MONARQUIA TRADICIONAL

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 Bastardos

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mdsantiago
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MensagemAssunto: Re: Bastardos   Sex 8 Set - 16:10:36

Já agora, não era melhor abrir outro tópico?

Se for para continuar a falar dos Americanos, o Titulo é apropriado, senão...

MDS
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Teixeira Rebelo
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MensagemAssunto: abertura de novos tópicos   Sex 8 Set - 19:39:37

Caro MdSantiago (Campeâ - Vila Real – Portugal)

Em primeiro fica-lhe bem vir em defesa da sua Dama, como um verdadeiro cavaleiro medieval defenderia a sua, ainda por cima vindo do Norte, detrás das fragas do Marão, onde p’ra lá dele mandam os que lá estão. Como disse José Hermano Saraiva, num programa sobre Trás-os-Montes estar muito convencido da natureza do homem transmontano, pois entende que há uma “questão testicular” (principalmente nos de Freixo de Espada-à-Cinta) que irá por força do seu carácter resgatar a Portugalidade.

Em relação ao seu post, e pelo que busquei, nada vi desses senhores que apontasse numa resposta a Mariz sobre Maria Pia. O administrador, preocupou-se em ter a casa arrumada, o encoberto nada disse sobre Maria Pia e Joe War além de apoiar e muito bem o administrador não lhe encontrei texto com argumentação idêntica a vinda do Genea, por isso não me parece que tenha havido uma repetição, se houve penitencio-me.

Por mim, pode e, até louvo, que se abram os tópicos sobre os assuntos que se levantaram no “bastardos”.
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mdsantiago
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MensagemAssunto: Re: Bastardos   Sab 9 Set - 17:33:26

Caro Teixeira Rebelo

Como Freixenista ( de Freixo de Espada á Cinta) que sou, rejubilo de felicidade que algures entre o nevoeiro que tão persistentemente paira sobre Sintra alguem venha enaltecer as minhas origens e o meu sangue Transmontano. Não percisamos de chegar a esse Estremo(z)...

Em relação á Maria Pia, realmente aqui não encontra nada porque foi tudo explicado directamente ao original do clone Mariz atravez do skype em longas e promenorizadas sessões, ás quais esse mercenário pelos vistos fez ouvidos de mercador...

Em relação aos lençois e á defesa da minha dama vamos nisso!

1- Em relação á igreja não poderia estar mais em desacordo. Se assim é porquê o D. A. Henriques ter de mostrar submissão ao papa para ver reconhecida a sua Sobrania?
Ao contrario do que afirma, no meu ponto de vista, o declinio de Portugal deu-se, entre outras razões, com o reforço da influencia da igreja a partir de D. Manuel I.
Talvez a grande diferença é que até D. Manuel a religiosidade era posta ao seviço da Nação, quando por exemplo D. Nuno Alvares Pereira rezava em Aljubarrota ou em Ceuta era para pedir a Deus que abraçasse a causa dos Portugueses. Depois de D. Manuel passou a ser a igreja a exigir a todos que abraçassem a sua causa. E consequentemente isso levou ao declinio de Portugal.

2- Vindimas -
T. Rebelo escreveu:
Se é ao facto de não ter feito nada pela monarquia e vir para aqui falar, tem razão
T. Rebelo escreveu:
se se refere que falo muito e não faço nada, tem toda a razão
Só me resta rezar que a colheita deste ano seja uma optima colheita. Smile

3- Homosexualidade- Não percamos tempo com paneleiriçes.

4- PPM - Apesar de tudo, eu não sou daqueles que acha que o PPM deveria mudar de nome e passar a chamar-se PCP... de Partido do Camara Pereira... . O facto de se estar constantemente a "cortar" no NCP pode ser bom sinal. Pode ser sinal que pelo menos o proximo congresso vai ser muito participado e que portanto vão ser sufragadas várias propostas ou moções de estratégia. Ou então é pura mesquinhez!
Por outro lado não é a primeira vez que o Ferreira do Amaral se presta esses serviços, de tal maneira que por estes lados até lhe chamamos o "Extintor Real"...
Tal com diz o joe noutro topico o PPM é uma das armas e nunca a arma absoluta. Foi muito bom que o NCP o tivesse salvo.

