MONARQUIA TRADICIONAL

Nós seremos livres, nosso rei será livre, nossas mãos nos libertarão
 
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Valdez
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MensagemAssunto: Sem comentários   Ter 21 Ago - 18:50:40

Actualização - Partido está a reunir os "elementos necessários"
PSD confirma notificação do TC para esclarecer financiamento das autárquicas
21.08.2007 - 14h32 Lusa

O PSD confirmou hoje que foi notificado pelo Tribunal Constitucional para esclarecer dúvidas sobre o financiamento da campanha das eleições autárquicas de 2001, acrescentando que está a reunir "os elementos necessários" para responder a esta notificação.
"O PSD confirma que foi notificado pelo Tribunal Constitucional para esclarecer dúvidas suscitadas sobre o financiamento de despesas da campanha eleitoral das eleições autárquicas de 2001", adianta em comunicado o secretário-geral do partido, Miguel Macedo.

Segundo um acórdão do Tribunal Constitucional (TC), a que a Lusa teve acesso, o PSD recebeu ilegalmente, em 2002, mais de 233 mil euros em donativos indirectos de uma construtora civil, a Somague.

O comunicado do PSD vem agora esclarecer que a verba em causa é relativa ao financiamento da campanha das eleições autárquicas de 2001.

O TC deu como cabalmente provado que a Somague, SA pagou uma factura no valor de 233.415 euros por serviços prestados ao PSD e à JSD pela empresa Novodesign, embora afirme "ignorar o que fundamentou tal liberalidade", refere o acórdão, de 27 de Junho passado.

O documento, que já seguiu para o Ministério Público, conclui que o PSD violou a lei do financiamento dos partidos incorrendo em "ilegalidades objectivas" puníveis com coima não só ao partido como aos dirigentes partidários responsáveis, e perda a favor do Estado dos valores ilegalmente recebidos.

Por outro lado, as empresas envolvidas estão igualmente sujeitas a coimas, de acordo com a lei.

A factura suspeita foi detectada em 2006 durante uma inspecção do fisco à sociedade Brandia Creating - Design e Comunicação, na qual se integra a Novodesign, Companhia Portuguesa de Design.

Os inspectores encontraram uma factura emitida à SOMAGUE, SA, com a data de 15 de Março de 2002, no valor de 233.415 euros, e outras sete, com a mesma data, cuja soma dava os mesmos 233.415, com a indicação "por serviços prestados ao PPD/PSD".

O pagamento por terceiros de despesas que aproveitam a um partido político é considerado um donativo indirecto, ilegal fora dos limites previstos, de acordo com a lei. O TC aplicou a legislação em vigor em 2002, "mais favorável ao arguido".

Donativos de pessoas singulares são aceites mas com um limite de 30 salários mínimos mensais por doador - à altura, 10.440 euros.

Durante a investigação, os inspectores da PJ verificaram que as sete facturas emitidas ao PSD tinham sido anuladas - a sigla tinha sido riscada e substituída pela da empresa Somague, SA.

Anexo às facturas, estava um documento interno que, na prática, dava a ordem para transformar as sete facturas emitidas ao PSD numa única, a emitir à Somague-S.G.P.S., SA.
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qui 23 Ago - 14:43:14

Serviços às crianças alentejanas
Autoridade de saúde de Badajoz critica Governo português
23.08.2007 - 10h26 Carlos Dias

Numa das últimas edições do matutino Hoy, o mais influente jornal da Extremadura espanhola, Carlos Gómez, responsável máximo da Autoridade de Saúde de Badajoz (ASB), questiona o Ministério da Saúde português por retardar a aprovação de vários protocolos para a prestação de vários serviços às crianças alentejanas, no Centro Materno-Infantil de Badajoz.
Quando foi discutido o convénio para o acolhimento de mulheres grávidas na maternidade de Badajoz, as autoridades de saúde das duas regiões fronteiriças anunciaram que estava em estudo a prestação de serviços de radioterapia, hemodinâmica e cirurgia pediátrica, no Centro Materno-Infantil de Badajoz. Decorrido mais de um ano, "o Ministério de Saúde de Portugal tarda em assinar os novos acordos", argumenta Carlos Gómez, garantindo que, da parte da ASB, "não foi levantada nenhuma dificuldade" nesse sentido

O atraso na assinatura dos acordos dever-se-à "a problemas de ordem administrativa" resultantes da dependência dos serviços de saúde do Alentejo em relação a Lisboa. "Aqui parte-se do princípio de que quando há um problema é para resolver", argumenta Carlos Gómez.

O Servicio Extremenho de Salud (SES) já está a prestar apoio em radioterapia a alguns pacientes oriundos dos concelhos alentejanos da raia, evitando que tenham de se deslocar a Lisboa. O mesmo acontece no tratamento de feridos críticos, que também já podem ser transportados para Badajoz, quando a sua transferência para Lisboa possa colocar em risco a sua vida. Carlos Gómez realça o facto de Badajoz estar interessada nos acordos, na medida em que uma maior procura melhora a qualidade dos serviços médicos, objectivo que não pode ser alcançado quando "não há um número suficiente de pacientes" que possam justificar a realização de mais investimentos no sector da saúde.

Tal como no interior de Portugal, também o interior espanhol se debate com uma crescente desertificação humana. Juntando os cada vez menos utentes dos dois lados da fronteira, no complexo hospitalar universitário Infanta Cristina em Badajoz "é mais fácil manter e desenvolver os serviços de saúde", sustenta Gómez.

Antevendo esta possibilidade, as autoridades de saúde da Extremadura espanhola referem que "já está prevista a instalação de novos equipamentos", como um aparelho de TAC PET, que integra tecnologias que permitem uma melhor detecção de tumores, e um TAC de 64 cortes com melhor resolução e um novo software que reconstrói a anatomia do paciente.
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Seg 27 Ago - 12:21:55

>Caro (a) amigo (a)
>
>Envio dois estudos.
>
>O primeiro é uma analise das causas do aumento em 71% dos lucros da GALP
>referentes ao 1º semestre de 2007, anunciados recentemente pela empresa.
>Neste estudo, utilizando dados do próprio Relatório da GALP referente ao 1º
>semestre de 2007, assim como da Direcção Geral de Energia mostro que lucros
>tão elevados foram conseguidos à custa do consumidor (o preço do barril do
>petróleo diminuiu mas o preço de venda dos combusttiveis aos consumidores
>portugueses aumentou) e à custa também das receitas do Estado (os lucros
>aumentarm em 71% mas o imposto (IRC) que vai pagar ao Estado por estes
>lucros diminuiu em 14 milhões de euros). Tudo isto é consequência da
>ausencia total de qualquer controlo de preços dos combustiveis em Portugal
>por parte da chamada autoridade da concorrência e do próprio governo e dos
>elevados beneficios fiscais que continuam agozar as grandes empresas em
>Portugal. Esta ultima causa que prova que o compromisso tomado por Sócrates
>e pelo seu ministro das Finanças, aquando do debate do OE2007, de que iriam
>terminar os privilégios fiscais que gozam as grandes empresas (banca, e
>outras) não teve qualquer efectividade, foram apenas palavras. Este estudo,
>utilizando já dados da propria GALP, confirma as conclusões de um outro
>anterior em que tinhamos concluido que não existiam razões para os recentes
>aumentos dos preços combustiveis em Portugal.
>
>O segundo estudo é sobre a evolução não só do desemprego mas também do
>emprego em Portugal nos 3 últimos anos, ou seja, durante este governo. Para
>isso utilizo as Estatisticas do Emprego de 2ºTrim.2005/2ºTrim2007 do INE. E
>isto porque a análise desta importante questão não se pode apenas limitar ao
>desemprego, porque a nivel do emprego estão-se a verificar também
>impoortantes alterações que põem em causa quer a estabilidade do emprego
>quer a qualidade de emprego.
>
>Em relação ao desemprego chamo mais uma vez a atenção para o facto de que a
>sua análise não se pode limitar à taxa oficial de desemprego pois ela não
>traduz a verdadeira dimensão do desemprego em Portugal. O INE também publica
>dados sobre os inactivos disponiveis e sobre o subemprego visivel que são
>também desempregados de facto mas que não são considerados nos números
>oficiais de desemprego ou não procurarem emprego embora esses trabalhadores
>estejam desempregados ou por fazerem pequenos biscates. Aceitar o os valores
>oficiais do desemprego, e não procurar corrigir esses números com dados até
>publicados pelo INE, é contribuir, a meu ver, para ocultar a verdadeira
>dimensão deste flagelo social em Portugal, é torná-lo mais suave apesar de
>mesmo o desemprego oficial está a crescer. Alguns meios de informação já
>começaram a analisar esta questão de uma forma mais alargada, mas
>infelizmentea maioria dos orgãos de informação e mesmo muitas organizações
>dos trabalhadores ainda não deram, a meu ver, a atenção que esta questão -
>diferença entre desemprego oficial e desemprego corrigido com dados do
>próprio INE - devia merecer.
>
>Em relação ao emprego estão a verficar 3 importantes alterações que analiso
>no meu estudo, a saber:(1) - Substituição de trabalho a tempo completo por
>trabalho a tempo parcial, embora de uma forma insuficiente mas que acaba por
>ocultar a verdadeira diminuição do emprego em Portugal; (2) Substituição de
>contratos sem termo, ou seja permanentes, por contratos a prazo; (3) Redução
>do emprego mais qualificado e aumento do emprego menos qualificado.
>
>Espero que estes dois estudos possam seja úteis.
>
>Com consideração
>Eugénio Rosa
>Economista
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Ter 28 Ago - 21:25:05

Para pensar





Saramago e a integração ibérica; a mítica e a existente



A ideia da integração ibérica defendida recentemente por Saramago é antiga. Antero também a defendeu na procura de um engrandecimento ibérico que mostrasse músculo ao império britânico, a grande potência de então.



Salazar, pelo contrário, inundou os manuais escolares de um nacionalismo anti-espanhol, com uma Aljubarrota por página, para arregimentar as consciências no apoio à construção de uma coutada para a inepta burguesia portuguesa poder sobreviver. Salazar visualizou os portugueses no papel que Goscinny tão bem retratou na aldeia gaulesa de Asterix: pequenos mas muito valentes, heróis do mar que avançam contra os canhões.



A formatação nacionalista que ainda hoje faz vibrar muitas almas lusas não resiste à evidência gritante de alguns factos e muitas das suas convenientes contradições. Vejamos:



  • O FMI decidiu, nos anos 70 e 80, reajustamentos estruturais, políticas orçamentais restritivas, contenções salariais, desvalorizações do escudo, num verdadeiro atentado às instituições portuguesas e os patriotas engoliram;




  • A integração na então CEE acabou com a política económica em geral, a política agrícola, de pescas, industrial… e ninguém protestou demasiado. Mesmo quando Portugal teve de marcar passo para a entrada na UE, à espera da conclusão dos dossiers do vizinho espanhol;




  • Essa coisa tão estruturante fez-se sem qualquer tipo de consulta popular pois os fundos comunitários compraram o silêncio dos esforçados patriotas;




  • Entretanto, veio o euro, os patriotas ficaram com o hino e a bandeira, símbolos sem grande cotação nos mercados, mas que dão uma ilusão de poder;




  • O capital estrangeiro e o espanhol em particular, vêm comprando o que lhes convém – bancos, indústrias, terras, imóveis e fornecem bens alimentares, móveis, electrodomésticos, etc. Onde está a vaga de fundo nacionalista para além da quixotesca carta dos 40 empresários para a defesa de centros de decisão nacionais? Recordamos que no meio desse processo um dos promotores, um tal Vaz Guedes vendeu a Somague aos espanhóis da Sacyr.




  • O BCE e Bruxelas determinam quase tudo o que afecta as nossas vidas, desde o preço das batatas aos juros dos empréstimos, utilizando os governos ditos portugueses como capatazes deixando aos patriotas lusos a ilusão de que têm uma pátria !




  • Finalmente, os patriotas lusos não vibram com as pretensões independentistas de bascos e catalães, por sinal com um potencial económico bem superior a Portugal. É estranho, não se percebe porquê!




O desenvolvimento do capitalismo vem reduzindo o poder dos estados nacionais de três formas. Uma, através de instituições regionais como a UE ou o BCE ou supranacionais como a OMC; outra, pela transferência de competências para as regiões; e, finalmente, com o ideário neoliberal que torna os territórios verdadeiros terrenos de caça das multinacionais as quais, decididamente, não gostam dos entraves estatais à sua predação.



Portugal está há 21 anos na UE, tal como a Espanha. A integração ibérica já existe no quadro da UE e vem-se aprofundando com as relações transfronteiriças, a convivência entre os povos e a Espanha vem-se afirmando como destino para emigrantes portugueses sem trabalho aqui. Recorda-se que meses atrás, em várias dezenas de trabalhadores portugueses descobertos em Espanha numa situação de semi-escravatura, só um quis regressar à ditosa pátria.



Em Portugal, a taxa de IVA é bem mais alta, o preço dos combustíveis também mas, os salários mais baixos. Tudo na exacta medida da burguesia lusa, a mais fraca e incapaz da Europa ocidental bem como do afastamento cada vez maior do nível de vida da Espanha e da Europa.



