MONARQUIA TRADICIONAL

Nós seremos livres, nosso rei será livre, nossas mãos nos libertarão
 
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Valdez
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MensagemAssunto: www.portugalclub.org   Qui 27 Set - 8:23:30

O Homem, o Político e o Partido


De: JVerdasca
O HOMEM, o POLÍTICO e o PARTIDO
(Conceitos, Preceitos e Defeitos)

O HOMEM
Definido como animal racional, o Homo Sapiens Sapiens antes fora animal irracional, de cujos atributos (instintos e impulsos) jamais se conseguiu libertar; daí que - infelizmente ainda em nossos dias - por vezes tais instintos e impulsos afloram e rapidamente agem, sem que o raciocínio - que nos confere aquele estatuto - se imponha, possibilitando, muitas vezes, a prática de actos falhos, erros, infracções, até mesmo crimes. São muitas as modalidades do instinto: de conservação que nos leva à reprodução, à busca de alimento, à construção do abrigo, à reação a ameaças à nossa vida ou segurança, e a tudo quanto ponha em risco a nossa existência. Quanto aos impulsos, estes muitas vezes levam-nos à prática de actos condenáveis, normalmente reacções a agressões ou ameaças de outrem, situações que não controlamos e cujas conseqüências muitas vezes lamentamos.

Somos seres ternários constituídos por matéria-energia, componente do nosso corpo físico; segue-se a mente- intelecto a que os filôsofos gregos já chamaram alma; mas - indiscutivelmente - possuimos uma ainda mal definida intuição mística, que instintivamente nos traz o conhecimento de e em certas situações e circunstâncias, qual ramo da consciência a que poderíamos chamar energia ou visão Espiritual. Somos seres vivos, e - como com todos acontece - nascemos, crescemos, atingimos o apogeu, envelhecemos e morremos, mas o que em nós morre são aparelhos e órgãos, uma vez que os nossos componentes pertença do infinitamente pequeno - Quarks, Iões, Protões, Electrões, Neutrões, Átomos, talvez Moléculas, que antes do nascimento se foram juntando para formar o ser vivo que em nós se tornou - regressam ao meio ambiente de onde provieram (Terra, água,ar, enfim, Universo), ficando livres para poder fazer parte de outros seres vivos, de outros corpos, de outros Homo.

Mas o Homo que Homem é - como tudo quanto habita a superfície terrestre - tem muitas deficiências, muitos pre-conceitos, muitas ambições, muitos defeitos, pois os deuses só habitam no Olimpo, e os homens superiores o são por suas virtudes, atributos apenas e sempre postos à disposição e em benefício da Humanidade, uma vez que apenas estes - E SÓ ESTES - compõem as chamadas ELITES, que jamais o serão apenas e só por seu Poder, por seu Saber, por seu Parecer e muito menos por seu Ter. Deste modo - e na falta cada vez mais grave de candidatos das verdadeiras elites MORAIS, para concorrer a POLÍTICOS de VERDADE (ao tempo de Péricles, a política era a arte e a ciência de governar), o mundo e os governos das Nações também cada vez mais se encontram nas mãos de interesseiros, de incapazes, de incompetentes, de desonestos, de arrivistas, de curiosos, até mesmo de criminosos, pois cada dia que passa é maior o número de aventureiros na Política.

O POLÍTICO
Aceitando para o político a definição de cidadão (?) que tem como profissão a prática da política --- muitas vezes confundida com a ambição de açambarcar o Poder Político, para - a partir dele - alcançar o Poder Econômico, a fama que o egocentrismo persegue, a bajulação que a vaidade almeja, e - em especial - a IMPUNIDADE que o mau carácter necessita --- o cidadão eleitor apenas nele pode enxergar um SERVIDOR, jamais um miraculoso malabarista que vais resolver TODOS OS SEUS PROBLEMAS, SATISFAZER SUAS NECESSIDADES e ou FACILITAR SUAS DESONESTAS AMBIÇÕES, pois foi assim que vingou o criminoso Hitler, o palhaço Mossulini, e mesmo o nosso quase clerical Salazar, aceitável não fosse a perseguição política a seus opositores, com as consequentes prisões, torturas e mortes da famigerada PIDE, no fundo responsabilidade do ditador maior. Eis, aqui, exemplos de três "políticos" cujos nomes ficaram na História da Humanidade para todo o sempre.

Se são poucos (ou nenhuns) os políticos sem mácula - porque afinal são homens, simples mortais - alguns houve e sempre haverá para quem a História foi e será compreensiva e, entre eles, muitos chefes militares, cujas "virtudes" mais visíveis consistiram em vencer guerras, à custa de miséria, fome, destruição e morte, caso de Napoleão, que atraíu multidões de mercenários de toda a Europa liberando-os para o SAQUE, cujas conseqüências que ainda hoje se podem verificar nos orifícios feitos por eles - à altura da cabeça - nos túmulos de nosos maiores, onde esses saqueadores buscavam o ouro dos dentes e outros presentes!!!. E --- se na Idade Média o Conselho dos Homens Bons - veneráveis idosos sábios e honestos - governava e dirigia a administração e a justiça nos municípios independentes então designados repúbricas da velha lusitânia ---estamos quase chegando ao ponto de OS POLÍTICOS das actuais "democracias" conseguirem SUGAR todo o PIB de seus governados, com suas gratificações, seus furtos, suas mordomias, suas viagens, seus luxos, suas irresponsabilidades.

O PARTIDO
Quais pastores e outros atores de seitas "religiosas" que - ao contrário do que a História nos relata de Jesus Cristo - hoje vivem no luxo e na esbanja, à custa da miséria de muitos de seus crentes - hoje muitos partidos praticam uma feroz luta pelo Poder, inclusive no seu interior, como aconteceu no do PM, e agora está acontecendo na oposição, por vezes desleal e fratricida, mas sempre a serviço de uma ambição desmedida, de um louco ego, de uma vaidade sem limites, de uma sobranceria sem classificação, e por vezes, de uma irresponsabilidade sem punição. Lamentavelmente, nestes tristes tempos, a maior parte das pessoas de bem foge das agremiações políticas como o Diabo da Cruz, por não se sentir bem nesses ambientes, por não quererem sem companheiras do pessoal dos apitos e outros delitos, para não pactuarem com obras superfaturadas, com concorrências fraudulentas, com pontes inacabadas, e com contas fedorentas, como acontece um pouco por todo o Portugal, para não falar do Senado brasileiro.

Não há dúvidas de que o Mundo está em crise, que se agrava dia-a-dia com a crise de ozono, a miséria e a fome, o crime e a violência, a injustiça e a indecência, a sida e a doença, crise que PODERIA ser encarada, se a Humanidade tomasse consciência desta gravidade, e decididamente a enfrentasse, começando por dispensar prerrogativas injustas, gastos supérfluos, mordomias ofensivas, vaidades idiotas, exigências tontas, ribaltas insultuosas, exibições untuosas, e muitas outras extravagâncias imbecis, onde grande parte gasta o que não produz, furtando aos desgraçados o fruto do seu trabalho, do honesto labor, e do sofrido suor. MAS - para sermos construtivos, e responder a MFPINTO - gostaríamos de acreditar que o MUNDO tem SOLUÇÃO, bastando - para tanto - que CIDADÃS e CIDADÃOS assumam de vez o seu papel, trabalhando para dispensar esmolas, rechaçando a tentativa de os maus chegarem ao Poder, fiscalizando o exercício do mesmo, e, ESPECILMENTE, EXIGINDO PUNIÇÃO EXEMPLAR PARA TODA A ESPÉCIE de VIGARISTAS, LADRÕES e CRIMINOSOS.

Cordialmente, JVerdasca
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Sex 28 Set - 9:21:03

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Vale a pena ler texto sobre divida externa de 2003 a 2004 passou de 13 para 250 mil milhões de dollars....alguém anda a encher os bolsitos e à grande, cada português já deve 25.000USD à banca estrangeira...e ainda há por ai uns palermas a pensar que isto é nosso!
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MensagemAssunto: www.portugalclub.org   Seg 1 Out - 9:30:56

"trapalhadas" do PS e de José Sócrates


As conversas telefónicas que o semanário "Sol" publicou, no passado Sábado ,são mais uma razão para ser revogado o regime de publicação das conversas telefónicas , escutadas nos vários processos.A publicação tem de ser livre, porque é do interesse público.

O Poder, o arco PS/PSD/CDS, movimenta-se subterraneamente, ao sabor dos interesses das lojas maçónicas ,umas vezes ,e da Opus Dei outras. No fundo, jogos de poder.

O jornal "O Sol" teve a coragem de as publicar e desmascarar José Sócrates, mais Paulo Portas, mais Rui Pereira.

Há uma outra situação preocupante. Parece que o Ministro da Administração Interna está a castigar o Juiz Dr. Carlos Alexandre ,juiz de instrução do Tribunal Central de Instrução Criminal, que validou as escutas, que ordenou as buscas.

O Juiz Carlos Alexandre sofreu um "assalto" na sua casa, facto noticiado no jornal Expresso da passada semana. Terá pedido protecção, a cargo da PSP, mas o Ministério da Administração Interna, atavés da sua longa mão na PSP, não lhe terá disponibilizado segurança pessoal.

Estive no Tribunal da Boa Hora, na passada sexta-feira e o caso é comentado entre advogados e outros, grassando a revolta pela prepotência, dizem.

Se for verdade que Rui Pereira, enquanto Ministro da Administração Interna está a prejudicar e a pôr a vida ,e a liberdade do Juiz Carlos Alexandre em perigo, não lhe atribuíndo segurança pessoal - ao contrário do que acontece com a Drª Ana Peres do caso Casa Pia e do próprio "Bibi" - então as coisas são muitissimo graves.

O Juiz Carlos Alexandre é só o equivalente português ao juiz Baltazar Garçon, em Espanha.

Tem a ser cargo, como juiz de instrução, os processsos "Furacão", "Portucale", "Burla às OGFE envolvendo militares , incluindo oficiais generais portugueses , polacos e bitânicos", entre outros, que mexem com o Poder.

O Poder estará a apertar o juiz Carlos Alexandre, negando-lhe segurança pessoal, condições de trabalho.

Quem como eu luta contra a corrupção, o tráfico de influências, o amiguismo e a cunha, só pode ficar preocupado.E revoltado.

O Ministro Rui Pereira tem de agir na prossecução do interesse público. Não pode interferir no Poder Judicial ,nem directa nem indirectamente.E como diz o Povo "há muitas maneiras de matar moscas ".

O Presidente da República tem de tomar uma posição sobre esta questão e nós devemos denunciá-la, sem medos, sem constrangimentos.