5 - EUA - A pedido de várias familias...
http://www.pentagonstrike.co.uk/pentagon_bp.htm#Main e http://citadino.blogspot.com/2006/04/o-mistrio-do-avio-que-se-despenhou-na.html

http://video.google.com/videoplay?docid=-7218920724339766288&q=9%2F11

depois de ver isto não me apetece dizer mais nada

grato

MDS
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Teixeira Rebelo
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MensagemAssunto: Re: Bastardos   Dom 10 Set - 0:56:35

Caro MdSantiago (Freixo de Espada à Cintra)

Estranha coincidência essa de Freixo de Espada à Cinta, não é que no momento em que estou a começar a ler a sua comunicação a minha mulher conta-me que houve uma enxurrada em Freixo de Espada à Cinta onde um autocarro que transportava crianças foi arrastado e demais peripécias típicas das trombas de água. Sabe de alguma coisa? Acredita em coincidências? Portugal é mesmo pequenino, então é de Freixo de Espada à Cinta? Pois olhe, os meus parabéns. Do Norte virá aqueles que nos hão-de resgatar das garras da Plutocracia.

Vamos a uma mensagem rápida sobre os nossos temas, que me parecem que deferiam ter sido colocados noutra secção do fórum, isto não será propriamente “Sucessão”, veja-la não quero ver Joe War e o administrador incomodados, por colaborar no desarrumo deste interessante fórum. Bem, vejamos.

Podemos não estar de acordo sobre alguns aspectos e mantermos na mesma toda a decência com algumas piadas pelo meio, mas sem tentar ofender mesmo que com subtileza. Por exemplo, essa sua piadinha ao nevoeiro de Sintra denota uma falta de encaixe em receber opiniões contrárias. Eu sei que os jovens falam muito de liberdade, espírito aberto, mas na hora da verdade, aí de quem não pense como eles. A mordacidade bem logo ao de cima.

Peço desculpa pela minha total ignorância, mas atrevo-me a perguntar o que é «skype»? Presumo que seja outro fórum de monarquia. Confesso que desconheço.

Em relação a D. Afonso Henriques em nomear bispos não é incompatível com a posição do papado na Europa e que concordo consigo em que este reconhecia os reis. Em relação a D. Manuel I, dê-me mais algum tempo, mas adianto que com a introdução de novos ventos na Europa, Protestantismo e mais tarde Iluminismo, retirada de poder a Roma, a Igreja não terá podido ajudar os países católicos. E estes terão ajudado a Igreja nas lutas do Islão contra o Ocidente, exemplo, a batalha de Lepanto. Dê-me mais algum tempo.

Vindimas

Não percebi, por favor, faça um desenho.

PPM
"Extintor Real" gostei do termo, não sabia e não se admire, que eu desconheça os meandros do PPM. O Amigo Nuno Cardoso da Silva deve saber pelo menos até determinada data esses meandros. Vá contando, que por cá, estou interessado em ouvir. No entanto, concordo consigo que além de não ser arma absoluta deva ser poupada ao “Extintor Real”.

EUA
Os sites são feitos por aqueles que querem denegrir Bush, esse grande herói do século XXI que nos salva das garras do terrorismo. Isto mostra que os Democratas americanos não souberam perder para os Republicanos e inventam estas conspirações. Fiquei chocado por uma pessoa monárquica acreditar em tal baboseira. Toda a gente viu os aviões, as torres a caírem por aquecimento da estrutura, a lista dos mortos, os telefonemas aos familiares, as fotobrafias dos terroristas, o carro com os manuais em árabe, isto não teve tempo para ser controlado, foi em directo, lembro-me muito bem. O que os “anti americanos primários” fazem para humilharem aqueles que nos protegem dos loucos do Islão. Se não fossem os americanos teríamos uma nova invasão berbere na Europa. Caro co-participante, é lixo o que me mostra nesses endereços.

MdSantiago escreveu:
depois de ver isto não me apetece dizer mais nada
E não diga, que faz muito bem, se era para dizer isto, mais valia estar de facto calado.