Para quem vive do trabalho que importância tem a nacionalidade do patrão que o rouba?



www.esquerda_desalinhada.blogs.sapo.pt
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qua 29 Ago - 12:38:19

AINDA EXISTEM CIDADÃOS RESPEITÁVEIS





Subject: Ainda existem cidadãos respeitáveis!
Date: Tue, 28 Aug 2007 17:39:01 -0300





O Juiz Odilon de Oliveira, de 56 anos, estende o colchonete no piso frio da sala, puxa
o edredom e prepara-se para dormir ali mesmo, no chão, sob a vigilância de sete
agentes federais fortemente armados... Oliveira é juiz federal em Ponta Porã, cidade
de Mato Grosso do Sul na fronteira com o Paraguai e, jurado de morte pelo crime
organizado, estámorando no fórum da cidade.

Só sai quando extremamente necessário, sob forte escolta. Em um ano, o juiz
condenou 114 traficantes a penas, somadas, de 919 anos e 6 meses de cadeia, e
ainda confiscou seus bens.

Como os que pôs atrás das grades, ele perdeu a liberdade. 'A única diferença é que
tenho a chave da minha prisão.'

Traficantes brasileiros que agem no Paraguai se dispõem a pagar US$ 300 mil para
vê-lo morto. Desde junho do ano passado, quando o juiz assumiu a vara de Ponta
Porã, porta de entrada da cocaína e da maconha distribuídas em grande parte do
País, as organizações criminosas tiveram muitas baixas.

Nos últimos 12 meses, sua vara foi a que mais condenou traficantes no país. Oliveira
confiscou ainda 12 fazendas, num total de 12.832 hectares, 3 mansões - uma, em
Ponta Porã, avaliada em R$ 5,8 milhões - 3 apartamentos, 3
casas, dezenas de veículos e 3 aviões, tudo comprado com dinheiro das drogas. Por
meio de telefonemas, cartas anônimas e avisos mandados por pesos, Oliveira soube
que estavam dispostos a comprar sua morte. Os agentes
descobriram planos para me matar, inicialmente com oferta de US$100 mil.

No dia 26 de junho, o jornal paraguaio La Nación informou que a cotação do juiz no
mercado do crime encomendado havia subido para US$ 300 mil. 'Estou valorizado',
brincou. Ele recebeu um carro com blindagem para tiros de fuzil
AR-15 e passou a andar escoltado. Para preservar a família, mudou-se para o quartel
do Exército e em seguida para um hotel. Há duas semanas, decidiu transformar o
prédio do Fórum Federal em casa. 'No hotel, a escolta chamava
muito a atenção e dava despesa para a PF.' É o único caso de juiz que vive confinado
no Brasil. A sala de despachos de Oliveira virou quarto de dormir.
No armário de madeira, antes abarrotado de processos, estão colchonete, roupas de
cama e objetos de uso pessoal. O banheiro privativo ganhou chuveiro. A família -
mulher, filho e duas filhas, que ia mudar para Ponta Porã, teve de continuar em
Campo Grande. O juiz só vai para casa a cada 15 dias, com seguranças. Oliveira teve
de abrir mão dos restaurantes e almoça um marmitex, comprado em locais
estratégicos, porque o juiz já foi ameaçado de envenenamento. O jantar é feito ali mesmo. Entre um processo e outro, toma um
suco ou come uma fruta.'Sozinho, não me arrisco a sair nem na calçada .' Uma sala
de audiências virou dormitório, com três beliches e
televisão. Quando o juiz precisa cortar o cabelo, veste colete à prova de bala e si com
a escolta. 'Estou aqui há um ano e nem conheço a cidade.' Na última ida a um
shopping, foi abordado por um traficante. Os agentes tiveram de intervir. Hora extra.
Azar do tráfico que o juiz tenha de ficar recluso.

Acostumado a deitar cedo e levantar de madrugada, ele preenche o tempo com
trabalho. De seu 'bunker', auxiliado por funcionários que trabalham até alta noite, vai
disparando sentenças. Como a que condenou o mega traficante Erineu Domingos
Soligo, o Pingo, a 26 anos e 4 meses de reclusão, mais multa de R$ 285 mil e o
confisco de R$ 2,4 milhões resultantes de lavagem de dinheiro, além da perda de
duas fazendas, dois terrenos e todo o gado.

Carlos Pavão Espíndola foi condenado a 10 anos de prisão e multa de R$28,6 mil. Os
irmãos Leon e Laércio Araújo de Oliveira, condenados respectivamente a 21 anos de
reclusão e multa de R$78,5 mil e 16 anos de reclusão, mais
multa de R$56 mil, perderam três fazendas. O mega traficante Carlos Alberto da Silva
Duro pegou 11 anos, multa de R$ 82,3 mil e perdeu R$ 733 mil, três terrenos e uma
caminhonete. Aldo José Marques Brandão pegou 27 anos, mais multa de R$ 272 mil,
e teve confiscado R$ 875 mil e uma fazenda.

Doze réus foram extraditados do Paraguai a pedido do juiz, inclusive o 'rei da soja' no
país vizinho, Oacir Antonio Dametto, e Sandro Mendonça do Nascimento,
braçodireito do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. 'As
autoridades paraguaias passaram a colaborar
porque estão vendo os criminosos serem condenados.' O juiz não se intimida com as
ameaças e não se rende a apelos da família, que quer vê-lo longe desse barril de
pólvora. Ele é titular de uma vara em Campo Grande e
poderia ser transferido, mas acha 'dever de ofício' enfrentar o
narcotráfico. 'Quem traz mais danos à sociedade émega traficante. Não posso ignorar
isso e prender sómulas (pequenos traficantes) em troca de dormir tranqüilo e andar
sem segurança.

ESTE MERECE NOSSOS APLAUSOS! POR ACASO A MÍDIA NOTICIOU ESSA
BRAVURA QUE O BRASIL PRECISA SABER? POR FAVOR, FAÇA A SUA PARTE!

DIVULGUE
http://www.tvtupinikim.com.br/

Uma programação seleta, para o tele-espectador de bom gosto
Arte, Cultura, Cidadania, Meio Ambiente,
Uma TV que respeita nossa etnia.
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qui 30 Ago - 22:12:40

Carta aberta para Renato Aragão, o Didi.

Quinta, 23 de agosto de 2007.

Querido Didi, há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação
mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futurode muitas crianças brasileiras.

Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu nome para colar nas correspondências.
Achei que as cartas não deveriam sem endereçadas à mim. Agora,
novamente,você me escreve preocupado por eu não ter atendido as suas
solicitações. Diante de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e te escrever uma resposta.
Não foi por "algum" motivo que não fiz a doação em dinheiro solicitada
por você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua
campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses motivos).
Você diz, em sua última carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma
criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de
investimentos em sua formação.
Didi, não tente me fazer sentir culpada. Essa jogada publicitária eu
conheço muito bem. Esse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas
pessoas mas, comigo não. Eu não sou ministra da educação, não ordeno as
despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as
salas de aula. A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos quando
comecei a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da família.
Trabalhei muito e, te garanto, trabalho não mata ninguém. Estudei na escola
da zona rural, fiz supletivo, estudei à distância e muito antes de ser
jornalista e publicitária eu já era uma micro empresária.

Didi, talvez você não tenha noção do quanto o Governo Federal tira do nosso suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa.
Os impostos são muito altos! Sem falar dos impostos embutidos em cada
alimento, em cada produto que preciso comprar para minha família.
Eu já pago pela educação duas vezes: pago pela educação na escola
pública,através dos impostos, e na escola particular, mensalmente, porque a
escola pública não atende com o ensino de qualidade que, acredito, meus dois
filhos merecem. Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um
problema que nem deveria existir pelo volume de dinheiro arrecadado em nome
da educação e de tantos outros problemas sociais. O que está acontecendo,
meu caro Didi, é que os administradores, dessa dinheirama toda, não tem a
educação como prioridade. O dinheiro está saindo pelo ralo, estão jogando
fora, ou aplicando muito mal. Para você ter uma idéia, na minha cidade, cada
alimentação de um presidiário custa para os cofres públicos R$ 3,82 (três
reais e oitenta dois centavos) enquanto que a merenda de uma criança na
escola pública custa R$ 0,20 (vinte >centavos)! O governo precisa rever suas
prioridades,você não concorda?
Você diz em sua carta que não dá para aceitar que um brasileiro se
torne adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta
de matemática. Concordo com você. É por isso que sua carta não deveria ser
endereçada à minha pessoa. Deveria se endereçada ao Presidente da República.
Ele é "o cara". Ele tem a chave do cofre. Eu e mais milhares de pessoas só
colocamos o dinheiro lá para que ele faça o que for necessário para melhorar
a qualidade de vida das pessoas.
No último parágrafo da sua carta, mais uma vez, você joga a
responsabilidade para cima de mim dizendo que as crianças precisam da
"minha" doação, que a "minha" doação faz toda a diferença.
Lamento discordar de você Didi. Com o valor da doação mínima, de R$ 15,00,
eu posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um mês
ou posso comprar pão para o café da manhã por 10 dias.
Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas R$15,00 eu
não vou doar. Minha doação mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu
faço doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família.
Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer não para quase tudo
que meus filhos querem ou precisam? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis
e eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida.
Você acha isso justo? Acredito que não. Você é um homem de bom senso e
saberá entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela
educação brasileira.
Outra coisa Didi, mande uma carta para o Presidente pedindo para ele
selecionar melhor os professores. Só escolher quem de fato tem vocação para o ensino. Melhorar os salários, desses profissionais, também funciona para
que eles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação.
Peça para ele, também, fazer escolas de horário integral, escolas em queas crianças possam além de ler,escrever e fazer contas, possam desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais. Dinheiro para isso tem sim! Diga para ele priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.


Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando...
Eliane Sinhasique - Mantenedora Principal dos Dois Filhos que Pari

P.S.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal educada: vou rasgá-la antes de abrir.
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qui 30 Ago - 23:30:15

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA DÁ EXEMPLO NA POUPANÇA:
MAIS UM SECRETÁRIO/A PARTICULAR PARA CADA DEPUTADO.
-A partidocracia é uma coisa muito bonita, custa-nos é os olhos da cara…

O diploma com as alterações ao estatuto do deputado, que permite a criação do assistente individual, foi publicado em Diário da República na semana passada.
Cada deputado poderá passar a ter um assistente (secretário/a particular) quando já existem 561 (funcionários e assessores) para os 230 deputados.
Isto implica uma despesa a acrescentar aos sete milhões de euros ano, ou seja entre 300 a 500 mil euros mês, que se gastam, actualmente, com os actuais assessores distribuídos por todos os partidos.
Jaime Gama, presidente da Assembleia da República, diz que a contratação destes novos assistentes “não pode ser feita com recurso ao aumento do orçamento da AR”, até porque “o Orçamento da Assembleia não pode ter uma expansão superior à do Orçamento de Estado em termos de despesa pública e de despesas com pessoal”.

O presidente da AR fala muito bem. Não diz como, nem onde, é que vai buscar as verbas para este aumento de despesas.
Segundo ele, esta nova medida, “exigirá a obtenção de poupanças financeiras noutras áreas de funcionamento da AR” mas sem apontar, concretamente, nem o quê nem onde.
Primeiro um secretário/a particular para cada deputado e depois logo se vê.

Se, como diz o presidente, não vai haver aumento das despesas porque se irá reduzir noutras rubricas, mas sem explica onde nem o quê, só se pode tirar uma conclusão:
- Não existem nenhuns estudos para qualquer redução de despesas. O que existe, e se discute, é pura e simplesmente um secretário/a particular para cada dos 230 deputados.
Podem chamar-lhes “assessores” ou o que quiserem. È apenas uma questão de terminologia.

A Assembleia da República possui já 348 funcionários do quadro e 213 assessores, assim distribuídos: PS, 76 – PSD, 53 – PCP, 24 - CDS/PP, 22 – BE, 26 - Os Verdes, 12.

348 funcionários, mais 213 assessores, para 230 deputados não chegam ?
Isto representa uma despesa anual de sete milhões de euros.
São 561 pessoas a “servir” 230 deputados. Mais de dois funcionários por cada deputado.
Não há dúvida, a Democracia/Partidocracia é uma coisa muito bonita, custa-nos é os olhos da cara.
Manuel Abrantes
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MensagemAssunto: Alterações climáticas   Qua 5 Set - 21:29:53

Degelo no mar árctico atinge novo recorde
05.09.2007 - 18h54 PUBLICO.PT

A superfície gelada no mar do Árctico atingiu este mês um novo recorde mínimo, com apenas 4,42 milhões de quilómetros quadrados, revela o National Snow and Ice Data Center da Universidade do Colorado, em Denver. Até agora, o recorde ia para o ano de 2005, com 5,32 milhões de quilómetros quadrados.
Os cientistas dizem-se “espantados” com a perda de gelo. Só na semana passada desapareceu uma área quase duas vezes maior do que a Grã-bretanha, noticia hoje o jornal britânico “The Guardian”.

A passagem marítima Nordeste ao longo da costa russa do Árctico poderá abrir no final deste mês. Se o degelo, que acelerou a partir de 2002, continuar a este ritmo, o Árctico poderá ficar sem gelo no Verão em 2030.

“Se me tivessem perguntado há uns anos quando iria o Árctico perder todo o seu gelo, teria dito 2100 ou 2070. Mas agora penso que 2030 é uma estimativa razoável. Parece que o Árctico vai ser um espaço muito diferente ainda na nossa geração e certamente na dos nossos filhos”, comentou Mark Serreze, do National Snow and Ice Data Centre, citado pelo “The Guardian”.

