MONARQUIA TRADICIONAL

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Mariz
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qui 15 Nov - 2:18:02

POR IMPERATIVO NACIONAL, estou repassando a seguinte MENSAGEM:


* * * A TODOS OS PORTUGUESES
DE BOA VONTADE ! * * *



*** Precisamos da sua ajuda! ***


Um grupo armado, auto-denominado 'Mensageiros da 'A-Ka', raptou esta manhã um grupo de deputados que se encontrava nos gabinetes da Assembleia da República (felizmente às 11h não estavam lá muitos).

Em troca da sua libertação, estão a exigir o pagamento de € 1.000.000,00 euros .

Se não for pago nas próximas de 24 horas, vão regá-los com combustível e queimá-los vivos.

Estamos a organizar uma colecta e necessitamos da sua ajuda!


Vejam o que apurámos até agora:

-
580 litros de gasolina Sem Chumbo 95;

- 320 litros de gasolina Sem Chumbo 98;

- 125 litros de gasóleo;

- 175 de gasóleo agrícola;

- 78 caixas de fósforos e...

- 21 isqueiros


POR FAVOR:

Não enviar álcool, pois o mesmo pode vir a ser consumido pelos deputados.


Aceitam-se, também, botijas de gás.




Se você apagar esta mensagem, é porque não tem coração...

Por favor, leia e ajude!...

***PORTUGAL, MAIS DO QUE NUNCA, PRECISA DE SI ! ***




___________________________________________________

"Deus quer, o Homem sonha, a Obra nasce."
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Valdez
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Sab 17 Nov - 14:30:22

Um português que merece destaque: VICTOR CERQUEIRA



Retomando o fito de destacar neste blog os portugueses que merecem destaque, pelo que fizeram ou estão a fazer pelo país ou pelo progresso da humanidade, falo-vos hoje de um homem que não conheço: Victor Cerqueira.

Tive acesso a uma carta escrita por este cidadão ao nosso Ministro das Finanças e não duvido que seja verídica, sendo certo que a mesma talvez devesse ter sido dirigida ao Primeiro-Ministro ou mesmo ao Presidente da República. Abaixo a transcrevo


Se todos tivessemos a atitude deste homem, quem sabe se o nosso Portugal não seria um país melhor e mais justo. Mais, se outros cidadãos tomassem atitudes semelhantes, creio que os nossos governantes pensariam mais no povo que deviam pelo menos tentar bem governar



Exmo. Senhor Ministro das Finanças




Victor Lopes da Gama Cerqueira, cidadão eleitor e contribuinte deste País, com o número de B.I. 8388517, do Arquivo de identificação de Lisboa, contribuinte n.º152115870 vem por este meio junto de V. Exª para lhe fazer uma proposta


A minha Esposa, Maria Amélia Pereira Gonçalves Sampaio Cerqueira, foi vítima de CANCRO DE MAMA em 2004, foi operada em 6 Janeiro com a extracção radical da mesma.


Por esta "coisinha" sem qualquer importância foi-lhe atribuída uma incapacidade de 80%, imagine, que deu origem a que a minha Esposa tenha usufruído de alguns benefícios fiscais.



Assim, e tendo em conta as suas orientações, nomeadamente para a CGA, que confirmam que para si o CANCRO é uma questão de só menos importância.



Considerando ainda, o facto de V. Ex.ª, coerentemente, querer que para o ano seja retirado os benefícios fiscais, a qualquer um que ganhe um pouco mais do que o salário mínimo, venho propor a V. Ex.ª o seguinte:

a) a devolução do CANCRO de MAMA da minha Mulher a V. Ex.ª que, com os meus cumprimentos o dará à sua Esposa ou Filha

b) Concomitantemente com esta oferta gostaria que aceitasse para a sua Esposa ou Filha ainda:



c) os seis (6) tratamentos de quimioterapia.


d) os vinte e oito (28) tratamentos de radioterapia.


e) a angustia e a ansiedade que nós sofremos antes, durante e depois.


f) os exames semestrais (que desperdício Senhor Ministro, terá que orientar o seu colega da saúde para acabar com este escândalo).




g) ansiedade com que são acompanhados estes exames


h) A angústia em que vivemos permanentemente.[/font][/i]


Em troca de V. Ex.ª ficar para si e para os seus com a doença da minha Esposa e os nossos sofrimentos eu DEVOLVEREI todos os benefícios fiscais de que a minha Esposa terá beneficiado, pedindo um empréstimo para o fazer.



Penso sinceramente que é uma proposta justa e com a qual, estou certo, a sua Esposa ou filha também estarão de acordo


Grato pela atenção que possa dar a esta proposta, informo V. Exª que darei conhecimento da mesma a Sua Ex.ª o Presidente da República, agradecendo fervorosamente o apoio que tem dispensado ao seu Governo e a medidas como esta e também o aumento de impostos aos reformados e outras...



Reservo-me ainda o direito (será que tenho direitos?) de divulgar esta carta como muito bem entender.



Como V. Ex.ª não acreditará em Deus (por se considerar como tal...) e por isso dorme em paz, abraçando e beijando os seus, só lhe posso desejar que Deus lhe perdoe, porque eu não posso (jamais) perdoar-lhe.


Atentamente> 19/Outubro/2007> Victor Lopes da Gama Cerqueira
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Dom 18 Nov - 0:43:53

Consideram perigosos os postes da EDP/REN? Vem aí pior…



1.Têm vindo a lume, nos últimos tempos, a luta encetada por inúmeros moradores de várias freguesias do país, contra a colocação de postes eléctricos de alta tensão junto de suas casas, na medida em que são já muitos os casos de cancro detectados, especialmente de leucemia, tudo apontando que tal se deve às radiações produzidas.



Um desses grupos de moradores, conseguiu até, se bem me lembro, no concelho de Sintra, que o Tribunal Administrativo lhes desse razão e ordenasse a retirada de um poste desses, se bem que as empresas “majestáticas” REN e EDP tudo tenham feito para não obedecer, procurando convencer-nos de que não existe perigo. Pois…. E onde estão os testes e perícias demonstrativos de que a saúde das pessoas não corre perigo?



Se porventura fôssemos um país decente, com governantes responsáveis, há muito que o Sr. PM Sócrates, através dos seus ministros da saúde e do ambiente, teria ordenado uma peritagem rigorosa a uma credenciada entidade, para averiguar dos perigos para a saúde pública, em cancros e não só, da proximidade de tais postes das residências. Mas nada! Entretanto, veja bem se não tem um desses postes próximo da sua casa, pois pode ser uma das próximas vítimas de cancro, embora eu espere bem que não.



2. Para que tal peritagem rigorosa seja feita, parece que estão à espera que morram muito mais pessoas ou que uma dessas pessoas seja um familiar próximo de algum governante ou do Sr. Presidente da República ou ainda de alguma personalidade, para então se fazer o que há muito devia ter sido feito. Quanto mais não fosse para sossego de todos nós - povo contribuinte e sofredor.



E desta minha “furiosa” crítica não escapam os senhores deputados de todos os partidos, pois sabem disto, mas continuam em S. Bento a perorar sobre tudo e mais alguma coisa que lhes convenha, mas sobre este assunto continuam “caladinhos” que nem “ratos”…



Só que, para surpresa minha, chegou-me ao conhecimento um texto de um idóneo professor universitário do Instituto Superior Técnico, que me asseguram ser uma pessoa de grande idoneidade e de vasto conhecimento na matéria, credenciado na União Europeia e que é Director do IST na Área de Projectos para a Sociedade de Informação. Trata-se do Professor Augusto Albuquerque, que não conheço, mas por aquilo que dele me transmitiram é pessoa muito respeitável, o qual, recentemente alertou para um perigo ainda maior e que é o novo sistema de distribuição de Internet, designado “POWERLINE”. Transcrevo abaixo o texto dele, dado o seu evidente interesse público.



3. MAIS UMA DESGRAÇA PARA A HUMANIDADE!



POWERLINE é um novo sistema de distribuição de Internet e telefone digital, através da rede eléctrica. Em Portugal a ONI está a desenvolver este sistema em algumas zonas de Lisboa, mas ainda em fase experimental.



O POWERLINE funciona da seguinte maneira:



    <LI class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; COLOR: black; TEXT-ALIGN: justify; tab-stops: list 36.0pt">Nos postos de transformação da EDP são instalados os servidores de Internet e telefone digital, estes servidores transmitem o sinal em altas-frequências (HF) com potência suficiente para percorrer a rede eléctrica até chegar às casas dos consumidores.
    <LI class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; COLOR: black; TEXT-ALIGN: justify; tab-stops: list 36.0pt">Nas casas dos consumidores são instalados modems próprios para POWERLINE, estes modems são ligados a uma tomada de electricidade para emitirem também para a rede da EDP sinais de altas-frequências (HF) com potência suficiente para conseguirem chegar aos servidores instalados nos postos de transformação da EDP.
    <LI class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; COLOR: black; TEXT-ALIGN: justify; tab-stops: list 36.0pt">Portanto, os sinais de POWERLINE passam a circular pelos cabos da EDP, cabos esses que não têm qualquer blindagem (não são cabos coaxiais), então os sinais de alta-frequência saem dos cabos e são irradiados para o ar passando a estar presentes em toda a parte.
  • Estes sinais são em altas-frequências em banda larga, entre os 8000 KHz e os 30000 KHz. Diz-se que os cabos eléctricos que transportam electricidade a 50 Hz já fazem mal à nossa saúde, há quem proteste por ter as suas casas debaixo de cabos de alta tensão.




Mais uma vez chamo à vossa atenção, são cabos que transportam 50 Hz, agora imaginem com o POWERLINE passam a circular altas-frequências de 8000 KHz aos 30000 KHz por toda a parte, porque estas frequências por serem muito elevadas saem dos cabos e vão para o ar atingindo-nos a todos nós !!!



Este sistema é altamente perigoso para os humanos, assim como para todos os outros animais, ou seja, este sistema provoca o CANCRO.



A leucemia tornar-se-á uma doença muito comum em grande parte da população das grandes cidades onde o POWERLINE estará em funcionamento!



Mas não ficamos por aqui, além de ser muitíssimo perigoso para a nossa saúde, também trará muitos outros problemas, como interferências nas nossas televisões, mesmo para quem tem TVCabo, interferências enormes nos nossos receptores de rádio, telefones, intercomunicadores, walkie-talkies, etc... Estas interferências poderão mesmo acabar com a escuta de rádio por completo.



Para os cibernautas: não queiram a Internet por este sistema, além de ter todas as desvantagens que já mencionei, é um serviço de Internet péssimo, cheio de falhas e muito instável, devido às muitas interferências que circulam por toda a rede eléctrica, interferências de electrodomésticos, lâmpadas fluorescentes, todo o tipo de motores, fábricas, etc... Se querem Internet com qualidade, usem os serviços de ADSL que são os melhores em todos os aspectos.



O POWERLINE foi proibido na Alemanha, Itália, Japão e outros países.



Perante tal ameaça, vamos ficar de braços cruzados à espera que a ONI e EDP, com o consentimento da ANACOM, avancem com este projecto monstruoso e absurdo, para que a ONI e a EDP enriqueçam ainda mais à custa da nossa desgraça?