Amistosamente,
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Ana Rita Bivar
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MensagemAssunto: Re: Bastardos   Dom 10 Set - 15:36:42

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Nuno Cardoso da Silva
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MensagemAssunto: Re: Bastardos   Dom 10 Set - 20:15:29

Cara Ana Rita Bivar,

Não será talvez neste forum que se pode discutir como deve ser as suas posições, algo radicais, quanto à condição feminina. Permito-me apenas sugerir que compete às mulheres definirem o seu lugar na sociedade, e que servirem-se dos homens como desculpa para nada fazer não me parece razoável. Os homens não têm a culpa de que muitas mulheres não tenham conseguido ajustar as suas condicionantes biológicas às oportunidades de se realizarem também noutras esferas. A mulher já não é só fêmea - e muitos homens estão mais do que dispostos a aceitarem essa realidade - mas muitas ainda não conseguiram colocar a sua feminilidade num patamar de equilíbrio entre as exigências biológicas e as aspirações intelectuais individuais. Por isso, nalgumas sociedades, as mulheres afirmam ambições profissionais mas, ao exibir-se sexualmente de forma ostensiva, acabam muitas vezes por ser vítimas de assédio sexual. Nunca percebi a surpresa e indignação que algumas mulheres manifestam quanto a situações de assédio, quando aparecem nos empregos de mini-saia, revelando as coxas e as nádegas, com decotes que revelam ostensivamente os seios, e projectando as suas feromonas em todas as direcções. Pessoalmente - até porque tenho 64 anos - estou-me nas tintas e não moralizo, mas não percebo... Se a ideia é estimular sexualmente os machos das redondezas, porquê indignarem-se quando esse estímulo provoca reacções de natureza sexual?...
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Ana Rita Bivar
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MensagemAssunto: Re: Bastardos   Dom 10 Set - 23:44:04

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MensagemAssunto: Igreja e Mulher   Ter 12 Set - 18:34:41

Cara Senhora Dona Ana Rita Bivar (Alentejo profundo)

Gostei do texto, muito cuidado, com bastante espaços, sem erros, valeu bem a pena esperar. Presumo que escreva para algum jornal ou, já serão muitos anos de fóruns? A comunicação foi agradável de ler-se.

Quanto ao conteúdo, não vou discordar, porque apresentamos contextualizações diferentes e, por isso, o que eu apresentar será no sentido de convergirmos e não para afrontá-la no que expõe. No entanto, gosto de a ver com esse ódio à Igreja, porque sei que, amor e ódio, andam juntos. Para já não desejava falar mais neste aspecto. Vou tentar irritá-la mais um bocado para aumentar mais esse ódio, apresentando as minhas chamadas de atenção para estes assuntos.

E.U.A. (aprendi com Ana Rita Bivar a colocar os pontos entre as letras)

Acerca do que apresenta dos E.U.A. eu sei isso e, muito mais, presencialmente. Por exemplo, sei que preservam a sua História como ninguém. Estive em Gettysburg e aquela povoação é toda ela um museu. Têm o campo de batalha praticamente intacto, colocaram alguns painéis de informações, torres de observação e nos arredores construiram museus que explicam, cada um com a sua técnica, o desenrolar da Batalha tão decisiva para o desfecho da Guerra Civil. Nessa cidade, preservam intacta uma adega - taverna de 1670 (mais ou menos), anterior à fundação dos E.U.A., em que as donas vestem-se como na época, não têm frigorífico ou qualquer outro electrodoméstico linha branca, nem electricidade. Há casas de “recuerdos” que fiquei na dúvida se eram feitos em Espanha ou na cidade americana de Toledo, pois tinham “made in Toledo”. Mantêm o gosto das reconstituições históricas e todos os anos vestem-se a rigor com traje, uniformes e armas da época para a reconstituição da Batalha de Guettysburg. Mantêm anualmente, um torneio medieval, que consideram único no mundo, e orgulham-se disso, eles que nunca estiveram na Idade Média. São pessoas muito preocupadas com o Ambiente, de tal maneira, que as normas da Califórnia são muito exigentes na circulação e fabrico automóvel. Também têm outras coisas parecidas connosco, tem uma invasão de produtos da China, de tal maneira, que por exemplo, na roupa pode comprar-se um casaco de bombazina de homem por $19,90, menos de 4 contos. E muitas mais coisas, que vou colocando a pouco e pouco, senão o tópico transforma-se em “As minhas viagens à América”.