O degelo no Árctico ocorre todos os meses de Setembro. No Inverno, a água do mar recomeça a congelar. Mas este ano, esse processo será mais difícil. “Este Verão temos toda esta água [sem gelo] que faz entrar calor no oceano. Isso vai dificultar o regresso do gelo. O que estamos a ver este ano permite mostrar-nos que o próximo será pior”, acrescentou.

Alterações nos ventos e circulação de correntes podem contribuir para o degelo. Mas Serreze acredita que o maior culpado é o sobre-aquecimento do planeta. “As regras começam a mudar e o que está a mudar as regras são as emissões de gases com efeito de estufa”.
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Seg 10 Set - 13:23:39

Lionel Balteiro

Dono da sede do PS no Rio de Janeiro e principal financiador do candidato socialista ao círculo fora da Europa em 2005, Licínio Soares Bastos foi detido em Abril











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Financiador de campanha do PS anda fugido
Cônsul português em Cabo Frio a monte no Brasil
10.09.2007 - 10h23 Nuno Amaral

Quatro meses depois de o secretário de Estado, António Braga, ter garantido no Parlamento que o processo de exoneração do cônsul honorário de Portugal em Cabo Frio, no Brasil, seria "imediato" e que já estava em curso, a exoneração de Licínio Soares Bastos ainda não foi publicada em Diário da República. O empresário português, está, entretanto, fugido às autoridades desde 29 de Agosto, data em que o tribunal decretou de novo a sua prisão.
Dono da sede do PS no Rio de Janeiro e principal financiador do candidato socialista ao círculo fora da Europa em 2005, Licínio Soares Bastos foi detido em Abril no âmbito da Operação Furacão, que desmantelou a denominada "máfia dos bingos", grupo que compraria decisões políticas e judiciais para beneficiar o jogo clandestino.

A Polícia Federal (PF) brasileira suspeita que o português fosse o intermediário do grupo nas negociações para abrir casinos em Portugal e no Brasil, tendo as autoridades brasileiras já enviado para a Polícia Judiciária documentação sobre suspeitas de branqueamento de capitais. Desse processo faz ainda parte uma escuta telefónica em que Jaime Garcia Dias, outro luso-descendente também detido na mesma operação, cita o nome e o cargo de António Braga, secretário de Estado das Comunidades, como alguém capaz de "desbloquear" uma obra embargada. Uma versão contestada pelo secretário de Estado, que garante não conhecer Garcia Dias e ter tido apenas contactos formais com Bastos.

Em Julho, o Supremo Tribunal de Justiça concedeu um habeas corpus a Licínio Soares Bastos e a outros suspeitos de integrarem a "máfia dos bingos", uma decisão que foi rectificada a 29 de Agosto pela 6.ª Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro, que detectou novos indícios de lavagem de dinheiro. Nesse dia, a Polícia Federal não conseguiu, no entanto, encontrar nem Licínio Soares Bastos nem o sócio Laurentino Santos, também de origem portuguesa. Até ao momento não há qualquer informação sobre uma eventual captura dos foragidos.

Um ano depois de apoiar financeiramente o candidato do PS pelo círculo Fora da Europa, Aníbal Araújo, Licínio Soares Bastos foi nomeado cônsul honorário de Portugal em Cabo Frio, a 150 quilómetros do Rio de Janeiro.

A nomeação, despachada pelo secretário de Estado das Comunidades, António Braga, foi publicada em Diário da República no dia 16 de Maio de 2006, mas veio a ser suspensa meses depois quando se constatou que Licínio Bastos estava a ser investigado pelas autoridades brasileiras - a secretaria de Estado justificou a indigitação pela "disponibilidade" manifestada por Licínio Bastos para suportar todas as despesas do posto consular.

"Se o secretário de Estado disse em Maio que a exoneração estava em curso, porque, se foi nomeado em despacho publicado no Diário da República, tem de ser exonerado da mesma forma, é muito estranho que quatro meses depois tal ainda não tenha acontecido", disse ao PÚBLICO o deputado do PSD José Cesário, que na semana passada remeteu um requerimento ao Governo sobre este caso.

O social-democrata considera que a situação é "tanto mais grave" quanto se sabe que Licínio Bastos está fugido à justiça. E frisa que, durante este quatro meses, António Braga já exarou outras exonerações. "Talvez a soma dos factos nos ajude a perceber melhor este enredo", frisou Cesário.

"Esse protelar do afastamento de uma pessoa acusada de cometer ilegalidades deixa mal o nome de Portugal. Espanta-nos que nem o primeiro-ministro, nem o ministro dos Negócios Estrangeiros, nem o secretário de Estado das Comunidades esclareça cabalmente todos estes pontos cinzentos", diz Hélder Amaral, do CDS/PP.

Contactado pelo PÚBLICO, o assessor de imprensa da Secretaria de Estado das Comunidades, Eduardo Saraiva, limitou-se a declarar que o "Governo não responde a requerimentos através da imprensa", sem precisar a tramitação do processo de exoneração de um cônsul honorário.

Na sequência de um acórdão emitido pelo Tribunal de Constitucional, que detectava "irregularidades" e "ilegalidades" nas eleições de 2005, o processo foi entregue ao Ministério Público. Também a Entidade de Contas e Financiamentos Políticos (ECFP) está a investigar o financiamento da campanha eleitoral para as legislativas de 2005 do candidato do PS pelo círculo fora na Europa. O Expresso noticiou que a Comissão Nacional de Eleições deu como "inequívoco que foram utilizados para promover a candidatura do PS anúncios em autocarros, rádio e televisão, ficando apenas por comprovar a alegada utilização de aviões.
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qua 12 Set - 23:50:10

Novo recorde histórico
Preço do crude ultrapassa barreira dos 80 dólares em Nova Iorque
12.09.2007 - 21h05 AFP

O barril de crude atingiu hoje os 80 dólares no mercado de Nova Iorque, tocando pela primeira vez aquela barreira psicológica, depois de noticiada uma redução das reservas norte-americanas e face aos receios de que uma tempestade tropical atinja as instalações petrolíferas do golfo do México.
O preço do “light sweet crude” para entrega em Outubro chegou mesmo a cotar-se nos 80,18 dólares, antes de recuar para os 79,91 – um valor que constitui um novo recorde de fecho –, o que equivale a um aumento de 1,68 dólares em relação à última sessão.

A AFP recorda que desde o início do ano, o preço do crude registou uma subida de 25 por cento.
Em Londres, o barril de Brent do Mar do Norte chegou a cotar-se durante o dia nos 77,93 dólares por barril, o valor mais alto desde meados de Julho, acabando a sessão a valer 77,68 dólares (mais 1,30 dólares do que ontem).

Os analistas atribuem esta escalada de preços ao cepticismo do mercado face ao anúncio feito ontem pela OPEP de que irá aumentar a produção, a partir de 1 de Novembro, em 500 mil barris diários. Apesar de uma primeira reacção positiva, o nervosismo voltou a tomar conta dos operadores, para quem este aumento é insuficiente para o superar o esperado aumento do consumo.

O nervosismo aumentou depois do Departamento de Energia dos EUA ter revelado que as reservas petrolíferas do país diminuíram em cerca de sete milhões de barris durante a semana passada – um valor muito acima dos 2,7 milhões esperados pelo mercado.

Para agravar a situação, o furacão Humberto, ainda em nível de tempestade tropical, acaba de formar-se no Golfo do México, temendo-se que possa aumentar de intensidade antes de tocar a costa do Texas, onde estão situadas importantes refinarias.
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qui 13 Set - 10:11:28

<FONT face=Arial size=2>Um Estado de joelhos
Policia Internacional de Defesa do Largo do Rato

Brites de Almeida - Beja
<DIV>A telenovela do triste caso McCann, parece cada vez mais ter mostrado no final da primeira semana de Setembro, um encolher de ombros por parte do governo português, embaraçado com o caso, pressionado pela comunicação social britânica e pelos interesses do turismo algarvio.
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qui 13 Set - 10:25:39

Sem comentários mesmo...


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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Sab 15 Set - 18:15:28

Operação Furacão
Polícia do Brasil solicita ajuda à PJ para investigar ligações do PS à "máfia dos bingos"
15.09.2007 - 09h19 Nuno Amaral

A Polícia Judiciária está a investigar o presumível envolvimento de elementos do PS com a chamada "máfia dos bingos" do Brasil. O grupo, desmantelado com a Operação Furacão, é acusado de comprar sentenças judiciais e decisões políticas para a expansão do negócio do jogo clandestino.
O coordenador do gabinete de comunicação da Polícia Federal (PF), Bruno Ramos, disse ao PÚBLICO que, no âmbito desta acção, foi solicitada "uma cooperação judicial e policial directa" a Portugal para averiguar o "eventual envolvimento de portugueses e alguns elementos ligados ao Partido Socialista" com o caso. A própria Polícia Federal já esteve em Portugal a recolher elementos sobre as ligações entre empresários e políticos portugueses com o grupo detido em Abril deste ano.

Dois dos 25 implicados nesta megaoperação são empresários portugueses. Um deles, Licínio Soares Bastos - que chegou a ser nomeado cônsul honorário pelo Governo de José Sócrates -, foi o principal financiador da campanha do PS no Brasil, em 2005, e era proprietário da sede do PS no Rio de Janeiro. Soares Bastos e Laurentino Santos, também de origem portuguesa, encontram-se neste momento fugidos às autoridades, depois de terem beneficiado de um habeas corpus que veio a ser revogado.

A PF suspeita que os dois fossem os intermediários no negócio de expansão de casas de jogo e os "operadores" de lavagem de dinheiro. Além da referência a políticos portugueses em escutas telefónicas, a PF investiga também outras ligações a Portugal e a Macau, supondo que no país operavam elementos encarregados de manter contactos com partidos políticos. O financiamento partidário seria parte da estratégia do grupo - Licínio Bastos financiou de uma forma ostensiva a campanha do candidato do PS ao círculo fora da Europa, em 2005. Às autoridades portuguesas também já foi pedido para bloquearem contas bancárias pertencentes a off-shores registadas na ilha da Madeira, solicitação já cumprida.

O coordenador do gabinete de comunicação da PF, Bruno Ramos, disse confiar no trabalho da PJ, recusando prestar mais declarações sobre o andamento da investigação.

Contactado pelo PÚBLICO, Vitalino Canas, o porta-voz do PS, referiu desconhecer esta investigação. "Se existe, sobre ela vigora o segredo de justiça. A confirmar-se, o PS aguarda serenamente o resultado desse processo", afirmou. A PJ remeteu para mais tarde esclarecimentos sobre este caso.

Numa das escutas telefónicas registadas pela PF, a 2 de Setembro de 2006, o advogado brasileiro Jaime Garcia Dias pede a outro homem de nome "Adolfo" para falar com um presidente de câmara da região de Braga. Jaime aconselha o interlocutor a valer-se do facto de ser "conhecido de António Braga, secretário de Estado". Os dois brasileiros estudavam a forma de desembargar uma obra e colocar máquinas de jogo num hotel. "O presidente de câmara é do PS?", pergunta Jaime Garcia Dias, entretanto detido, a "Adolfo", que, na altura, estava em Portugal. Na mesma escuta o advogado brasileiro sugere a intervenção de "Aníbal", dizendo que "ele resolve isso na hora". A PF suspeita de que os dois se referissem a Aníbal Araújo, candidato do PS ao círculo fora da Europa em 2005.
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Sab 15 Set - 21:05:36

Justiça
Juízes e procuradores criticam a rápida entrada em vigor do novo Código
15.09.2007 - 09h03 Paula Torres de Carvalho, Graça Barbosa Ribeiro

Hoje, sábado, com os tribunais fechados e sob um coro de críticas, entra em vigor o novo Código do Processo Penal (CPP) que estabelece as normas de aplicação da lei penal.
Três homens condenados, a cumprir penas de 14, 12 e 10 anos por violação e roubo vão ser soltos esta noite do Estabelecimento Prisional de Lisboa (EPL). Embora já tenham sido condenados, a pena é cumprida como prisão preventiva, já que recorreram. A sua libertação, à meia-noite de hoje, é um exemplo que resulta da aplicação do novo Código, num dos pontos que mais polémica tem provocado.

A alteração que determina a aplicação da prisão preventiva a crimes dolosos puníveis com pena de prisão superior a cinco anos em vez de três vai obrigar os magistrados que estiverem hoje de turno a concentrar-se nos processos com arguidos presos e a despachar os que, por força das novas regras, resultam na sua libertação ou permanência na cadeia.

É um dos problemas referidos pelos juízes, quanto à entrada em vigor do CPP, diz ao PÚBLICO, António Martins, presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP).

A eventualidade da libertação de considerável número de presos preventivos, em consequência da aplicação do Código, foi também abordada durante uma mega-reunião, realizada na Procuradoria-Geral da República (PGR), na quinta-feira, com os mais altos representantes do Ministério Público. A este propósito, o procurador-geral Pinto Monteiro referiu, numa nota que emitiu sobre a reunião, uma primeira dificuldade: "Por falta de meios tecnológicos, designadamente uma base de dados capaz, não é possível apurar de imediato quais as pessoas sujeitas a medidas de coacção privativas ou limitativas da liberdade." Por isso, a PGR comunicou aos magistrados do Ministério Público que solicitassem "informações à Direcção-Geral dos Serviços Prisionais e à Direcção-Geral de Reinserção Social, além de outros meios de informação de que possam dispor".