NÃO, TEMOS QUE PROTESTAR ! Mandem e-mails para a ANACOM, para o governo, para a assembleia da república, etc... E NÃO QUEIRAM O POWERLINE NAS VOSSAS CASAS. DIGA NÃO AO POWERLINE!

Eng. Augusto AlbuquerquePublicação: Saturday, November 17, 2007 6:32 PM por Brutus




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Comentários


# re: Consideram perigosos os postes da EDP/REN? Vem aí pior…

Saturday, November 17, 2007 8:26 PM por PauloMAMartins

Caríssimo Brutus,
Acaba de colocar a questão com uma expressão, na forma condicional, a qual, em si própria, encerra todo o problema de fundo:
"SE PORVENTURA FÔSSEMOS UM PAÍS DECENTE, COM RESPONSÁVEIS..."
MAS INFELIZMENTE NÃO SOMOS! MUITO MENOS SE VISLUMBRA QUE ALGUMA VEZ O VENHAMOS A SER.
IRRESPONSÁVEIS INSACIÁVEIS é o que mais abunda e prolifera por esse país fora, com a agravante de se encontrarem MAGESTATICAMENTE instalados na esfera do PODER, preocupados, única e exclusivamente, com o seu umbigo!
Estamos, paulatinamente, a pagar insaciabilidade do PROGRESSO e dos novos "PROGRESSISTAS", acrescido da nova "LINE OF THE POWER 'versus' POWERLINE"!
INSENSIBILIDADE, INSACIABILIDADE, INCOMPETÊNCIA E EGOISMO SÃO AS NOVAS 'PALAVRAS DE ORDEM' QUE REGEM OS NOSSOS DESTINOS E A NOSSA PÁTRIA, E AFOGAM AS MAIS JUSTAS ASPIRAÇÕES DE OBTENÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA E EQULÍBRIO!
É O PROGRESSO SEM ORDEM E SEM RESPEITO PELO SER HUMANO!
NA MAIS PURA INVERSÃO E DE DESORDEM NOS VALORES HUMANOS, MORAIS, ÉTICOS E MATERIAIS!
NA MAIS PURA E VIVA AGRESSÃO FRONTAL AOS VALORES QUE DEVERIAM ESTAR PRESENTES NA PRESERVAÇÃO DA VIDA HUMANA E DO SEU NATURAL DESENVOLVIMENTO!
Caminhamos na estrada da INSANIDADE, da PERVERSIDADE E da INSACIABILIDADE!
POR ESSAS E POR OUTRAS RAZÕES, SOMOS UM "POVO DE PROGRESSO, DE FUTURO E EM FELICIDADE PERMANENTE!", NUM VERDADEIRO E AUTÊNTICO 'SHANGRI-LA' - TERRA DE FELICIDADE!
DITOSA É E SERÁ SEMPRE A PÁTRIA QUE TAIS FILHOS TEM...
__________________________
Paulo M. A. Martins
Jornalista Luso-Brasileiro
Fortaleza (CE)
Brasil
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Seg 19 Nov - 16:27:11

Prémios professores:

http://videos.sapo.pt/6n9hBHg3krLVz59t2Vad
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Ter 20 Nov - 10:58:26

Prostituta Informada
Sócrates entra num bar "marginal" em Lisboa, altas
horas da madrugada, senta-se ao balcão ao lado duma linda
menina de programa e sussurra:
- Você deve-me conhecer... Quanto quer para passar
uma noite comigo?
Ela responde:
- Se o senhor conseguir fazer o seu pénis crescer


como fez com os juros, mantê-lo duro como estão todos os

portugueses, levantar a minha saia como está a fazer com
os impostos, baixar a minha cuequinha como está a fazer
com os vencimentos, mudar de posição como mudou na
sua vida política e foder-me com tanto jeito como está a
foder o povo português... É DE GRAÇA!!!
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qui 22 Nov - 22:39:28

APELO A SANTO ANTÓNIO

Ó meu rico Santo António
Meu santinho Milagreiro
Vê se levas o Zé Sócrates
P'ra junto do Sá Carneiro

Se puderes faz um esforço
Porque o caminho é penoso
Aproveita a viagem
E leva o Durão Barroso

Para que tudo corra bem
E porque a viagem entristece
Faz uma limpeza geral
E leva também o PS

Para que não fiquem a rir-se
Os senhores do PSD
Mete-os no mesmo carro
Juntamente com os do PCP

Porque a viagem é cara
E é preciso cultivar as hortas
Para rentabilizar o percurso
Não deixes cá o Paulo Portas

Para ficar tudo limpo
E purificar bem a coisa
Arranja um cantinho
E leva o Jerónimo de Sousa

Como estamos em democracia
Embora não pareça às vezes
Aproveita o transporte
E leva também o Menezes

Se puderes faz esse jeito
Em Maio, mês da maçã
A temperatura está boa
Não te esqueças do Louça

Todos eles são matreiros
E vivem à base de golpes
Faz lá mais um favorzinho
E leva o Santana Lopes

Isto chegou a tal ponto
E vão as coisas tão mal
Que só varrendo esta gente
Se salvará Portugal

E como o carro vem vazio
E é preciso poupar
Traz de volta o nosso tio
O Professor Salazar

E para este não vir sozinho
Mais um ou dois não faz mal
Por também fazer falta
Traz o Marquês de Pombal!
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Sex 23 Nov - 23:42:56

Vozes do Norte


Contestam obstáculos da ANA à Ryanair
O aeroporto do Porto arrisca perder a oportunidade de conseguir atrair, nos próximos sete anos, quatro milhões de passageiros da Ryanair. Tudo porque a ANA (empresa que faz a gestão dos aeroportos) não se tem mostrado receptiva a fazer algumas cedências que permitam a criação de uma base daquela companhia aérea de baixo custo no Aeroporto Francisco Sá Carneiro. A possibilidade de o Norte estar a "desperdiçar" uma oportunidade de desenvolvimento está a indignar políticos e empresários. O PSD/Porto vai pedir esclarecimentos ao Ministério das Obras Públicas "por suspeita de favorecimento do aeroporto de Lisboa".
Depois de o presidente da Ryanair, Michael O'Leary, ter vindo a público acusar a empresa de estar a travar o crescimento do aeroporto do Porto, a ANA repudiou as declarações, numa nota de Imprensa, na qual dá a entender que em causa está a necessidade de dar as mesmas condições a todas as companhias.

Direitos iguais para todos

Para criar uma base, que implica espaço para escritórios e possibilidade dos aviões pernoitarem no Porto, a Ryanair pede um desconto de quatro euros por passageiro embarcado nas taxas cobradas pelo aeroporto do Porto. Em contrapartida, segundo documentos que o JN teve acesso, garante 1,5 milhões de passageiros no primeiro ano, e um crescimento sucessivo de meio milhão de passageiros até 2015. Além de cerca de 200 empregos directos.
"A ANA deseja mesmo muito que aquela companhia instale uma base de operações no Aeroporto Sá Carneiro, estando disponível para criar condições àquela empresa que possam ser legalmente suportadas e proporcionadas a qualquer outra companhia", refere a empresa, garantindo que actuará sempre "numa base de igual tratamento a todas as companhias áreas".
Mas o argumento não convence. "Por que é que a ANA não oferece o mesmo desconto nas taxas a qualquer companhia que garanta quatro milhões de passageiros nos próximos anos?", questiona Rui Moreira, presidente da Associação Comercial do Porto (ACP), que foi contactado pela direcção da Ryanair para interceder junto da ANA.

Críticas à posição da ANA

"É mesmo uma posição de Estado. Se o aeroporto fosse privado isto não acontecia", refere Couto dos Santos, vice-presidente da Associação Empresarial de Portugal (AEP), acusando a ANA de estar a querer proteger o "monopólio" da TAP. "É muito estranho. Não aceitaremos decisões de parcialidade regional ", acrescenta Marco António Costa, dando conta de que, caso os esclarecimentos do Governo não cheguem ou sejam insuficientes, o PSD vai chamar o presidente da ANA e da Ryanair à Assembleia da República para se perceber o que se está a passar.
A decisão da ANA terá de ser tomada até ao final do ano, caso contrário a Ryanair escolherá outra cidade para localizar a base. Valência, Bristol, Belfast são hipóteses já avançadas, mas há dez localizações na corrida. Algumas podem servir de alternativa ao Porto e até vir a prejudicar o desempenho do Sá Carneiro.



"Há aqui quatro milhões de passageiros à mão de semear. Temo que isto possa servir de motor para o investimento na requalificação do aeroporto de Vigo", alerta Rui Moreira. - Inês Schreck.
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Ter 27 Nov - 10:23:24

Um texto sem tabus…



O QUE ACONTECERIA

SE… OUTRO FOSSE O ESPERTALHÃO?

Brasilino Godinho

brasilino.godinho@gmail.com

http://quintalusitana.blogsopt.com



Hoje falamos de alguém muito amimado, bastante festejado e superlativamente badalado, lá para a zona da grande Lisboa.

É um rapaz de precoces talentos, nascido no seio de boa família do meio lisbonense. Papá famoso. Mãe herdeira de apelido que deixou marca indelével na história pátria.

O moço, de aspecto franzino, é excessivamente irrequieto e palrador. Parece sofrer de nervoso miudinho. Fala bem. Tem o dom da palavra. Quem se ativer simplesmente às aparências e ao tom musical das suas palavras fica embasbacado, não lhe move processos de segundas e terceiras intenções e polícia algum o leva preso. Tem a "escola" toda Cursos diversificados e completos

Espertalhaço quanto baste, sorriso trocista estampado no rosto brejeiro de menino imberbe, rebelde e de colo da mamã, empertigado como capão luzidio da feira de Penafiel, na época do Natal e sobranceiro perante os auditórios e os jornalistas que o trazem nas palminhas, ele é o produto extra criado, mantido, acarinhado, por uma comunicação social solícita e complacente. Dá nas vistas o empenho com que a rapaziada fixe dos jornais, das revistas e das televisões, o retrata e o acompanha nas actuações dos espectáculos do teatro-circo da política alfacinha e nas movimentadas sessões de exibicionismo nas discotecas de Lisboa, do Estoril, de Cascais e do Algarve. E não só nesses locais de diversão e de paródia de gente fina. Os jornalistas não se fazem rogados para o acompanhar nas feiras e romarias onde o rapaz exercita a prática das beijocas nas peixeiras e demais vendedoras dos produtos hortícolas e das quinquilharias. Mas onde o artista se esmera nos desempenhos para "inglês ver" é durante as campanhas eleitorais quando protagoniza o papel de vinhateiro da Bairrada ou de proprietário de quinta no Douro, empenhado nas vindimas. Aí, sim! É um regalo para o pagode vê-lo sorridente, feliz da vida, à frente das câmaras de filmar, enquanto com tesoura de podar na mão, debruçado sobre a videira, riso matreiro e olhar de soslaio para os fotógrafos, finge que está ajudando o pessoal, em redor, ocupado na tarefa.

