MONARQUIA TRADICIONAL

Nós seremos livres, nosso rei será livre, nossas mãos nos libertarão
 
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 A Afirmação Monárquica

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RBaltazar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Seg 8 Jan - 22:14:32

Caro mdsantiago,


mdsantiago escreveu:
Carissimos

Então é assim, como é que veriam a realização de um primeiro encontro, realizado dentro dos termos anteriormente referidos, isto é com o objectivo de pugnar pela Monarquia, a realizar entre om final do mês e o principio de fevereiro?

Posso pensar nisto mais em concreto?

que me dizem?

MDS

Com certeza que sim, já se perdeu tempo suficiente!


RBaltazar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Ter 9 Jan - 0:03:30

Caro mdsantiago

De acordo.

Já chega de palavras.

Quere-se acção!
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Teixeira Rebelo
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Ter 9 Jan - 1:14:31

Cara Senhora
Dona Ana Rita Bivar (Alentejo Profundo)

Não quero deitar foguetes antes da festa, mas parece verificar-se alguma convergência entre os nossos textos. No entanto, e como vem sendo natural, com algumas divergências, em questões de pormenor como a referência às conversas com Joe War. Na realidade tenho lido muitos dos vossos textos, mas é praticamente insustentável responder a todos pelo menos para mim.

Saliento que infelizmente não conheço nenhum dos participantes pessoalmente, mas com o aproximar do tempo as oportunidades virão e, numa delas, com certeza que terei todo o gosto em conhecê-los.

Pelo que li a MdSantiago, preparam-se para se encontrarem algures. Estão a convidar os co participantes ou só os simpatizantes da AMT? È que eu, incluio-me nos dois. Vejam lá, não se esqueçam do velhote.

Em relação à questão da REMO li no tópico “Propostas de como mudar o sistema” Tue 20 Jun - 7:18:26 colocado por Joe War, nele o co participante encoberto disse no mesmo tópico .

Citação :
“Sugeria, que numa primeira fase, quem pertencesse à REMO receberia um texto via email. Copiava-o e colocá-lo-ia nas caixas de correio que conseguisse e noutros locais que achasse por bem fazê-lo. Os custos seriam os tinteiros e o papel de cada um. Quando isto pegar, poderíamos passar a fazer ao contrário, ou seja, cada um contribuía com uns euros para se mandar imprimir panfletos aos milhares e a REMO distribui-los-ia. Concretamente, em Lisboa e Porto, podia-se arranjar grupos de distribuição, para operar em locais muito específicos, como estações do Metro, Cais do Sodré, escolas Secundárias e Superiores e locais sugeridos pelos próprios autóctones.”

Ao que Joe War diz:

Citação :
“Joaquim, gostei das propostas. gostei acima de tudo de uma coisa, VAMOS DAR AO REMO!!!!!”

Perante isto, após o meu plágio, conclui que se poderia adaptar. Não há dinheiro para grandes ou pequenas “cavalgagens”, pois não? Então, rapidamente deduzi que há necessidade de procurar soluções que o não necessitem. Daí ter sugerido que se fizesse um grupo de pressão.

No que diz respeito, ao assunto da problemática da defesa da Democracia, como já tinha preparada a resposta a MdSantiago, permita-me que a enderece para a mesma.

Amistosamente,


Última edição por em Ter 9 Jan - 1:30:48, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Ter 9 Jan - 1:15:47

Caro Zé Tomaz


Antes de enviar mais um lençol, se calhar desnecessário, envio previamente um lenço.

Porquê tanta azáfama em querer substituir o Presidente da República por Duarte Pio de Bragança? Que vantagens teria, o comum dos portugueses, com essa mudança?

Não me parece que isso, na minha humilde maneira de pensar, vá arrastar, como de facto ainda não arrastou, multidões tão necessárias para de uma vez por todas se resolver o problema político português. As pessoas não se revêem na Instituição Real, se calhar só mesmo na Instituição Monárquica. O Senhor Dr. António de Souza Cardoso, julgo que ainda Presidente da Causa Real, sabe distinguir muito bem as ditas instituições, no texto que publicou na contra capa da revista oficial da Causa Real “A Estrada Real”.