Porque se o MAI não proporcionar ao juiz Dr. Carlos Alexandre as condições para ele se sentir livre e seguro no seu trabalho, há uma inversão total dos valores.

Um ataque ao Estado de Direito e à Liberdade da Justiça actuar.

Se acontecer alguma coisa ao Dr. Carlos Alexandre ,alguém vai ter de ser responsabilizado.
Os jogos das lojas maçónicas - verdadeiros centros de emprego e tráfico de influência, como se vê das escutas publicadas pelo "Sol" - são os principais agentes do marasmo que é Portugal. José Maria Martins

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MensagemAssunto: anedota   Seg 1 Out - 15:00:36

Um homem andava desejoso de fazer uma tatuagem. Certo dia decidiu-se e
foi à casa de tatuagens.
Chegando lá, dirige-se ao tatuador e diz-lhe:
- Queria fazer uma tatuagem de uma nota de cinquenta euros no sexo!
O tatuador responde:
- Você está é maluco! Você nem imagina as dores que vai sentir.
- Mas eu quero! Faça lá a tatuagem, eu não me importo das dores. - responde
o homem.
O homem tanto insistiu que o tatuador acabou por concordar. Mas, antes de
começar este pergunta:
- Mas para quê é que o senhor quer o raio da tatuagem da nota de cinquenta euros no sexo?
- Olhe! - diz o homem - Dou-lhe três razões:
Primeiro: eu sou empresário e gosto de ver o dinheiro a crescer!
Segundo: a minha mulher é banqueira e gosta de ver o dinheiro a entrar e a sair!
Terceiro: o raio da minha amante, chupa-me o dinheiro todo!_
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Ter 2 Out - 20:03:22

Gonçalo Amaral deixa de liderar investifgações ao caso
Maddie: coordenador da PJ de Portimão demitido após críticas à polícia inglesa
02.10.2007 - 17h18 PUBLICO.PT

Gonçalo Amaral, coordenador da Polícia Judiciária de Portimão, foi demitido esta tarde, depois de ter criticado os investigadores da polícia inglesa que colaboram nas investigações ao desaparecimento de Madeleine McCann, confirmou o PÚBLICO.
O despacho a pôr termo à comissão de serviço foi assinado hoje pela Direcção Nacional da PJ, horas depois de o “Diário de Notícias” ter publicado declarações do responsável, em que este acusava os investigadores britânicos de estarem a investigar “unicamente” o que convinha aos pais da criança britânica.

Gonçalo Amaral, que liderava as investigações desde o desaparecimento da criança, a 3 de Maio, deverá regressar à Directoria de Faro da PJ, adianta o “Expresso” online.

A SIC Notícias adianta que a Direcção Nacional da PJ deverá pronunciar-se ainda hoje sobre o caso.

Nas declarações ao “DN”, o coordenador do Departamento de Investigação Criminal de Portimão afirmava que “a polícia britânica tem estado unicamente a trabalhar sobre aquilo que o casal McCann pretende e lhe convém”.

Gonçalo Amaral acusou ainda os colegas de ingleses de estarem a “investigar dicas e informações criadas e trabalhadas pelos McCann, esquecendo-se que o casal é suspeito da morte da sua filha".

O responsável comentava uma notícia publicada ontem em vários jornais britânicos, dando conta de um email anónimo enviado para o site oficial do príncipe Carlos que acusa uma ex-empregada do The Ocean Club, empreendimento de onde desapareceu a criança de quatro anos, de ter raptado a menina por vingança.

Gonçalo Amaral disse que tal informação não "tem qualquer credibilidade para a polícia portuguesa", estando "completamente posta de parte".

Já esta tarde, confrontado pelos jornalistas, o ministro da Justiça, Alberto Costa, garantiu que existe uma "cooperação profícua" entre a PJ e os investigadores britânicos, sublinhando que do lado português tudo seria feito para manter o bom relacionamento. "É preciso centrarmo-nos no trabalho e não no comentário", acrescentou.
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MensagemAssunto: Às vezes também diz verdades.....   Qua 3 Out - 10:28:45

SENHORES DEPUTADOS, É VERDADE?










SENHORES DEPUTADOS, É VERDADE?







de: Manuel Monteiro



É verdade que os pedófilos serão beneficiados com as mais recentes alterações na legislação penal? É verdade que o folclore vivido em torno das prisões preventivas, mais não foi do que uma hábil forma de desviar as atenções dos cidadãos para que este assunto não fosse abordado? É verdade?



É verdade senhores deputados que votaram a nova lei? Será que chegámos ao cúmulo de viver num País onde se votam diplomas para branquear situações e ilibar culpados? É verdade? Será que existem políticos de tal modo comprometidos com actos imorais e corruptos, ao ponto da Assembleia da República ter tais atitudes? E se não é verdade porque se cala a Assembleia face à suspeita que vem sendo levantada? Os deputados não ouviram Marcelo Rebelo de Sousa, na RTP? E não respondem? Não há uma honra a ser defendida? O que se passa senhores deputados? De que têm medo?

Eu sou um assumido republicano, amante da liberdade. Conservador convicto, é certo, patriota sem qualquer hesitação, mas sempre um acérrimo defensor dos valores da igualdade perante a lei e da justiça. E por isso tenho uma imensa tristeza perante a galopante agonia da Democracia. A democracia está efectivamente em estado de agonia e por este andar entrará em coma, sem que ninguém, ou poucos, com isso se ralem.

Há quem diga que este é nosso destino, o nosso fado, e que noutras e em semelhantes circunstâncias já vivemos. A democracia, proclamam alguns, casa mal com o nosso país. Terá sido assim na monarquia constitucional, até à revolução do 5 de Outubro; foi assim entre 1910 e a revolução do 28 de Maio e agora, não fora a pertença à União Europeia, tudo apontaria para um possível golpe de Estado que trouxesse ordem na desordem evidente do regime, provocada pela óbvia falência do actual sistema de governo.

Todavia por muitas e intranquilas afirmações que se façam, nada muda. Tudo permanece na quietude, interrompida aqui e ali por bravas e acaloradas discussões de café que nunca passam do local onde se travam. Os portugueses protestam, mas não reagem; queixam-se, mas não agem; refilam muito, mas só dão tiros de pólvora seca. Tenho pena que não exista hoje um Camilo Castelo Branco ou um Francisco Sousa Tavares, homens destemidos que não poupariam os medíocres, não seriam dóceis com os corruptos, não deixariam de denunciar o que há de pior na nossa sociedade. Na política, mas também na civil. E tenho pena, muita pena, que os estudantes e os seus dirigentes (ainda existem?), tenham desistido de ser a consciência crítica da Nação e virado as costas à luta por um Estado justo, solidário, livre. E ainda continuo a ter pena, que as vozes verdadeiramente rebeldes e sábias da Universidade se tenham deixado ultrapassar pelos eunucos do sistema, pelos burocratas de pacotilha, pelos mestres e doutores de aviário feitos tantas e tantas vezes à pressão.

Poderei ficar por aqui? Não e neste não vai uma pergunta para mim próprio: que fazer? Que fazer, quando os livres estão prisioneiros dum ordenado ao fim do mês, indispensável para o pagamento das múltiplas prestações; que fazer, quando os inteligentes e cultos, ameaçados pelos néscios e amedrontados com a possível perda do seu emprego, se quedam pelo silêncio ou pelo isolamento; que fazer, quando as “massas” estão cada vez mais fossilizadas e embrutecidas, apesar dos estéreis diplomas de licenciatura, que em grau crescente vão ostentando; que fazer, quando o povo que é povo se acovarda e simplesmente não vota ou votando continua a escolher sempre os mesmos; que fazer, quando os dirigentes, que deveriam ser escol do escol, mais não são do que figurantes maus, impreparados, rebanho de qualquer pastor que garanta pasto farto; que fazer, quando o ouro, a prata e até o bronze parecem ter desaparecido e nos surge apenas a fancaria; que fazer, quando os generais são substituídos pelos sargentos e os comandantes ultrapassados pelos cabos de esquadra. Que fazer senhores? Conspirar para uma nova revolução? Engrossar o coro dos aflitos e participar na coluna dos que diariamente se lamentam? Desistir? Recuar? Passar à “clandestinidade”, no combate a um sistema em que não acredito? Ainda não sei! Desde há muitos anos que luto por ideias e me mantenho leal a princípios políticos. Em nome dessa luta fui dirigente associativo, presidente da Juventude Centrista, deputado do CDS, presidente do CDS, fundador e presidente do Partido Popular, fundador do Partido da Nova Democracia. Ainda em nome dessas ideias, as minhas ideias, e desses princípios políticos, os meus princípios políticos, recusei cargos, ministérios, honrarias, mordomias. Não estou arrependido de nada, mas estou francamente preocupado com o desinteresse das pessoas e choca-me que a ditadura dos empréstimos bancários, as tenha castrado e mentalmente aprisionado.

Os políticos mais não são do que o resultado da vontade dos que votam e o testemunho directo dos que se abstêm. Criticar apenas os políticos e isentar o Povo das suas responsabilidades, não está mais nas minhas intenções. Em nome da Liberdade, da minha liberdade, e da lealdade que quero continuar a ter por Portugal.
Manuel Monteiro
Lisboa, 26 de Setembro de 2007
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MensagemAssunto: O negócio do medo   Qua 10 Out - 13:19:08