Magistrados apreensivos

Ontem, a direcção do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) também manifestou, em comunicado, a sua apreensão com o facto de, "nos processos com perigosos arguidos presos" estes tenham de "ter libertação imediata antes do julgamento ou mesmo no seu decurso".

Este é apenas um dos aspectos da lei que, num pequeno período de 15 dias, o mais curto já estabelecido para uma reforma, terá de ser adaptada à realidade penal existente.

A rapidez da passagem de um sistema para outro provocou críticas de quase todos os operadores judiciários. Este curto prazo "torna difícil a aplicação de algumas das normas inovadoras" do CPP, a par da "escassez de meios", considera Pinto Monteiro.

O problema é também referido no comunicado emitido, ontem, pela direcção do SMMP, que considera "incompreensível" o período de transição para aplicação do novo CPP, notando que "este estranhamente curto período - que contraria toda a tradição de política legislativa nesta matéria, impediu, na prática, as magistraturas e as polícias de tomarem medidas que acautelassem a finalização de investigações e julgamentos importantes".

Desvalorizando as críticas, o ministro da Justiça, Alberto Costa, lembra que a revisão do CPP "foi um processo amplamente debatido", disse aos jornalistas, ontem, em Coimbra, à saída da sessão de encerramento do curso sobre a Organização e Administração dos Tribunais. "Resulta da escolha da Assembleia da República", "obteve um amplo acordo parlamentar" e "está longe de ser uma surpresa", frisou, dizendo contar "inteiramente com o profissionalismo, a competência e a preparação dos magistrados do Ministério Público e dos juízes para o esforço adicional que uma nova legislação sempre requer".

PGR critica informática

Sem referir as reservas exprimidas pelo procurador, Alberto Costa frisou, ao intervir, que será criada "uma aplicação informática única para os magistrados do Ministério Público e também bases de dados agregadas, necessárias a uma eficaz gestão de meios, dos inquéritos, mandados de detenção, medidas de diversão e dispensa de pena".

No final da cerimónia, comentando as declarações do ministro, que mostrou confiança nos magistrados para "o esforço adicional" exigido pela nova legislação, o juiz António Martins, presidente ASJP, disse-se certo de que os magistrados "assumirão as suas responsabilidades de trabalhar o tempo necessário para que os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos sejam acautelados", mas contrapôs que, "embora a reforma tivesse sido anunciada, tem grandes consequências nos processos já pendentes". "Era de sensatez que houvesse um período de vacatio legis, um período de ponderação, que permitisse preparar a máquina judicial para as suas consequências", comentou.

Na reunião realizada na quinta-feira e que juntou os procuradores-gerais distritais, a directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), Cândida Almeida, os directores dos Departamentos de Investigação e Acção Penal (DIAP) e todos os membros do seu gabinete, Pinto Monteiro procurou conseguir consenso, sem violar a lei, para a solução prática dos problemas que vão inevitavelmente surgir. Um dos principais prende-se com a necessidade de encontrar a melhor forma de aplicar uma nova norma que, no caso de atraso nos processos-crime, estabelece a obrigatoriedade de notificar todas as partes desse prazo excedido.

Atendendo a que, no país, há cerca de 50 mil processos-crime cujos prazos foram ultrapassados, os tribunais seriam fortemente mobilizados para notificar. As limitações informáticas ainda agravariam mais o problema, reduzindo a capacidade de resposta.

Pinto Monteiro, decidiu estabelecer prioridades: a lei será imediatamente aplicada e com "todo o rigor" aos processos que envolvam réus presos. Quanto aos mais antigos, será elaborada uma lista e determinado quais os processos cujos atrasos deverão ser participados em primeiro lugar.

No final da reunião de ontem, os magistrados do Ministério Público defenderam a necessidade de "vigiar e estudar a aplicação destas reformas" e propuseram "apoiar a criação de um Observatório Independente e Pluralista da Justiça Penal".

Só hoje foram libertados 115!

E depois o FDP do Pinto ainda vem dizer que os outros é que fomentam a insegurança, nem o Pinóquio tinha tanta latosa!
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qui 20 Set - 16:33:53

PORTUGAL















Quem é o melhor líder para o PSD?














Luís Marques Mendes








Luís Filipe Menezes








Outro









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Entre no debate














[url=]Debate[/url] Que líder para o PSD

Exclusivo
O documento polémico de Menezes
Foi um dos temas quentes do debate da SIC-Notícias. Mendes acusou Menezes de obrigar os vereadores da Câmara de Gaia a assinar uma declaração de renúncia ao mandato... em branco. A VISÃO divulga o documento e toma pulso à polémica
VISAO.pt 19 Set. 2007









«Vereador em regime de permanência da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, vem nos termos da Lei das Autarquias Locais e com efeitos imediatos, renunciar ao seu mandato de vereador».

É este o teor do documento que Luís Filipe Menezes obriga os vereadores eleitos da autarquia a assinar. Com a data em branco, claro. Assim, o presidente pode, a qualquer momento, dispensar quem não lhe interessa. De acordo com actuais e antigos eleitos da autarquia contactados pela VISÃO, a exigência foi feita durante o período de constituição das listas das eleições de 2001 e 2005.

«Mas nem todos foram obrigados a assinar», refere fonte da autarquia.

No debate da SIC-Notícias com os dois candidatos à liderança do PSD Marques Mendes acusou Menezes de, com estas práticas, condicionar a liberdade de opinião no seu executivo.

«Não faço como o doutor Luís Filipe Menezes que, antes das eleições para a Câmara de Gaia, obriga os seus vereadores a assinar a renúncia ao cargo em branco», disse o actual líder.

O autarca, apesar de garantir nunca ter accionado essas cartas de renúncia, na prática, defendeu-as, pelo menos enquanto a lei não adoptar o regime presidencialista que defende para gerir um município. Referiu, aliás, que o modelo adoptado em Gaia era também a prática do grupo parlamentar do PSD em relação aos deputados, desde Sá Carneiro. Contudo, vários deputados de diferentes legislaturas contactados desmentem tal prática.

«Nunca ouvi falar de tal coisa. Não assinei nada nem a direcção do grupo parlamentar faz isso. Nem os deputados deixavam», esclarece à VISÃO Montalvão Machado, vice-presidente da bancada «laranja» na Assembleia da República.
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qui 20 Set - 17:30:14



EL PAIS – Madrid 13.09.2007



La cuidada puesta en escena de los McCann

Los padres de Madeleine manejaron la crisis apoyados en sus contactos políticos y mediáticos

MIGUEL MORA / W. OPPENHEIMER - Lisboa / Londres - 13/09/2007

El caso Madeleine está abriendo una fractura entre dos aliados históricos: Reino Unido y Portugal. Donde unos ven torpeza policial, los otros ven insoportables presiones mediáticas y un papel poco claro del Gobierno británico.

Aunque Londres ha dejado claro que no tiene intenciones de interferir en la investigación policial, la opinión pública portuguesa cree que el imbatible equipo formado por el Gobierno de su majestad y los medios británicos intervino desde el primer minuto. Uno de los detonantes de esa sospecha es el papel de un funcionario llamado Clarence Mitchell, destacado por el Foreign Office a finales de mayo a Praia da Luz para asesorar a los McCann.

Clarence Mitchell es director del Media Monitoring Unit, un departamento poco conocido pero que hace un trabajo de extraordinario valor para el Gobierno Británico: rastrea los medios de todo el mundo para recolectar todas las informaciones que puedan ser de interés para el Gobierno. Incluso se está planteando rastrear los blogs más en boga, para detectar nuevas tendencias.

Cuando Mitchell llegó al Algarve a finales de mayo, el caso Madeleine ya se había convertido en una feria. El espectáculo alimentado por los padres para facilitar la búsqueda de la pequeña Maddie empezaba a fraguar en medio planeta. Con él, se elevó aun más el tono católico de la misión (Fátima, Vaticano) y el listón de la campaña de prensa, propaganda y solidaridad alcanzó niveles globales. La pareja recorrió Europa, saltó a Marruecos, voló hasta Madrid para pedir ayuda al ministro del Interior, Alfredo Pérez Rubalcaba. Gerry se entrevistó con el fiscal general de Estados Unidos, González, ya dimitido. Cargando fotos, peluches y ropas de la niña, la pareja fue bendecida por el Papa Benedicto XVI. Celebridades como J.K. Rowling, José Mourinho o David Beckham hicieron apelaciones y donativos que ayudaron a la familia a recaudar 1,4 millones de euros.

Muchos portugueses creen ahora, a la luz de las sospechas reunidas por la policía contra los McCann, que todo aquello no era más que una gigantesca cortina de humo auspiciada por los padres, dos médicos con contactos y credibilidad, respetados y con buena situación social, que se agigantó por la voracidad de los medios y por la influencia del Gobierno Británico hasta un punto sin retorno.

La impresión en Portugal es que el clima mundial de opinión generado por esa campaña político-mediática impidió a la policía investigar con calma y neutralidad. Primero, porque la ola de afecto desatada por la desaparición de Madeleine convirtió a los McCann en un símbolo intachable del sufrimiento y la angustia. Segundo, porque la exposición pública de los padres generó un goteo incesante de pistas falsas.

Los medios británicos formaron una piña con la pareja de médicos nada más producirse la desaparición. Tres días después de la denuncia, el circo estaba ya instalado junto al Ocean Club. Este diario visitó esa semana Praia da Luz; había 33 periodistas de Sky News y 18 de la BBC. Sky había tenido acceso a la noticia del secuestro antes que la policía portuguesa, según confirma una fuente policial: "Alguien del círculo de los McCann telefoneó desde el Ocean Club la noche del crimen a la delegada de Sky News en el Algarve. La llamada se produjo a las 22.11 horas. Nosotros recibimos el aviso de la desaparición media hora después, a las 22.40".

Un poco antes, a las 22.00, una vecina que luego testificó ante la policía se ofreció a llamar a la Guardia Nacional al saber que la niña no estaba. "Kate, la madre de Madeleine, le dijo que no hacía falta, que ya habían llamado ellos", dice la policía.

Esa mentira inicial, y otros testimonios contradictorios en las declaraciones de los padres y amigos que cenaron juntos aquella noche en el restaurante Tapas llamaron la atención de la policía desde el primer día. "Una historia mal contada", tituló el Diário de Noticias del día 5, cuando Maddie apenas era una más entre los miles de niños que desaparecen cada año en el mundo.

"Había muchas cosas raras", recapitula un agente. "La madre dijo a la vecina que ya nos habían llamado y no era verdad, afirmó que alguien había entrado desde fuera pero la contraventana estaba forzada desde dentro, dijeron que cada media hora iban a controlar a los niños pero los empleados del restaurante lo negaron". Para la policía, lo más sorprendente fue que la primera preocupación de los padres alertara a la prensa antes que a la propia policía. También les llamó la atención que Kate pidiera a la recepción del Ocean Club el teléfono del cura del pueblo.

Con las cámaras británicas por testigos, los McCann y sus amigos, gente del norte en un pueblo sureño, cercano a África, empezaron a criticar los métodos de la policía: que tardaran en llegar al apartamento casi una hora y que destruyeran pruebas al tomar todas las huellas con un mismo par de guantes. La policía del Algarve, un lugar muy seguro al que cada año llegan cientos de miles de turistas británicos, sabía lo que le esperaba: una víctima inglesa, sospechosos ingleses, tabloides ingleses... "Con eso siempre contamos", dice socarrón un mando regional.

Los agentes optaron por aguantar el chaparrón. No había otra, aunque sabían que algo olía muy mal en el entorno de los padres de la niña y que la estadística no suele engañar: los secuestros de niños en edificios ocupados son prácticamente inexistentes.

Junto a la tropa de periodistas, llegaron a Praia de Luz el embajador británico en Lisboa, John Buck; Shree Dodd, la primera asesora de comunicación enviada por el Foreign Office, que sería sustituida semanas después por Mitchell, y varios agentes de Scotland Yard. Buck pidió confianza en la policía. Dodd empezó a extender la consigna oficial del secuestro por el mundo. Mitchell aceleró la máquina. Surgieron los eslóganes (encuentren a Madeleine, devuélvannos a Madeleine, sabemos que está viva, no dejaremos una piedra sin levantar...), se mejoró la página web, empezaron los viajes de la fe. La fría desolación de Kate, su belleza robada por la desgracia, su extrema delgadez, empezaban a forjar la imagen de una nueva Lady Di.

Durante dos meses, la policía se vio forzada a investigar cientos de bulos. Supuestos avistamientos llegaban de todas partes. Chipre, Malta, Holanda, Grecia, Buenos Aires, Bélgica... Un día del final de mayo hubo más de 200 denuncias. Una de las más fiables pareció una ciudadana noruega que dijo haber visto a Maddie con un hombre de aspecto árabe en una gasolinera de Marrakech. Olvidó mencionar un detalle; su marido era de Leicestershire, el condado donde viven los McCann.