Portanto, a questão de se resumir a Monarquia à Instituição Real, não é ainda unânime. Apesar de se desejar simplificar esta questão, metamorfoseando a monarquia à figura de um só homem (Duarte Pio de Bragança), esta não tarda muito a ser a causa de um homem só, porque cada vez mais se afastam as pessoas duma causa que não lhes traz qualquer modificação na, já de si tão complicada, vida quotidiana. Ou, estarei errado, e a Causa Real tem cada vez mais associados?

Talvez fosse bom apresentar um conjunto de vantagens em se ter a monarquia nos moldes da república coroada. Poderíamos avaliar que modificação traria para a sociedade. Não quererão os duartistas expor um conjunto de vantagens para Portugal em possuirmos uma monarquia com os poderes atribuídos ao rei, já apresentados noutro tópico?


Amistosamente,
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Ter 9 Jan - 1:17:59

Caro MdSantiago


Gostaria de responder às suas observações, que me parecem ser de propaganda em defesa do que não é defensável - a Democracia, mas o caro co participante lá saberá que argumentos terá para defendê-la.

Entretanto, parece-me que se trata de algum receio, de eventualmente algum leitor, mais desprevenido, venha a confundir as posições da AMT com algo antidemocrático e daí a sua defesa da Democracia. Por mim, parece-me ser preferível deixar as pessoas falarem livremente, nem que isso vá de encontro às vossas posições, do que adoptar o papel de censuradores e, pior ainda, apresentarem-se defensores da Democracia, que é afinal quem nos suga diariamente (e não a Presidência da República), justificando assim a necessidade de substituição da mesma, por um novo sistema que não terá de ter necessariamente o mesmo nome. E, neste aspecto, procurando mais objectividade no discurso do fórum, se aqui se debate o termo “republicano coroado” e “monárquico”, porque ambos defendem posições antagónicas, também em relação à Democracia e ao Sistema que propõem, em que as diferenças são ainda mais gritantes, parece-me ainda mais justo que tenham designações também bem diferentes, de maneira, a elas nos referirmos, sem que haja entropia no discurso.

Se o termo Democracia vos atrapalha, ou vos deixa inquietos, por causa da febril bajulação ao termo, que é usado como sinónimo de “amigo do povo” numa atitude demagógica, então concordo convosco. Procurem termos que queiram significar o sistema actual e termos que queiram designar o que propõem, sem incluírem a palavra “democracia”. Penso, se me é permitido, que numa altura em que abrandou a discussão da Sucessão, deveriam estar prontos para discutir a Mudança de Sistema e, assim, prepararem os termos que devem adoptar. Caro MdSantiago, “quem vai para o mar prepara-se em terra”, e da mesma forma “quem vai para o AR, prepara-se nos bastidores”. Afinal, não há um Skype, que apesar do meu apelo, ninguém deste fórum, teve a amabilidade de dizer o que era?

Entretanto, enquanto pensam nos termos, quero lembrar-lhe que se de facto a dita Democracia dá liberdade de opinião, excepto para a criticar ou para a colocar em causa, então a Democracia também é uma forma de ditadura.

Quando se faz uma crítica à Democracia não é sinónimo de se estar contra o povo. Afinal o que sou eu? Senão um reles aposentado dos Correios, que mal sabe escrever, apesar de muita escrita me ter passado pelas mãos? Sou como a maioria, um Zé-povinho. Isto, não faz de mim um complexado, que queira ver tudo destruído o que não seja pobre e humilde. Não, não se trata disso, não desejo ver a triste cena de pessoas que nasceram noutras circunstâncias bem melhores do que as minhas, a pedir aos outros, só por que são a maioria, autorização para poderem existir. A diversidade é a força da Natureza e duma sociedade. Nessa diversidade social se encaixarão as vontades e gostos de todos. Só com Liberdade, ou liberdades, como dizem no Integralismo Lusitano, isso será possível. Por isso, abomino as Democracias que nos querem fazer iguais e submissos, como se fossemos escravos.

Passando ao seu texto, retirava três expressões que gostaria de comentar. “A democracia não tem mal nenhum”, pois não, se for posicionada no seu lugar, nas associações de caçadores, etc, (como no texto seguinte se verá), em tudo o que não envolva bens materiais colectivos.