Mercê da sua particularidade comportamental – a dos ósculos pespegados nas caras das feirantes - os amigos de peito, em tempo oportuno, brindaram-no com a carinhosa alcunha do Paulinho das Feiras. Muito o moço se esforçou por isso. Bem a mereceu!

Jovem voluntarioso, admirador entusiástico do "amigo" americano, George W. Bush e companhia, acreditou piamente na existência das armas de destruição maciça no Iraque e atirou consigo de mergulho cego no meio da farsa engendrada pelo chefe do Estado americano para convencer o mundo da bondade dos seus sinistros propósitos. Depois, apoiou sem reservas a intervenção armada dos americanos naquela país do Médio Oriente.

Em cúmulo de atributos fora-de-série, o moço lisboeta dá mostras de ser um inconformado contemplativo da democracia portuguesa. Frequentemente manifesta uma irresistível atracção pelo abismo das grandes trapalhadas de múltiplas naturezas.

Os leitores já perceberam que a venturosa criatura aqui citada é o célebre Paulo Portas. O Paulo de muitas portas que se abrem de passagem para bastantes eventos; alguns deles mui desgraciosos

Estamos a lembrar-nos que, numa determinada época, ele andou de braço dado com a elite maçónica da Universidade Moderna; singularmente envolvido em várias actividades ligadas àquela instituição. Uns anos depois acorreu à Basílica de S. Pedro, no Vaticano, para se ajoelhar em angélica veneração de Josemaria Escrivá de Balaguer y Albás, no decorrer das faustosas cerimónias de canonização da controversa e pouco recomendável figura espanhola.

Também nos recordamos que, em certo data, na companhia de amigos muito excitados, acometeu sobre o partido CDS e chamou-lhe um figo. Paulatinamente o foi digerindo a ponto de o deixar definhado

Entretanto, na sequência da prática desportiva do pára-quedismo que já o levara a estrondosa queda em Aveiro, um dia, abruptamente, caiu de pára-quedas no Ministério da Defesa. Por lá se manteve até que, numa altura de borrasca eleitoral, se desenfiou

Sabe-se, agora, que a saída foi precedida de um insólito expediente que deixou os indígenas de cara à banda

Reportando-nos aos jornais "Expresso" e "Jornal de Notícias" citamos:

01 - Paulo Portas, uma semana antes das eleições de 2005 que ditaram a vitória do PS, encarregou uma empresa de digitalização de extrair, para sua posse, 61 893 fotocópias de páginas de documentos confidenciais (alguns com as indicações de "Iraque", "NATO", "ONU", "Submarinos").

02 – Paulo Portas veio declarar aos jornalistas que os papéis fotocopiados eram notas pessoais.

Manuel António Pina, escritor e jornalista de alta craveira intelectual, fez cálculos e apurou que "Feitas as contas, enquanto foi ministro da Defesa, Paulo Portas terá, assim, escrito 24 páginas de "notas pessoais" por dia, incluindo domingos, feriados e dias santos de guarda. O que dá algo como uma página de "notas pessoais" por hora, mesmo no banho e durante as horas de merecido sono (pelos vistos, não é só Deus que não dorme, Portas também não).

Claro que Paulo Portas não se coíbe de, com a desengraçada e estulta resposta, estar a passar um atestado de estupidez ao povo português e às autoridades. Na sua mente alberga a ideia de que seremos todos uns mentecaptos. Nele, a insuperável esperteza de tendência característica saloia que tudo leva de vencida.

Atentemos no número: 61 893. Documentos pessoais? Então, por que carga de água, deles tirar cópias? E os originais ficarem depositados no ministério? O Ministério da Defesa "virou" museu de arquivo dos papéis de Paulo Portas?

Pela nossa parte, sublinhamos que se nos dispomos a aceitar a ideia de que Deus e Portas não dormem, também estamos certos que as autoridades deste país estão a dormir com sono profundo. Não há maneira de despertarem para a realidade da iniciativa de Paulo Portas; a qual, configura um delito oportunista de abuso do poder, um acto exorbitante, ultrapassando as suas competências e uma flagrante violação dos deveres de reserva e contenção funcional a prosseguir dentro dos limites estabelecidos pelo senso comum, pela Ética e pelo articulado da Constituição da República Portuguesa. Igualmente, uma despundonorosa falta de lealdade com activo abandono da ideia de preservação dos superiores interesses do Estado que, decididamente, não podiam ficar sujeitos ou dependentes da avaliação do próprio interessado na prática do irregular procedimento. Acto praticado que arrastou danos irreversíveis para a dignidade do cargo e em manifesta quebra de lealdade para com a entidade Estado. Paulo Portas incumpriu o juramento proferido no acto de posse das funções ministeriais: de as cumprir com isenção, zelo, rigor e lealdade.

Estranha-se que Presidente da República, Governo, Assembleia da República, Procurador-Geral da República, Polícia Judiciária, partidos, estejam impávidos e serenos sem tomarem providências de investigação criminal para exigirem responsabilidades ao jovem Paulo Portas. Faz-se notar às autoridades deste país de duvidosos e inquietantes costumes que, apesar de novato e dos excessos de juventude - sempre encarados com bonomia e indulgência pelos seus indefectíveis companheiros - tudo nele induz à conclusão de que é imputávelLogo, urge agir em consonância com a gravidade do facto aqui comentado.

À consideração dos portugueses deixamos a interrogação: O que aconteceria se tivesse sido um qualquer funcionário do Estado, sem vínculo partidário ou filiação na Franco-Maçonaria e Opus Dei, a permitir-se o desplante de, para uso pessoal, fotocopiar um, dois ou três documentos confidenciais dos arquivos do seu sector de actividade oficial? E se fossem 61 893 (sessenta e um mil, oitocentos e noventa e três) papéis fotocopiados?

Fácil é presumir o que sucederia

Estava "lixado"! De uma penada, ia para a rua! Os guardiães do Templo não se dispensariam de vir à praça pública exigir punição exemplar do prevaricador, nem desaproveitariam a oportunidade de, cinicamente, acenarem com a fantasiosa ideia de que estamos num Estado de Direito

Tendo na devida significação o procedimento de Paulo Portas e outros irregulares de várias "trutas", que se sucedem numa cadência infernal, nós contrapomos: Estado de torto! Desavergonhado! Sem moral! À deriva!

Outrossim, Estado em permanente conflito com a Justiça. Na perspectiva deiminente risco de derrocada



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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qua 28 Nov - 0:03:05

Corrida contra o tempo nas alterações climáticas
O tema central do relatório das Nações Unidas são as alterações climáticas. Com uma apresentação simultânea a nível mundial, incluindo em Lisboa, o documento apela à redução das emissões de gases com efeito de estufa.
Margarida Mota


13:40 | Terça-feira, 27 de Nov de 2007







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Ted S. Warren/AP
Os países desenvolvidos são os maiores poluidores
"O problema das alterações climáticas é o desafio determinante que vamos enfrentar no século XXI". Resume-se assim a grande mensagem do Relatório de Desenvolvimento Humano 2007/2008, apresentado esta terça-feira em simultâneo nos cinco continentes. Vindos de Nova Iorque, em Lisboa estiveram Pedro Conceição e Isabel Pereira, dois técnicos portugueses do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.
O relatório, que este ano se intitula "Combater as alterações climáticas: Solidariedade humana num mundo dividido", apela a que os governos estabeleçam uma meta comum para evitar alterações climáticas perigosas, defendendo um limite de 2 graus celsius. O actual nível é de 0,7, mas mantendo-se este ritmo a temperatura média global aumentará 5 graus até ao fim do século. Para combater este problema, o relatório propõe um orçamento de carbono, com vista a reduzir as emissões de um modo geral.
O documento apela ainda aos países desenvolvidos que reduzam as emissões de gases com efeito de estufa em pelo menos 80% até 2050. Já aos países em desenvolvimento, é pedida uma redução de 20%.
Com os governos a prepararem-se para um reunião crucial em Bali, Indonésia, onde vão negociar um sucessor para o Protocolo de Quioto, os autores do relatório têm neste encontro uma oportunidade única para debater o problema das alterações climáticas.
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qua 28 Nov - 17:30:01

Eles estão doidos - António Barreto (artigo publicado no Público dia 25;
bem esgalhado!)
Eles estão doidos!

Por António Barreto

A MEIA DÚZIA DE LAVRADORES que comercializam directamente os seus produtos e
que sobreviveram aos centros comerciais ou às grandes superfícies vai agora
ser eliminada sumariamente. Os proprietários de restaurantes caseiros que
sobram, e vivem no mesmo prédio em que trabalham, preparam-se, depois da
chegada da "fast food", para fechar portas e mudar de vida. Os cozinheiros
que faziam a domicílio pratos e "petiscos", a fim de os vender no café ao
lado e que resistiram a toneladas de batatas fritas e de gordura reciclada,
podem rezar as últimas orações. Todos os que cozinhavam em casa e forneciam
diariamente, aos cafés e restaurantes do bairro, sopas, doces, compotas,
rissóis e croquetes, podem sonhar com outros negócios. Os artesãos que
comercializam produtos confeccionados à sua maneira vão ser liquidados.

A SOLUÇÃO FINAL vem aí. Com a lei, as políticas, as polícias, os
inspectores, os fiscais, a imprensa e a televisão. Ninguém, deste velho
mundo, sobrará. Quem não quer funcionar como uma empresa, quem não usa os
computadores tão generosamente distribuídos pelo país, quem não aceita as
receitas harmonizadas, quem recusa fornecer-se de produtos e matérias-primas
industriais e quem não quer ser igual a toda a gente está condenado. Estes
exércitos de liquidação são poderosíssimos: têm Estado-maior em Bruxelas e
regulam-se pelas directivas europeias elaboradas pelos mais qualificados
cientistas do mundo; organizam-se no governo nacional, sob tutela
carismática do Ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho; e agem
através do pessoal da ASAE, a organização mais falada e odiada do país, mas
certamente a mais amada pelas multinacionais da gordura, pelo cartel da
ração e pelos impérios do açúcar.

EM FRENTE À FACULDADE onde dou aulas, há dois ou três cafés onde os
estudantes, nos intervalos, bebem uns copos, conversam, namoram e jogam às
cartas ou ao dominó. Acabou! É proibido jogar!

Nas esplanadas, a partir de Janeiro, é proibido beber café em chávenas de
louça, ou vinho, águas, refrigerantes e cerveja em copos de vidro. Tem de
ser em copos de plástico.

Vender, nas praias ou nas romarias, bolas de Berlim ou pastéis de nata que
não sejam industriais e embalados? Proibido.

Nas feiras e nos mercados, tanto em Lisboa e Porto, como em Vinhais ou
Estremoz, os exércitos dos zeladores da nossa saúde e da nossa virtude fazem
razias semanais e levam tudo quanto é artesanal: azeitonas, queijos,
compotas, pão e enchidos.

Na província, um restaurante artesanal é gerido por uma família que tem, ao
lado, a sua horta, donde retira produtos como alfaces, feijão verde,
coentros, galinhas e ovos? Acabou. É proibido.
Embrulhar castanhas assadas em papel de jornal? Proibido.

Trazer da terra, na estação, cerejas e morangos? Proibido.