Poco a poco, la tensión fue bajando, el caso languideció. Los McCann habían convencido al mundo. Fue un rapto, y ya no parecía haber esperanza. Tras declarar sospechoso formal e investigar sin éxito a Robert Murat, un vecino angloportugués de Praia da Luz que trabajó como traductor para la propia policía, empezó a cobrar forma la hipótesis de la muerte de la pequeña. Scotland Yard sugirió enviar a dos perros (Eddie, de siete años, Keela de tres) especializados en detectar restos de sangre y olor a cadáver. Los spaniel, que han ayudado a resolver más de 200 crímenes en Gran Bretaña y Estados Unidos, encontraron ambas cosas: en el apartamento y en el coche alquilado por los McCann. Conclusión policial: en la casa sucedió un accidente o quizá un incidente, Madeleine murió, los padres y amigos decidieron esconder el cadáver y fingir un rapto, organizaron su coartada, engordó tanto la cortina de humo que ya no les fue posible volver atrás.

"Probablemente se asustaron, pensaron que nadie iba a entender que siendo médicos se les hubiera muerto la niña, no supieron cómo explicar que se habían ido de copas durante tres horas dejando a los niños solos", dice una fuente policial. "Además, tenían una reputación que defender".

¿Quién de ellos la tenía? Gerry McCann, el cardiólogo de la mirada de hielo, tenía una. "Nos dimos cuenta enseguida de que tenía amigos poderosos, al parecer aspiraba a un puesto importante en el ministerio de Sanidad, esperaba hacer carrera política... Eso debió pesar en su decisión", reflexiona una fuente policial.

Los ministros de Exteriores e Interior británicos han reiterado que no se trata de un caso político. El primer ministro portugués afirmó lo mismo anteayer a este diario. El caso es que algunos ciudadanos han empezado a enviar cartas y correos electrónicos a sus parlamentarios y a Downing Street para protestar por la estrecha vinculación entre Mitchell y los McCann. Los lectores del periódico electrónico Mirror.co.uk., están indignados. El sábado, un internauta escribió estas líneas: "Los McCann volverán al Reino Unido. La prensa les apoyará hasta la náusea. Las voces disidentes podrían ser ignoradas en las páginas de cartas de los periódicos y en los comentarios a sus ediciones electrónicas (lo que ya ha pasado). El público desinformado apoyará su lucha contra la policía portuguesa y los medios difamadores. Finalmente, el Gobierno ejercerá presión contra el Gobierno portugués para dejar caer el caso si no tienen pruebas concluyentes al 100% [...] Lo que puede ser fácil en este caso".

A día de hoy, Maddie sigue desaparecida. La hemos conocido, hemos visto sus fotos, su sonrisa, sus vídeos, su iris rectangular. La recordaremos mucho tiempo. ¿Conoceremos algún día la verdad? ¿Aparecerá para decir la última palabra?

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MensagemAssunto: www.portugalclub.org   Qui 20 Set - 20:13:00

Vale a pena ler esta carta retirada do site portugalclub a respeito de um grande amigo do peito de Duarte Pio:

IMPÉRIO PORTUGUÊS.
De: [size=21][color=#0000ff]Joaquim Oliveira de Almeida Oliveira - [color:27c1=#800080:27c1]São Paulo


Em comentário meu sobre "[color=#ff0000]CABORA BASSA" me referi a um dos ARTÍFICES da famosa "DESCOLONIZAÇÃO EXEMPLAR" que aconteceu em 1975. Trata-se do DR. [color:27c1=#0000ff:27c1]ALMEIDA SANTOS.
Um dos homens que mais lucrou e lucra ainda com os NEFASTOS ACONTECIMENTOS ocorridos na venda do IMPÉRIO PORTUGUÊS. Desde que se formou em Coimbra ficou eternamente ligado a Moçambique. Por lá ficou enriquecendo até à descolonização.Quando chegou a hora da TRAIÇÃO carregou todos os seus HAVERES em gigantescos Contentores e voltou à PÁTRIA para novas Tarefas de que não abdica nunca, malgrado sua decrépita velhice.
Nada deixou em Moçambique a não ser as suas LIGAÇÕES e certamente PARTICIPAÇÕES em NEGÓCIOS da CHINA. Posto isto ficou "xuxalísticamente" " xuxando" em Portugal, recebendo merecidos PRÉMIOS, BENESSES E GALHARDÕES.
Como homem amado??? que é, não por mim claro , aqui transcrevo "CARTA ABERTA A ALMEIDA SANTOS" de um outro seu ADMIRADOR???



"Dr. Almeida Santos, o senhor é um homem inteligente. Então, porque é que, ás vezes, se comporta como um idiota? Será alguma das modalidades do direito à diferença? Como as do género do raciocínio dos homossexuais para moralizar a errada utilização de alguns órgãos do corpo? O senhor sabe, perfeitamente, que foi um dos classificados como espoliados que trouxe para Portugal toda a riqueza que conseguiu em Moçambique. A meu irmão, que trabalhou em Luanda, quase 40 anos, que foi o engenheiro da Barragem do Cambambe foram roubados todos os bens, incluindo duas moradias, os contentores em que vinham as mobílias desapareceram. E quantas centenas de milhar de outros portugueses regressaram para não ser mortos e com uma das mãos à frente e outra atrás? E tudo porquê? Por que o senhor e outros socialistas como Mário Soares e esquerdistas pensaram, exclusivamente, em salvaguardar os próprios bens e conquistar simpatias e apoios internacionais, se borrifaram para agir de maneira a minimizar as desgraças dos outros e a honrar o País. E longe de terem realizado a libertação dos povos, que não estavam sequer oprimidos, sujeitaram-nos a ditaduras implacáveis e entregaram-nos à voracidade do Comunismo Internacional. Milhares de crianças morrem todos os dias de fome e de frio, a Sida, ouvi nos Noticiários, ataca 70% da população de Angola. A mulher de José Eduardo dos Santos vai, no seu avião privado, ao cabeleireiro a Paris. E diz-se que o marido é um dos cidadãos mais ricos a nível mundial. Das três ou mais dezenas de processos para solucionar os problemas do Ultramar, sem quaisquer prejuízos para ambas as partes, o senhor cus seus capangas (numa carta que me escreveu chamou-lhes papagaios) optaram pela pior maneira. Os portugueses podiam e deviam ter lá permanecido embora em condições diferenciadas. A sua presença teria resolvido questões fundamentais, ter-se-ia impedido o regresso das doenças infecto-contagiosas que matam, actualmente, milhares de cidadãos. Angola, as estatísticas o afirmam, tem de momento cerca de 16 milhões de habitantes, precisa de cinco ou seis vezes mais. Portugal viveria melhor com menos quatro ou cinco milhões. Alguém já conseguiu ou tentou com um diálogo resolver as carências e os excessos populacionais? Ninguém!

Até que ponto será viável a acusação criminosa de responsabilizar os padrinhos da autodeterminação, tal como foi concebida e executada, de assassinos, de crápulas, de portugueses traidores, etc?

O senhor atreveu-se, há dias, a equiparar, na televisão, em ataque camuflado, o que o filia como membro do clube dos de mau carácter, Cavaco Silva a Salazar. Disse, textualmente, anda por aí um candidato a PR que despreza os partidos, que não lhes atribui importância. E sublinhou em tom sarcástico (já uma vez lhe pus a si o cognome de o "assassino da voz meiga") que "Salazar subscreveria estes juízos". O senhor não tem vergonha? Se quer injuriar Cavaco Silva faça-o com frontalidade, dê pureza às frases acusatórias, assuma-se como defensor de um velho prepotente, malcriado que nem sabe sentar-se à mesa por que leva a boca ao prato e não a colher à boca. Carlos Castro, o cronista social, no livro de que é autor, equiparou-o a um suíno a comer nas gamelas. E por amor de Deus, não relacione Salazar que foi um dos mais relevantes estadistas do século com os incompetentes que governam hoje Portugal e só têm enchido os bolsos. Salazar nunca o fez. Foi um administrador honesto, com visão medíocre mas nunca menosprezou Portugal, nem vexou fosse quem fosse. Nem invocou a falta de confiança política para proteger e nomear incompetentes atribuindo-lhes salários principescos imerecidos e reformas antecipadas escandalosas e obscenas com meia dúzia de anos nos cargos. A maioria dos trabalhadores exerce profissões de enorme responsabilidade e usufrui reformas de miséria após 35 e 40 anos de actividade. Os beneficiados são militantes do PS. Também chama a este esquema democracia?

A conclusão lógica e o senhor nem deve ter dado por isso, a critica que fez a Cavaco Silva, é um elogio. A Constituição prescreve que o PR é supra-partidário, não deve nem pode agir condicionado por ideais ideológicos. Logo, a expressão injuriosa utilizada de não ligar aos partidos, é a prova provada de que, se vencer as presidenciais, se comportará com isenção e recusará favorecer os tais papagaios que a si o aplaudem. O ódio aos valores autênticos, muitas vezes, provoca a hilariedade dos auditores. É o meu caso!

O que me irrita, Almeida Santos, é que o senhor se imagina democrata (o Socialismo nunca o foi) e se orgulha de dizer frases sem nexo para que os militantes do PS e alguns tolos continuem a acreditar que o Socialismo é capaz de descobrir soluções seja para o que for e que Mário Soares é um cidadão correcto. Pergunte à Nicole Fontaine, se faz favor.

Sabe, leia o livro de Gorbachov, ele afirma que o Socialismo ainda não triunfou por que não surgiu, por enquanto, o homem iluminado para o conseguir.

Sobre si, Almeida Santos, Gorbachov tem uma vantagem, não perde tempo a dizer mal de Salazar que morreu há mais de 30 anos, nem de Aníbal Cavaco Silva! E vive muito longe dos portugueses.

Faça umas férias com ele, seja simpático para Portugal! "



José de Vasconcellos e Sá

Licenciado em História e Filosofia



Por enquanto é só ! Faço parte da numerosa multidão que exacra esse homem, a par de Mário Soares, Rosa Coutinho (Branca Flor) (Almirante de pacotilha) e OUTROS MAIS ! [color=#0000ff]Joaquim Oliveira de Almeida Oliveira - [color:27c1=#800080:27c1]São Paulo
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Dom 23 Set - 18:00:40

Três perderam o mandato esta semana
Há 43 autarcas à beira de perder o mandato por falta da declaração de rendimentos
23.09.2007 - 09h21 Álvaro Vieira

A Procuradoria-Geral da República (PGR) remeteu, este ano, aos tribunais administrativos 47 certidões de processos relativos a membros de executivos municipais que não entregaram as respectivas declarações de rendimentos e interesses patrimoniais ao Tribunal Constitucional (TC) nos termos e prazos previstos na lei.
Entre estes 47 casos de incumprimento, estão os de dois autarcas - uma vereadora da Câmara de Mira e um vereador da Câmara do Funchal - cuja perda de mandato foi decidida, na semana passada, pela justiça administrativa. O PÚBLICO apurou que o TC tem já conhecimento oficial do caso de outro vereador cujo processo foi arquivado. O TC soube ainda esta semana, pela comunicação social, que um vereador da Câmara de Salvaterra de Magos não esperou pela notificação da sentença do Supremo Tribunal Administrativo, que lhe era desfavorável, e renunciou ao mandato.

Em teoria, restam, portanto, 43 autarcas municipais em risco de serem condenados ao pagamento de coimas ou mesmo de perderem o mandato, a mais grave das sanções previstas na Lei 25/95 de 2 de Abril. Mas, em rigor, o número de edis em risco de perderem o mandato pode ser até inferior, uma vez que alguns deles terão tratado de apresentar a declaração mesmo antes, ou 30 dias após terem sido notificados, como a lei também exige. Isto não os livra de serem visados por uma acção administrativa especial para perda de mandato, uma vez que o incumprimento da lei está consumado: não cumpriram, efectivamente, a obrigação de entregar a declaração de rendimentos "no prazo de 60 dias contado da data do início do exercício das respectivas funções", para as quais foram eleitos nas autárquicas de 9 de Outubro de 2005.

Mas a entrega das declarações ao TC que entretanto tenha ocorrido pode ser considerada uma atenuante na hora de o tribunal decidir qual a sanção a aplicar.

O processo também não está isento de dúvidas, como resulta da leitura de alguns acórdãos de tribunais centrais administrativos disponíveis na Internet. Há autarcas que contestam a contabilização dos prazos em questão, que levantam a questão do endereço para o qual foram enviadas (autarquia ou domicílio do vereador, no caso de este não exercer funções a tempo inteiro?) e que se desculpam até, se não com o desconhecimento da lei, pelo menos com uma eventual confusão sobre a legislação aplicável, no caso entre a lei das incompatibilidades dos titulares dos cargos políticos (que só abrange os vereadores com pelouros atribuídos) com a lei do controlo da riqueza dos políticos, aprovada em 1995, no âmbito do chamado "Pacote da Transparência", e que se aplica também a todos os membros dos executivos municipais.

Após os 12 anos decorridos sobre a aprovação desta última lei é que o TC, por decisão do seu anterior presidente, Artur Maurício, começou a "fiscalizar", como previa a lei, a entrega das declarações de rendimentos.
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MensagemAssunto: www.portugalclub.org   Dom 23 Set - 23:55:15

Rosa Coutinho
cumprindo ordens 'vermelhas',

[size=12]SÓ PARA RECORDAR A TRAJECTÓRIA DESSE ABJECTO PERSONAGEM NA VIDA DE ANGOLA E DE MILHÕES DE PESSOAS.
CAPÍTULO ' OS JUDAS DE 30 RUBLOS' do Livro 'Angola - Os vivos e os Mortos' de Pompílio da Cruz.