A sua observação dos movimentos de extrema direita e esquerda, vem muito a propósito do tema Democracia, pois muitas vezes esquecemo-nos de os referir como fazendo também parte da Democracia. Nas Sociedades Modernas estes esbirros contribuem para reforçar a Democracia ao permitir que esta se sinta permanentemente ameaçada, convocando assim, a população à sua defesa, e, desta forma, perpetuar-se a mentira de que é o melhor dos sistemas. Se tiver paciência, dê uma olhadela pelo Fórum Nacional, e verá que não encontrará gente mais democrática do que aqueles nacionalistas, levando a expulsar, por vezes, aqueles que por lá aparecem que os tratam como moles, por fazerem o jogo da Democracia. Afirma-se, aquela rapaziada, como republicanos democratas.

Em relação à sua evocação do termo “tradicionalismo”, quando estávamos a referirmo-nos à Democracia, permita-me que lhe diga, que talvez não devia misturar alhos com bugalhos, porque podem alguns leitores pensar que quer desculpabilizar qualquer coisa negativa imputada ao tradicionalismo. Sugeria que nos fixássemos na Democracia, por agora, se não se importa. Permita-me a ousadia de lhe sugerir a leitura atenta do seguinte texto, que penso que ajudará a transmitir onde se enquadra o meu descontentamento ao actual sistema e justificar porque vejo com bons olhos o vosso grupo, que parece tê-los no sitio, e se preocupa em apresentar uma alternativa, à presente forma de nos organizarmos politicamente.


Amistosamente,
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Ter 9 Jan - 1:24:49

A DEMOCRACIA

Uma vez, quando era ainda muito jovem, atrevi-me a perguntar a um sábio filósofo hindu como poderíamos representar a diferença entre aquele que se entrega mansamente às correntes de opinião da sua época e o outro que procura a verdade, mesmo que tenha que enfrentá-las. Respondeu-me, sorrindo, que a imagem era simples: o primeiro era como um tronco flutuando num rio e o segundo como um bote que, tendo remos, pode subir a corrente e utilizar o timão para evitar os obstáculos e procurar eficazmente o melhor rumo.

Acrescentou que este último era o filósofo.

Vamos, pois, tratar de subir as águas do mito da democracia, coisa que, ante a campanha de imagens que lhe fizeram os muitos que se beneficiam do sistema, é muito difícil. Mas aos filósofos, como aos velhos almogávares, agrada-lhes o difícil. E além disso cremos que essa atitude se torna muito necessária neste momento, visto que as pessoas que acreditaram em tantas promessas do sistema democrático vêem com temor o fracasso do que se considera o "non plus ultra" das formas de governo.

A palavra "democracia", etimologicamente, pode traduzir-se da sua origem grega como "governo do povo".

E para os que se agarram a esta definição, ai começa o mito. Para os gregos clássicos de há vinte séculos, a palavra "demos" não se referia a todos os homens de uma Cidade-Estado, mas sim àqueles cidadãos e camponeses livres e registados nos censos. Não eram a maioria nem lhes importava sê-lo, pois o peso da quantidade cedia ao da qualidade, certa ou aceite, o que na prática é o mesmo. Assim, os grupos humanos que intentavam os caminhos democráticos eram de poucos milhares de pessoas, conheciam-se quase todos entre si e muitos estavam ligados por laços de sangue ou de amizade. A propaganda, no sentido actual da palavra, não se praticava pela óbvia razão de que não era necessário fazer a apresentação de nada e existiam somente as lógicas rivalidades entre clãs com a exaltação dos méritos dos seus favoritos e a denegrição, sempre moderada, dos que a eles se opunham. E mesmo assim, eram tão renitentes em pôr os seus votos nas urnas que quando havia eleições uns libertos com gorros frígios de cor vermelha levavam nas mãos uma corda grossa de esparto embebida em tinta da mesma cor, encurralando os atenienses indolentes que, com receio de verem as suas preciosas túnicas manchadas, acabavam por ir votar.

Um relato atribuído a vários personagens, mas provavelmente referente a Demóstenes, conta-nos que um cidadão que o odiava votou nele, pois pensava que não lhe podia causar maior dano do que condená-lo a governar.

De qualquer modo, mesmo esta singular experiência democrática terminou catastroficamente e o mundo helénico foi literalmente absorvido pela forte liderança do rei Filipe da Macedónia, a quem sucedeu seu filho, Alexandre Magno.

