a República a uma Monarquia republicana ou será esta última o menor dos males?

Penso que o José Tomaz dirá que é o menor dos males e que a Ana Rita dirá o contrário. Resta-nos agora ver o desenrolar de mais um episódio de:

FORUMWARS ep XXXIV: O Regresso do Miri

Já fui comprar as pipocas!!

Laughing
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José Tomaz Mello Breyner
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 1:05:59

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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 1:09:02

sim agora só nos faltava ter dentro do movimento Monarquico, Monarquicos de 1ª e 2ª, iríamos voltar a mesma tecla, temos que dar as mãos e defender a nossa causa, e nao arranjar podres, que só vão destruir ainda mais o trabalho realizado.

abraço
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José Tomaz Mello Breyner
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 1:14:26

...


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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 1:43:21

Caro Zé Tomás

Pela minha parte será sempre aqui bem vindo e espero podermos continuar a usufuir da sua participação.

Acima de tudo o que lhe quero demonstrar é que existem outras realidades de Monarquia Parlamentar, de carácter representativo e democrático, que não a actualidade portuguesa com um Rei por Chefe de Estado.

Se tiver interesse nisso leia as Constituições das Monarquias Europeias e veja a diferença.

A isso acrescente a noção de plataforma partidária (e não partido) que vise possibilitar grupos "independentes" de candidatos. Restitua poderes ao Rei e fomente a ideia que o "Senado" é uma constituição viva e o filtro das "Cortes". Tenha que o Senado é maioritariamente eleito, mas que existem indíviduos que pela dedicação e desempenho serão chamados a servir o País por nomeação directa.

Nada do que aqui digo é irreal, basta apenas abrir os horizontes e querer mais.
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 1:52:33

Carissimos

Caro JTMB

JTMB escreveu:
Não se pode ser diferente aqui? Todos temos de defender o mesmo tipo de Monarquia?

Aqui tem a liberdade de ser o que quiser!!! Sempre!!!

JTMB escreveu:
Pelos vistos quem não defende as vossas ideias não é Monarquico, não existe o direito à diferença.

Não está a falar da AMT pois não?



JTMB escreveu:
Eu respeito, embora não concorde, os vossos ponto de vista será que é pedir muito para respeitarem os meus?

Sempre foram respeitados, como sabe e em muitos casos até apreciados.



JTMB escreveu:
Golpes Militares? Não não os aceito.

Nem eu!

Joe war
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António Matos
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 2:07:58

Caro Zé Tomaz

Estava aqui por perto e não consegui deixar de ouvir a vossa conversa. Deixe-me intervir nela só para dizer, que a classificação de republicanos coroados e monárquicos deve existir, e não se trata de impedir cada um de dizer o que deseja, mas tão só de demarcar o que cada um defende.

Já se reparou há muito, que existe um grupo de pessoas que se dizem monárquicos, mas bem vistas as coisas, uns defendem uma alteração na República e outros, uma substituição da República por outro Regime.

Como são posturas bem diferentes então os nomes para as designarem também devem ser diferentes, contribuindo-se para se obter uma conversa mais objectiva. De maneira nenhuma devemos meter tudo no mesmo saco.

Portanto, peço-lhe que não comece a sentir-se ameaçado e muito menos a fazer crer que será expulso por ter opinião diferente. Saliento que não dizemos que todos têm direito de opinião pois isso é demasiado óbvio. É como ir fazer uma conta e ter de dizer antes a tabuada para que todos saibam que sabemos fazer a conta.

Aqui o caro Zé Tomaz deve sentir-se na sua casa.

Um abraço,

António Matos
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 3:20:04

Caríssimos,


Parece que a afirmação monárquica se fez valer, pois assim ficou claro quais as posições de cada um! Eu sou monárquico, tal como muitos aqui, ora, se existem também por aqui republicanos coroados é melhor não entrarmos em querelas e dividirmo-nos ainda mais. Ficamos assim portanto, entendidos sobre quem é quem, e quem é a favor do quê. Mas penso que isso não seja o mais importante!
Como o caro monárquico Conjurado afirmou, está mais do que na hora de tomarmos a iniciativa, e fazer valer a nossa força! Em quase cem anos de resistência monárquica, nós monárquicos ficámos quase sempre sentados a discutir, ficamo-nos por palavras, enquanto as acções vão ficando, ora no papel, ora no sonho. Chegou a hora de deixarmos as palavras de parte e de tomarmos medidas a sério! Que tal se começarmos por despertar o povo português e abrir-lhe realmente os olhos, para que ele veja que há uma alternativa a esta palhaçada republicana?! Que tal se mostrarmos a todos aqueles que residem nesta grandiosa nação, que nós monárquicos não estamos extintos?! Que tal fazer ouvir o nosso clamor aos dirigentes republicanos e mostrar-lhes que nós não nos vergamos, não quebramos e muito menos tremeremos?! Despertai o poderio monárquico, pois a república tombará!!!


Abraços,
RBaltazar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 10:53:51

Citação :
A isso acrescente a noção de plataforma partidária (e não partido) que vise possibilitar grupos "independentes" de candidatos. Restitua poderes ao Rei e fomente a ideia que o "Senado" é uma constituição viva e o filtro das "Cortes". Tenha que o Senado é maioritariamente eleito, mas que existem indíviduos que pela dedicação e desempenho serão chamados a servir o País por nomeação directa.

...


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Ana Rita Bivar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 14:45:39

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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 14:58:41

Ana Rita Bivar escreveu:
Caro Zé Tomáz,

O que é que vamos fazer?

Monárquica utópica

...


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RBaltazar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 15:15:05

Caro Zé Tomaz,

A meu parecer, está a querer dizer para continuarmos nas palavras e juntarmos mais umas décadas a um século de resistência monárquica. Ou seja, continuaremos sentados até ao último suspiro da nossa vida sonhando com a Monarquia, vivendo nesta reles república das bananas! Será muito difícil encontrar uma solução viável para a reinstauração da Instituição Real?!


Abraço,

RBaltazar
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Ana Rita Bivar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 15:58:19

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José Tomaz Mello Breyner
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 16:33:55

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Última edição por em Sab 5 Maio - 11:04:59, editado 1 vez(es)
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RBaltazar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 4 Jan - 16:48:05

Caro Zé Tomaz,

Agradecia-lhe então que me revelasse essa estratégia possível, já que sou muito novo neste forúm e ainda nem li metade dele!
Concordo consigo quando afirma que os monárquicos que possuem a energia são muito poucos, e os preguiçosos, penso que esses ficam mais pela filosofia do "deixar andar". Contudo, acredito que bastará alguns monárquicos darem o seu exemplo (correcto) para serem seguidos por outros em maior número.

Abraço,

RBaltazar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Hoje à(s) 0:50:25

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A Afirmação Monárquica
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