O negócio do medo
>> > >
>> > > Tamiflu, Bush, Donald Ramsfeld e o negócio do medo.
>> > >
>> > > Extracto do editorial do nº 18 (Abril 2006) da revista
>>DSALUD (
>> > > www.dsalud.com)
>> > >
>> > > a.. Sabia que o vírus da gripe das aves foi descoberto há
>>9 anos
>> > > no
>> > > Vietnam?
>> > > b.. Sabia que desde então morreram apenas 100 pessoas em
>>todo o
>>mundo
>> > > durante estes 9 anos (menos do que com qualquer outra doença
>>conhecida)?
>> > > c.. Sabia que os americanos foram quem informou da
>>eficácia do
>>TAMIFLU
>> >
>> > > (antiviral humano) como preventivo?
>> > > d.. Sabia que o TAMIFLU apenas alivia alguns sintomas da
>>gripe
>>comum?
>> > > e.. Sabia que a sua eficácia no tratamento da gripe comum
>>está a
>> > > ser
>> > > questionada por grande parte da comunidade científica?
>> > > f.. Sabia que perante um suposto vírus mutante como o H5N1
>>o TAMIFLU
>> > > apenas aliviará alguns sintomas?
>> > > g.. Sabia que a gripe das aves até ao momento apenas
>>afecta as aves
>>e
>> > > seres humanos em contacto muito directo e continuado com elas?
>> > > h.. Sabia que quem comercializa o TAMIFLU são os
>>Laboratórios ROCHE?
>> > > i.. Sabia que a ROCHE comprou em 1996 a patente do TAMIFLU
>>à GILEAD
>> > > SCIENCES INC.?
>> > > j.. Sabia que o presidente da GILEAD SCIENCES INC. e seu
>>principal
>> > > accionista era DONALD RAMSFELD?
>> > > k.. Sabia que DONALD RAMSFELD é o actual Secretário da
>>Defesa norte
>> > > americana?
>> > > l.. Sabia que a principal base do TAMIFLU é o anis
>>estrelado?
>> > > m.. Sabia que quem detém 90% da produção desta árvore é a
>>ROCHE?
>> > > n.. Sabia que as vendas do TAMIFLU passaram de 254 milhões
>>em 2004
>> > > para mais de 1.000 milhões em 2005?
>> > > o.. Sabe quantos milhões mais pode ganhar a ROCHE e os
>>mercenários
>>da
>> > > administração Bush nos próximos meses se continuar este
>>negócio do medo?
>> > >
>> > >
>> > > Ou seja, o resumo do negócio é o seguinte: os amigos do sr.
>>Bush
>> > > decidem
>> >
>> > > que um fármaco como o TAMIFLU é a solução para uma pandemia
>>que ainda
>> > > não
>> > > ocorreu e que causou 100 mortos no mundo inteiro desde há 9
>>anos. Este
>> > > fármaco não cura nem sequer a gripe comum. O vírus actual não
>>afecta o
>>ser
>> >
>> > > humano em condições normais. Ramsfeld vende a patente do
>>TAMIFLU à
>> > > ROCHE e
>> >
>> > > esta paga-lhe uma verdadeira fortuna. A ROCHE adquire 90% da
>>produção
>> > > do
>> > > anis estrelado que é a base do antiviral. Os governos de todo
>>o mundo
>> > > ameaçam com uma pandemia e compram à ROCHE quantidades
>>industriais desse
>> > > produto. Nós acabamos por pagar o medicamento e Ramsfeld,
>>Cheney e Bush
>> > > fazem um belo negócio...
>> > >
>> > > ESTAMOS LOUCOS, OU SOMOS TODOS IDIOTAS?
>> > >
>> > > Ao menos reencaminhe este documento para que mais gente
>>saiba....
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qui 11 Out - 17:14:50

Sócrates o ditador

por António Barreto



A saída de António Costa para a Câmara de Lisboa pode ser interpretada de muitas maneiras. Mas, se as intenções podem ser interessantes, os resultados é que contam.

Entre estes, está o facto de o candidato à Autarquia se ter afastado do Governo e do Partido, o que deixa Sócrates praticamente sozinho à frente de um e de outro. Único senhor a bordo tem um mestre e uma inspiração. Com Guterres, o primeiro-ministro aprendeu a ambição pessoal, mas, contra ele, percebeu que a indecisão pode ser fatal.

A ponto de, com zelo, se exceder: prefere decidir mal, mas rapidamente, do que adiar para estudar. Em Cavaco, colheu o desdém pelo seu partido. Com os dois e com a sua própria intuição autoritária, compreendeu que se pode governar sem políticos.

Onde estão os políticos socialistas? Aqueles que conhecemos, cujas ideias pesaram alguma coisa e que são responsáveis pelo seu passado? Uns saneados, outros afastados. Uns reformaram-se da política, outros foram encostados. Uns foram promovidos ao céu, outros mudaram de profissão. Uns foram viajar, outros ganhar dinheiro. Uns desapareceram sem deixar vestígios, outros estão empregados nas empresas que dependem do Governo.

Manuel Alegre resiste, mas já não conta.

Medeiros Ferreira ensina e escreve. Jaime Gama preside sem poderes. João Cravinho emigrou. Jorge Coelho está a milhas de distância e vai dizendo, sem convicção, que o socialismo ainda existe. António Vitorino, eterno desejado, exerce a sua profissão. Almeida Santos justifica tudo. Freitas do Amaral reformou-se. Alberto Martins apagou-se. Mário Soares ocupa-se da globalização. Carlos César limitou-se definitivamente aos Açores. João Soares espera. Helena Roseta foi à sua vida independente. Os grandes autarcas do partido estão reduzidos à insignificância. O Grupo Parlamentar parece um jardim-escola sedado. Os sindicalistas quase não existem. O actual pensamento dos socialistas resume-se a uma lengalenga pragmática, justificativa e repetitiva sobre a inevitabilidade do governo e da luta contra o défice. O ideário contemporâneo dos socialistas portugueses é mais silencioso do que a meditação budista. Ainda por cima, Sócrates percebeu depressa que nunca o sentimento público esteve, como hoje, tão adverso e tão farto da política e dos políticos. Sem hesitar, apanhou a onda.

Desengane-se quem pensa que as gafes dos ministros incomodam Sócrates. Não mais do que picadas de mosquito. As gafes entretêm a opinião, mobilizam a imprensa, distraem a oposição e ocupam o Parlamento. Mas nada de essencial está em causa. Os disparates de Manuel Pinho fazem rir toda a gente. As tontarias e a prestidigitação estatística de Mário Lino são pura diversão. E não se pense que a irrelevância da maior parte dos ministros, que nada têm a dizer para além dos seus assuntos técnicos, perturba o primeiro-ministro. É assim que ele os quer, como se fossem directores-gerais. Só o problema da Universidade Independente e dos seus diplomas o incomodou realmente. Mas tratava-se, politicamente, de questão menor. Percebeu que as suas fragilidades podiam ser expostas e que nem tudo estava sob controlo. Mas nada de semelhante se repetirá.

O estilo de Sócrates consolida-se. Autoritário. Crispado. Despótico. Irritado. Enervado.

Detesta ser contrariado. Não admite perguntas que não estavam previstas. Pretende saber, sobre as pessoas, o que há para saber. Deseja ter tudo quanto vive sob controlo.

Tem os seus sermões preparados todos os dias. Só ele faz política, ajudado por uma máquina poderosa de recolha de informações, de manipulação da imprensa, de propaganda e de encenação. O verdadeiro Sócrates está presente nos novos bilhetes de identidade, nas tentativas de Augusto Santos Silva de tutelar a imprensa livre, na teimosia descabelada de Mário Lino, na concentração das polícias sob seu mando e no processo que o Ministério da Educação abriu contra um funcionário que se exprimiu em privado. O estilo de Sócrates está vivo, por inteiro, no ambiente que se vive, feito já de medo e apreensão. A austeridade administrativa e orçamental ameaça a tranquilidade de cidadãos que sentem que a sua liberdade de expressão pode ser onerosa. A imprensa sabe o que tem de pagar para aceder à informação. As empresas conhecem as iras do Governo e fazem as contas ao que têm de fazer para ter acesso aos fundos e às autorizações.

Sem partido que o incomode, sem ministros politicamente competentes e sem oposição à altura, Sócrates trata de si. Rodeado de adjuntos dispostos a tudo e com a benevolência de alguns interesses económicos, Sócrates governa. Com uma maioria dócil, uma oposição desorientada e um rol de secretários de Estado zelosos, ocupa eficientemente, como nunca nas últimas décadas, a Administração Pública e os cargos dirigentes do Estado. Nomeia e saneia a bel-prazer. Há quem diga que o vamos ter durante mais uns anos. É possível. Mas não é boa notícia. É sinal da impotência da oposição. De incompetência da sociedade. De fraqueza das organizações. E da falta de carinho dos portugueses pela liberdade.»


António Barreto faz o retrato de Sócrates
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Sex 12 Out - 23:33:57

http://sol.sapo.pt/blogs/brutus/default.aspx .


A PODRIDÃO NO "PAÍS DAS MARAVILHAS"


1. Desde há meses que este blog se vem atrevendo a criticar decisões do Governo, da Oposição, da Assembleia da República e dos Tribunais, sempre fundadamente, pois aqui não se critica por criticar e prova disso é que, as mais das vezes, são apresentadas contrapropostas ou sugestões, se bem que, em geral, as mesmas vão caindo em "saco roto". Apesar disso, não desistimos de exercer a cidadania plena e vamos insistir. E hoje nem o Sr. PR Cavaco Silva vai escapar, pois como garante constitucional das instituições democráticas portuguesas não pode mais ficar a "assobiar para o lado".

Vem isto a propósito de várias notícias, surgidas desde o fim-de-semana até hoje (10/10), susceptíveis de abalar o nosso Estado de direito democrático e perante as quais urge intervir civicamente, já que são a sequência de um ataque programado a que o Governo vem sujeitando muitos e honrados profissionais – Magistrados, Militares, Polícias, Professores, etc - sem prejuízo de se admitir que entre eles existem alguns maus profissionais, pois é inadmissível o ataque generalizado de Sócrates & Companhia.

Como não nos bastava o Sr. PM andar a fingir que distribui computadores pelas escolas, quando na verdade faz propaganda à TMN e os vende a prestações (como faz a FNAC e qualquer supermercado) e a tentar desmentir o indesmentível quanto ao desemprego, que já bateu todos os recordes (taxa de 8,3%, colocando-nos como o 3º país pior da Europa, ultrapassando pela primeira vez a Espanha), chegaram-nos agora os maiores e mais cínicos ataques aos direitos, liberdades e garantias, como já não se via desde Salazar. Eu explico.

2. A esmagadora maioria dos juristas já se apercebeu que as recentes alterações ao Códº Penal e ao Códº Procº Penal, são um autêntico bloqueio à investigação dos crimes mais graves e complexos e um autêntico bónus de benefícios aos arguidos com mais posses, que podem pagar a bons Advogados para exactamente "paralisar" os processos, mas, pior, à parte algumas inovações positivas, temos, por exemplo, a possibilidade de ser considerado um só crime continuado se a vítima de agressões, físicas ou sexuais, for a mesma pessoa, o que nos leva a crer que tal alteração à parte final do artº 30º do Cº Penal foi feita de "encomenda" para o chamado processo "Casa Pia", permitindo aos arguidos que molestaram várias vezes a mesma criança ser apenas condenados por 1 só crime. Até agora ninguém pediu explicações nem exigiu a alteração imediata desta e doutras "benesses" penais a Sócrates, Rui Pereira (actual MAI e autor principal das alterações) e aos deputados do PS e do PSD (em parte) que votaram a favor, nem ao Sr. PR que promulgou os diplomas. Porquê?