Platão, talvez o maior filósofo de todos os tempos, nos seus escritos hoje recompilados numa obra chamada "A República" - denominação baseada no latim, em cujas versões aparecia como "Da coisa pública" ou Res Publica - coloca a democracia entre as piores formas de governo. Segundo o fundador da Academia, estas podem resumir-se em seis e uma última de passagem ao próximo ciclo. Eram:

1. A Monarquia de tipo aristocrático, isto é, um líder natural, um homem-destino, assessorado por um Conselho de Sábios e ainda pela Pítia que interpretava a vontade dos deuses. Não se concebia que fosse hereditária no sentido sanguíneo, mas sim no discipular, de mestre a discípulo;

2. A Aristocracia, o governo dos melhores, os mais aptos, destacados no labor público. Também eram promovidos e assessorados por um "Senado" ou conjunto de "anciãos" (sábios, homens com experiência);

3. A Timocracia, governo baseado em códigos de honra, compromissos e juramentos. Segundo nos descreve Platão, faz-nos recordar os Chatryas da Índia ou os primitivos Samurais do Japão. Disciplina militar;

4. A Oligarquia, governo de comerciantes, equivalentes aos actuais empresários. Prioridade da organização económica e social;

5. A Democracia, governo do povo, formado por representantes populares, sistema não estável baseado na competição e jogo de contradições e lutas entre grupos de diferentes concepções do Estado;

6. A Tirania, governo de um chefe imposto pela força;

7. A Anarquia, onde ninguém governa e cada qual vive como pode e sabe.

A esta fase seguia-se, segundo Platão, o caos, as revoluções violentas e o ciclo tornava a recomeçar pois os homens, desconcertados, procuravam de novo um líder natural.

Apesar deste ser um esquema teórico, curiosamente teve lugar, muitas vezes, na evolução da História.

Se aceitarmos como certas as teorias dos modernos antropólogos - embora as alienações actuais façam crer que a democracia é a forma mais evoluída e perfeita de governo - a Humanidade, ou pelo menos o presente ciclo humano conhecido, passou por várias etapas, a partir do hominídeo:

a) A dos colectores;
b) A dos caçadores;
c) a dos pastores - possuidores de gado, provavelmente nómadas;
d) A dos agricultores com base fixa;
e) Culturas citadinas ou civilizações.

É evidente que quando os colectores foram obrigados a transferir-se das suas bases provisórias por esgotamento da área, também tiveram de decidir para onde ir. Como terão tomado tais decisões estes rústicos que ainda mal usavam a palavra falada? Obviamente pelo peso da força da maioria. Pela imposição da maioria à minoria nasceu com eles a mais pura democracia.

Deste modo, a democracia não é a forma mais elaborada e perfeita de governo, mas sim a mais primitiva e grosseira. É razoável pensar que entre os próprios animais, quando vão em manadas, as maiorias se imponham às minorias. Só mais tarde surgirá o chefe, o mais experimentado e forte, encarnação natural do espírito de grupo, aceite e seguido pelos demais, até à sua renovação pelo desgaste.

Mas a força do mito é terrível.

No final deste século XX aceita-se em política o que nunca se aceitou noutras disciplinas de menor importância colectiva.

Se estamos numa reunião qualquer e alguém cai no chão vítima de um enfarte, o que se faz? Chama-se um médico ou promove-se uma eleição entre os assistentes para ver quem tem mais votos, adquirindo assim a autoridade necessária para curar o enfermo?

E quando viajamos de avião... aceitamos o piloto como competente ou fazemos uma eleição democrática para ver quem irá conduzir?

As respostas são de tal modo óbvias que se tornam desnecessárias.

Em algo tão importante como a política (que Platão nos recorda ser uma ciência e não uma improvisação baseada em opiniões) actuamos como loucos, pretendendo que um Estado moderno se regule pela norma infantil dos homens pré-históricos, onde o comprimento de um pau ou o número de mãos decidia o novo rumo a tomar. A tanto chegou a alienação provocada pelo mito da democracia - espécie de superstição, pelas suas características de fé cega - que se consultarmos um sapateiro sobre uma falha no carburador do nosso carro enviar-nos-á a um profissional de mecânica, não tentando arranjar o que não sabe. E se consultarmos um pescador sobre como lançar um satélite artificial, desatará a rir não tomando a questão a sério. Mas se lhes perguntarmos a forma como se deveria governar um povo, todos julgarão conhecê-la e até opinarão acaloradamente a favor ou contra os diversos sistemas políticos.

continua....