'OS JUDAS DE 30 RUBLOS


Na origem deste contexto da desolada vida angolana surgira em Luanda, em Julho de 1974 a 'branca flor', [color=#ff0000]o [color:704e=#ff0000:704e]almirante de pacotilha Rosa Coutinho, com o seu braço ar&shy;mado, um triunvirato tenebroso constituído pelos majores Pezarat Correia e Emídio da Silva e pelo capitão Batalha, amparados por satélites do MFA, muito 'esquerdistas'. Pairando sobre esta camarilha, o comandante Correia Jesuino, mentor da Comunicação Social. Na Junta Governativa, além de Rosa Coutinho, o general Cardoso da Silva e o co&shy;modoro Leonel Cardoso.

Sou testemunha das felonias praticadas por eles. Da sua campanha de raivas desvairadas, inspirada em ideologias estranhas ao povo português e até à idiossincrasia dos au&shy;tóctones angolanos.

Não os travaram escrúpulos para chegarem aos objec&shy;tivos previamente marcados na estratégia leninista e em que os próceres revolucionários portugueses são meros comparsas, títeres puxados por cordelinhos visíveis, mario&shy;netas que se agitam e estouvadamente dançam ao som e ao ritmo das 'balalaikas', músicas aberrantes, que não podem ter eco no peito dos portugueses.

Assim se esboçou o bailado macabro de Rosa Cou&shy;tinho, que vagueou pela castigada terra de Angola, Judas sem honra, sem integridade, sem patriotismo. Não vendeu os portugueses ao diabo por trinta dinheiros, mas, vilmente, trespassou-os em leilão de escravos, a quem pagou mais no mercado do Leste.

Rosa Coutinho empurrou-nos, inexoravelmente, para o abismo. Patrulhas do MPLA substituíram, por ordem do 'almirante vermelho', os agentes da PSP. Raramente as au&shy;toridades portuguesas intervinham, mantendo-se aparte, no gozo mórbido de escandalosos desmandos. Quantos mais morressem, menos regressariam a Portugal. Isso não obstou a que se expulsassem os primeiros oito portugueses, entre os quais o capitão Mendonça. As vítimas pagaram como se tivessem sido algozes.

A nomeação do almirante Rosa Coutinho para presi&shy;dente da Junta Governativa desfez as nossas últimas dúvi&shy;das, que de esperança já não falávamos. Demasiadamente conhecíamos a sua cor política, o ódio e o desejo de vin&shy;gança que alimentava contra a FNLA que o aprisionara no Zaire, que o mantivera no cárcere, que o sujeitara a seví&shy;cias e indignidades que ele talvez s6 não perdoava, porque tinham sido praticadas em público, que um elemento da PI DE tivesse arriscado a vida para o libertar não contava para ele. Ia para Luanda sem intuitos de equilíbrio ou de justiça. Ia, não para governar, mas para obedecer às ordens dos seus mentores políticos e para se vingar. De antemão o sabíamos.

O capitão Seara procurou-me para me comunicar que ele e o seu grupo iriam ao aeroporto abater Rosa Cou&shy;tinho, mal ele desembarcasse do avião. Tentei dissuadi-lo num primeiro encontro. Insistiu. Veio de novo, acompa&shy;nhado por três 'gorilas'. Medidos prós e contras, conven&shy;ci-o de que a consumação do atentado acarretaria terríveis represálias para etnia branca e prejudicaria, irremediavel&shy;mente, a F R A.

Rosa Coutinho (a 'branca flor'} teve os seus percalços, possivelmente assustou-se com determinados tipos de alteração da ordem pública, decerto provocados, muitos deles, por infiltrações de elementos da LUAR e de agentes do PCP. Daí, impor o recolher obrigatório às 21 horas.

Na primeira noite, a população foi para a rua em massa. Intermináveis filas de automóveis buzinaram até o raiar do sol. As bandeiras da UNITA flutuaram em ruas e largos, agitadas com frenesi.

Um pandemónio, de absoluto desrespeito por Alva Rosa Coutinho. Desfeiteando-o abertamente, a multidão percorreu a noite, gritando e aclamando Portugal e a UNI-TA, vexou, agravou e insultou o presidente da Junta Governativa. 'Democraticamente', Rosa Coutinho quedou-se, mudo, no palácio.

Fosse como fosse, a vida degradava-se, com a multi&shy;plicação de conflitos. Chegou-se à ofensa suprema de arriar a bandeira nacional no muceque do Golfe, de a espezinhar e rasgar, substituindo-a pelo do M P L A, perante a passivida&shy;de de forças portuguesas.

Isso foi razão de um episódio que retrata, fielmente, Rosa Coutinho.

Sentindo o insulto no coração, a etnia branca diri&shy;giu-se ao palácio para manifestar a sua indignação. À fren&shy;te, a senhora E mil ia Ferreira, vendedeira de peixe no mer&shy;cado de Quinaxixe, Maria da Fonte angolana, que, ao vo&shy;lante de um camião se embrenhava na mata, a fim de transportar alimentos para a UNITA, de que era aderente.

Maria Ferreira, com um grupo de companheiros, en&shy;trou no palácio e desafiou Rosa Coutinho. Das palavras se passou aos actos e houve quem deitasse as mãos ao pesco&shy;ço do marinheiro fantoche, que, apavorado, saltou por ci&shy;ma da secretária, para fugir pela janela do gabinete.

Rosa Coutinho, que sempre se mantivera imperturbá&shy;vel, cumprindo ordens 'vermelhas', que não atendia quei&shy;xas, nem reclamações, porque, para ele, tudo se resumia a boatos, desta vez convenceu-se, finalmente, de que nem tu&shy;do eram boatos. Estou a imaginá-lo, orelhudo e ridículo, a pular para a mesa, na cobardia da fuga.

Descobriu, no incidente, uma das raras verdades que viria a proferir mais tarde, em Lisboa: Angola não era para timoratos.

JOAQUIM OLIVEIRA DE ALMEIDA[/size]
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MensagemAssunto: www.portugalclub.org   Ter 25 Set - 8:09:48

por enquanto a VOZ dos " SEM VOZ"
mas não irá ser por muito tempo...

Aos leitores do PORTUGALCLUB

Por razões que considero obvias e ainda por que ,embora digam que a PIDE acabou, existem agora , pelo menos ,umas 5 ou 6 POLICIAS, OMITO intencionalmente o nome ,para poder dar a conhecer à diàspora e leitores deste portugalclub,onde por enquanto a VOZ dos " SEM VOZ" se pode ouvir em tôdo o lado do MUNDO, mas não irá ser por muito tempo...

SEM MAIS PALAVRAS, transcrevo o texto, pensem, meditem e critiquem... Não critico este govêrno, mas todos os governantes ,de todos os partidos que se tem seguido ao 25 de Abril.Vejam o esbanjo de dinheiros públicos e a passagem de atestados de incapcidade aos Generais actuais ,uma espécie de brinquedos nas maõs dos governantes....
Àquele leitor,Sr José Pires ,que pretende ensinar-me que o govêrno é que governa...acrescento-lhe : PORTUGAL SOMOS NÓS...
João Ernesto Fonseca dos Santos
" Agora que as ondas de choque resultantes do anúncio da nova organização para as Forças de Segurança passaram, aparentemente, para o segredo dos gabinetes, é altura de fazer um ponto de situação sobre o assunto. Eis uma curta fita de tempo: No princípio de 2006 o governo encomendou ao Instituto Português de Relações Internacionais, da Universidade Nova, então tutelado pelo Dr. Severiano Teixeira (entretanto nomeado Ministro da Defesa), um estudo sobre um novo modelo de Segurança Interna. O estudo foi entregue em Julho de 2006 e depois de ter sido sujeito a críticas, foi reformulado, tendo uma versão final sido elaborada em Dezembro desse ano. Em simultâneo o Ministro da Administração Interna (MAI), encarregou a empresa americana “Accenture” de fazer outro estudo (racionalização da GNR e PSP), cuja versão final foi apresentada em Julho de 2006. Por ordem do governo anterior corria ainda um estudo sobre uma nova delimitação de áreas de responsabilidade da GNR e da PSP, de que tinha sido encarregue o Gabinete de Coordenação de Segurança (GCS), chefiado pelo General Leonel de Carvalho. Estes estudos, sobretudo os dois primeiros, custaram uma nota preta aos contribuintes,respectivamente,72500 e 174240 euros,mais IVA (curiosamente a “Accenture”também instalou todo o siatema informático da PSP). O General Comandante da GNR mandou constituir um Grupo de Trabalho (GT) a fim de analisar o relatório da Accenture. Este GT entregou as suas conclusões, mas não foram estas que foram entregues ao MAI, mas sim um memorando preparado pelo Gabinete do Comandante da Guarda,que não estava,aparentemente, em conformidade com o estudo da GNR e que não teve a concordância de nenhuma unidade. Aparentemente os comandantes dos órgãos superiores da GNR só tiveram conhecimento deste memorando na manhã do dia em que o Comandante Geral, o foi entregar ao Ministro. Estamos em Set/Out de 2006. O Comando da Guarda desvaloriza o estudo da “Accenture”, que contém algumas apreciações menos apropriadas. E nós estranhamos como se encomenda um estudo sobre uma parte fundamental da Segurança do Estado e da Nação Portuguesa a uma empresa estrangeira! Na sequência o MAI terá feito uma acção alargada junto dos órgãos de comunicação social, nomeadamente os jornais Expresso, Público e Jornal de Notícias (Jan 07), preparando o terreno para o que pretendia implementar. Do estudo apresentado pelo agora MDN apenas se aproveitou a criação do Sistema Integrado de Segurança Interna (SISI), que obrigará à extinção do GCS. Deste facto já se queixou o Dr. Severiano Teixeira, emendando logo a mão, dizendo que o que tinha apresentado era apenas um estudo académico. Estranha-se o facto de o MAI ter encomendado e pago um estudo académico que apenas se justifica como trabalho de curso ou obtenção de um título académico… As coisas que eles dizem. De repente tudo se precipitou. O Primeiro Ministro (PM) decidiu, quase em cima do acontecimento, apresentar o novo figurino da Segurança Interna, no debate mensal da Assembleia da República (AR), agendado para 28 de Fevereiro. Porque o fez é objecto de especulação: não tinha assunto relevante para tratar?; quis apresentar uma novidade?; queria fugir à questão do encerramento das urgências dos hospitais, então na berra? Só ele pode explicar. No dia 27/2 o Comandante Geral é informado que no dia seguinte o PM iria apresentar o assunto na AR. Como nenhuma das suas tropas sabia algo do que se iria passar o General iniciou uma corrida contra relógio para as informar do que iria ocorrer antes de as mesmas saberem do facto pela comunicação social. Nesse mesmo dia enviou mensagens a convocar oficiais, sargentos e praças, representantes de todas as unidades do País, para estarem presentes na Escola Prática da GNR, em Queluz, no dia seguinte. Pelas 0800 reuniu-se com os oficiais generais; pelas 0900, com os coronéis e pelas 1000 com os restantes oficiais sargentos e praças. Às 1200 os oficiais generais foram ao MAI e afirmaram a sua não concordância com o que se estava a passar. À tarde voltaram ao Carmo para se avistar com o Comandante Geral e dali seguiram para o Estado-Maior do Exército onde foram dar conta ao respectivo Chefe do que se estava a passar,apresentar a sua disponibilidade para regressar ao Ex. e solicitar directivas. Regressaram de seguida às suas funções na GNR. É curioso notar que o Presidente da Associação dos Profissionais da Guarda na manhã da reunião com o Comando Geral expressou preocupação com o que se estava a passar, apelou à prudência e manifestou-se contra a extinção das Brigadas. À tarde o PM quando falava no Parlamento exibiu uma mensagem do mesmo Manageiro em que este apoiava a iniciativa do executivo. O que o terá feito mudar tão drástica e rapidamente de opinião? A partir daqui a desorientação foi grande com muitas coisas a saírem fora de controle. No dia 2 de Março, o MAI apresentou no Parque das Nações, a reforma prevista, à GNR, depois à PSP e mais tarde aos autarcas. Pelas 1700 foi a vez da comunicação social que já usufruiu um briefing diferente do da manhã. Entretanto um grupo de 80 oficiais da GNR, oriundos da Academia Militar (de um total de 300), reúne-se em Loures para debater a situação. A reunião é interrompida pela brigada de minas e armadilhas da PSP por ameaça de bomba.Decidiram criar uma nova Associação de Oficiais,pois a actual não defendia os seus pontos de vista. Os Chefes de Estado Maior, apreciaram também a situação e opuseram-se à atribuição da quarta estrela de general do comandante da GNR. A questão entra em Belém. O Chefe do Exército reúne-se por iniciativa própria ou por indicação do CCEMs, com o MAI e o MDN para lhe expor as preocupações dos militares. Não há comentários dos interlocutores. O MDN guarda de Conrado o prudente silêncio, como se nada fosse com ele. Finalmente, aproveitando o acto comemorativo do regresso das últimas tropas da Bósnia, em S. Margarida, e na presença do PR, o CEMGFA General Valença Pinto expõe publicamente alguns problemas e deixa no ar críticas e recados. O ambiente é tenso. É muito provável que a sua demissão, por iniciativa própria ou alheia, tivesse sido encarada. Esta coisa dos políticos tomarem decisões e só depois encararem as suas consequências e regulamentação, tem sido recorrente e funesta. Não existe espaço num simples artigo para apreciar todas as propostas agora aprovadas, algumas das quais já sofreram alterações significativas. Mas o ataque à condição militar da Guarda, apesar dos protestos da sua manutenção retiram qualquer boa intenção e credibilidade à iniciativa governamental, como aliás os seus preparativos indiciavam. Podemos repescar das resoluções 244 e 245 de 19/3/07 do Conselho de Ministros, uma série de conclusões que esvaziam de sentido e põem em causa na prática, a continuação da GNR como força militar. Assim: - o vocabulário e a nomenclatura das unidades agora aprovado, nada tem a ver com o múnus militar; - a organização tende para contornos civis; - a instrução vai tender a unificar-se com a PSP, ora sendo os parâmetros militares mais elevados e mais exigentes a tendência será para “nivelar por baixo”, além disso é muito mais fácil desmilitarizar uma força do que militarizar outra …; - decorrente do atrás apontado, o Exército será excluído da formação dos oficiais da Guarda; - não se sabe ainda como se irão promover a generais, oficiais que não são oriundos de uma Academia Militar (e partindo do princípio que se manterá a exigência de uma licenciatura …); - não se vislumbra ainda como se poderá processar o normativo existente de colocar a GNR debaixo do comando do CEMGFA, em tempo de guerra (aliás as forças da GNR que têm sido destacadas para cenários de guerra já deviam ter estado debaixo da alçada do CEMGFA e não como se tem verificado, no âmbito do MAI); - a externalização de serviços prevista pode pôr em causa a autonomia e capacidade de unidades da GNR de operarem em cenários militares; - a existência de um “horário de referência” é contrário ao espírito da condição militar; - a existência de um “centro de arbitragem”, para resolução alternativa dos litígios estatutários, é em termos de disciplina e justiça militar, um aborto. Finalmente: - é necessário prever com o fim do Regimento de Cavalaria, quem vai ficar fiel depositário das tradições equestres do Exército Português, atribuído àquela unidade; - tudo parece que a intenção futura será o de unificar a GNR com a PSP; - substituir a figura de Comandante Geral (cuja conduta em todo este processo se afigura o menos clara possível), por um “Director Civil” (como já acontece, por ex, com a Guardia Civil, espanhola), e veio a ser dfendido pela APG recentemente; - que a criação da “Unidade de Controle Costeiro”, irá colidir com as missões da Armada. Por último, tudo aponta para que a Administração Interna queira invadir áreas de competência à Defesa (como aliás aparenta querer retirar a Polícia Judiciária à Justiça…): - a apetência pela Autoridade Marítima é evidente; - a intenção de abocanhar o Serviço de Busca e Salvamento é publica; - a criação de vários mini “grupos” aéreos é um dado adquirido, não havendo aparentemente quaisquer dificuldades em arranjar meios, quando se sabe das dificuldades da Força Aérea em operar os seus e do Exército, que têm há mais de 15 anos aprovados os seus helicópteros orgânicos e até agora … nada. É neste cenário que o MAI corroborado pelo PM, vem afirmar que a quadrícula nacional vai ser assegurada pela GNR em vez do Exército, o que originou os reparos do CEMGFA e do CCEMs. Enfim o MAI está a tentar “usurpar” cada vez mais competências ao MDN. É mais um erro e um despautério! Alguém viu por aí o Dr. Severiano Teixeira? ""
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por enquanto a VOZ dos " SEM VOZ"
mas não irá ser por muito tempo...