Não vou criticar os E.U.A. por terem um gosto pela História deles, isso gostava eu de ver por cá, sabendo que houve Batalhas muito mais importantes e com mais figurantes do que a de Gettysburg, (que escrevem de duas maneiras e pronunciam de duas ou três, neste aspecto estão com algumas dificuldades, pois muitas vezes têm de soletrar para se entenderem, parece que há decadência do inglês como foi a do latim). Sou “anti americano” por outros motivos: a política oficial, “coisas” relacionadas com a intervenção deles no estrangeiro e por quem os guia. Não sou contra os americanos, o meu avô foi emigrante na América, alguns colegas de trabalho eram americanos e eu estive na América. Gosto daquela gente e no local onde estive, senti-me em casa.


Homossexualidade
Outro tiro nos pés dado pela mulher é aceitar a homossexualidade (aberração genética e evolutiva) como coisa natural, apesar de só aceitarem para os outros, presumo, pois se ela batesse à porta, a coisa mudava de figura. Por exemplo, quem é o filho que aceitaria o divórcio dos pais para que um destes, ou os dois, fosse ter uma relação homossexual? Quem é o pai que quer que os seus filhos sejam homossexuais? Tudo não passa de um embuste para denegrir o casamento, ao igualar uma relação homossexual ao casamento. Quando perante as situações atrás, se sentirem que elas não se podem aplicar aos seus pais ou aos seus filhos, é porque não são correctas, caso contrário, aceitaríamos com bom contentamento a situação homossexual como aceitamos de bom agrado o casamento.


Sociedade matriacais
Olhe, que sorte a minha. Conheci logo as excepções: as minhas avós, e a irmã da minha bisavó. Senhoras que viviam no mundo rural português, que punham e dispunham do que era seu, com profissão independente dos maridos. As avós eram, uma professora ainda no tempo da monarquia e a outra, comerciante. A bisavó era proprietária rural, mas além delas havia a prima que era farmacêutica, a irmã da avó que também era professora, as primas professoras do liceu, e muitas outras mulheres que além de serem mães tinham profissões e viviam no mundo rural português nos anos 30 e 40. Estas mulheres eram “duras de roer” quem mandava em casa e nos filhos eram elas, os homens também não lhes eram subalternos, também não se trata de humilhar ninguém, mas recordar que embora, legalmente o estado viciado no direito romano, tão típico da Democracia, as tivessem posicionado num lugar de menoridade política, na vida do dia a dia elas tinham papel importante na tomada de decisões familiares, se não fossem mesmo, só elas a decidir. Ao homem cabia mais um papel na execução dos bens fora da casa.

A introdução do direito romano e a sua sobreposição ao consuetudinário levou a uma modificação da sociedade, mas algumas bolsas de resistência permaneceram no mundo rural. É certo que havia também casos de violência, mas não havia a venda de mulheres por uma grade de cerveja como hoje ainda acontece em Moçambique. Conhece a história do saco das nozes? Se sabe, vê muito bem quem manda, e conhece a história de Alexandre magno? Vê, afinal, quem manda? Nem são os homens, nem as mulheres.

Há mais poderes para além do político, e na Antiguidade já as mulheres tinham este poder: existiu a Rainha do Sabá (contemporânea do rei Salomão), as Rainhas do Egipto, a mais famosa Cleópatra, mas com a entrada da cristandade o papel da mulher aumentou, cada rei tinha uma rainha, o poder não era dado a um indivíduo (a dinastia era uma família). Com as monarquias cristãs a chefia de estado estava numa família, com as repúblicas laicas o poder passa para o indivíduo. Quantas mulheres conhecemos que tivessem sido presidentes? Só me lembro de meia dúzia: uma na América central, Nicarágua, outra na Islândia, outra na Finlândia (?), outra na Irlanda (?) Países como a França e os E.U.A. nunca tiveram mulheres presidentes e se surgem nos lugares políticos é sempre em segundo plano. Está a ver, pelos vistos nem meia dúzia. Repare bem nisto: a diferença entre os tempos modernos, protectores da mulher, e a Idade Média, obscura e com uma Igreja dominante.