Última edição por em Ter 9 Jan - 1:47:02, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Ter 9 Jan - 1:25:08

Há quem responda a estes argumentos - ou pretenda responder - dizendo que a política diz respeito a todos. Mas será que a meteorologia, a saúde ou qualquer outra especialidade do conhecimento, e a sua prática, não nos afecta? Como podemos ser prudentes em relação às pequenas coisas e loucos em relação às que, como a política, nos influenciam a todos?

Não seria mais lógico que, assim como existem escolas náuticas e faculdades de medicina que formam profissionais aptos, também as houvesse de política, onde o mais destacado e sábio recebesse a autoridade legal para exercer a profissão? Por que se há-de improvisar, precisamente em política?

No altar deste novo Moloch que é a democracia, queimamos as nossas esperanças e elevamo-las ao céu como uma oferenda, esperando o milagre; estamos todos alienados com a ideia de que, pelo simples facto de uma pessoa ter mais votos a favor do que contra receberá a "iluminação" e saberá conduzir-nos, quando na realidade talvez nem sequer saiba conduzir-se a si própria.

Resumo do terceiro capítulo do meu livro "O Ideal Político":

"... Perdeu-se toda a dignidade humana. As gigantescas máquinas da propaganda, como espantosos látegos omnipresentes e todo-poderosos, fustigam diariamente milhões de pessoas, repelem os povos, fazem os velhos mendigar sob aparentes reformas, enganam a mulher fingindo livrá-la da servidão do lar para torná-la serva de todos, deformam as mentes das crianças com deturpações educacionais que as enchem de ódios e palavras ocas, forçam os homens a trabalhar em concorrência brutal sem lhes darem para tal uma explicação.

"O cinema, a televisão, a imprensa, são as tiras deste látego fenomenal. Uma súcia dirige as grandes cadeias de difusão que mostram ao povo o que lhes convém... Os governos passam, mas a ignorância, a fome, o frio, o não saber para que é que se vive, permanecem... Se alguém dá pelo erro é excluído como se tivesse peste... Os dois blocos, Oriental e Ocidental... não se cansam de adular a democracia e "Democracia" é o novo credo que queima nas suas fogueiras todos os pensadores-livres, todos os que procuram o que está correcto, o que é belo.

"... Dizem-nos que a democracia é cristã... se assim é... será que foi o povo da Galileia quem votou e escolheu Jesus para que o redimisse? Votaram os árabes para eleger Maomé, os budistas para eleger Gautama. Terá Einstein sido cientista por eleição popular... Becquer poeta, Beethoven músico?

"Não. A democracia não existe nem pode existir dentro da civilização. É uma espécie de 'papão' para obrigar as crianças... a obedecerem, quando as mandam dormir ou calar".

Reafirmamos o que escrevemos há mais de vinte anos. O mundo actual confirma que a "panaceia universal" da democracia não promoveu os povos como prometeu e promete. O desemprego, o crescimento demográfico nos países menos desenvolvidos, a subalimentação, a falta de serviços sociais e médicos adequados, a carência de segurança dos cidadãos e nos meios de transporte demonstram-no bem. É, além disso, o sistema político mais caro do mundo, como o provam as estatísticas. Para manter a imensa burocracia administrativa que se ocupa em substituir a qualidade pelo número, gasta-se o dinheiro que é pago em impostos, sempre crescentes, pelos homens e mulheres duma nação.

Quantas escolas, hospitais, bibliotecas, estradas, serviços públicos se poderiam construir com o custo de uma única eleição presidencial ou legislativa de um país de tamanho médio como a Espanha? Não notaram as ruas cobertas de milhões de cartazes impressos a várias cores, as paredes com uma série infindável de propaganda caríssima, as horas de rádio e televisão, as páginas inteiras em jornais e revistas com tiragens de centenas de milhares de exemplares?