Disto se apercebeu uma corajosa mulher, Catalina Pestana, que na 1ª parte de uma entrevista ao "Sol" de 5/10 o denunciou e foi até mais longe, dizendo: "Hoje eu sei que no tribunal de Monsanto [onde está a ser julgado o processo Casa Pia] está apenas a guarda avançada - o grosso da coluna está cá fora. Não tenho dúvida nenhuma de que ainda existem abusadores internos na Casa Pia. E tenho fortes suspeitas de que redes externas continuam a usar miúdos para abusos sexuais… ".

Curiosamente, a mesma denunciou a continuação destes crimes contra casapianos em 10.5.06 e no dia seguinte foi demitida pelo actual Governo de Provedora da Casa Pia. E ninguém pede explicações?

3. Mais, o ex-deputado do PS, João Cravinho declarou à Visão: " Penso que [a corrupção] é um fenómeno grave, extenso e sem mecanismos de contenção. Alguns dos meus camaradas não são dessa opinião. Foi dos maiores choques da minha vida ver que aquela matéria causava um profundo mal-estar, era como um corpo estranho no corpo ético do PS... ". Os corruptos pelos vistos podem ficar descansados!

Mais ainda, José Rodrigues dos Santos, declarou à revista do "Público": "Na minha experiência, os governos contactam as administrações e depois estas passam, ou não, os recados. Ver o poder interferir despudoradamente na informação como eu vi é algo que desmotiva ". E ninguém investiga estas violações à liberdade de informação? Deve ter sido por o novo Estatuto do Jornalista imposto pelo actual Governo permitir que a RTP (e não só) seja o que é!

Até que, foi noticiado que 2 polícias "à civil" entraram na sede do Sind. Professores da Região Centro, na Covilhã, levando dois documentos de informação referentes à acção de protesto marcada para hoje naquela cidade, onde estará o PM, de visita à Escola Secundária Frei Heitor Pinto. O SPRC considerou, em comunicado, que se tratou de uma "acção de características pidescas" e que justifica a apresentação de queixa sobre "esta violação dos direitos democráticos". Ainda ontem, o ministro Rui Pereira (MAI) ordenou que fosse instaurado um processo de averiguações para apurar os factos ocorridos.

Ora, o mais caricato é aquele ministro dizer que vai levantar um inquérito à acção da PSP, como se esta polícia não fosse tutelada por ele e não actuasse sob as ordens da hierarquia, que a ele reporta! Esta ataque à liberdade sindical, pela qual eu e tantos outros lutámos antes e depois do 25 de Abril é inqualificável! Só o Salazar tinha tanto cinismo!

4. Tudo quanto antecede ou são violações grosseiras directas de direitos fundamentais ou são uma inadmissível tentativa de condicionamento e intimidação ao exercício de direitos fundamentais. Este Governo passou das marcas e eu não vou ficar por meias palavras, até por ser evidente que temos aí uma"nova Pide", bem mais sofisticada.

Por muito menos, e eu estou à vontade por nunca o ter apoiado, foi demitido Santana Lopes. Não vale a pena estar com paninhos quentes: 1) Os abusos na Casa Pia continuam e os criminosos saem beneficiados com os novos CP e CPP; 2) A corrupção está para durar e parece que ninguém verdadeiramente se importa; 3) A independência da RTP é uma ficção; 4) Os direitos fundamentais dos cidadãos são constantemente violados e agora até a liberdade sindical está à mercê da "nova Pide". E para isto só há 2 alternativas: continuar a assobiar para o ar ou agirmos a favor da saúde do regime e da nossa democracia.

Pelo muito mal que já fizeram muitos ministros, desde o da Economia até à da Educação, passando pelo da Saúde, temos agora este "esperto" da Administração Interna, alicerçado nas mentiras e manipulações constantes do Sr. PM.

Chega! Fora com Sócrates e demais desgovernantes, pois o país tem de sobreviver! Senhor Presidente da República: tenha a coragem que o seu antecessor teve e demita o Governo! Se o não fizer até ao Natal (estou a pensar na presidência portuguesa da EU) perco-lhe o respeito e passarei a tratá-lo como "Pôncio Pilatos", com todo o desdém.
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MensagemAssunto: Petição pelos artistas   Sab 13 Out - 9:11:16

Caros Colegas e Amigos,> Durante anos esperámos por uma Lei para o
Estatuto do Artista, e finalmente ela aí está (quase)!> No meio da
magnitude dos problemas de insegurança e precariedade, desemprego e
falta de protecção social que afectam os Profissionais do Espectáculo,
e a que o presentes diplomas em discussão (PS, PCP e BE) ensaiam uma
resposta, facilmente passariam despercebidas, para a maior parte das
pessoas, as catastróficas implicações do conteúdo do Artº.17 da
proposta do Governo.> Não só a GDA, como também muitos e muitos
Artistas, Actores, Músicos e Bailarinos lutaram ao longo de duas
décadas para por fim à cedência coerciva dos seus Direitos de
Propriedade Intelectual.> A Lei 50/2004 veio finalmente, no seu
Artº178, consagrar a Gestão Colectiva Necessária como a única forma de
garantir o livre, equilibrado e efectivo exercício dos nossos Direitos
individuais, utilizando um mecanismo de analogia com Directivas
europeias transpostas para a nossa legislação em 1997, o qual nunca
foi posto em causa do ponto de vista constitucional ou qualquer
outro.> O Governo vem agora, de forma algo cínica, à boleia das
carências da situação sócio-profissional dos Profissionais do
Espectáculo, ceder às pressões, nomeadamente das Televisões e
Operadores de Exploração de Conteúdos Digitais, impondo a regulação
dos nossos Direitos de Propriedade Intelectual através de Contrato de
Trabalho ou Instrumento de Regulação Colectiva, no sentido de reverter
as coisas para a situação anterior a 2004.> Leiam todo o texto
dirigido ao Presidente da A.R. se tiverem a paciência mas, pelo menos,
meditem na conclusão> e
ASSINEM A PETIÇÃO!!!>
http://www.PetitionOnline.com/N17132X/>
Vamos conseguir mais de 4.000 assinaturas!>
Grande Abraço,> Pedro Wallenstein
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Sab 13 Out - 22:34:46

Sócrates a tentar saber as previsões p'ras próximas eleições....


A vidente concentra-se, fecha os olhos e diz:
- Vejo o senhor a passar numa avenida, num carro aberto, e uma imensa
multidão acenando... (parece-me que na Covilhã não existem avenidas grandes)
Sócrates sorri e pergunta:
- Essa multidão está feliz?
- Sim, feliz como nunca!
- E eles correm atrás do carro?
- Sim, a toda a volta do carro. Os batedores têm dificuldades em abrir
caminho.
- Eles carregam bandeiras?
- Sim, bandeiras de Portugal, e faixas com palavras de esperança e de um
futuro muito melhor...
- Eles gritam, cantam?
- Gritam frases de esperança 'Agora sim!!! Agora vai melhorar!!!'
- E eu, como estou a reagir?
- Não dá p'ra ver.
- E porquê?
- Porque o caixão está lacrado...
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Ter 23 Out - 10:26:38

Monday, October 22, 2007 6:54 PM

AFINAL HÁ PENA DE MORTE



1. Temos vindo sucessivamente a saber que:

- A taxa de desemprego em Portugal atingiu 8,3%, que já é das maiores da Europa, ultrapassando pela 1ª vez a da Espanha;

- Existem no nosso país 2 milhões de pobres – 20% numa população residente de 10 milhões -, neles não se englobando os pobres envergonhados, que não querem que se saiba…

- Em 2008, segundo o Orçamento de Estado, os reformados com pensões superiores a 630€ vão pagar mais imposto sobre o rendimento, pois de contrário poderiam ficar “ricos”…

- O acordo obtido sobre o novo Tratado Europeu foi saudado pelo nosso PM José Sócrates, virando-se para Durão Barroso, com a expressão “…porreiro, pá!”;

- Viemos hoje a saber que, afinal, o referido Tratado, ainda que por formas ínvias, admite a pena de morte - vide artigo no “D.N.” de 22/10/07, intitulado Tratado reformador permite pena de morte, que todos podem e devem ler integralmente usando para o efeito o seguinte link:

http://dn.sapo.pt/2007/10/22/nacional/tratado_reformador_permite_pena_mort.html



- Ao contrário do que quase todos os partidos e personalidades políticas prometeram, tudo aponta que, dando o dito por não dito, não vão os portugueses poderem conhecer e pronunciar-se em referendo sobre o aludido Tratado, quiçá por forma a evitar “surpresas desagradáveis”.


2. Enfim, perante tudo isto e o mais que ficou pudicamente por dizer, considero oportuno conceder a palavra ao grande poeta popular António Aleixo:
Julgando um dever cumprir,
Sem descer no meu critério,
- Digo verdades a rir,
Aos que me mentem a sério!
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Ter 23 Out - 10:51:19

Alan Weisman, autor de "O Mundo sem nós"
"Devemos pensar em reduzir a população antes que a Natureza o faça"
Se nada fizermos para travar a explosão demográfica e a sobre-exploração dos recursos, bastarão algumas décadas para a Humanidade entrar em colapso.
Nelson Marques