Usar, na mesa do restaurante, um galheteiro para o azeite e o vinagre é
proibido. Tem de ser garrafas especialmente preparadas.

Vender, no seu restaurante, produtos da sua quinta, azeite e azeitonas,
alfaces e tomate, ovos e queijos, acabou. Está proibido.

Comprar um bolo-rei com fava e brinde porque os miúdos acham graça? Acabou.
É proibido.

Ir a casa buscar duas folhas de alface, um prato de sopa e umas fatias de
fiambre para servir uma refeição ligeira a um cliente apressado? Proibido.

Vender bolos, empadas, rissóis, merendas e croquetes caseiros é proibido. Só
industriais.

É proibido ter pão congelado para uma emergência: só em arcas especiais e
com fornos de descongelação especiais, aliás caríssimos.

Servir areias, biscoitos, queijinhos de amêndoa e brigadeiros feitos pela
vizinha, uma excelente cozinheira que faz isto há trinta anos? Proibido.

AS REGRAS, cujo não cumprimento leva a multas pesadas e ao encerramento do
estabelecimento, são tantas que centenas de páginas não chegam para as
descrever.

Nas prateleiras, diante das garrafas de Coca-Cola e de vinho tinto tem de
haver etiquetas a dizer Coca-Cola e vinho tinto.

Na cozinha, tem de haver uma faca de cor diferente para cada género.

Não pode haver cruzamento de circuitos e de géneros: não se pode cortar
cebola na mesma mesa em que se fazem tostas mistas.

No frigorífico, tem de haver sempre uma caixa com uma etiqueta "produto não
válido", mesmo que esteja vazia.

Cada vez que se corta uma fatia de fiambre ou de queijo para uma sanduíche,
tem de se colar uma etiqueta e inscrever a data e a hora dessa operação.

Não se pode guardar pão para, ao fim de vários dias, fazer torradas ou
açorda.

Aproveitar outras sobras para confeccionar rissóis ou croquetes? Proibido.

Flores naturais nas mesas ou no balcão? Proibido. Têm de ser de plástico,
papel ou tecido.

Torneiras de abrir e fechar à mão, como sempre se fizeram? Proibido. As
torneiras nas cozinhas devem ser de abrir ao pé, ao cotovelo ou com célula
fotoeléctrica.

As temperaturas do ambiente, no café, têm de ser medidas duas vezes por dia
e devidamente registadas.

As temperaturas dos frigoríficos e das arcas têm de ser medidas três vezes
por dia, registadas em folhas especiais e assinadas pelo funcionário
certificado.

Usar colheres de pau para cozinhar, tratar da sopa ou dos fritos? Proibido.
Tem de ser de plástico ou de aço.

Cortar tomate, couve, batata e outros legumes? Sim, pode ser. Desde que seja
com facas de cores diferentes, em locais apropriados das mesas e das bancas,
tendo o cuidado de fazer sempre uma etiqueta com a data e a hora do corte.

O dono do restaurante vai de vez em quando abastecer-se aos mercados e leva
o seu próprio carro para transportar uns queijos, uns pacotes de leite e uns
ovos? Proibido. Tem de ser em carros refrigerados.

TUDO ISTO, como é evidente, para nosso bem. Para proteger a nossa saúde.
Para modernizar a economia. Para apostar no futuro. Para estarmos na linha
da frente. E não tenhamos dúvidas: um dia destes, as brigadas vêm, com estas
regras, fiscalizar e ordenar as nossas casas. Para nosso bem, pois claro.



«Retrato da Semana» - «Público» de 25 de Novembro de 2007
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qui 29 Nov - 1:24:23

A SITUAÇÃO POLÍTICA E AS FORÇAS ARMADAS




Todos nós estamos assistindo a uma movimentação de quase todos os elementos das Forças Armadas, tanto do activo como reformados, mostrando o seu descontentamento por medidas de vários Governos.



Não sou político nem pertenço às forças Armadas, apenas pertenci à antiga Aviação Militar como Oficial Piloto Miliciano até Setembro de 1946 mas, perante tantas e variadas manifestações que varrem o nosso País de lés a lés, permito-me expressar a minha opinião sobre o angustioso problema que todos estamos vivendo, sem sabermos para onde estamos caminhando.



Este caos, em que vagueamos, deve ter várias e longínquas origens no passado recente.



Com o entusiasmo do 25 de Abril descuraram-se vários assuntos, cometendo-se, logo de início, vários erros por ignorância dos que então governavam.

E hoje estamos a pagar as consequências desses erros!



Por exemplo:

Como acima digo, fui Oficial da então Aviação Militar até 1946, derivando depois para a TAP, tal como outros colegas.

Enquanto Militar senti sempre a responsabilidade de o ser, encarnando o espírito que deve reger a atitude de um Militar que se preze, de uma forma leal e correcta.



Por isso ainda hoje não percebo porque a primeira coisa que se fez foi alterar imediatamente o RDM?


Porque é que um espião ou um quinta coluna, em pleno cenário de guerra, potencial causador da morte de seus próprios colegas, não é já punido com a pena de morte?



Esta e outras profundas alterações modificaram de imediato o conceito de honra e patriotismo que deve existir sempre em qualquer Instituição Militar.



Mas a evidencia é de que nem todos pensam assim.

Penso que para este estado de coisas muito trabalharam os políticos, metendo certas ideias revolucionárias na cabeça de muitos Militares menos avisados.



Não se admite um sargento ou um alferes prender e mandar despir um General , aquando da revolução, só para o humilhar.



Onde estava a autoridade?



Sabem que isto sucedeu, isto não é nenhuma novidade.



No meu ponto de vista, o após 25 de Abril tornou-se uma anarquia, premeditadamente instalada, com a finalidade de diminuir e de destruir o crédito e o poder das Forças Armadas.



Com a desorganização das Forças Armadas diminuiria o receio de um futuro Golpe de Estado e criar-se-ia um clima favorável à instalação dum

Poder Político absoluto, anulando assim o perigo de qualquer intervenção Militar.



E para melhor segurança só haveria que politizar as Altas Patentes.

Na minha óptica é o que infelizmente tem vindo a ser feito.



E hoje o poder está, digam o que disserem, totalmente na mão dos que aproveitam a política para interesses de não sei de quem.

Pelos acontecimentos que estamos assistindo no nosso dia a dia, verificamos, até prova em contrário, de que em primeiro lugar estão os seus próprios interesses, depois os dos seus correligionários e depois....os outros só servem para pagar.

Dos interesses do País não deve ser porque dentro de pouco, pelo rolar da carruagem, muitos Portugueses já estão passando fome.



Muito mais coisas poderiam ser ditas, dada a vastidão de problemas mas por hoje já chega.

Acredito que ainda há portugueses e por isso ainda alimento a esperança do ressurgimento de umas Forças Armadas a sério.



Nesse dia abro uma garrafa de Champanhe,...... mas PORTUGUÊS !

Aos 5 de Outubro de 2005

João Augusto Graça
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qui 29 Nov - 11:13:41

SÓCRATES...
Não conheço pessoalmente José Sócrates. Creio que se o conhecesse pessoalmente, no passado, ou no presente, a minha opinião seria substancialmente diferente. Não sei se seria mais positiva ou negativa. Seria certamente diferente.

A opinião que tenho sobre José Sócrates, Primeiro-Ministro actual do país onde nasci e onde me movo, circunscreve-se aquilo que o homem faz transparecer nas entrevistas, nas intervenções públicas e na imagem que nos chega através da comunicação social.

Sócrates está a frente dos destinos de Portugal há quase três anos. Tempo suficiente para o cidadão comum, como eu, ter uma ideia de quem é o homem que chegou ao poder em circunstâncias que a história, um dia, se encarregará de esclarecer.

Alguém já pensou que, se porventura Ferro Rodrigues não estivesse envolvido no caso Casa Pia, Sócrates nunca chegaria ao cargo que ocupa?

Posto isto, a imagem que tenho de José Sócrates é a seguinte:

Intelectualmente pobre, muito limitado em cultura geral;
Julga que Portugal se salvará pelas contas públicas equilibradas, o que denota que não percebe nada da História de Portugal e de que "massa" os portugueses são feitos;
Ele acha-se "D. Sebastião": "antes de mim, o dilúvio, depois de mim, o paraíso";
A sua timidez e complexo de inferioridade, que cultiva na intimidade, faz com que tenha que dar uma imagem de arrogante, de "homem forte" e de "inflexível", por forma a que o tomem a sério;
Discurso pobre, com um vocalubário de português mediano, que cumpriu a escolaridade mínima obrigatória, sabendo que dessa forma os "portugueses", aqueles por quem ele acha que "trabalha", o compreendem e o recompensam. As sondagens não enganam;
Homem fraco, que no seu intímo ainda pensa que "está a viver um sonho", que julgava impossível, quer pelas raízes, quer pelo percurso de vida;
Depois temos o palco europeu, onde julga que os restantes 26 espectadores, o acham um político de fibra e de ideias, nunca pensado que os demais não passam de clones, mais ou menos reciclados;


Portugal vive há 8 anos consecutivos em recessão. A pobreza cresce a olhos vistos. Portugal é o mais pobre dos ricos, ou o mais rico dos pobres. Quando se fala em pobreza, pensa-se em dinheiro. No entanto Portugal está a empobrecer não só pelo lado económico, mas sobretudo pela educação, cultura, justiça.

O Primeiro-Ministro pensa e actua ao minuto, não tem visão de futuro, não percebe o país e o mundo e pensa o seguinte: " Eu, José Sócrates, nascido no seio de uma família vulgar portuguesa, nos confins de Portugal, sem pergaminhos, com um percurso de vida académico e profissional fora dos padrões comuns daqueles que chegaram onde eu cheguei, é porque sou "aquele" que vai salvar Portugal, e por quem todos anseiam, logo nada me deterá e serei implacável para com todos aqueles que ousem enfrentar-me".

Alguém acha que o namoro com Hugo Chávez, Robert Mugabe, José Eduardo dos Santos e quejandos é inocente? Não, não é. Todos têm em comum a negação da História e o alheamento do Conhecimento e da Razão.

Inocentemente, ou melhor dizendo: estupidamente, pensei que chegaria um dia a ver o meu país como baluarte de valores e de prosperidade. Hoje, sei que morrerei num país mais pobre, do que quando eu nasci. Quem diria. J.Gonçalves
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Seg 3 Dez - 11:07:04

*A Justiça criminosa*



Clara Ferreira Alves

Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso.



Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.



Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia que se sabe que nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.



Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.



Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços do enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.



E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogues, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.



Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muito alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?



Vale e Azevedo pagou por todos.



Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção.



Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros.



Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida?



Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático?



Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico?



Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?



Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?



Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.



No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém? As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não substancia.



E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu?



E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou?



E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente"importante" estava envolvida, o que aconteceu?



Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.



E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?



E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?



O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.



E aquele médico do Hospital de Santa Maria suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?



E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.



Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento. Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.



Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.



Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade. Este é o maior fracasso da democracia portuguesa e contra isto o PS e o PSD que fizeram? Assinaram um iníquo pacto de justiça. Clara Ferreira Alves

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MensagemAssunto: www.portugalclub.org   Qua 5 Dez - 18:55:39

Atenção: Na matéria ou desabafo que se segue, Comtém Palavrões Fortes. Me desculpem mas preciso publicar. Agradeço que as (os ) Compamheiros (as) mais sensiveis, não leiam. Deletem já esta mensagem , antes de prosseguir. Preciso publicar por ser a pura verdade.... Para Você que já está calejada de sofrer... farta de ser "enganada" por este Sistema Ditadorial , Corrupto ... Vá em frente.... será mais um palavrão entre tantos que este governo lhes enfia Goela abaixo, mesmo contra sua vontade... Casimiro

REVOLTADO !!!
A este saltou-lhe a tampa... e não é o único.

Só tenho pena é de não conhecer o autor,
para o poder felicitar pelo conteúdo - brilhante texto.
Justo é o CARALHO

" Parece que o Primeiro Ministro terá dito que desta vez os sacrifícios
serão distribuídos de forma mais justa.
Mais Justa é o CARALHO !!!
São 23 horas, cheguei agora a casa e trabalhei hoje doze horas.
O meu filho já esta a dormir. Este ano já paguei em impostos e multas
dezenas de milhares de euros, todos os meses pago um balúrdio de TSU,
tenho custos financeiros indescritíveis por causa da forma como é cobrado o IVA,
pago o PEC sobre um rendimento que pode não acontecer e este filho da puta
vem-me dizer que os sacrifícios serão distribuídos de forma mais justa ???

O CARALHO !!!!

Tenho semanas durante o ano em que trabalho 20 horas por dia,
este fim de semana não sabia sequer que dia era,
no dia da greve de uma chusma de paneleiros andei na estrada a pagar portagens
e a trabalhar para poder pagar impostos, comecei numa puta duma garagem sozinho
e dei trabalho a uma carrada de gente a quem pago o IRS, a Segurança Social,
Seguros de Trabalho e todas as taxas que o estado me exige, não negoceio salários brutos,
por isso que vão para o CARALHO com as contribuições dos trabalhadores,
pago salários decentes e recuso-me a pagar o salário mínimo a seja quem for, investi e perdi,
arranjei-me, voltei a investir e falhei de novo, recuperei e investi de novo e consegui.
E estes paneleiros do CARALHO vêm agora dizer-me que os sacrifícios
são distribuídos de forma justa ???;
como o Guterres que fodeu o pais todo com o rendimento minimo garantido,
a pior opção económica de sempre, nem sabem sequer o que é não dormir, desesperar, cair
e levantar sem pedir um tostão que seja ao filho da puta do estado ?!
Nem subsidio de desemprego nem o CARALHO ?!
E tenho que ouvir todos os dias as queixinhas dos policias, dos funcionários,
dos professores com horário zero (!), dos funcionários dos correios,
dos anacletos e afins, que fujo ao fisco, que exploro os trabalhadores,
que tenho que pagar mais impostos, que sou um parasita ?!

Já paguei todos os impostos de facturas que até agora não consegui cobrar (IVA e IRC),
paguei IRC sobre stocks que não sei se algum dia conseguirei vender
e os sacrifícios são distribuídos de forma justa ?!
Justo é o CARALHO.

Os 2000 funcionários da CM de Albufeira trabalham das 9h às 15h com
intervalo para almoço e de caminho a mesma CM entrega e paga serviços a empresas privadas;
decidiram mudar a escada da parte velha, fecharam-na, derrubaram a antiga e colocaram a estrutura em metal,
e após quinze dias retiraram a mesma estrutura e colocaram-na em madeira !
E ainda queriam fazer um elevador até à praia !!! E eu pago.
Num qualquer Instituto mais de 50 chulos tratam de 9(!) putos. E eu pago.
Substituem administradores pagando indemnizações, contratam o Fernando Gomes e
o Nuno Cardoso(!!!!). E eu pago. Inventam Institutos e Fundações. E eu pago.
Inventam as SCUTS. E eu pago. O PEC. E eu pago.
O Presidente apela ao patriotismo. E eu pago.
Sr. Presidente, com todo o respeito que me merece: Vá-se foder !,
você e os camaradas no avião fretado para irem passear para a China.
A CM de Paredes de Coura faz Parques de estacionamento sem trânsito.
E eu pago. O anacleto Sá Fernandes rebenta com o CARALHO do orçamento da CM de Lisboa.
E eu pago. O Sócrates vai á bola de avião Falcon da Força Aérea. E eu pago.
Sacrifícios ???!! De quem, CARALHO ?!
Prestam-me um serviço de merda na saúde, a educação é tão miserável que sou obrigado a por o meu puto
num colégio privado, nem me atrevo a cobrar dividas em Tribunal devido à miséria que é a Justiça.
E pago. Preciso de uma puta de uma cirurgia e tenho dezasseis mil pessoas
em lista de espera, pelo que se não tivesse um seguro de saúde
estaria como milhares de desgraçados que se calhar já morreram.
E eu e eles pagamos.
Os sacrifícios são distribuídos de forma justa ?
Como, CARALHO ?!

E aquela esfinge paneleira de óculos que preside ao Banco de Portugal,
que ganha mais que o secretário do tesouro dos E.U.A., está à espera de colectar mais 0,03% do PIB
com o aumento do IVA ?
Pois tenho uma pequenina novidade para o reconhecido génio.
Talhos, advogados, lares, lojas de moveis e outros pequenos negócios que conheço
já têm a contabilidade e pagam impostos em Espanha e eu, assim seja possível,
no ano da graça de 2008 pagarei todo o IVA, IRC e contribuições em Vigo.
A chulice destes filhos da puta que vá cobrar ao CARALHO !!!
E quero que se foda a solidariedade e a conversa de merda
porque não me sai do corpo para o dar a chulos.
Por alma de quem ? Mais Justo ??!! "
Pois é meus amigos,
Justo é o CARALHO QUE O FODA !!!!!!!!!!!
Um abraço
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Dom 9 Dez - 1:39:24

REGIONALIZAÇÃO - SIM OU NÃO?
A propósito das intenções anunciadas por alguns Dirigentes do PSD e PS
Como cidadão responsável e preocupado com o meu País e com os meus concidadãos não posso deixar de me questionar no que está por trás de mais esta investida dos dois partidos do Centrão dos Interesses. E neste forum coloco algumas questões para reflexão. A exemplo do que se está a fazer com o novo Tratado Reformador ou Tratado de Lisboa da União Europeia,
também no tema da Regionalização do país, nada se discute de sério e profundo.
Algumas figuras de proa do PSD e PS lançam para a opinião pública a ideia da Regionalização, dourando-a, fazendo falsas promessas aos portugueses,
para que estes os apoiem cegamente.
Contra este tipo de tentativas, de manterem os portugueses na ignorância, me bato.
E por isso lanço alguns tópicos breves sobre este tema para que as pessoas reflictam sobre o caminho que agora alguns querem, os mesmos que perderam o Referendo da Regionalização. Sem preocupações de encher este texto com definições (se quiserem poderei fazê-lo) aqui deixo as minhas próprias reflexões sobre esta matéria.
Se quiserem tecer comentários fico desde já agradecido.



1- O que é a Regionalização, na prática?

Regionalização é a divisão do País em regiões, independentes ou com grande grau de independência, face ao Governo Central de Portugal!

2- O que se ganha em Regionalizar?

Aparentemente ganha-se em descentralizar o Poder Central, aproximando o poder de decisão dos cidadãos! Isto é, em vez de ser Lisboa a decidir tudo, as Regiões decidirão o que é bom para os cidadãos!

3- É isto verdade?

- Só em parte. Porque se realmente há a vontade de aproximar o poder de decisão dos cidadãos, então nada melhor do que dar às Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia os poderes e os meios necessários para que estes órgãos decidam do que é preciso para as suas populações.

O que tem sido feito pelos Governos do PSD e do PS é o seguinte:

- Dão mais Responsabilidades às Câmaras e às Juntas mas não lhes têm dado o dinheiro e autonomia para decidirem e assim poderem fazer tudo aquilo que é necessário para melhorar as condições de vida dos portugueses!

- Ou seja, os Governantes do PSD e do PS dão por um lado e tiram por outro.

4- O que se perde com a Regionalização?

- Devolvo a pergunta aos cidadãos, colocando-a da seguinte forma:

A) * Será que Bruxelas respeita mais um Governo Central que representa dez milhões de pessoas ou um presidente de uma região que represente duzentos ou trezentos mil cidadãos?

B) * Partindo o País em Regiões, Portugal fica mais forte ou mais fraco para defender os seus interesses na União Europeia?

5- Quem ganha com a Regionalização?

- Os novos senhores, que por delegação dos seus Partidos vão ter uns LUGARES bem pagos.

- É que no Governo Central já não há mais lugares para distribuir. Já não há mais benesses para dar e portanto querem criar mais lugares políticos para dar aos amigos.

6- Quem perde com a Regionalização?

- Todos os portugueses de Boa Fé, que Amam o seu País que lhes foi dado em Testamento pelos seus Pais, Avós, Bisavós, enfim pelos seus antepassados.

- Perdem os Presidentes de Câmara e de Junta de Freguesia sérios, aqueles que lutam com a falta de meios e que vêem surgir por de cima deles uma estrutura política que não tem razão de ser e que os vai impedir de reclamar junto do Governo da Nação os meios a que têm direito para melhorar as condições de vida das suas populações.

7- Quem está mais perto das populações?

- Um Presidente Regional ou um Presidente de Câmara ou de Junta de Freguesia?

Pensem nisto caros Portugueses pois querem, e estão, a enganar-nos!

8- Argumento Histórico

- Um Povo, com Língua comum, História comum, Interesses comuns, nomeia os seus representantes para que o Governe, organize a vida em sociedade, que os defenda de outros povos!

- Ou seja um Povo constitui-se em Nação coesa a qual nomeia um Governo que trabalhe para o bem desse mesmo Povo.

- Portugal é o ÚNICO PAÍS EUROPEU, a que a uma NAÇÃO/POVO corresponde um ESTADO UNO.

- Temos 860 ANOS de existência! Estes novos senhores, seduzidos por interesses estrangeiros, querem agora destruir o que foi construído com o suor e o sangue dos Portugueses durante gerações! E nós cidadãos de bem vamos permitir que isto aconteça?

- A resposta para mim é clara: NÃO!!

- Você, caro Leitor, decida, se quer vender Portugal ou se tem orgulho em ser Português.

- Acresce a tradição de séculos em Portugal: o Municipalismo.

Na realidade em Portugal sempre se tentou aproximar o Governo dos cidadãos e isso sempre foi feito dentro destes princípios.



Mudar para melhor, tudo bem!

Mudar para mudar, só para mudar, Não!

Mudar para piorar e afastar os populações do Governo da Nação, NÃO!



Se ALGUNS SENHORES querem criar mais alguns lugares e poderes para os seus amigos e clientelas do PS e do PSD arranjem outra forma de o fazerem.