E se os partidos são pobres, como afirmam, e se realmente os seus arquivos contêm apenas uns poucos milhares de filiados militantes..., de onde provém essa quantidade enorme de dinheiro? Quem contribui com essas somas, e para quê? Que esperam ganhar com isso?

Imaginamos que os que ganham virão a ter as suas compensações económicas a curto prazo... mas... e os que perdem? Será que a política democrática é um negócio tão bom que vale a pena investir centenas de milhões de dólares ao acaso, não importando se se perde, porque talvez numa próxima oportunidade se possa ganhar?

Na divisão platónica as formas de governo estão separadas, mas na realidade - pelo menos na do nosso século - as imediatas confundem-se. Assim, o que hoje chamamos "democracia" tem bastante de oligarquia e não pouco de tirania, se pensarmos que as constituições e leis em geral não são estáveis, mas movem-se e mudam com cada governo que as redige a seu gosto e conveniência.

Hoje em dia todos se dizem "democráticos", dos comunistas aos neonazis. Se partirmos do princípio que todos são gente de boa vontade, teremos de confessar que estão completamente loucos. E fazemos esta afirmação sem querermos ofender, mas com uma grande dor no coração, pois tanto os extremistas como os que estão no confuso meio vêem-se forçados a exercer um ofício que não aprenderam, e as vítimas dos seus erros, das suas danças e contradanças, são os pobres governados a quem, com afirmações dignas do melhor "humor negro", se convence de que são eles realmente quem elege, decide e governa.

Quão longe estão os teóricos do séc. XVIII! Descartes relacionava a democracia com o pensamento puro... Montesquieu, com a filosofia... Voltaire, com o exame livre. Hoje, se por um acto de magia puséssemos estes respeitáveis pensadores na noite duma das nossas democráticas cidades, nem os sapatos escapariam ao roubo antes que pudessem abrir a boca, e se fosse numa sessão dos "representantes do povo" teriam de falar com um grupo de tranquilos sonolentos ou encontrá-los-iam entretidos a preencher os quadradinhos dos jogos de "palavras cruzadas" e até, na pior das hipóteses, esperá-los-ia à saída um automóvel armadilhado com uma bomba.

Um notável escritor actual, Vintila Horia, disse:
"A questão política mais premente e realista é a seguinte: até que ponto e até quando o sistema democrático de partidos, ou de partido único, que todo o mundo reconhece também como democrático, conseguirá continuar a viver em flagrante contradição com tudo o que se passa no mundo da ciência, da filosofia ou da nostalgia das elites? Porque a contradição se mostra cada dia com mais evidência. Todas as variantes que se encontram hoje no poder e na oposição pertencem a uma constelação hegeliana e determinista, situada por um lado num contexto liberal-conservador e por outro num contexto socialista; proclamando-se ambos fiéis seguidores duma filosofia política impugnada e aniquilada como tal, por todas as correntes e matizes de todo o género, segregados pela nova ciência, indeterminista, pessoalista, metafísica e espiritualista, características de correntes que representam o contrário do pensamento desenvolvido ao longo do século XIX".

Esta contradição factual, esta irrealidade da democracia e a sua terrível carga de utopia, oposta ao senso comum popular e à sobrevivência autêntica da Humanidade, converte todas as arengas e demais parafernálias democráticas num mito. Mas não se trata dum conto da avózinha, antes pelo contrário. Como todos pagamos e sofremos com esta encenação, se o pano não cair em poucos anos, nem for mudada a peça, substituída por algo mais natural e eficaz, a tragédia será inevitável.

A corrida armamentista de sofisticados elementos manejados apenas por um pequeno grupo de especialistas esplendidamente remunerados, em que o foguete mais barato custa 40.000 dólares cada um, não pode conviver muito tempo com tantos milhões de esfomeados, de humilhados, de enganados, violados e assassinados, nem com a multidão de drogados e a escória de uma forma de política fracassada. As diversas formas de violência que se observam por todo o lado são os pequenos cumes de um vulcão ainda submerso mas sempre a crescer, falho de calor humano e de luz divina.

O minotauro ri dentro do seu labirinto... mas tenhamos fé. Em breve surgirá Teseu para nos libertar de tanta servidão, da tirania de muitos que continuam a ser uma minoria ínfima, afastada das necessidades e Sonhos do povo.