Quando apareceu o humanismo, a mulher foi para casa; quando veio o Napoleão, disse-lhe “vai para a cozinha que eu cuido da educação dos teus filhos”; quando veio o século XX e a I GM, disse “estás de novo liberta vai trabalhar nas fábricas e nos campos”; quando veio a modernidade, esta disse, “estás liberta do trabalho pesado, só trabalhas se quiseres, mas em troca vais para o quarto”. Quando vem a Igreja, tentar dar-lhe novamente um papel importante na sociedade, já a modernidade fez uma lavagem cerebral à mulher, de tal maneira, que esta vê na Igreja, a bruxa da Branca de Neve, julgando que lhe vai dar uma maça envenenada.

Mulher Vítima

Este papel de vítima fica bem, sabe porquê? Porque a Igreja sempre ensinou a defender os mais fracos. A vitimização pega sempre bem num mundo que está sempre predisposto a ajudar o coitadinho e porque é sempre mais fácil sentir do que pensar (daí o sucesso das telenovelas). Até parece, que não há, também, ainda hoje, homens que trabalham arduamente para manter uma mulher, que tem só a lida da casa por sua conta.


Mulher vista como um bem

Que eu saiba a mulher presta-se imenso a isso, com os filmes pornográficos e eróticos a própria mulher colabora na degradação da sua imagem feminina para ser um objecto de prazer. Noutras sociedades as mulheres são tratadas como objectos de comércio (o caso da grades de cerveja em Moçambique), os favores sexuais por troca de dinheiro, as exibições em bares nocturnos, etc. nisto tudo a mulher participa, mas repare são situações onde a Igreja muito dificilmente consegue penetrar, mesmo nestes casos a Igreja é atacada por não aceitar o preservativo, o que não é verdade e o Padre Vaz Pinto já o disse, mais de uma vez, que o que se passa é que, a Igreja não proíbe o preservativo, mas mais importante é que não o recomenda, exactamente para salvaguardar o papel da mulher na sociedade.

O uso do preservativo na sociedade facilita os encontros sexuais “por da cá aquela palha”, sendo demasiado espontâneos e igualmente nada duradoiros, sendo casos instantâneos, vividos só no momento de uns minutos, que não leva a um relacionamento, estando a mulher a ser usada, hoje por este, amanhã por aquele, e a ser vista como uma oferecida. Curiosamente, a própria mulher vira-se contra a Igreja, que deseja que ela tenha um relacionamento mais duradoiro com aquele que a deseja sexualmente. Embora, muitas das críticas não vêm de pessoas que vão à missa, mas daqueles que nem católicos são e que, portanto, fazem o que quiserem. Não será alheio a tudo isto, o facto do preservativo ter sido introduzido na nossa Sociedade por um grão-mestre da maçonaria francesa. Em todo o caso, este assunto, não é dogma, não é questão de fé, é só salvaguardar a mulher dos ataques impulsivos do homem que sabendo que não precisa de prometer casamento, pode levar a mulher que escolher para a cama, pois não haverá consequências porque está “seguro” (usou o preservativo), não há o risco de se comprometer com uma possível criança que venha a nascer desse encontro e estará livre para outro caso, e mais outro e, mais outro, o preservativo protege-o e a mulher julga-se desejada (mas enganada), só que isto tem um reverso. Conheço muitas mulheres, lindas e com boa posição social que estão solteiras, não por falta de pretendentes, mas por terem a mania que nos anos 20 a 30 iriam ser as rainhas disto e daquilo, estavam à espera do príncipe encantado, só, que só lhe apareciam sacanas que tinham encontros fortuitos e relacionamento nada, os anos passam e todos os anos há novas e lindas mulheres a entrar na sociedade e os homens vão-se virando para o que é a novidade, ficando as mais velhas há espera do príncipe encantado. Entretanto, estão nos 30-40 anos, e mais difícil se torna um relacionamento, pois vê-se na mulher entradote uma mulher já não para casar, mas para dar umas voltas. Quando eram novas iam cedendo aos desejos sexuais ocasionais.