15:35 | Segunda-feira, 22 de Out de 2007






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Ana Baião

Alan Weisman: "Estamos a causar a destruição de outras espécies, incluindo espécies que precisamos, e, por isso, não conseguiremos sobreviver"
Alan Weisman passou mais de três anos a viajar pelo mundo e a conversar com centenas de especialistas para responder a uma pergunta: como evoluiria o planeta se os humanos desaparecessem? A resposta está em "O Mundo sem nós", um livro tão fascinante quanto provocador que chega esta semana a Portugal com a chancela da "Estrela Polar".
De passagem pelo nosso país, a convite da APDC-Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações, onde participará, esta terça-feira no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, na conferência "As TIC ao serviço do ambiente", Weisman falou ao Expresso.
O que o levou a escrever este livro?
Há anos que escrevo sobre o Ambiente e cubro assuntos ambientais em todo o planeta. Estas são questões urgentes que as pessoas necessitam saber. Quando olhamos para a questão do aquecimento global, percebemos que os assuntos ambientais estão todos relacionados entre si. Há pormenores que podem ser muito deprimentes, muito assustadores para as pessoas. Muitas pessoas que precisam saber o que se está a passar no nosso planeta, não querem pegar num livro que descreve em detalhe esta crise ambiental global. Por isso, tenho andado à procura de uma forma de escrever sobre isso sem afugentar os leitores e também conquistando uma audiência mais vasta que as pessoas que já têm consciência ambiental.
Porque decidiu criar um cenário onde a Humanidade já tinha desaparecido?
O que fiz foi, em vez de escrever um livro que afugenta as pessoas porque elas, ao lerem-no, pensam "Oh, este é um livro que diz que se não mudarmos o que estamos a fazer vamos todos morrer", escrever um livro em que já estamos todos mortos. A partir daí, o planeta começa a recuperar sem nós. Como se desenvolveria o resto da Natureza sem a pressão que lhe impomos todos os dias? Como lidaria com as coisas que deixaríamos? Por exemplo, lançamos muito dióxido de carbono na atmosfera. Quanto tempo levaria a Natureza a reabsorver esse dióxido de carbono? E em relação aos químicos, plásticos e material radioactivo? Poderá a Natureza curar-se do que lhe fizemos? E todos os nossos edifícios, todas as nossas cidades? O que lhes aconteceria? Poderia a Natureza apagar todos os nossos vestígios? São perguntas como essas que o livro tenta responder. As pessoas podem olhar para o futuro sem se preocuparem com o que lhes vai acontecer. No livro, já estão todas mortas.
As suas conclusões são baseadas em factos científicos?
Todo o que está no livro resulta de uma apurada pesquisa. Foram quase três anos e meio de investigação, mas muita da pesquisa que fiz no passado foi útil. Visitei muitos lugares em todo o Mundo e falei com centenas de cientistas e pessoas. Perguntei-lhes o que aconteceria se todos desaparecêssemos subitamente.
De certa forma, essa viagem ao futuro é também um regresso a um passado sem humanos.
No livro, falo com muitos paleontólogos e paleoecologistas para perceber como o mundo era antes das pessoas. Fui, por exemplo, a África para perceber como as pessoas evoluíram e fui a outros continentes, como a América do Norte, para perceber que animais viveram aqui antes da chegada dos humanos. Existiam muitos mais animais grandes, com mais de uma tonelada, que desapareceram com a chegada dos humanos.
Que conclusão o surpreendeu mais?
Diria duas coisas. Em primeiro lugar, fiquei muito surpreendido por perceber que havia tanto plástico no Mundo. A maioria dos resíduos de plástico acaba rapidamente a boiar no mar, porque é muito leve. Porque não temos micróbios na Terra capazes de comer o plástico - pode demorar milhares ou centenas de milhares de anos até tal acontecer -, este é quebrado pela força do mar em pedaços mais pequenos, que são comidos por muitas criaturas marinhas. É algo que me preocupa muito. A segunda situação é muito reconfortante. A vida é extremamente resistente. Tem uma força enorme e surpreendente. Irá encontrar sempre uma forma de regressar, mesmo quando acontecerem coisas más. Não estou preocupado com o planeta, porque a vida na Terra já passou por várias extinções e depois de partirmos a vida voltará. Poderá é ser diferente do que vemos hoje.
Ou seja, há vida na Terra para lá dos humanos.
Há, mas isso não quer dizer que não tenhamos que cuidar melhor o planeta. Não escrevi este livro porque pense que as pessoas devam desaparecer. Acredito que pertencemos a este planeta como as outras espécies. Trabalhamos muito para nos desenvolver, mas crescemos demasiado e tornamo-nos tão poderosos que estamos desequilibrados em relação ao resto da Natureza. Estamos a causar a destruição de outras espécies, incluindo espécies que precisamos, e, por isso, não conseguiremos sobreviver. O que espero que os leitores vejam no meu livro é como o mundo recuperaria e seria bonito sem os humanos e, com isso, pensar se existe uma forma de ficarmos na Terra e deixar que o resto da Natureza floresça de novo para que tenhamos um ambiente mais saudável.
É uma questão para desenvolver num próximo livro?
Talvez. No final deste, levanto uma questão que tem a ver com o facto de, a cada quatro dias, haver mais um milhão de pessoas na Terra. Deixo o leitor pensar como seria o Mundo se não nos estivéssemos a reproduzir à velocidade que estamos. Sempre que, na história da Terra, uma espécie cresceu demasiado, a sua população entrou em colapso. Algumas espécies extinguiram-se por completo. Se os seres humanos continuarem a crescer da forma que estão a crescer, se atingirmos nove mil milhões de seres humanos a meio deste século, isso talvez seja demasiado e a nossa população entre em colapso. Acho que devemos pensar em reduzir a população antes que a Natureza o faça por nós.
Devemos estar preocupados com o fim da Humanidade?
Acho que toda a gente já está. Mesmo os mais egoístas sabem que estamos a usar demasiados recursos e a criar demasiada poluição. As pessoas estão hoje muito preocupadas com o aquecimento global, muito mais que há 10 anos. Estas ideias são hoje importantes para muita, muita gente. O livro tem sido um "best-seller" nos Estados Unidos, no Canadá e na Alemanha, e está agora a ser publicado em 27 línguas diferentes. Não é apenas um livro para ambientalistas e ecologistas. O facto de estar a vender tantas cópias é a prova que muita gente está atenta, não apenas as pessoas que amam as árvores e a Natureza.
Esperava este sucesso?
De certa forma. Não queria escrever mais um livro sobre o ambiente que apenas algumas pessoas lessem. Quis escrever um livro que fosse acessível a muita gente e que fosse, simultaneamente, um livro interessante de se ler e não afugentasse os leitores. Estou muito grato por isso ter sido conseguido.
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MensagemAssunto: Cartas condução   Dom 28 Out - 0:15:53

Revalidação das Cartas de Condução





Assunto: Revalidação das Cartas de Condução

O conteúdo desta informação foi uma completa surpresa para muita gente.

"Simplesmente" em 1 Janeiro 2008 deve ignorar o prazo constante da sua
carta de
condução e consultar o documento que vai em anexo, procurando a data
do seu nascimento e a correspondente data de revalidação do
título de condução, que deve respeitar "religiosamente".

Se deixar passar 2 anos do prazo de revalidação...
a carta de condução caduca de vez, e fica sem efeito !!!

Se isto acontecer e para tornar a poder conduzir é preciso efectuar
novo exame de código e novo exame de condução.

O Decreto-Lei está em:

http://www.anoreca.com/ficheiros_pdf/Dl_45_05.pdf
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MensagemAssunto: socrates   Seg 29 Out - 9:53:12

http://www.pictogame.com/game.php?game=dUPw41pdLdkG
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Seg 29 Out - 11:39:54

Um estágio em agro-ecologia com Emmanuel Rolland


Pelas 10h30m da manhã do dia 21 de Fevereiro, 4ª feira, chegamos a Chapelle d'Iff, a casa do Emmanuel Rolland.
A recepção foi calorosa. Recordações da última vez em que estivéramos ali e ainda alguns minutos de conversa sobre a viagem.
Depois o Emmanuel Rolland fez-nos seguir para o seu ginásio. Iniciamos a experiência da actividade pedagógica no Centro "Petit Jardin Ecolier". É assim o começo matinal dos cursos de formação. E nós queríamos ter uma experiência dessa formação que dura cerca de um ano, tal como Emmanuel Rolland prevê para os seus formandos nesta singular Escola de Vida, onde o ritmo das estações e o trabalho quotidiano regulam os nossos gostos e as nossas acções, num uníssono de harmonia com a natureza.
No ginásio treinam-se pequenos gestos, pequenos exercícios que relaxam e harmonizam o corpo para as tarefas, treinando os músculos e desenvolvendo gestos que melhor nos ajudam ao trabalho rural.
Numa mesa de balancé ficamos seguros pelos pés sobre uma tábua, ligeiramente inclinada a 15/20º. Depois, esta base vai basculando até ficar horizontal. Nós vamos relaxando, respirando profundamente e mexendo ligeiramente os braços. Em seguida a tábua dá-nos uma inclinação maior. Ficamos então a 40/50º, seguros pelo tornozelo, estendendo os músculos e as vértebras da coluna. Invade-nos um torpor pelo corpo. O sangue aflui ao cérebro. E nós continuamos a respirar mexendo ligeiramente os braços.
Sempre a respirar fundo vamos voltando, lentamente, à posição inicial.
Depois exercitamos os músculos das pernas, a flexibilidade nos quadris e nas ancas, a força nos braços. Por fim, relaxamos jogando uns 10 minutos de bilhar. Temos que tentar acertar mas sem concorrência. Apenas o prazer de tarambolar…
Meia hora depois comíamos pedaços de maçãs, diferentes umas das outras e com sabores também diferentes. Era a "aula" de saborear os paladares diferenciados dos vários tipos de maçãs.
Tivemos então, de seguida, uma espécie de aula teórica. Era uma conversa viva e cheia de exemplos concretos sobre a concepção agro-ecológica de Masanobu Fukuoka, uma das orientações que influenciaram a prática de Emmanuel Rolland.
Referiu-nos alguns dados biográficos: Fukuoka fez uma formação em microbiologia e especializou-se em doenças de plantas. Mas, aos 25 anos ele põe em causa a concepção da agricultura moderna que estudara. Volta então à sua aldeia e trabalha no sentido de desenvolver uma agro-ecologia, chamada também de agricultura selvagem.
A ideia básica é a seguinte: o trabalho com a natureza deve considerar-se um trabalho sagrado e isso implica um certo número de princípios que resultam duma observação consciente da floresta:

  1. Não é necessário trabalhar excessivamente a terra pois ela cultiva-se a si própria, graças aos múltiplos ecossistemas de microorganismos;
  2. Não são necessários fertilizantes pois um solo saudável conserva a sua própria fertilidade, graças aos ciclos e ao metabolismo circular dos nutrientes;
  3. Não são necessários pesticidas pois a floresta é a mais regenerativa das formas da natureza.