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SEM MAIS PALAVRAS, transcrevo o texto, pensem, meditem e critiquem... Não critico este govêrno, mas todos os governantes ,de todos os partidos que se tem seguido ao 25 de Abril.Vejam o esbanjo de dinheiros públicos e a passagem de atestados de incapcidade aos Generais actuais ,uma espécie de brinquedos nas maõs dos governantes....
Àquele leitor,Sr José Pires ,que pretende ensinar-me que o govêrno é que governa...acrescento-lhe : PORTUGAL SOMOS NÓS...
João Ernesto Fonseca dos Santos
" Agora que as ondas de choque resultantes do anúncio da nova organização para as Forças de Segurança passaram, aparentemente, para o segredo dos gabinetes, é altura de fazer um ponto de situação sobre o assunto. Eis uma curta fita de tempo: No princípio de 2006 o governo encomendou ao Instituto Português de Relações Internacionais, da Universidade Nova, então tutelado pelo Dr. Severiano Teixeira (entretanto nomeado Ministro da Defesa), um estudo sobre um novo modelo de Segurança Interna. O estudo foi entregue em Julho de 2006 e depois de ter sido sujeito a críticas, foi reformulado, tendo uma versão final sido elaborada em Dezembro desse ano. Em simultâneo o Ministro da Administração Interna (MAI), encarregou a empresa americana “Accenture” de fazer outro estudo (racionalização da GNR e PSP), cuja versão final foi apresentada em Julho de 2006. Por ordem do governo anterior corria ainda um estudo sobre uma nova delimitação de áreas de responsabilidade da GNR e da PSP, de que tinha sido encarregue o Gabinete de Coordenação de Segurança (GCS), chefiado pelo General Leonel de Carvalho. Estes estudos, sobretudo os dois primeiros, custaram uma nota preta aos contribuintes,respectivamente,72500 e 174240 euros,mais IVA (curiosamente a “Accenture”também instalou todo o siatema informático da PSP). O General Comandante da GNR mandou constituir um Grupo de Trabalho (GT) a fim de analisar o relatório da Accenture. Este GT entregou as suas conclusões, mas não foram estas que foram entregues ao MAI, mas sim um memorando preparado pelo Gabinete do Comandante da Guarda,que não estava,aparentemente, em conformidade com o estudo da GNR e que não teve a concordância de nenhuma unidade. Aparentemente os comandantes dos órgãos superiores da GNR só tiveram conhecimento deste memorando na manhã do dia em que o Comandante Geral, o foi entregar ao Ministro. Estamos em Set/Out de 2006. O Comando da Guarda desvaloriza o estudo da “Accenture”, que contém algumas apreciações menos apropriadas. E nós estranhamos como se encomenda um estudo sobre uma parte fundamental da Segurança do Estado e da Nação Portuguesa a uma empresa estrangeira! Na sequência o MAI terá feito uma acção alargada junto dos órgãos de comunicação social, nomeadamente os jornais Expresso, Público e Jornal de Notícias (Jan 07), preparando o terreno para o que pretendia implementar. Do estudo apresentado pelo agora MDN apenas se aproveitou a criação do Sistema Integrado de Segurança Interna (SISI), que obrigará à extinção do GCS. Deste facto já se queixou o Dr. Severiano Teixeira, emendando logo a mão, dizendo que o que tinha apresentado era apenas um estudo académico. Estranha-se o facto de o MAI ter encomendado e pago um estudo académico que apenas se justifica como trabalho de curso ou obtenção de um título académico… As coisas que eles dizem. De repente tudo se precipitou. O Primeiro Ministro (PM) decidiu, quase em cima do acontecimento, apresentar o novo figurino da Segurança Interna, no debate mensal da Assembleia da República (AR), agendado para 28 de Fevereiro. Porque o fez é objecto de especulação: não tinha assunto relevante para tratar?; quis apresentar uma novidade?; queria fugir à questão do encerramento das urgências dos hospitais, então na berra? Só ele pode explicar. No dia 27/2 o Comandante Geral é informado que no dia seguinte o PM iria apresentar o assunto na AR. Como nenhuma das suas tropas sabia algo do que se iria passar o General iniciou uma corrida contra relógio para as informar do que iria ocorrer antes de as mesmas saberem do facto pela comunicação social. Nesse mesmo dia enviou mensagens a convocar oficiais, sargentos e praças, representantes de todas as unidades do País, para estarem presentes na Escola Prática da GNR, em Queluz, no dia seguinte. Pelas 0800 reuniu-se com os oficiais generais; pelas 0900, com os coronéis e pelas 1000 com os restantes oficiais sargentos e praças. Às 1200 os oficiais generais foram ao MAI e afirmaram a sua não concordância com o que se estava a passar. À tarde voltaram ao Carmo para se avistar com o Comandante Geral e dali seguiram para o Estado-Maior do Exército onde foram dar conta ao respectivo Chefe do que se estava a passar,apresentar a sua disponibilidade para regressar ao Ex. e solicitar directivas. Regressaram de seguida às suas funções na GNR. É curioso notar que o Presidente da Associação dos Profissionais da Guarda na manhã da reunião com o Comando Geral expressou preocupação com o que se estava a passar, apelou à prudência e manifestou-se contra a extinção das Brigadas. À tarde o PM quando falava no Parlamento exibiu uma mensagem do mesmo Manageiro em que este apoiava a iniciativa do executivo. O que o terá feito mudar tão drástica e rapidamente de opinião? A partir daqui a desorientação foi grande com muitas coisas a saírem fora de controle. No dia 2 de Março, o MAI apresentou no Parque das Nações, a reforma prevista, à GNR, depois à PSP e mais tarde aos autarcas. Pelas 1700 foi a vez da comunicação social que já usufruiu um briefing diferente do da manhã. Entretanto um grupo de 80 oficiais da GNR, oriundos da Academia Militar (de um total de 300), reúne-se em Loures para debater a situação. A reunião é interrompida pela brigada de minas e armadilhas da PSP por ameaça de bomba.Decidiram criar uma nova Associação de Oficiais,pois a actual não defendia os seus pontos de vista. Os Chefes de Estado Maior, apreciaram também a situação e opuseram-se à atribuição da quarta estrela de general do comandante da GNR. A questão entra em Belém. O Chefe do Exército reúne-se por iniciativa própria ou por indicação do CCEMs, com o MAI e o MDN para lhe expor as preocupações dos militares. Não há comentários dos interlocutores. O MDN guarda de Conrado o prudente silêncio, como se nada fosse com ele. Finalmente, aproveitando o acto comemorativo do regresso das últimas tropas da Bósnia, em S. Margarida, e na presença do PR, o CEMGFA General Valença Pinto expõe publicamente alguns problemas e deixa no ar críticas e recados. O ambiente é tenso. É muito provável que a sua demissão, por iniciativa própria ou alheia, tivesse sido encarada. Esta coisa dos políticos tomarem decisões e só depois encararem as suas consequências e regulamentação, tem sido recorrente e funesta. Não existe espaço num simples artigo para apreciar todas as propostas agora aprovadas, algumas das quais já sofreram alterações significativas. Mas o ataque à condição militar da Guarda, apesar dos protestos da sua manutenção retiram qualquer boa intenção e credibilidade à iniciativa governamental, como aliás os seus preparativos indiciavam. Podemos repescar das resoluções 244 e 245 de 19/3/07 do Conselho de Ministros, uma série de conclusões que esvaziam de sentido e põem em causa na prática, a continuação da GNR como força militar. Assim: - o vocabulário e a nomenclatura das unidades agora aprovado, nada tem a ver com o múnus militar; - a organização tende para contornos civis; - a instrução vai tender a unificar-se com a PSP, ora sendo os parâmetros militares mais elevados e mais exigentes a tendência será para “nivelar por baixo”, além disso é muito mais fácil desmilitarizar uma força do que militarizar outra …; - decorrente do atrás apontado, o Exército será excluído da formação dos oficiais da Guarda; - não se sabe ainda como se irão promover a generais, oficiais que não são oriundos de uma Academia Militar (e partindo do princípio que se manterá a exigência de uma licenciatura …); - não se vislumbra ainda como se poderá processar o normativo existente de colocar a GNR debaixo do comando do CEMGFA, em tempo de guerra (aliás as forças da GNR que têm sido destacadas para cenários de guerra já deviam ter estado debaixo da alçada do CEMGFA e não como se tem verificado, no âmbito do MAI); - a externalização de serviços prevista pode pôr em causa a autonomia e capacidade de unidades da GNR de operarem em cenários militares; - a existência de um “horário de referência” é contrário ao espírito da condição militar; - a existência de um “centro de arbitragem”, para resolução alternativa dos litígios estatutários, é em termos de disciplina e justiça militar, um aborto. Finalmente: - é necessário prever com o fim do Regimento de Cavalaria, quem vai ficar fiel depositário das tradições equestres do Exército Português, atribuído àquela unidade; - tudo parece que a intenção futura será o de unificar a GNR com a PSP; - substituir a figura de Comandante Geral (cuja conduta em todo este processo se afigura o menos clara possível), por um “Director Civil” (como já acontece, por ex, com a Guardia Civil, espanhola), e veio a ser dfendido pela APG recentemente; - que a criação da “Unidade de Controle Costeiro”, irá colidir com as missões da Armada. Por último, tudo aponta para que a Administração Interna queira invadir áreas de competência à Defesa (como aliás aparenta querer retirar a Polícia Judiciária à Justiça…): - a apetência pela Autoridade Marítima é evidente; - a intenção de abocanhar o Serviço de Busca e Salvamento é publica; - a criação de vários mini “grupos” aéreos é um dado adquirido, não havendo aparentemente quaisquer dificuldades em arranjar meios, quando se sabe das dificuldades da Força Aérea em operar os seus e do Exército, que têm há mais de 15 anos aprovados os seus helicópteros orgânicos e até agora … nada. É neste cenário que o MAI corroborado pelo PM, vem afirmar que a quadrícula nacional vai ser assegurada pela GNR em vez do Exército, o que originou os reparos do CEMGFA e do CCEMs. Enfim o MAI está a tentar “usurpar” cada vez mais competências ao MDN. É mais um erro e um despautério! Alguém viu por aí o Dr. Severiano Teixeira? ""
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Valdez
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qua 26 Set - 11:54:02