Quando se utiliza o pretexto de que o preservativo evita a Sida e deve ser utilizado, atacando a Igreja de ser retrógrada em não recomendá-lo, a questão não é essa, pois, nesta questão, fica sempre o caso do livre arbítrio que a Igreja tanto realça e que mesmo para católicos a Igreja diz uma coisa e cada uma faz o que quiser. A questão está em abandalhar o relacionamento são entre um homem e uma mulher. Mesmo a questão da Sida, a Igreja sabe, só os pacóvios da comunicação social é que não, que só houve dois país no mundo que conseguiram diminuir a taxa de infecção, o Uganda e a Tailândia, e não foi com o uso do preservativo, mas com medidas moralizadoras da sociedade.


A Mulher
A co participante tem de se lembrar que pela teologia a mulher foi o último ser criado por Deus, e ela é a sua obra-prima. Há várias diferenças entre um homem e uma mulher, está claro e bem visível morfologicamente, mas fisiologicamente também. Um dos exemplos que li num dos fóruns e depois fui confirmar é que o interior da calote esférica do cérebro de uma mulher de há 300 mil anos é exactamente igual a uma da actualidade, havendo mais diferenças entre este e a de um homem. Outros casos são: a mulher resistir melhor às queimaduras; a ausência de pelos é uma característica evolutiva; a maneira de pensar mais sensível, até se diz que a mulher tem um sexto sentido, mais evoluído do que o do homem, a intuição, e se calhar será um dos factores porque há menos desastres rodoviários com mulheres porque a intuição que é um pensamento ultra rápido, tão rápido que não nos apercebemos dele, este avalia, por exemplo, a capacidade das ultrapassagens, decidindo ou não, realizá-la. Ainda, há cerca disto um professor da Universidade de Coimbra, num artigo explicava o posicionamento dos electrões nas órbitas duns átomos numas moléculas do cérebro que estariam com os spins inversos em relação ao mesmo composto nos homens, o que explicaria a intuição nas mulheres.


nota: até o servidor recusou os meus lençois, segue-se uma II parte


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MensagemAssunto: II PARTE   Ter 12 Set - 18:35:35

Igreja e a Mulher

Esta História tem um início na introdução do direito romano.

Não quero falar-lhe já do que aconteceu em termos jurídicos com o aproximar do Renascimento, nem dos anti papas, nem do “Complot contra a Igreja”, queira fazer o favor de ver as coisas tão desapaixonadamente quanto possível, pois só assim, poderá ler com atenção um brevíssimo texto retirado duma obra imensa, de uma mulher sobejamente muito mais importante do que Simone de Beauvoir, embora, ambas francesas contemporâneas, ambas escritoras, ambas participaram no Maio de 68, ambas falecidas, uma descende de família burguesa (SB) e a outra de uma família pobre, mas não complexada, uma era filosofa a outra era só historiadora, directora do Arquivo Nacional francês reconhecida pela Academia Francesa: Régine Pernoud. A historiadora, arquivista e paleógrafa francesa, Doutora Régine Pernoud, foi a mais importante pesquisadora contemporânea da Idade Média. Esta grandessíssima Mulher trouxe-nos de volta a Idade Média.

«Para ela o lugar da mulher na sociedade foi gradativamente diminuindo após o fim da Idade Média com o advento do Renascimento, que se interessou mais pelos costumes do mundo pagão da Antigüidade, provocando o abandono dos costumes cristãos medievais. Com ela e a partir dela a mulher deixa de ser posta em segundo plano na arqueologia do saber medieval e passa a ocupar lugar de destaque. A sua principal colaboração, sem dúvida, foi divulgar o estudo da Idade Média, sem mitos e preconceitos. Trabalhadora incansável produziu até pouco antes de falecer em 22/04/1998, tendo inclusive recebido a honra ao mérito da prestigiada Academia Francesa, pelo conjunto de sua obra, em 1997.».