Esta filosofia de Fukuoka, sempre a favor da natureza e não contra ela, confere ao homem um papel específico na agro-ecologia. O homem intervém conscientemente para fazer com que a natureza possa manifestar as suas potencialidades intrínsecas de criar, regenerar e permitir alimentar.
Depois do almoço vegetariano, fomos ver um pequeno filme sobre o trabalho e a obra de Emmanuel Rolland que a televisão francesa fizera já há algum tempo.
Em seguida, Emmanuel Rolland levou-nos à sua propriedade especial – Romançon - perto da habitação. Romançon é uma terra que herdou da família e é a base da sua investigação científica, acerca dos taludes que desenvolveu ao longo da vida.
Desde há longo anos que Emmanuel Rolland vem trabalhando nesta singular experiência pedagógica de agricultura natural.
Vários taludes foram sendo feitos junto ao vale de um pequeno ribeiro. Uma mata foi-se desenvolvendo num diálogo subtil entre a força da floresta e a pequena intervenção consciente, resultante do conhecimento botânico de Emmanuel.
A força da natureza vai fazendo crescer o matagal. Aqui e ali Emmanuel desbasta. Aqui e ali ele planta árvores de fruto à distância conveniente para que a harmonização entre as plantas não se transforme em luta pela vida. As árvores mortas que caem com os vendavais, transformam-se em biótopos de nova vegetação.
Um ecossistema singular esta mata em que o homem intervém cautelosamente e escuta a natureza, os bichos e todos os elementos que nela intervêm.
Árvores de luz e árvores de sombra organizam-se nas clareiras e nas zonas húmidas e baixas do vale.
Árvores de folha caduca e árvores de folha perene, arbustos, fetos, cogumelos, tudo são sinfonias num jogo de forças, de simbioses, de apoio mútuo e rivalidades também.
Emmanuelle conhece essas leis, conhece a comensalidade, a predação e a solidariedade das plantas e dos animais.
O papel do homem é escutar, observar e intervir cautelosamente num jogo supremo de alquimia, participando na metamorfose desta pintura e sinfonia prodigiosa da natureza.
O conceito que desenvolveu tem a ver com a criação do "Arboretum-ecosistema evolutivo".
Ele sabe que plantar árvores é conceber a própria evolutividade da vida vegetal sempre em mudança. É preciso pré-visualizar o que vai ser o conjunto de árvores no seu todo e ao longo do tempo. Prever daqui a um ano. Daqui a 5 anos. Daqui a 10 e 20 anos…
Plantar, semear não são gestos estáticos. É conceber o tempo agindo no aqui e agora – saber que algumas árvores vão morrer, outras crescerão enormemente. Nascerão outras árvores que o homem não plantou… E então, na acção cautelosa, a incerteza e a previsão são componentes de jogo entre o jardineiro e a natureza.
Nessa natureza onde pássaros e outros animais virão visitar e habitar.
Emmanuel reconhece no biótopo a pegada das raposas, das lebres, etc…
Aqui e ali reconhece as penas dum melro ou os dejectos de uma pomba.
Deixamos Romançon e fomos até ao Colège de la Valée de Rance, em Languenan.
Fora aí que 22 anos antes Emmanuel Rolland começara essa prodigiosa aventura de jardineiro livre.
O colégio onde ensinou as ciências da vida, torna-se um laboratório vivo do seu trabalho de ensino.
Desalentado pelo tipo abstracto de ensino e com o apoio do Director, transformou a aprendizagem num ensino vivo.
Durante 22 anos, com jovens de 15 a 18 anos, calcorreou o vasto terreno do colégio, levantando taludes de terra onde foi plantando árvores e mais árvores – cerejeiras, pereiras, macieiras, nogueiras, castanheiros, aveleiras – e nas bordas dos muros de terra, enriquecida com o "composto" fertilizante orgânico das folhas amarelecidas do Outono e de palha, foi plantando groselheiras, mirtilos, framboesas. E um bosque frondoso foi crescendo à volta do colégio, com clareiras onde as crianças têm sol e em mato mais cerrado e sombrio onde as flores vieram sulcar o solo e as árvores maiores, com os ramos entrelaçados, criaram corredores de sombra.
Em seguida, Emmanuel levou-nos até Dinan. Passou por vários viveiros e "conservatórios" de macieiras de vários tipos biodiversivos, típicos da Bretanha. Uma associação formara-se. E o seu trabalho veio a ser apreciado pelo próprio presidente da Câmara que, no princípio era um céptico da ecologia.
Depois, fomos ver um amigo que construiu uma casa ecológica. O projecto era simultaneamente dum arquitecto com o apoio de um engenheiro especialista em bioclimatização e que construiu, ali perto, a sua própria casa.
O sistema de águas residuais beneficiava da mesma lagunagem fito-depurativa. Esse jardim filtrante permitia reciclar as águas sujas.
O processo bioclimático era complexo e integrado.
O poço canadiano funcionava também como poço provençal.
O Sr. Jo Argouach era o construtor da sua própria casa. Explicou-nos que a serpentina tubular que se encontra enterrada a mais dum metro sob o pavimento cheio de argila expandida e coberto com tijolos E7 e E8 permite trazer o ar a 12 graus. Mas, graças a um pequeno conversor comandado electronicamente e ligado a um termóstato, ele regulariza a entrada e a distribuição do ar conforme o ambiente que se quer. O ar fresco que se pretende no Verão vem a 10º ou 12º. Mas esse mesmo ar vai aquecendo até à temperatura desejada, durante os dias e as noites frias de Inverno, graças ao conversor térmico e ao termóstato.
Fomos espreitar no sótão o pequeno sistema electrónico ligado ao tal conversor térmico. É uma espécie de termo ventilador que actua na regularização do fluxo de ar que vem do exterior e que passa previamente pela regulação dos 12º impostos pela massa inerte por onde passa a tubagem em serpentina enterrada no pavimento de argila expandida e tijolos de terra, acumuladores da temperatura do solo a partir de metro e meio de profundidade.
O importante do edifício era o forro interno que preserva a manutenção da temperatura interior da casa. As placas de fibra de madeira, "fermacelle", são a base do revestimento da casa inteira que recobre uma massa de palha bem compressada. Depois, os muros exteriores feitos na base por tijolos E6 com uma tela de impermeabilização, impedem a osmose e a humidificação dos solos, especialmente durante as chuvas. Assim, a palha seca e compacta torna-se parede que é finalmente revestida por madeira de cedro vermelho.
Sobre o telhado estão os acumuladores solares térmicos que aquecem a água que circula do tecto até ao grande cilindro que se encontra no r/c e que, ligado ao sistema eléctrico, pode recorrer ao apoio da energia eléctrica para aumentar a temperatura da água, sempre que seja necessário, ainda que este sistema esteja também ligado ao fogão da sala, de grande massa inerte feito de tijolo burro e coberto com cerâmica refractária e que funciona com restos de madeira.
A tarde passou-se nestes encontros, nestas conversas e contactos especialmente úteis para o Amândio e para o Emanuel Cardoso.
Chovia agora mansamente ao entardecer da Bretanha. Por isso, chegados a casa fomos jantar uma ligeira refeição onde saboreámos uma sopa magnífica com quinoa, algas, diversos vegetais, salsa e alho.
Durante e depois do jantar abordamos temas sobre a escola de vida que estávamos a vivenciar.
Nessa noite ouvimos de Annick o relato da sua experiência no conhecimento da alma humana. Um trabalho pessoal de conhecimento e aconselhamento psico-espiritual.
De manhã cedo, o mesmo ritual. No ginásio fazíamos os pequenos exercícios físicos que depois terminavam com um pequeno relaxe, que era simultaneamente de perícia, observação e previsibilidade no jogo de bilhar. O movimento gestual, a flexibilidade dos gestos, a relação do taco com o movimento da mão e o movimento induzido pela própria esferidade das bolas. O jogo flexível e sem concorrência permitia, mais uma vez, a relaxação e os gestos precisos.
Depois dum pequeno-almoço suculento fomos para o campo com as galochas e as capas contra a chuva miudinha. Fomos retirando as castanhas que germinavam num tambor furado enterrado na terra ao abrigo de roedores.
Fizemos plantações em garrafas de plástico reutilizadas como tubos de ensaio para aí colocarmos as sementes. Depois, os aceleradores dos garrafões onde foram plantadas estacas resultantes da poda das macieiras, nogueiras, etc.
Fazer os buracos, enfiar os aceleradores e meter os rebentos que germinavam já nos "tubos de ensaio", retirando a garrafa de plástico, tudo isto exigia perícia e o sentido de cada gesto. Cobrir os lugares plantados com gravilha para aumentar a porosidade da terra e para que esta se mantenha quente no Inverno.
Depois, fomos trabalhar nos taludes. Transportar os ramos, colocá-los na parte superior do talude. Fixá-los com uma estaca espetada no solo, tudo isto leva o seu tempo. Perceber as relações entre as árvores e os arbustos fixados na crista do talude.
Perceber o ecotipo criado pelos ramos secos, protecção e nicho dos taludes, fixação de futuras plantas como os mirtilos e groselhas, é uma espantosa actividade rural na previsão da metamorfose das plantas.
Recolhemos o material na carroça e fizemos o circuito à volta da quinta onde encontramos as lagunagens e a casa de palha, feita segundo a técnica Nebraska. Dali ao local da permacultura foi um ápice.
Vimos o "multching" cobrir a terra. Semeamos "capucine" para que a terra ficasse enriquecida e livre de outras ervas indesejáveis para as culturas previstas.
Tudo isto foi uma iniciação à actividade rural.
E, numa horta ao lado, num campo experimental, fomos ver a plantação de árvores segundo a orientação radiestésica e onde também se usavam espirais de cobre como propôs Lakhovsky.
Estudava-se também a influência de cabos de alta tensão sobre as árvores aí plantadas.
Em casa, a Annick tocou-nos, no piano, uma pequena sonata.
E o Emmanuelle com vasos de metal e gonzos orientais, fazia ressoar sons estranhos. Era como se um eco longínquo vibrasse lenta e pausadamente sobre nós.
Depois do almoço ainda conversámos sobre auto-conhecimento e auto-desenvolvimento. O que é o conhecimento justo?
A explicação mecânica, a percepção sensorial, a aproximação sentimental, a abordagem social, a reflexão intelectual e o olhar ideológico são apenas abordagens fragmentárias do real. O olhar global destes pontos de vista pode permitir um conhecimento mais aprofundado mas que, certamente, ainda terá que ser inspirado, imaginativo e pleno de intuição para que as soluções provisórias possam ser contudo avanços no saber.
Na hora da partida, bebemos uma taça de chá de 3 anos e comemos uma tarte de maçã.
A tarde anunciava já uma neblina que descia e quando nos despedimos foi grande a emoção da despedida. A Escola de Vida marcara-nos para sempre.
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Ter 30 Out - 10:25:52

Mais uma golpada.... Assembleia da República

Assembleia da República

Foi agora notícia a aprovação na Assembleia da República de uma nova versão do estatuto dos deputados em que foi introduzida a novidade de cada deputado passar a dispor de "assistente individual".

Importa recordar, para que não se pense que os senhores deputados andam por lá a tirar as fotocópias de que precisem ou a meter no correio as cartas que decidam enviar, que os deputados têm à sua disposição, para aquilo que precisarem, o secretariado dos seus grupos parlamentares, com os respectivos assessores e técnicos, e que podem também recorrer aos serviços de apoio técnico da assembleia, constituídos por funcionários do quadro da Assembleia da República.

Muita gente, e bem paga.

A inovação do " assistente individual ", que acrescerá a tudo isso, representa portanto o abrir de uma porta para resolver os problemas de desemprego de uma multidão de jovens apaniguados e parentes que se acotovelam nas sedes partidárias e andam insistentemente a moer a cabeça aos venerandos parlamentares. É a questão do desemprego das segundas e terceiras filas da classe política, um dos dados mais relevantes para entender certos projectos que ciclicamente surgem na ribalta.