Há uns meses optei por ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio. Comprado o bilhete, dei comigo num comboio que só se diferenciava dos nossos Alfa por ser menos luxuoso e dotado de menos serviços de apoio aos passageiros.
A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de vista, demorou cerca de cinco horas.
Não fora ser crítico do projecto TGV e conhecer a realidade económica e social desses países, daria comigo a pensar que os nórdicos, emblemas únicos dos superavites orçamentais, seriam mesmo uns tontos. Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes recursos resultantes da substantiva criação de riqueza.
A resposta está na excelência das suas escolas, na qualidade do seu Ensino Superior, nos seus museus e escolas de arte, nas creches e jardins-de-infância em cada esquina, nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade. Percebe-se bem porque não construíram estádios de futebol desnecessários, porque não constroem aeroportos em cima de pântanos nem optam por ter comboios supersónicos que só agradam a meia dúzia de multinacionais,
O TGV é um transporte adaptado a países de dimensão continental, extensos, onde o comboio rápido é, numa perspectiva de tempo de viagem/custo por passageiro, competitivo com o transporte aéreo.
É por isso, para além da já referida pressão de certos grupos que fornecem essas tecnologias, que existe TGV em França ou Espanha (com pequenas extensões a países vizinhos). É por razões de sensatez que não o encontramos na Noruega, na Suécia, na Holanda e em muitos outros países ricos. Tirar 20 ou 30 minutos ao Lisboa-Porto à custa de um investimento de cercade 7,5 mil milhões de euros não terá qualquer repercussão na economia do País.
Para além de que, dado hoje ser um projecto praticamente não financiado pela União Europeia, ser um presente envenenado para várias gerações de portugueses que, com mais ou menos engenharia financeira, o vão ter de pagar.
Com 7,5 mil milhões de euros pode construir-se mil escolas Básicas e Secundárias de primeiríssimo mundo que substituam as mais de cinco mil obsoletas e subdimensionadas (a 2,5 milhões de euros cada uma), mais mil creches inexistentes (a 1 milhão de euros cada uma), mais mil centros de dia para os nossos idosos (a 1 milhão de euros cada um).
Ainda sobrariam cerca de 3,5 mil milhões de euros para aplicar em muitas outras carências, como a urgente reabilitação de toda a degradada rede viária secundária.

CABE ao Governo REFLECTIR.
CABE à Oposição CONTRAPOR.
CABE AOS CIDADÃOS MANIFESTAREM-SE!!!
CABE À TUA CONSCIÊNCIA REENCAMINHAR OU DEIXAR FICAR.
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qua 26 Set - 14:31:48

Valdez escreveu:
Há uns meses optei por ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio. Comprado o bilhete, dei comigo num comboio que só se diferenciava dos nossos Alfa por ser menos luxuoso e dotado de menos serviços de apoio aos passageiros.
A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de vista, demorou cerca de cinco horas.
Não fora ser crítico do projecto TGV e conhecer a realidade económica e social desses países, daria comigo a pensar que os nórdicos, emblemas únicos dos superavites orçamentais, seriam mesmo uns tontos. Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes recursos resultantes da substantiva criação de riqueza.
A resposta está na excelência das suas escolas, na qualidade do seu Ensino Superior, nos seus museus e escolas de arte, nas creches e jardins-de-infância em cada esquina, nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade. Percebe-se bem porque não construíram estádios de futebol desnecessários, porque não constroem aeroportos em cima de pântanos nem optam por ter comboios supersónicos que só agradam a meia dúzia de multinacionais,
O TGV é um transporte adaptado a países de dimensão continental, extensos, onde o comboio rápido é, numa perspectiva de tempo de viagem/custo por passageiro, competitivo com o transporte aéreo.
É por isso, para além da já referida pressão de certos grupos que fornecem essas tecnologias, que existe TGV em França ou Espanha (com pequenas extensões a países vizinhos). É por razões de sensatez que não o encontramos na Noruega, na Suécia, na Holanda e em muitos outros países ricos. Tirar 20 ou 30 minutos ao Lisboa-Porto à custa de um investimento de cercade 7,5 mil milhões de euros não terá qualquer repercussão na economia do País.
Para além de que, dado hoje ser um projecto praticamente não financiado pela União Europeia, ser um presente envenenado para várias gerações de portugueses que, com mais ou menos engenharia financeira, o vão ter de pagar.
Com 7,5 mil milhões de euros pode construir-se mil escolas Básicas e Secundárias de primeiríssimo mundo que substituam as mais de cinco mil obsoletas e subdimensionadas (a 2,5 milhões de euros cada uma), mais mil creches inexistentes (a 1 milhão de euros cada uma), mais mil centros de dia para os nossos idosos (a 1 milhão de euros cada um).
Ainda sobrariam cerca de 3,5 mil milhões de euros para aplicar em muitas outras carências, como a urgente reabilitação de toda a degradada rede viária secundária.

CABE ao Governo REFLECTIR.
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Eu sou a favor do TGV, mas não segundo os moldes actuais.

Acho que Portugal só tem a ganhar com uma ligação por TGV a Madrid e daí ao resto da Europa, passando ou não por Barcelona. Mas apenas UMA ligação.

Lisboa - Porto, Lisboa - Faro, Porto - Faro deveriam ser potênciadas para o uso dos já existentes Alfas e Inter Cidades, sendo que no caso do Alfa e devido ao número de estações pensadas para o trajecto Lisboa - Porto, em relação ao TGV, pouco ficará a perder. Visto o TGV nunca ir ser capaz de atingir as velocidades que pode atingir noutras Nações com outras configurações Geográficas.

Portugal deve melhorar as suas ligações Ferroviárias, há o interesse na Ligação por TGV às Capitais Europeias e até do Porto de Sines ao resto da Europa, devido ao já congestionado Canal da Mancha que serve os maiores Portos do Norte da Europa.
Agora para o resto do País, tal investimento, como foi muito bem apresentado pelo Valdez, pode ser canalizado para outras áreas que não aquela em que aparentemente nada de novo trará à Nação.

O problema é que os Governos querem monolitos que demonstrem obra.
As políticas Regionalistas, com o seu teor cada vez mais agressivo e acusador, são a entender o que seria de Portugal SE este fosse um Estado Regionalizado.
E todas as outras ocorrências que pelo meio acontecem.

Um abraço,

IzNoGuud

Acho que este tema merece um tópico próprio.
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qua 26 Set - 15:06:37

Caro Iz

Faz um ano e picos que tive de ir dar uma formação ao hospital de Valladollid, como não gosto de conduzir e a viagem era longa, tive a triste ideia de ir de comboio. O Sud Express.

Jurei para nunca mais. Para além dos 150€ que me paparam demorei acho que 5 horas para chegar do Entroncamento à Guarda e mais 4 a Valladollid ( 9h de viagem) quando por estrada e sem grandes pressas chego lá em 5-6h Se para lá foi sentado para cá não havia lugares sentados apenas beliches. Senti-me numa daquelas cenas de deportação de judeus que vemos nos filmes.

Isto para dizer que o sistema tem de ser melhorado, mas com carruagens decentes. O TGV é mais um elefante branco a juntar ao resto. Não vai assim tanta gente viajar que justifique o investimento e a manutenção do mesmo. Basta uma alteração para carruagens de qualidade com bons serviços e a coisa está feita! E depois alterar as paragens uma vez que actualmente para em todas as estações e apeadeiros imprimindo velocidade, reduzindo o tempo de viagem.

Agora claro que já se adivinham haver por aí jogadas para fornecimentos de materiais para a nova linha, isso é o prato do dia!
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MensagemAssunto: Re: Sem comentários   Qua 26 Set - 18:22:34

Brasilino Godinho

brasilino.godinho@gmail.com

http;//quintalusitana.blogspot.com



Sim! O Zé-Povinho foi alvo de um ataque repugnante, primário, violento, grosseiro, ofensivo. Em forma de escrito que circula na Internet; cuja autoria é atribuída a um conhecido intelectual de Lisboa. Omitimos o nome porque não conseguimos obter confirmação da identidade e a referência do jornal em que terá sido publicado.

Ao lermos a prosa ficamos com a impressão que o articulista terá querido escrever uma página de obra de ficção. Mas se não foi essa a ideia – e porque a peça teve divulgação pública - teremos de admitir que o indivíduo, agressor do Zé-Povinho, estava sofrendo de esquizofrenia enquanto escrevia todos aqueles dislates, tamanha é a desvirtuação da realidade e a doentia confusão das ideias.

O que aliás é reforçado logo na parte de introdução em que todo o fel é escorrido para o papel e condensado no seguinte período: "Eu odeio o Zé Povinho. Odeio a ilustração, o personagem e o que ele representa. As supostas qualidades inerentes à criatura de Bordalo Pinheiro são, de facto, responsáveis por cem anos de subserviência e subdesenvolvimento". Francamente! Tanta agressividade!Tanto ódio até corta a respiração de qualquer ser humano normal…

A totalidade do escrito é preenchida com a sucessão de considerações absurdas e incongruentes que relevam de evidente perturbação mental que muito sobressai na manifestação exacerbada de ódio ao Zé-Povinho, que todos conhecemos como uma personagem simples, indefensa, bonacheirona e de brandos costumes. Só uma mente perversa decidiria ir tão longe na manifestação desrespeitosa para com o Zé-Povinho e para com mestre Bordalo Pinheiro e na expressão do mais profundo rancor. Afinal, um horror a que não devemos dar aceitação, nem conceder nenhum crédito. A que, não obstante, devemos estar atentos. Com repugnância e suficiente distanciamento.

Porém, cumpre-nos, como aparentados e admiradores do Zé-Povinho, reter e comentar aquela tontice do escrevente, autor do execrável texto acusatório, de lhe atribuir a responsabilidade "por cem anos de subserviência (A quê? A quem?) e subdesenvolvimento". Poucas vezes em Portugal se terá escrito, em letra de forma, um tão grande disparate. Eventualmente, até poderá ter havido o deliberado propósito de achincalhar ao máximo a simpática criatura. O que não surpreende. No nosso tempo, geralmente, aqueles que despendem mais tempo a proclamar a devoção à Democracia são, simultaneamente, os que mais exploram e desprezam o Zé-Povinho.

Dissemos reter a tontice porque ela nos encaminha ao dito que se vai ouvindo: "O povo tem o governo que merece". E para assinalar que esta asserção não merece credibilidade. Erra clamorosamente! Os indivíduos que a trazem à colação deixam-se levar pelas aparências e pela facilidade de aproximação ao que é primário e superficial. Desde logo, porque ainda hoje o Zé-Povinho não tem capacidade para analisar e ir ao fundo das questões ou poderio para inverter as situações a seu favor. O que é da suprema conveniência dos poderes que dominam Portugal. Outrossim, do conhecimento, proveito e inconfessável agrado, dos "inteligentes" que, na Capital, se comprazem nos ataques ao Zé-Povinho; assim se revelando indecentes cultores da desonestidade intelectual.

Por conseguinte, o Zé-Povinho não deve ser responsabilizado pelas consequências das políticas e procedimentos malévolos que o atingem e prejudicam. Era só o que faltava ser explorado na Comunicação Social, por parte das rapaziadas espertalhonas, sem escrúpulos, que gravitam nas órbitas das televisões, abancam nos partidos e se aconchegam nas várias capelinhas e "fraternidades" instaladas quer no grande oriente, quer nos abrigos das grandes lojas e nas dependências da Opus do espanhol Escrivá. Pensar ou exprimir o oposto, representa um extravio de espírito e põe em relevo a mentalidade obscurantista de quem ousa tal insulto à inteligência do ser pensante. Porém, o descaramento chegou a esse extremo.

Em vista disso, o Zé-Povinho não merece os maus governos que se vão sucedendo, nem aquilo porque estamos passando. Nem foi (também, no presente, não é) factor ou fautor do actual estado das coisas. Pelo contrário, ele é a grande vítima! Desprotegido, está isolado num estádio que impede o seu entendimento não só das subtilezas das linguagens politiqueiras, como das particularidades e condicionantes da vida comunitária e que, igualmente, delimita a sua, ainda, intransponível condição de subproduto cultural da nossa sociedade. O Zé-Povinho nada pode fazer para contrariar a situação. Que pode ele contra as poderosas forças (organizações secretas, partidos, alta finança, multinacionais, máfias, etc.) que o mantém confinado nos vários analfabetismos: primário, funcional e cultural e em precárias condições sociais.

Para concluir: Andam por aí figurões, mal-intencionados, atrevidos, falaciosos, manipuladores da opinião pública, que nem lhes basta desprezar e explorar o Zé-Povinho. Recorrendo a todos os meios mostram-se determinados a insultá-lo, a escarnecê-lo e a vexá-lo. E procedem sem resquícios de vergonha.

Urge não ficarmos indiferentes





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