Por esta via, Não!
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Dom 9 Dez - 13:42:03

Contratação de João Pedroso gera polémica

Bettencourt Picanço, responsável do sindicato dos profissionais dos quadros técnicos da Função Pública critica a contratação de João Pedroso, irmão do antigo ministro socialista Paulo Pedroso, que ganhará 20 mil euros/mês.
[/size]

....e viva o xuxialismo....SEMPRE a xuxar...
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Dom 9 Dez - 13:59:46

A CIMEIRA EUROPA-ÁFRICA OU O SERVILISMO DE BRUXELAS PERANTE OSDITADORES AFRICANOS PARA CONSEGUIR SACAR-LHES AS RIQUEZAS NATURAIS DOS SEUS PAÍSES


Estamos assistindo a um verdadeiro espectàculo da ganância capitalista global.

A [b]America, a Europa e agora a China entraram numa verdadeira corrida para sacarem, o mais possível e em proveito próprio, as enormes e ainda relativamente pouco [/b]exploradas riquezas naturais do grande continente africano.



A China, começou mais recentemente e não tem um passado colonialista em África. Porem e segundo os povos dos países onde a sua influência mais se faz sentir, em nada ficam atràs dos antigos colonizadores europeus. Até nas fortes tendências racistas e separatistas que exibem face aos nativos dos paise que estao "auxiliando".



Para não perder o barco Bruxelas instruiu José Socrates para para reunir em Lisboa todos aqueles que podem contribuir com alguma coisa no sentido de fazer proteger os interesses da Europa em África, os lideres. A agenda é extensa e cheia de muitas e boas intenções. Interesses comuns, cooperação, auxílios sociais e económico, etc...etc...sendo que hà duas coisas que são verdadeiramente importantes para a enorme burocracia centralizadora europeia instalada em Bruxelas



A primeira é o obter concessões em favor do grande capitalismo europeu [ intimamente ligado ao Grande Capitalismo Globalista Norte-Americano ] para que as riquezas naturais possam ser exploradas sem grandes entraves e sem ter de gastar muito com contribuições para o bem estar das populações locais. Em segundo lugar o evitar que mais negros, fujindo à miseria que assola todo o continente, embarquem com destino a uma Europa abastada mas onde não são desejados.



Nos ultimos dias chegou a Lisboa uma autêntica procissão de líderes, desde o volúvel e exótico Kadafi ao tenebroso despota do Zimbabwe Robert Mugabe. O tal que, mesmo sendo padre de profissão, em 20 anos de governação consegiui destruir tudo o que de bom os colonizadores brancos haviam construido e deixado na ex-Rhodesia, o segundo mais próspero país da África dos anos 80.



De tal modo tem sido a destruição de riqueza e a repressão que o povo do Zimbabwe vem sofrendo que se dà um fenómemo estranho mas curioso. A maioria da população negra afirma que preferia viver debaixo do regime do Presidente branco Ian Smith do que viver hoje debaixo do regime do despota Roberto Mugabe. Não me surpreende e creio que até existam mais paises em Africa onde hoje tal sentimento prevalece, especialmente entre os mais velhos que se recordam como era dantes, na época longínqua em que os colonialistas os “exploravam”.

Podiam não ter muita liberdade ( creio que agora não tem mais) mas ao menos não passavam tanta fome no meio de tanta riqueza da qual são estrangeiros e os seus próprios lideres corruptos os unicos que beneficiam..



Afinal que pode a élite política europeia e portuguesa reunidas em Lisboa aprender com gente com o calibre de Mugabe e com os outros homens fortes, ditadorzinhos e depostas convidades a vir até Portugal ? Como respeita os direitos humanos de cidadãos? Ou será que pensam copia-los na maneira astuta como eles conseguem desviar, para uso pessoal, milhões que pertencem aos erários publicos dos seu paises ?



Ou será que os europeus acreditam que os líderes africanos vão regressar a África com a determinação e o desejo de democratizar os seus países? Será que Sócrates e Barroso aproveitaram bem a ocasião para convence-los a aplicar nas suas pátrias um Socialismo europeu idéntico ao que implantaram em Portugal ?

O tal que destroi nacionalismos, descaracteriza povos, centraliza decisões e que hoje já não convence muitos milhões que ainda há uma decada atrás aplaudiam a sua instauração e acreditavam no seu futuro?



O tempo não terá sido perdido de todo se a ocasião ao menos pode servir para abrir contas bancárias em Portugal.

Assim, as comissões e outros proventos pagos aos grandes líderes africanos pelos contractos assinados ou a assinar poderão ficar em território nacioonal. Não vale mais a pena copiar o líder de Angola e pôr a massa toda na Suiça.

Afinal o enorme investimento em tempo e dinherio com a cimeira de Lisboa sempre acabou beneficiando Portugal.

Sócrates nunca teria aceitado a Presidência da U.E. se assim não fosse !

Renato Nunes [b]Carolina do Sul, EUA[/b]
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Dom 9 Dez - 17:32:02

A
CIMEIRA EUROPA-ÁFRICA OU O SERVILISMO DE BRUXELAS PERANTE OSDITADORES
AFRICANOS PARA CONSEGUIR SACAR-LHES AS RIQUEZAS NATURAIS DOS SEUS PAÍSES



Caro Valdez
Sem Cimeira , não havia critica !!!!
Já Agora ... Olivença e Terras de Juromenha?
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qui 13 Dez - 16:45:05



A TIRÂNIA DE BRUXELAS FAZ-SE SENTIR EM PORTUGAL



De todas as tirânias a exercida em nome do bem das suas víctimas é a mais opressiva !

É preferível viver debaixo de um regime de ladrões e oportunistas do que debaixo de um regime de

‘burocratas’ fanàticos e pretensamente iluminados.

A crueldade e cupidez daqueles pode em certa altura ficar saciada.

Porem, aqueles que nos atormentam para nosso bem atormentar-nos-hão para sempre pois para eles

tal é feito com a aprovação da sua própria consciência.” Crónicas de Narnia



Caro Sr. Abrantes:



Aquilo que o Sr. acaba de relatar sobre a Acorda Alentejana e a nova PIDE , a "A.S.A.E.", vai acontecer

cada vez mais frequentemente -- ate que consiga paralizar ou destruir por completo tudo o que ha de caracteristico e tipico na gastronomia e na vida social e economica portuguesa -- cumprindo cegamente os mandatos idioticos emanados de Bruxelas, sempre bem aceites pelos governos em Portugal. A burocracia socialista europeia quer impor aos paises da comunidade uma Europa , mesmo que tal perigue ou possa conduzir ao desmoronar do sonho europeu inicial.


E sabe porque e que o Sr. pode ainda ir a Espanha comer comida tipica espanhola?

Porque ao contrario dos lacaios de Bruxelas, os Socialistas e Centristas portugueses, os Espanhois mandam os imbecis da burocracia europeia dar uma volta a praca e pura e simplesmente ignoram-nos. Em Portugal o governo de Socrates tem orgulho e pressa em implantar tudo o que Bruxelas defeca na comunidade e apressadamente corre a cumprir ordens, por mais absurdas que sejam. Tudo para que nao lhe cancelem as esmolas anuais que sempre ajudam a manter a fragil nau portuguesa semi-submersa mas ainda ao de cima. Embora ja mais de 25% da populacao seja constituida por pobres pelo menos as esmolas da U.E. sempre vao dando para os lideres fazerem umas viagens e garantir-lhes o usufruto de excelentes salarios e beneficios verdadeiramente "sucialistas".



E uma tristeza a falta de coragem demonstrada pelos lideres de Portugal que os levou a criar uma ASAE sem impor certas condicoes de actuacao que protegessem os interesses e costumes centenarios de Portugal e do seu povo. Ao menos os polacos e os espanhois lutam pelo que e seu e dao agua pela barba aos mangas de alpaca da europa quando estes lhes tentam impingir regras absolutamente absurdas que vao contra os seus interesses. Mas ha povos e ha povinhos !

Saudacoes amigas Renato Nunes

Carolina do Sul, EUA
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qui 13 Dez - 17:42:51

Leiam o texto do António Barreto sobre o que está a acontecer e o que aí vem e prevejam o futuro…
Temos que acabar com esta ditadura extrema que só nos dá cabo da vida.
Temos que fazer qualquer coisa.
Está a começar a ser infernal viver neste país.
Assinem a petição:

http://www.petitiononline.com/naoasae/petition.html
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MensagemAssunto: www.portugalclub.org   Dom 23 Dez - 21:05:11

Overdose de propaganda da ASAE
Depois de ter usado a propaganda a torto e a direito a ASAE acabou por ser vítima de uma overdose da sua própria propaganda, os portugueses já obrigam as crianças a lavarem as mãos antes das refeições ameaçando com a vinda de uma Agente da ASAE, encapuçado e apoiado por um pelotão dos GOE. Como era de esperar o uso abusivo da propaganda por amadores virou-se contra a ASAE, obrigando-a a emitir um comunicado desmentindo novas regras. Algo está muito errado quando os portugueses falam mais da ASAE do que os franceses da Carla Bruni.
***********************************************************************
Gostaria de ter noticias do vosso pai Antonio Garnacho que é muito amigo do meu marido Anibal Martins
Carminda Pires Martins
Valverde Mogadouro - Bragança
***********************************************************************

[size=16]Desejo a todos meus amigos um Natal cheio de prendas institucionais dignas da arvore de Natal do e um Ano Novo de 2008 com muitos perdões fiscais, empréstimos perdoados pelo BCP e outros beneficios tipicos do País
. - Terreiro do Paço
*********************************************************************************************

conversa à laia de “má-língua”
Dizem as más-línguas, que o Palácio das Necessidades (Ministério dos Negócios Estrangeiros) é um “Paraíso” Gay.

“Dizem as más-línguas” não é o termo mais correcto. Todas as pessoas que têm conhecimento directo do assunto, ou que conhecem alguém que conheça, sabem que é assim. Portanto, o correcto será dizer: “Dizem as más-línguas”, ou as “fontes bem informadas”, decida o leitor. Agrada-se a “todos os gostos” e sensibilidades…

Dizem as más-línguas, ou as fontes bem informadas, conforme se preferir, que o Embaixador Jorge Ritto foi “escolhido”, como bode expiatório, para aquela conspiração monstruosa que é o “Processo Casa Pia”, mas que podia ter sido qualquer outro Embaixador de entre muitos que reúnem as mesmas características, antecedentes semelhantes, etc.,

Levando a conversa à laia de “má-língua” a questão quase parece trivial, de tão habituados que estamos a escândalos e situações escabrosas. Mas uma situação assim nada tem de trivial.
A incidência de gays, (ou paneleiros, se se preferir) na sociedade portuguesa, não atinge, nem de perto nem de longe, o nível generalizado que atinge entre o pessoal do Palácio das Necessidades; e não é só entre os diplomatas.
Portanto, temos de concluir que, para se chegar a uma tal situação, foi necessário muito compadrio e tráfico de influências, muito favorecimento de clã, muita descriminação e exclusão dos heterossexuais, muita troca de vantagens profissionais por “favores” sexuais; quiçá assédio, etc., etc., etc..