O que é assustador é antever as possíveis consequências da medida. Lembramos que para além de honorários e prebendas próprias do exercício docargo esses " assistentes individuais" entram logo para o quadro da função pública. O que vale por dizer que é previsível a cobiça que tal cargo vai despertar, e a alta rotatividade que o irá caracterizar (são 230 decadavez...).

Vai funcionar em bola de neve... em poucos anos entrarão mais uns milhares de funcionários públicos, para um quadro que se dizia congelado, e em época de contenção e austeridade.

O que é difícil é calcular os milhões que esse processo irá custar (para além do escândalo que será observar as identidades dos privilegiados com essa entrada, num tempo em que para os outros as portas estão todas fechadas).

Vai parecer um arrastão...
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Ter 30 Out - 10:34:34

CINTURA VERDE

NO SUL EUROPA



UM HOMEM TRANSFORMA O DESERTO EM FLORESTAS VERDEJANTES
O agricultor e filósofo japonês Masanobu Fukuoka revolucionou a agricultura. Desde há 50 anos não lavra os seus campos, não tira as hervas daninhas, não poda as árvores, renuncia a herbicidas e adubos químicos. Não semeia ordenadamente em filas mas lança as suas sementes ao largo. As suas colheitas são abundantes, a sua terra está em perfeito equilibrio, flora e fauna são diversificadas e exuberantes.
Fukuoka espalhou a sua mensagem pelo mundo inteiro. Na Somália ajudou agricultores de modo a que as suas terras queimadas voltassem a ser campos verdes. Na India, o seu método de fazer agricultura com os meios mais simples abriu novamente perspectivas aos agricultores mais pobres, seguindo desta forma o pensamento de Ghandi.
Em 1998, Masanobu Fukuoka, hoje com a idade de 86 anos, recebeu o Prémio Magsasay (Prémio Nóbel da Paz no Extremo Oriente) para a sua contribuição para o bem da humanidade. Nos últimos 20 anos utilizou o seu método para florestar zonas deserticas. Na Tailândia, nas Filipinas, na India e nalguns países africanos transformou pequenas regiões desertificadas em paiságens verdes, ricas em diversidade florestal. Em março de 98 começou na Grécia a primeira acção de reflorestação na Europa.
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Ter 30 Out - 10:42:29

CINTURA VERDE

NO SUL EUROPA






INICIATIVA CINTURA VERDE PARA O SUL DA EUROPA
Na primavera de 1998, M. Fukuoka e o seu disciplo de longa data, Panaiotis Manikis, começaram a pôr em prática este projecto. O objectivo desta iniciativa é criar uma cintura verde no sul da Europa, tornando a terra desertificada em chão fértil. Começou-se com uma primeira sementeira em grande escala (10 000 ha) à volta do lago Vegoritida no norte da Grécia, tendo M. Fukuoka em pessoa liderado o projecto.






Voluntários vindos de toda a Europa, várias centenas de alunos, estudantes e agricultores envolveram 7 toneladas de sementes com 60 toneladas de barro, criando bolinhas (chamados pellets) que foram semeadas em 2 500 ha. Ministros, cientistas, jornalistas e a população local mostraram um vivo interesse e apoiaram o projecto.
Esta iniciativa foi a primeira de várias, planeadas noutras regiões desflorestadas da Europa. Houve outras iniciativas semelhantes em Tamera (Baixo Alentejo), no sul da Grécia e na Itália. Em Outubro de ´98 continuou-se a acção iniciada no norte a Grécia. Fukuoka acompanhou o seu desenrolar pessoalmente.







Como pode ajudar?


AJUDA NAS SEMENTEIRAS

  • convidamos todas as pessoas que queiram ajudar nas sementeiras para conhecer o método e dar a conhecê-lo nas suas localidades

INFORMAÇÃO, DATAS DE SEMENTEIRAS, AGENDA DE APRESENTAÇÕES ETC.

  • Estamos sempre dispostos a apresentar o trabalho desta iniciativa sob forma de projecção de diapositivos ou filme / vídeo.

COLLECIONE SEMENTES

  • todas as sementes e caroços de frutas que come; sementes de legumes que comprou ou da própria horta. Lave as sementes, seque-as e ponha-as em saquinhos de papel identificados. Também pode doar-nos pacotes de sementes fora do prazo de validade.
  • crie um centro de recolha de sementes e caroços. Escolas, organizações de juventude, grupos ecológicos, associações e lojas podem ajudar muito a collecionar.

SEMENTES DE COMPRA

  • aceitamos (ou compramos por preços baixos) stocks de sementes de adubo verde e legumes de toda a espécie (de preferência de cultura biológica) que diferem do standard. Sementes de proveniência de agri-/horticultura biológica e especies locais e resistentes são as mais apropriadas, mas no início, podem também utilizar-se sementes especializadas.

INFORME AMIGOS, CONHECIDOS, PARENTES, COLEGAS ETC. E CONVIDE-OS A PARTICIPAR

  • multiplique os folhetos e distribua-os aos seus amigos. Tente organizar, com mais pessoas, a distribuição de informação.
  • Escreva artigos para atrair a atenção para esta iniciativa. Ponha links no Internet.
  • Traduza estas informações para outras líguas, p. ex. turco, árabe, espanhol etc.

DONATIVOS DE MATERIAIS

  • para o funcionamento do projecto, p. ex. máquinas, meios de transporte, víveres para os participantes nas sementeiras.

DONATIVOS EM DINHEIRO

  • para a compra de sementes de espécies florestais e frutíferas especiais, assim como para o transporte e máquinas, são sempre bem-vindos!



Zisula Cordaches

Conta para donativos: 801812-103

Postbank Berlin BLZ: 100 100 10

Palavra chave: Iniciativa Cintura Verde
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qui 1 Nov - 20:15:37

Fórum sobre o trabalho digno para uma Globalização Justa
Sócrates avança com ideias sobre declaração da globalização
Estratégia europeia face à globalização implica mudar instituições, apostar na educação e melhorar o ambiente.
Luísa Meireles










20:19 | Quarta-feira, 31 de Out de 2007






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Tiago Miranda

"A globalização coloca desafios ambientais que exigem a colaboração de todos", considerou o primeiro-ministro
O primeiro-ministro José Sócrates desvendou hoje as ideias principais da Declaração sobre a Globalização que a presidência portuguesa apresentará para aprovação no Conselho Europeu de Dezembro, conforme o compromisso assumido na Cimeira de Lisboa, a 18-19 de Outubro.
Nessa Cimeira, ficou decidido que a Declaração faria o resumo e lançaria as bases da futura estratégia europeia face à globalização, de acordo com o debate havido na reunião. O documento deverá ter um destaque semelhante à Declaração de Berlim, em Março passado, que fez o balanço dos 50 anos da Europa.
Segundo Sócrates, a "agenda da Europa face à globalização" comportará três pontos: a alteração das instituições monetárias, a aposta na educação e um compromisso face à melhoria do ambiente.
A chave é "instituições, educação, ambiente", disse Sócrates na abertura, esta tarde, do Fórum sobre o Trabalho Digno para uma Globalização Justa, promovido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em colaboração com a presidência portuguesa e a Comissão Europeia.
A educação é resposta para fazer à globalização
E explicou: "a globalização impõe a alteração das instituições monetárias. É preciso melhorá-las e a Europa quer estar na vanguarda do debate pela mudança das instituições que tornem a globalização mais justa e equilibrada; por outro lado, a melhor forma de fazer face à globalização é apostar na educação, que torna o cidadão mais digno e capaz de melhor contribuir para o crescimento económico".
Quanto ao terceiro ponto, o primeiro-ministro realçou que "a globalização coloca desafios ambientais que exigem a colaboração de todos - é altura de dizer que a Europa partirá para a conferência de Bali com a determinação de obter um acordo para o período pós-Quioto e compromissos dos outros países, no âmbito das Nações Unidas".
O poder-dever de "moldar os processos de globalização e as condições em que ela se materializa junto de milhões de pessoas" foi também sublinhado pelo primeiro-ministro português, que considerou um "bom ponto de partida" encarar a globalização como algo que existe e se tem aprofundado, mas que é "verdadeiramente estruturante para as nossas economias e as nossas vidas".
"Trabalho digno é um imperativo ético"
Sócrates aproveitou a sua intervenção na conferência para sublinhar que o conceito de trabalho digno é "um imperativo ético", mas que não pode ser visto como "uma lição de uns para outros", sendo antes "um compromisso partilhado, que tem de ser lido consoante o contexto em que nos encontramos".
Para o primeiro-ministro, há ainda muito por fazer, nomeadamente nos países desenvolvidos: "seria hipócrita e desresponsabilizador ignorá-lo". A luta pela melhoria dos padrões sociais, referiu ainda, faz parte da matriz histórica da União Europeia.
O conceito de trabalho digno foi desenvolvido pela OIT como aquele que resume as aspirações do ser humano na sua vida profissional: oportunidades e remuneração; direitos, voz e reconhecimento; estabilidade familiar e desenvolvimento pessoal, justiça e igualdade do género.
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Ter 6 Nov - 10:26:52

Indústria farmacêutica acusada de fabricar doenças para vender mais
http://dn.sapo.pt/2006/04/12/sociedade/industria_farmaceutica_acusada_fabri.html





O receio instintivo da morte e da doença está a ser aproveitado pela indústria farmacêutica para aumentar as suas vendas, denuncia um relatório divulgado ontem.

Segundo o estudo de David Henry e Ray Moynilhan, apresentado numa conferência médica que decorre até quarta-feira na Austrália, as grandes empresas são responsáveis por muitas prescrições desnecessárias de medicamentos. Mas, mais grave do que isso, chegam ao ponto de promover tratamentos para doenças cuja existência nem sequer está comprovada.

As consequências destas práticas vão desde o desperdício de recursos financeiros, que poderiam ser utilizados no combate a doenças verdadeiramente graves, a problemas de saúde motivados pelo uso indevido de medicamentos.

Os autores deste trabalho, um médico e um jornalista especializado, denunciam a existência de uma verdadeira teia de influências não oficial, montada entre a indústria farmacêutica e grupos de media e publicidade. A estratégia consiste em criar a necessidade e depois apresentar a solução milagrosa.