O que se segue é só um pequeníssimo excerto da vastíssima obra da Doutora Régine Pernoud (mulher republicana, não sei se católica, participante no Maio de 68 ), como historiadora apresenta com honestidade o que encontra. O excerto é duma das suas monumentais obras: “O Mito da Idade Média”.

Régine Pernoud escreveu:
«1.3.4. A Mulher

A figura da mulher, na Idade Média, tem sido mal entendida ou cercada de preconceitos, como se tivesse sido relegada para uma posição de desprezo. Eis alguns dados que desmentem tal concepção:

Nos tempos feudais a rainha era coroada como o rei, geralmente em Rheims ou, por vezes, em outras catedrais. A coroação da rainha era tão prestigiada quanto a do Rei. A última rainha a ser coroada foi Maria de Médicis em 1610, na cidade de Paris. Algumas rainhas medievais desempenharam amplas funções, dominando a sua época; tais foram Leonor de Aquitânia (+1204) e Branca de Castela (+1252); no caso de ausência, da doença ou da morte do rei, exerciam poder incontestado, tendo a sua chancelaria, as suas armas e o seu campo de actividade pessoal.

Verdade é que a jovem era dada em casamento pelos pais sem que tivesse livre escolha do seu futuro consorte. Todavia observe-se que também o rapaz era assim tratado; por conseguinte, homens e mulheres eram sujeitos ao mesmo regime.

A Igreja lutou contra essa imposição de casamentos; exigiu e exige que os nubentes dêem livre consentimento à sua união matrimonial e formulou impedimentos diversos que, opondo-se à grandeza e à santidade do casamento, o tornam nulo. De passagem observe-se que nem mesmo em nossos dias a legislação muçulmana garante à mulher a liberdade de escolha do seu marido.

Precisamente por causa da valorização prestada pela Igreja à mulher, várias figuras femininas desempenharam notável papel na Igreja medieval. Certas abadessas, por exemplo, eram autênticos senhores feudais, cujas funções eram respeitadas como as dos outros senhores; administravam vastos territórios como aldeias, paróquias; algumas usavam báculo, como o bispo... Seja mencionada, entre outras, a abadessa Heloisa, do mosteiro do Paráclito, em meados do século XII: recebia o dízimo de uma vinha, tinha direito a foros sobre feno ou trigo, explorava uma granja...

É surpreendente ainda notar que a enciclopédia mais conhecida no século XII se deve a uma mulher, ou seja, à abadessa Herrade de Landsberg. Tem o título "Hortus Deliciarum" (Jardim das Delícias) e fornece as informações mais seguras sobre as técnicas do seu tempo. Algo de semelhante se encontra nas obras de Santa Hildegarda de Bingen.

Notemos ainda a figura de Joana d'Arc (1412-1431): a audiência que conseguiu da parte do rei da França e dos seus cortesãos para desempenhar as suas façanhas heróicas, é realmente algo de extraordinário.»


Ana Rita Bivar escreveu:
«Questione, meu caro, questione, além de ser um exercício estimulante, maior parte das vezes chegamos a conclusões surpreendentes…»

Segui o seu amável conselho, claro, e questionando cheguei a esta conclusão:

A culpa não é da Igreja, mas da ausência Dela.

Amistosamente,

nota: desculpem o “lençol”
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Ana Rita Bivar
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MensagemAssunto: Re: Bastardos   Qua 13 Set - 4:00:27

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MensagemAssunto: Re: Bastardos   Qua 13 Set - 14:05:02

Vou provavelmente cometer o pecado a que os ingleses chamam "oversimplification"... Mas parece-me que a nossa amiga Ana Rita Bivar gostaria que os homens fossem um pouco mais ... femininos, do ponto de vista emocional. Se é isso, esqueça... Não porque o caracter feminino seja algo de nojento, mas porque ser masculino é diferente (não melhor) de ser feminino.

O que muitas verzes se esquece é que a função biológica dos homens e das mulheres é procriar, pondo os respectivos genes antes dos genes de qualquer outro(a). O nosso comportamento é profundamente influenciado por esse objectivo primordial que é o de transmitir os próprios genes, se possível misturando-os com os genes de quem tiver vantagens biológicas comparativas. A força, a inteligência, o charme, etc.