É óbvio que ali, no Palácio das Necessidades (Ministério dos Negócios Estrangeiros) generalizou-se a convicção de que ser gay, homossexual, paneleiro, o que se quiser usar como designação, é bom para a carreira. E, repito, não é só entre o pessoal diplomático…
Uma situação assim foi construída ao longo de muitos anos, com muitos abusos e prepotências, muitos “desvios”; foi imposta pelos altos cargos, por quem decide e por quem manda, e é impossível que ninguém tenha dado por nada, que ninguém se tenha queixado, denunciado...

Sou contra todo o tipo de descriminações ou racismo. Mas também já vi muito racista, mais racista do que todos os racistas, a ter atitudes racistas ao mesmo tempo que se queixam do racismo.
Nesta situação, do Palácio das Necessidades, é óbvio que os gays são favorecidos, "descriminados” positivamente e existe descriminação negativa (e exclusão)… dos heterossexuais. Ou então quem quiser progredir na carreira diplomática vê-se forçado a “alinhar”…

Dizem as más-línguas, ou as fontes bem informadas, conforme se preferir, que, de entre os “Bem-Aventurados” desse “Paraíso”, alguns há que, mais sensíveis a essa coisa das convenções sociais e das “boas” aparências, são casados e têm filhos.

Sim porque “ser casado” também é bom para a carreira diplomática. Evita muito constrangimento e salvaguarda, nem que seja no mínimo, as aparências.
Imaginem o que não seria um país conhecido nos meios diplomáticos internacionais como tendo um corpo diplomático constituído exclusivamente por gays, assumidos.

Assim do estilo: “É Embaixador de Portugal? Então é paneleiro, com certeza!”

Não será muito diferente a actual situação visto que, nesses meios, tudo se sabe. Nós é que já estamos habituados a fazer “papel de corno”… Somos sempre os últimos a saber!


Os que fazem o sacrifício de manter casamentos de conveniência, são os que querem todas as vantagens: são gays porque é bom para a carreira (agrada aos chefes e é essencial para ser admitido no meio) e são casados porque também é bom para a carreira: salvaguarda as aparências e evita constrangimentos excessivos.

A “participação” do embaixador Jorge Ritto no “Processo Casa Pia” também foi “muito conveniente” para salvaguardar as aparências, externamente. Sabendo-se a elevada incidência de paneleiros no corpo diplomático português, nada mais natural do que haver um embaixador entre os acusados, para que os incautos pensem que “bate certo”!
Ainda assim deve ter sido árdua a “negociação” entre máfias: a máfia gay e a máfia de criminosos e conspiradores que engendrou o “Processo Casa Pia”, a julgar pelas hesitações e pelo tempo que demorou a prisão de Jorge Ritto.

Dizem as más-línguas, ou as fontes bem informadas, conforme se preferir, que foi assim, por “merecimento” paterno, que a Maria Monteiro ascendeu ao “Paraíso” e subiu vertiginosamente na carreira, conforme consta no texto abaixo, que chegou à minha caixa de email em Fevereiro deste ano.
Afinal, este Paraíso Gay também admite excepções...

E assim Maria Monteiro passou a ter a honra de integrar a lista das mega chulices nacionais, as tais com que o erário público é delapidado em verba superior a 20% da Despesa Pública Corrente.

----/----/-----
A nossa Maria merece...
"De acordo Com O Correio da Manhã, Maria Monteiro, filha do antigo ministro António Monteiro e que actualmente ocupa o cargo de adjunta do porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros vai para a embaixada portuguesa em Londres.

Para que a mudança fosse possível, José Sócrates e o ministro das Finanças descongelaram, a título excepcional, uma contratação de pessoalespecializado.
Contactado pelo jornal, o porta-voz Carneiro Jacinto explicou que a contratação de Maria Monteiro já tinha sido decidida antes do anúncio da redução para metade dos conselheiros e adidos das embaixadas.

As medidas de contenção avançadas pelo actual governo, nomeadamente o congelamento das progressões na função pública, começam a dar frutos.
Os sacrifícios pedidos aos portugueses permitem assegurar a carreira desta jovem de 28 anos que, apesar da idade, já conseguiu, por mérito próprio e com uma carreira construída a pulso, atingir um nível de rendimento mensal superior a 9000 euros.

----/----/-----

A Maria Merece?
É difícil acreditar tendo em conta o contexto. É caso para perguntar quantas outras Marias e quantos pais doutras Marias foram descriminados e lixados para que A Maria "mereça".

A Maria Merece?
Nós é que não merecemos continuar a ser governados por escumalha que compactua com estas situações escabrosas. Ninguém Merece!

A máfia gay não se confina “nas Necessidades”. Penetrou em muitos outros sectores e tem visibilidade desmesurada e absurda, em detrimento dos heterossexuais.
Há casos, por exemplo na televisão pública, que podemos constatar porque nos entram pela casa dentro, de favorecimentos de tal maneira descarados e injustificados, que são de bradar aos céus.
Biranta
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qui 27 Dez - 16:24:43

AS BOAS-FESTAS
DO SENHOR SÓCRATES E DOS SEUS APÓSTOLOS

de: Manuel Abrantes
Com toda a pompa e circunstância, José Sócrates, aproveitou a época natalícia para dedicar uma mensagem a todos os portugueses.
Como se diz na gíria: falou, falou, mas não disse nada.
Congratulou-se com o défice, como se fosse uma grande conquista do seu governo, mas esqueceu-se de dizer que os números só foram possíveis com uma sobrecarga nos impostos e com as cobranças coercivas aos faltosos.
Nas cobranças coercivas sobre os faltosos também não disse que o seu governo não esteve, nem está, preparado para o encerramento das empreses que preferiram, e preferem, encerrar do que pagar as dívidas aos Estado.
È que, mais de trinta anos de “baldas” nos pagamentos das obrigações fiscais, levam ao desleixo e à falta de respeito pelas obrigações perante o Estado.
Mas, isto é assunto tabu. Não se fala nem se comenta. A maioria dos desempregados, que temos de sustentar através dos subsídios de desemprego, provém de empresas que encerraram por não terem meios, nem alternativas, às cobranças coercivas.
Se calhar é mentira que estou a dizer ?

Perante tudo isto, o senhor José Sócrates não apresentou qualquer medida de combate ao desemprego, nem soluções que evitem o encerramento das empresas nem, muito menos, soluções para o crescimento da economia evitando a precariedade laboral.

Estamos dentro dos parâmetros que os patrões de Bruxelas exigem. Isso é que é importante.
O aumento do desemprego, a inflação, a precariedade no trabalho, a perca do poder de compra dos portugueses, a insegurança crescente, a diminuição dos investimentos público, o encerramento de maternidades e de outros serviços de saúde, etc, etc, etc, -tudo isto – ficou esquecido neste auto-elogio socrateano.

Ok! Mas veio para a televisão desejar boas-festas aos portugueses.
Pronto! O governo socialista é o maior e temos de dar graças a DEUS por sermos geridos por tais sapiências pardas.
Sócrates, o grande, o divino, o grande timoneiro. Se não tivesse nascido teria de ser inventado.
Manuel Abrantes
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Sex 4 Jan - 11:07:31


Da Opus Dei à maçonaria: A incrível história do BCP

Miguel Sousa Tavares
Em países onde o capitalismo, as leis da concorrência e a seriedade do negócio bancário são levados a sério, a inacreditável história do BCP já teria levado a prisões e a um escândalo público de todo o tamanho. Em Portugal, como tudo vai acabar sem responsáveis e sem responsabilidades, convém recordar os principais momentos deste "case study", para que ao menos a falta de vergonha não passe impune.
1 Até ao 25 de Abril, o negócio bancário em Portugal obedecia a regras simples: cada grande família, intimamente ligada ao regime, tinha o seu banco. Os bancos tinham um só dono ou uma só família como dono e sustentavam os demais negócios do respectivo grupo. Com o 25 de Abril e a nacionalização sumária de toda a banca, entrámos num período 'revolucionário' em que "a banca ao serviço do povo" se traduzia, aos olhos do povo, por uns camaradas mal vestidos e mal encarados que nos atendiam aos balcões como se nos estivessem a fazer um grande favor. Jardim Gonçalves veio revolucionar isso, com a criação do BCP e, mais tarde, da Nova Rede, onde as pessoas passaram a ser tratadas como clientes e recebidas por profissionais do ofício. Mas, mais: ele conseguiu criar um banco através de um MBO informal que, na prática, assentava na ideia de valorizar a competência sobre o capital. O BCP reuniu uma série de accionistas fundadores, mas quem de facto mandava eram os administradores - que não tinham capital, mas tinham "know-how". Todos os fundadores aceitaram o contrato proposto pelo "engenheiro" - à excepção de Américo Amorim, que tratou de sair, com grandes lucros, assim que achou que os gestores não respeitavam o estatuto a que se achava com direito (e dinheiro).
2 Com essa imagem, aliás merecida, de profissionalismo e competência, o BCP foi crescendo, crescendo, até se tornar o maior banco privado português, apenas atrás do único banco público, a Caixa Geral de Depósitos. E, de cada vez que crescia, era necessário um aumento de capital. E, em cada aumento de capital, era necessário evitar que algum accionista individual ganhasse tanta dimensão que pudesse passar a interferir na gestão do banco. Para tal, o BCP começou a fazer coisas pouco recomendáveis: aos pequenos depositantes, que lhe tinham confiado as suas poupanças para gestão, o BCP tratava de lhes comprar, sem os consultar, acções do próprio banco nos aumentos de capital, deixando-os depois desamparados perante as perdas em bolsa; aos grandes depositantes e amigos dos gestores, abria-lhes créditos de milhões em "off-shores" para comprarem acções do banco, cobrindo-lhes, em caso de necessidade, os prejuízos do investimento. Desta forma exemplar, o banco financiou o seu crescimento com o pêlo do próprio cão - aliás, com o dinheiro dos depositantes - e subtraiu ao Estado uma fortuna em lucros não declarados para impostos. Ano após ano, também o próprio BCP declarava lucros astronómicos, pelos quais pagava menos de impostos do que os porteiros do banco pagavam de IRS em percentagem. E, enquanto isso, aqueles que lhe tinham confiado as suas pequenas ou médias poupanças viam-nas sistematicamente estagnadas ou até diminuídas e, de seis em seis meses, recebiam uma carta-circular do engenheiro a explicar que os mercados estavam muito mal.
3 Depois, e seguindo a velha profecia marxista, o BCP quis crescer ainda mais e engolir o BPI. Não conseguiu, mas, no processo, o engenheiro trucidou o sucessor que ele próprio havia escolhido, mostrando que a tímida "renovação" anunciada não passava de uma farsa. E descobriu-se ainda uma outra coisa extraordinária e que se diria impossível: que o BCP e o BPI tinham participações cruzadas, ao ponto de hoje o BPI deter 8% do capital do BCP e, como maior accionista individual, ter-se tornado determinante no processo de escolha da nova administração... do concorrente! Como se fosse a coisa mais natural do mundo, o presidente do BPI dá uma conferência de imprensa a explicar quem deve integrar a nova administração do banco que o quis opar e com o qual é suposto concorrer no mercado, todos os dias...
4 Instalada entretanto a guerra interna, entra em cena o notável comendador Berardo - o homem que mais riqueza acumula e menos produz no país - protegido de Sócrates, que lhe deu um museu do Estado para ele armazenar a sua colecção de arte privada. Mas, verdade se diga, as brasas espalhadas por Berardo tiveram o mérito de revelar segredos ocultos e inconfessáveis daquela casa. E assim ficámos a saber que o filho do engenheiro fora financiado em milhões para um negócio de vão de escada, e perdoado em milhões quando o negócio inevitavelmente foi por água abaixo. E que havia também amigos do engenheiro e da administração, gente que se prestara ao esquema das "off-shores", que igualmente viam os seus créditos malparados serem perdoados e esquecidos por acto de favor pessoal.
5 E foi quando, lá do fundo do sono dos justos onde dormia tranquilo, acorda inesperadamente o governador do Banco de Portugal e resolve dizer que já bastava: aquela gente não podia continuar a dirigir o banco, sob pena de acontecer alguma coisa de mais grave - como, por exemplo, a própria falência, a prazo.
6 Reúnem-se, então, as seguintes personalidades de eleição: o comendador Berardo, o presidente de uma empresa pública com participação no BCP e ele próprio ex-ministro de um governo PSD e da confiança pessoal de Sócrates, mais, ao que consta, alguém em representação do doutor "honoris causa" Stanley Ho - a quem tantos socialistas tanto devem e vice-versa. E, entre todos, congeminam um "take over" sobre a administração do BCP, com o "agréement" do dr. Fernando Ulrich, do BPI. E olhando para o panorama perturbante a que se tinha chegado, a juntar ao súbito despertar do dr. Vítor Constâncio, acharam todos avisado entregar o BCP ao PS. Para que não restassem dúvidas das suas boas intenções, até concordaram em que a vice-presidência fosse entregue ao sr. Armando Vara (que também usa 'dr.') - esse expoente político e bancário que o país inteiro conhece e respeita.
7 E eis como um banco, que era tão independente que fazia tremer os governos, desagua nos braços cândidos de um partido político - e logo o do Governo. E eis como um banco, que era tão cristão, tão "opus dei", tão boas famílias, acaba na esfera dessa curiosa seita do avental, a que chamam maçonaria.
8 E, revelada a trama em todo o seu esplendor, que faz o líder da oposição? Pede em troca, para o seu partido, a Caixa Geral de Depósitos, o banco público. Pede e vai receber, porque há 'matérias de regime' que mesmo um governo com maioria absoluta no parlamento não se atreve a pôr em causa. Um governo inteligente, em Portugal, sabe que nunca pode abocanhar o bolo todo. Sob pena de os escândalos começarem a rolar na praça pública, não pode haver durante muito tempo um pequeno exército de desempregados da Grande Família do Bloco Central.
Se alguém me tivesse contado esta história, eu não teria acreditado. Mas vemos, ouvimos e lemos. E foi tal e qual.
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Dom 6 Jan - 21:33:43