É provável que, com o alvorecer do séc. XXI desapareça este mito próprio do séc. XX e surja uma nova e melhor forma de política, a Grande Ciência, nas palavras de Platão.

In “Os Grandes Mitos do Século XX” de Jorge Angel Livraga, páginas 59 – 67 Edições Nova Acrópole, 1995

Nota: Ao Sr. administrador: - seria possível incluir este texto na secção artigos de opinião? Obrigado. Caro Joe War, desta vez, além dos cobertores, foi o enxoval por completo.
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Ter 9 Jan - 11:01:12

Citação :
Não quererão os duartistas expor um conjunto de vantagens para Portugal em possuirmos uma monarquia com os poderes atribuídos ao rei, já apresentados noutro tópico?

Só o dinheiro que esta mudança poupa ao País... Bem se o Senhor Ministro das Finanças descobre esta poupança, não tenho a menor duvida da restauração da monarquia para muito breve
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Ana Rita Bivar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Ter 9 Jan - 13:16:22

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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qua 10 Jan - 23:58:36

Caro José Tomaz Mello Breyner,

Dá o mundo de hoje como garantido. Eu não.
A cada dia que passa um mundo torna-se mais imprevisível, mais incerto, mais escuro.
Cada vez mais nações adquirem armamento nuclear e, em alguns casos, biológico.
Cada vez há mais pessoas a revoltarem-se contra modelo de globalização a que nos submeteram, que destrói culturas e identidades.
Como diz a cara Ana Rita Bívar “…estamos no fim de uma Era…” e tem toda a razão. O mundo é um vulcão prestes a entrar em erupção.
A mudança que o caro JTMB deseja é alterar o PR pelo Rei. Mas a partidarite viciosa e hipócrita continuaria, o caos económico continuaria, etc. Todos os males continuariam, mas vinha o rei iluminar a lama. Corrija-me se estiver errado.
Que vantagens traria? Seriam gastos menos uns milhões. E depois? Não vamos ficar um país rico por gastarmos menos 5 ou 6 milhões de euros por ano.
Por acaso estudo economia, mas não é preciso ter muitos estudos para perceber o buraco económico em que estamos.
Mas o mal do país não é só economia. São as pessoas, principalmente a que nos governam. Já temos ministros a dizerem-se iberistas.

…”os nossos parceiros Europeus…”. Sou anti-europeísta. E não preciso de muitos argumentos para suportar esta minha afirmação. Onde está a nossa agricultura? As nossas grandes empresas têxteis, de calçado? Na falência.

Concerteza que há muitos mais argumentos, mas obviamente não os posso referir a todos neste momento.
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Ana Rita Bivar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 11 Jan - 2:27:56

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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 11 Jan - 3:05:20

Disse um Sr. certa vez:

"Mas vocês não vêm que para manterem tudo o que têm devem mudar um pouco de tudo?"

Chamava-se Francisco Sá Carneiro.

A meu ver gosto da parte do mudar um pouco de tudo.
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José Tomaz Mello Breyner
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 11 Jan - 14:52:55

...


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Ana Rita Bivar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Qui 11 Jan - 15:15:19

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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sex 12 Jan - 3:02:07

Mas Zé Tomás, nada disto é desconhecido.

Tivemos disso em 1820, 1834, 1889, 1908, 1910, 1919, 1928, 1969, 1974, só falta mesmo marcar a data!!

O Zé Tomás já viu que o que nos falta, os republicanos também não tinham? A união!!! Carbonários, maçónicos, republicanos regulares, idealistas sociais, nacionalistas, etc à altura o único denominador comum que tinham era o ódio ao status quo personalizado no Sr. D. Carlos e no seu regime, de resto as suas diferenças ficaram bem patentes durante a 1º república.

Se devemos aprender algo é a não cometer o erro de querermos mudar o regime apenas pela mudança, sem termos um plano de governo que realmente corresponda às expectativas da população. Senão sustentamos isto à força de armas e guerra civil!
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MensagemAssunto: RE   Sex 12 Jan - 12:03:07

Realmente grandes progressos! Os meus parabens!!!

Com jeitinho ainda chegam lá.