"Esta prática é demonstrada muito explicitamente nas campanhas de sensibilização sobre as doenças financiadas pela indústria", indica o relatório publicado na School of Medical Practice and Public Health. "É mais frequente estas serem destinadas a vender medicamentos do que a iluminar, informar ou educar sobre a prevenção de doenças ou a manutenção da saúde". Entre os exemplos de situações alegadamente empoladas pela indústria conta-se a "síndrome das pernas irrequietas" (RLS). Desde 2003, a multinacional GlaxonSmithKline tem promovido a ideia de que o que muita gente encara como um simples tique nervoso, habitual em situações de tensão, é afinal "uma síndrome comum mas ainda não reconhecida" para a qual, naturalmente, já existe um medicamento: o Ropinorole.

Outra doença dos tempos modernos é a disfunção sexual feminina (FSD). Alguns especialistas descrevem-na como a versão feminina da disfunção eréctil, e garantem que afecta 44% das mulheres, Outros, garantem que as descrições desta condição são, no mínimo, vagas. No entanto, já há empresas a trabalhar na solução.

Mais frequentes, segundo os autores deste estudo, são os diagnósticos errados de doenças verdadeiras , devido às campanhas que convidam os médicos e os consumidores a estarem "atentos" a sinais. Nesta lista incluem-se desde comportamentos normais das crianças, que são confundidos com hiperactividade e perda de atenção, aos problemas erécteis de homens com mais de 40 anos.
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Ter 6 Nov - 12:18:26

Há mais que se diga a este respeito e a bem da verdade, a industria só compra a prescrição porque os médicos a disponibilizam para venda, logo apontar o dedo à industria como única responsável é ver apenas 50% do "problema".

Escrevo "problema" porque caso não saibam os medicamentos que mais vendem não são os destinados a doenças em particular. Isso são nichos de mercado que podem ser milionariamente interessantes, mas de todo não são o grosso do negócio. Só um exemplo, a nimesulida vende mais por ano que o mercado inteiro de medicamentos veterinários, de todas as empresas, em igual período! Os medicamentos que mais vendem estão em estreita relação com desconforto, logo à cabeça vêm os Anti-inflamatórios, antipréticos, analgésicos, seguidos dos anti-ácidos e dos protectores gástricos. Curiosamente muitos destes medicamentos não carecem de receita médica...

Não digo que os planos de marketing não sejam elaborados no sentido de espremer o mais que se pode o cliente, pois que isso é o fundamento dum plano de marketing, mas atenção que nem tudo o que está escrito nesse artigo corresponde à verdade. Há aí muitas meias e quartos de verdade.
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Sab 10 Nov - 10:07:24

Estudo norte-americano diz que não faz mal ter uns quilos a mais

09.11.2007, Teresa Firmino

[color=#000000]Quem tem excesso de peso poderá morrer menos de alguns cancros do que... as pessoas com peso normal. Mas isso não é sinal para avançar para a despensa



[color:5f18=#000000:5f18]Aqueles quilinhos a mais que muita gente lhe diz que tem de perder, afinal pode até deixar-se ficar com eles. Até lhe podem ser benéficos, caso tenha infecções ou seja submetido a uma cirurgia, funcionando como uma reserva de recursos e fazendo com que acabe por viver mais tempo. Em linhas gerais, este pode ser o resumo de um estudo sobre a relação entre o peso corporal e as principais causas de morte nos Estados Unidos, mas que está a causar polémica.
A equipa de Katherine Flegal, dos Centros para o Controlo e Prevenção das Doenças dos Estados Unidos, lançou a confusão na última edição da revista Journal of the American Medical Association (JAMA), depois de ter analisado décadas de inquéritos sobre saúde e nutrição, à procura de uma associação entre as categorias de índice de massa corporal (IMC) e as várias causas de morte dos norte-americanos. Diz a equipa que, afinal, o excesso de peso não está associado a um aumento da mortalidade devido às principais causas de morte, à excepção da diabetes e doenças renais, para as quais esses valores aumentam ligeiramente.
Quem tenha um excesso de peso moderado poderá até morrer menos de alguns cancros do que as pessoas com peso normal, uma conclusão surpreendente. Quer dizer que, depois de tantos anos a ouvirmos falar dos riscos do peso excessivo, até podemos ser ligeiramente gordos que não faz assim tanto mal? Sim, podemos, segundo este estudo, que analisou os dados relativos a milhões de pessoas, coligidos desde os anos 70.
De facto, nos cancros não relacionados com a obesidade (pulmões, pele ou linfomas), nas doenças respiratórias, em situação de ferimentos e infecções em geral, as pessoas com excesso de peso (mas sem serem obesas) até parecem estar mais protegidas do que as têm um peso normal. Para as doenças cardíacas, o estudo não encontrou diferenças estatísticas entre as pessoas com peso excessivo e normal. Ter uns quilos a mais, conclui ainda o estudo, nem sequer aumenta muito o risco dos cancros relacionados com a própria dieta, nos quais se incluem o cancro do cólon, da mama, útero, pâncreas, esófago ou rins.
Como se explicam estes resultados, a equipa não sabe dizer ao certo. Mas tem algumas suposições: "O excesso de peso não está fortemente associado a um aumento do risco de cancro ou doenças cardiovasculares e pode mesmo ser correlacionado com uma melhoria da sobrevivência em condições adversas, como infecções ou procedimentos médicos. É provável que estes resultados se devam à presença de maiores reservas nutricionais ou de massa magra que acompanham o excesso de peso."
No entanto, a obesidade não é sinal de boa saúde, o que este estudo volta a confirmar. Os obesos morrem mais de doenças cardiovasculares, renais, de diabetes e vários tipos de cancro associados à obesidade.
Boas notícias para Portugal
Perante estes resultados, as reacções dividem-se. "É ridículo dizer que não existe um risco aumentado de mortalidade por excesso de peso", declarou Walter Willet, professor de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública de Harvard (EUA), citado pelo jornal britânico The Independent.
Outros consideram que as taxas de mortalidade não dizem tudo sobre os problemas causados pelo peso a mais e a obesidade, como JoAnn Manson, especialista em medicina preventiva do Hospital Brigham and Women"s de Boston. "A saúde vai muito para lá das taxas de mortalidade", disse a investigadora ao New York Times, acrescentando que outros estudos estabelecem uma relação entre o excesso e peso, a obesidade e um grande número de doenças.
Também para Barry Popkin, da Universidade da Carolina do Norte, o estudo preocupa-se mais com as taxas de mortalidade do que com a qualidade de vida de quem se mantém com o peso controlado.
Pedro Teixeira, professor de Nutrição e especialista em obesidade da Faculdade de Motricidade Humana, de Lisboa, olha para o estudo com maior distanciamento, considerando que traz boas e más notícias. "As más notícias é que confirma o que já se sabia para os níveis mais avançados de obesidade. Aos esses níveis corresponde um risco de morte acrescido de quase todas as causas de mortalidade. Há uma relação clara."
"São boas notícias para a larga maioria de pessoas com excesso de peso, nomeadamente em Portugal, onde temos 40 por cento de adultos com peso excessivo. Nestas pessoas em risco de obesidade, mas que ainda não são obesas, o risco de mortalidade não está aumentado, com a excepção do risco associado à diabetes", diz o especialista, também secretário-geral da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade. Por estas razões, Pedro Teixeira considera que este estudo permite fazer algo muito importante: "Prevenir que esses 40 por cento de portugueses adultos venham a desenvolver obesidade, sem histerias nem alarmismos."
Enquanto os grandes obesos precisam de procurar tratamento e tomar medicação, os outros têm alternativas, refere ainda Pedro Teixeira: podem mudar para um estilo de vida que não os faça saltar para a obesidade, optando pela actividade física e uma alimentação equilibrada. "Mas é preciso que a sociedade crie condições para que isso seja fácil. É preciso ter à disposição da comunidade programas de prevenção que ensinem as pessoas a mudar de comportamento." Como? Os centros de saúde devem ter equipas multidisciplinares que respondam a este problema, a indústria alimentar deve elaborar rótulos claros e a de restauração deve indicar que refeições têm um conteúdo calórico elevado.
Se medidas como estas forem adoptadas, é provável que muitos daqueles com excesso de peso nunca venham a juntar-se aos dois a três por cento de portugueses adultos que já são obesos.

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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Ter 13 Nov - 1:18:56

>
> ANTES DA POSSE
>
> Nosso partido cumpre o que promete.
> Só os tolos podem crer que
> não lutaremos contra a corrupção.
> Porque, se há algo certo para nós, é que
> a honestidade e a transparência são fundamentais.
> para alcançar nossos ideais
> Mostraremos que é grande estupidez crer que
> as máfias continuarão no governo, como sempre.
> Asseguramos sem dúvida que
> a justiça social será o alvo de nossa acção.
> Apesar disso, há idiotas que imaginam que
> se possa governar com as manchas da velha política.
> Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
> se termine com os marajás e as negociatas.
> Não permitiremos de nenhum modo que
> nossas crianças morram de fome.
> Cumpriremos nossos propósitos mesmo que
> os recursos económicos do país se esgotem.
> Exerceremos o poder até que
> Compreendam que
> Somos a nova política.
>
>
>
> DEPOIS DA POSSE
>
> Basta ler o mesmo texto acima, DE BAIXO PARA CIMA
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Ter 13 Nov - 21:53:25

Noticia do New York Times



Os Gerentes de uma Editora estão a tentar descobrir, porque ninguém notou
que um dos seus empregados estava morto, sentado à sua mesa há CINCO DIAS.

George Turklebaum, 51 anos, que trabalhava como Verificador de Texto numa firma
de Nova Iorque há 30 anos, sofreu um ataque cardíaco no andar, onde
trabalhava (open space, sem divisórias) com outros 23 funcionários.


Ele morreu tranquilamente na segunda-feira, mas ninguém notou até ao sábado
seguinte pela manhã, quando um funcionário da limpeza o questionou, porque
ainda estava a trabalhar no fim de semana.


O seu chefe, Elliot Wachiaski disse:
"O George era sempre o primeiro a chegar todos os dias e o último a sair no
final do expediente, ninguém achou estranho que ele estivesse na mesma
posição o tempo todo e não dissesse nada ?"

"Ele estava sempre envolvido no seu trabalho e fazia-o muito sozinho."

A autópsia revelou que ele estava morto há cinco dias, depois de um ataque
cardíaco.


SUGESTÃO:
De vez em quando acene aos seus colegas de trabalho. Certifique-se de que eles
estão vivos!


MORAL DA HISTÓRIA:
Não trabalhe demais. Ninguém nota mesmo.


Já sabem pessoal... Sempre que virem um colega parado por mais de 5 minutos,
ou sempre que chegarem aos empregos e já lá estiver alguém a trabalhar,
dêem-lhe um encontrão, não vá o colega ter quinado...
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Hoje à(s) 10:53:04

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