Depois, porque achamos que somos animais racionais, tentamos disfarçar essa condicionante com amor romântico. O amor (sexual) é um truque biológico que tem uma utilidade específica e temporária. Como seres humanos, o amor que nos devia interessar é a "amizade", a empatia, a solidariedade... A relação duradoura não é a relação apaixonada, é a que se constroi numa afinidade de gostos, de interesses, de projectos... Infelizmente os nossos jovens estão condicionados a responder prioritariamente à "paixão", o que gera os resultados biológicos que se sabe. Depois, a paixão morre, os jovens vêem-se confrontados com pessoas de quem absolutamente não gostam, separam-se, tornam vítimas os filhos dessa união apaixonada... Há séculos que isto dura, e ainda não aprendemos. Provavelmente - e agora é que eu vou estragar a pintura... - deveríamos separar casamento e paixão, sem recusar que a paixão, por vezes, possa ser compatível com um casamento sólido. Mas é raro. Muito, muito, raro... Logo, talvez se devesse satisfazer a paixão fora do casamento. O que nos permitiria fazer vénia aos impulsos biológicos sem dar cabo das nossas vidas. E os filhos far-se-iam no seio do casamento, talvez sem paixão mas com amor, onde cresceriam felizes, com um pai e uma mãe...

Agora, batam à vontade...
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Ana Rita Bivar
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MensagemAssunto: Re: Bastardos   Qui 14 Set - 1:14:23

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MensagemAssunto: Re: Bastardos   Qui 14 Set - 1:47:15

Cara Ana Rita Bivar,

Por vezes gosto de abanar a árvore, para ver o que de lá cai... Mas o que é que a afligiu? A sugestão de que talvez se devesse separar o casamento e a paixão? Sempre a considerei uma mulher sem preconceitos...
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MensagemAssunto: Re: Bastardos   Sex 15 Set - 2:11:25

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MensagemAssunto: Re: Bastardos   Sex 15 Set - 10:32:18

Cara Ana Rita Bivar,

A senhora é uma romântica incorrigivel... Uma relação que não é o fruto da paixão mas em que o sexo não se faz apenas por obrigação, é possível. Viver com alguém de quem se gosta, muito, pela inteligência, pelo sentido de humor, pelo calor humano, pela comunhão de interesses, não é uma seca. Ter filhos com alguém de quem se gosta, muito, sem ficar cego pela paixão, não é uma hipocrisia. Condicionar uma relação de uma vida inteira às hormonas é que me parece arriscado. Não sugiro que um homem - ou uma mulher - mantenham uma vida dupla em permanência. Se tal acontecesse é que não havia amor na relação conjugal. Digo que o sexo lúdico, extra-conjugal, ocasional, que nós nos habituámos a ver como imoral, poderia ser a maneira de obedecer aos impulsos biológicos sem nos dar cabo da vida. Tornar o impulso sexual, puramente instintivo, na base do casamento, disfarçando-o com toda a palete romântica de que somos capazes para nos enganarmos a nós próprios, já se viu que não funciona. O que nós vemos à nossa volta é jovens que querem fazer sexo convencerem-se de que se amam. E que esse "amor" os fará felizes para sempre. Basta ver a frequência crescente com que casamentos baseados nesse "amor" acabam em divórcio para se perceber que não é esse o caminho.

O problema é que enquanto muitos homens têm naturalmente mais facilidade em vislumbrar a diferença entre paixão e amor, muitas mulheres continuam a deixar-se iludir e a confundir as duas coisas. Não admira que as mulheres sejam mais infelizes no casamento do que os homens. Para além de casarem muitas vezes com base nas feromonas, depois de casadas ou se torturam negando a apetência sexual fora do casamento, ou destroem o casamento abandonando o marido pelo amante - que só o será enquanto o for, normalmente não muito tempo... Mas se não houvesse este romantismo semi-adolescente, também não haveria telenovelas...
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MensagemAssunto: Re: Bastardos   Sab 16 Set - 0:23:10

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