Só tenho pena do tempo que se perde a partir pedra para chegar ao obvio, mas estão no bom caminho, lá chegarão!
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Nuno Cardoso da Silva
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sex 12 Jan - 19:16:21

De facto é preciso mudar. Muito. A nossa sociedade está construida sobre uma estranha hierarquia de valores em que os bens, as coisas, valem mais do que as pessoas. Procura-se crescimento económico, capacidade de consumo, quando se devia lutar pela justiça social. Promovemos o que torna os fortes mais fortes, quando nos devíamos preocupar prioritariamente com os pobres e os fracos. Glorificamos a concorrência desabrida esquecendo que é ela que fomenta a exclusão social. Estamos a regressar rapidamente ao pior do século XIX, e pensamos que estamos a construir um futuro melhor. Defendemos a democracia e promovemos a oligarqia. Queremos ser livres e fortalecemos a servidão... Está na altura de voltarmos a ser revolucionários.

A Monarquia a construir terá de ser um regime de justiça social, de oportunidade para todos, de repressão da tirania do dinheiro. Tudo terá de mudar. O sistema político, o sistema eleitoral, o sistema económico, o sistema de segurança social, o sistema de saúde, o sistema educativo. Precisamos de um Rei com poder para chamar ao poder pessoas de bem. Temos de restaurar o império da ética sobre o império do dinheiro. Temos de promover ser bom sobre ser rico. Temos de restaurar o sentido de comunidade e o bem comum.

Deixemo-nos de ilusões. Estamos em guerra contra as forças do mal e da morte. Não pode haver socego enquanto não houver vitória.
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MensagemAssunto: RE   Sex 12 Jan - 19:47:48

Hoje estou nos dias da concordancia, mais uma vez concordo com o que o Prof. Cardoso da Silva postou, aliás eu já tenho 1 centena de páginas escritas a esse respeito, das formas de provocar a mudança.
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António Matos
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sex 12 Jan - 21:50:33

Caro Dr. Nuno Cardoso da Silva

Se as limpezas ao forum fazem bem quando ele está demasiado sujo, também as suas participações apresentam-se cada vez mais lúcidas principalmente quando nos deixa por uns tempos no nevoeiro.

O seu resumo/conclusão é necessário, como os 40 que faltam, para lutar lado a lado, pela reinstauração da monarquia.

Conseguiu tirar-me do buraco em que me encontro, nem que seja só por uns instantes.

Um grande abraço,

António Matos
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sex 12 Jan - 22:19:26

Caríssimos,

Concordo plenamente que temos de voltar a ser revolucionários, pois este sistema só nos oprime! Hoje criam-se escravos e não homens-livres, a nossa liberdade é utópica.
Já estamos tão habituados à servidão, que por vezes temos medo de pôr em questão a sua existência. Temos medo de dizer "BASTA!!!", e vamos continunado a favorecer oligárquicos, hipócritas e falsos regentes!

Não será precisso 40, meia-dúzia basta! Essa meia-dúzia que seja firme, forte e determinada, que outros os seguirão!

REVOLTAI-VOS!!!



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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sex 12 Jan - 23:44:25

Caríssimos,

Como disse o Dr. Nuno Cardoso da Silva, é urgente mudar.
A monarquia Tradicional terá de ser uma Monarquia popular, quanto a isso não pode haver dúvidas.
Mas com uma coisa há que se ter cuidado, com as promessas. Não podemos prometer um modo melhor, onde todos vivam bem e felizes, sem miséria, onde todos são estupidamente iguais, como clones sem cérebro, etc.… Isso foi a propaganda utilizada pela maçonaria, e como hoje podemos ver, 20% da população detêm 80% da riqueza mundial, e com isto pergunto-me onde está a liberdade, igualdade e fraternidade. Nunca houve mais desigualdade do que nos tempos que correm. Para um projecto como este ir para a frente é necessário colocar o bem comum à frente do bem pessoal, primeiro a pátria e só depois nós. Coisa que os “nossos” políticos de hoje não entendem.
Seria necessário sacrificarmos muito do nosso conforto, para se poder fazer alguma coisa. Concerteza não serão muitos que estarão dispostos a tal sacrifício…
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Ana Rita Bivar
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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Sab 13 Jan - 0:26:49

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MensagemAssunto: Re: A Afirmação Monárquica   Hoje à(s) 0:48:48

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