Portugal: País das Vergonhas (LER)

"No mesmo país em que uma cadeia de grandes superfícies processou uma velhota por supostamente ter roubado um creme de beleza no valor de
3,39 euros, o maior banco comercial português perdoa dívidas da ordem dos duzentos milhões de euros aos amigos da administração sem que nada aconteça.
E ainda vêm tranquilizar o mercado porque esses prejuízos estão reflectidos
nas contas do banco, isto é, roubaram aos accionistas e ainda vão ganhar algum por conta dos impostos que não serão cobrados porque o "roubo" foi convertido em prejuízo.

No mesmo país onde as grandes superfícies são selvas de câmaras de vídeo e
seguranças, a CNVM e o Banco de Portugal fazem de virgens ofendidas como se as operações do Millennium fossem uma surpresa, como se nunca tivessem ouvido falar de off-shores ou da Operação Furacão. É exactamente o mesmo país cujo Procurador-geral recebeu em audiência o presidente do Millennium que lhe foi dar as boas-vindas, ninguém estranhando tanta cortesia entre o chefe da investigação criminal e o chefe de um banco sob suspeita. Não me admiraria nada que, por este andar, o chefe dos Super Dragões passe a visitar o Procurador-Geral para lhe cantar as Janeiras e desejar-lhe um bom
Ano Novo.

Mas o problema do Millennium está em vias de resolução para que seja reposta
a paz no mundo da alta finança, o presidente da CGD já se demitiu para poder transitar para o Millennium. Isto é, os grandes accionistas do Opus Banco, incluindo os beneficiados da opus-pouca-vergonha de Jardim Gonçalves, vão ser ressarcidos dos prejuízos. Com Santos Ferreira (por coincidência cunhado de António Guterres) o banco tem à sua frente a pessoa ideal pois o novo presidente conhece os cantos à casa do principal [concorrente do Millennium. E como se isso fosse pouco ainda leva consigo António Vara que, na CGD, tinha o pelouro do crédito às empresas. Estão reunidas as condições para o golpe do baú, não admira que pela primeira vez nos últimos dois anos haja paz entre a maioria dos accionistas, algo que nem a mão divina da Opus Dei tinha
conseguido.

Tudo normal? Claro, a liderança do Millennium tem todas as condições para
consolidar a liderança no mercado financeiro, agora que está na posse de todas as informações estratégicas da CGD, não admira que as suas acções tenham reagido em alta. Com tão boas acções até a Opus Dei ficou contente com a solução. Inside trading? Não, nem por isso pois tem a bênção de Sócrates, Constâncio e Carlos Tavares. Não admira que também tenha o apoio divino com a Opus Dei a orar e o Cardeal a dar a Bênção. O que diz Cavaco Silva? Não tem muito a dizer, os negócios do Millennium são antigos, até se fala da ida de Catroga, um dos seus íntimos, para a CGD, o mesmo Catroga que
era ministro das Finanças no tempo da privatização do BPA, o mesmo que foi
parar ao Millennium.

E por falar em CGD, além do nome de Catroga, um homem de Cavaco, fala-se de
Manuel Pinho, um homem de Sócrates e do BES, o mesmo BES que tem alguns
negócios com o banco público, em tempos até participou numa tentativa de
compra manhosa da GALP, em que esta era adquirida pela Carlyle, por intermédio de amigos portugueses (entre os quais a Fundação Mário Soares), com dinheiro que seria da CGD, como Louçã denunciou na AR. Nesse tempo era primeiro-ministro Durão Barroso, um amigo do BES.

O velho patriaca do BES costumava dizer que este banco "é como as putas,
está sempre ao lado do poder". Começa a ser difícil distinguir entre putas e poder, já não sei se é o poder que escolhe as putas ou se são as putas que escolhem o poder. No meio deste bordel já começa a ser difícil distinguir se os que têm dinheiro são banqueiros, putas ou os filhos das ditas.

Fez muito bem o tribunal que se entreteve a julgar a velhota acusada de ter
roubado um creme de beleza no valor de 3,99 euros ao Lidl. Para além de dever saber que estes cremes não dão beleza a ninguém, muito menos a rugas com 76 anos, com esta idade já devia ter aprendido que se roubar um papo seco vai presa, mas se roubar duzentos milhões de euros passa a fazer parte do jet set, ninguém lhe olha para as rugas e, se o Procurador-Geral não tiver uma agenda muito preenchida, ainda pode ir beber um chá ao Palácio de Palmela."
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Valdez
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Dom 6 Jan - 21:34:35

Caro(a) cidadão(ã)




Acabou de receber no seu e-mail o primeiro número da newsletter de informação A VERDADE. Para uma melhor compreensão da motivação e oportunidade da edição e distribuição desta newsletter, vou começar por contar uma pequena estória:



A VISITA AO MUSEU



Encontravam-se um dia um alemão, um francês, um inglês e um português de visita ao museu, quando se depararam com um quadro representando Adão e Eva no paraíso. Atendendo estarem a contemplar o primeiro casal do qual descende toda a humanidade, envolveram-se numa discussão para determinarem qual deveria ser a nacionalidade dos dois. Num assomo de nacionalismo, cada um dos quatro tratou de reivindicar a nacionalidade do casal. Dizia então o alemão:

- Adão é musculado. Eva tem um porte atlético. Concerteza são desportistas, por isso só podem ser alemães!

- Mais non..! - contestou o francês.- O senhor é viril e a dama é sensual. Nota-se que estão para se envolver os dois. Toujour l'amour. Só podem ser franceses!

- Escuse me! - disse o inglês. - Têm semblante fleumático, o porte é aristocrático. De certeza são Lords, por isso só podem ser ingleses!

- Estão todos enganados. Tenho a certeza absoluta que são portugueses! - afirmou convicto o português.

- Como assim? - retorquiram os outros três.

- É fácil de ver: Estão nus e descalços, não têm casa, só têm uma maçã para comer, não protestam e ainda pensam que vivem no Paraíso, só podem mesmo ser portugueses!



Penso ser esta uma estória ilustrativa da vida actual dos nossos cidadãos. São explorados económicamente, maltratados pelos agentes do Estado, escarnecidos pelos políticos, desprezados pelos oligarcas, mas devido às sistemáticas operações de marketing, propaganda, manipulação dos media e contra informação efectuada pelos políticos, parte da população ainda anda satisfeita porque julga viver num cantinho do céu. Como diz o ditado popular, pobretes mas alegretes.

Contudo, nem todos andam satisfeitos. Para os mais atentos à situação social deste país o estado de espírito é de revolta pela situação degradante em que as suas vidas caíram. É neste momento evidente para essa franja mais atenta e desfavorecida da população que foi criado em Portugal um grande laço que está a estrangular a carteira e principalmente o cérebro dos portugueses. Caso nada seja feito para o contrariar, Portugal caminha a passos largos para um regime totalitário de pensamento único, infestado de bufos e delactores sempre prontos a denunciar os contestatários às autoridades, onde os ingénuos serão manipulados com operações de marketing, os discordantes serão descredibilizados com manobras de contra-informação nos media, os recalcitrantes serão perseguidos até deixarem de reclamar, e práticamente todos os cidadãos irão perder a liberdade de pensamento, expressão e actuação, têm deveres, mas deixaram de ter direitos. Isto é uma realidade que neste momento ainda não é apercebida por todos. Muitos dos desatentos e inconscientes só se irão aperceber do que está a suceder quando começarem eles próprios a sofrer arbitrariedades na pele.

Esta newsletter pretende ser uma voz completamente livre e descomprometida em defesa dos direitos liberdades e garantias dos cidadãos deste país. É nosso objectivo denunciar e chamar a atenção para o que de mau se está a passar, alertando a opinião pública e mobilizando os cidadãos para a defesa da sua qualidade de vida antes que seja tarde de mais.

Agradeço por isso a todos os leitores que colaborem na sua divulgação, reencaminhando, imprimindo, fotocopiando e distribuindo esta newsletter pelo maior número possível de pessoas.

Agradeço também que me façam chegar as vossas opiniões e comentários quanto à oportunidade, utilidade, temática e conteúdo desta newsletter.

No caso de não pretenderem continuar a recebê-la basta informarem-me que o vosso endereço será retirado imediatamente dos destinatários.



Votos de um Bom 2008 para todos!



Lisboa, 01 de Janeiro de 2008



Manuel Rodrigues Cunha


--
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