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 Despenalização do aborto

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AutorMensagem
Pedro Reis
Condestável-mor
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MensagemAssunto: Re: Despenalização do aborto   Qui 8 Fev - 21:17:02

Já chega.

Isto está a tomar proporções para além da compreensão.

Entrem em período de reflexão, façam o que entenderem, mas basta de insultos.
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José Tomaz Mello Breyner
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MensagemAssunto: Re: Despenalização do aborto   Sex 9 Fev - 0:13:15

Bem escrito Cara de Anjo, boa reflexão. E agora vou até ao Coliseu ( eu que nunca vou a comicios) ao encerramento da campanha pelo

NÃO

E... na 2ª feira logo se vê como decidiram os Portugueses. Logo se vê se ainda nos podemos orgulhar dos nossos valores, ou se pelo contrário temos de começar a pensar em que País vivemos.

No entanto caso o sim seja vencedor, penso que ficou criada uma dinâmica que é de aproveitar e aí a nossa missão passa a ser a de convencer as mulheres deste País que o aborto não é a solução, existem outras.

Um abraço Cara de Anjo e obrigado pelas suas palavras e por ter estado aqui ao meu lado a defender o não. Este agradecimento não ficará completo sem referir a Ana Rita Bivar, que com enorme coragem e contra tudo e todos iniciou este tópico e deu uma enorme contribuição também para a defesa do não. E não me quero esquecer também dos argumentos a favor do não do Professor Nuno Cardoso da Silva que foi de uma enorme sensibilidade na defesa das suas posições e dos seus valores.

E para terminar... não se esqueçam que dia 11 de Fevereiro é dia de Nossa Senhora de Lurdes, e Nossa Senhora é RAINHA de PORTUGAL, espero que não deixe a vida perder, e ao votarem lembrem-se destas palavras que ela disse aos 3 pastorinhos : NÃO OFENDAM MAIS A NOSSO SENHOR QUE JÁ ESTÁ TÃO OFENDIDO
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José Tomaz Mello Breyner
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MensagemAssunto: ULTIMA HORA   Sex 9 Fev - 0:29:20

Vi agora os resultados de uma sondagem que dá 53,1% ao sim.
ao contrário do que por vezes alguns dizem nestas situações, não se trata de uma vantagem de 6% sobre os 47 do não. Trata-se de 3% a mais do que os 50%. e aqui é que está o importante. se esta sondagem correspondesse à realidade, estávamos a apenas 3% de ficar empatados. Mais, estes resultados acontecem depois de se retirar da lista os que se recusam a responder, mas não dizem que não vão votar. em termos de votos expressos, o resultado da sondagem é 47% / 41%

Esta sondagem foi realizada em urna fechada, o que diminui o número de eleitores que têm vergonha do seu voto, o que, neste caso, corresponde em vergonha em dizer que vão votar não, dado ser a opção politicamente incorrecta. Mesmo assim, acredito que muita gente prefere dizer que não vai votar, mesmo perante a urna fechada. para mais, pelo que percebo da ficha técnica, nesta "urna fechada" o voto é feito de uma forma em que um conjunto de informações sobre o eleitor fica registado, como a idade ou o sexo. Ou seja, o "eleitor" da sondagem quando deposita o seu voto, tem a noção que aquele não é tão anónimo como o voto que irá depositar na urna no domingo.

Sinceramente, a VIDA é possível e acredito até... muito provável!

Corro o risco de na Segunda-Feira ser gozado pelos ASSASS... mas, há 9 anos, na própria noite do referendo, a SIC dizia que o sim ganhava com quase 60%!

Não tenhamos vergonha, não percamos o ânimo, a VIDA VAI CONSEGUIR GANHAR NO DOMINGO
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Beladona
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MensagemAssunto: Re: Despenalização do aborto   Sex 9 Fev - 5:03:31

Caros amigos

Se já estamos em maré de despedidas e reflexão,quero dizer que,independentemente das opiniões com mais ou menos picardias,com opções com mais ou menos lógica,para o meu ponto de vista,é claro.

Gostei do debate,gostei dos opositores,gostei acima de tudo dos seus pontos de honra que apesar de alguns não serem favoráveis à minha opção,são dignos do meu respeito.

Um bem haja ao Moderador pela paciência que teve de ter para nos aturar a todos.

E por fim,como mulher que sempre lutou por e viveu livre,voto SIM à Descriminalização da IVG,para dar à mulher a liberdade e o direito de poder optar segundo a sua consciência lhe ditar.

Um bem haja e um abraço a todos da Beladona
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IzNoGuud
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MensagemAssunto: Re: Despenalização do aborto   Sex 9 Fev - 13:43:47

José Tomaz Mello Breyner escreveu:
Vi agora os resultados de uma sondagem que dá 53,1% ao sim.
ao contrário do que por vezes alguns dizem nestas situações, não se trata de uma vantagem de 6% sobre os 47 do não. Trata-se de 3% a mais do que os 50%. e aqui é que está o importante. se esta sondagem correspondesse à realidade, estávamos a apenas 3% de ficar empatados. Mais, estes resultados acontecem depois de se retirar da lista os que se recusam a responder, mas não dizem que não vão votar. em termos de votos expressos, o resultado da sondagem é 47% / 41%...

LOL, curiosamente eu vi uma em que o SIM ganha por 62% contra 38% e até foi em 2 circunstâncias distintas e feitas por 2 entidades diferentes e com fiabilidades de 95% Wink

José Tomaz Mello Breyner escreveu:
Sinceramente, a VIDA é possível e acredito até... muito provável!

Caro amigo não desespere... o amigo está rodeado de vida Wink

José Tomaz Mello Breyner escreveu:
Corro o risco de na Segunda-Feira ser gozado pelos ASSASS... mas, há 9 anos, na própria noite do referendo, a SIC dizia que o sim ganhava com quase 60%!

Ah... isso não! Ser-se gozado por-se defender uma posição?! Não certamente por mim.
Lá porque eu defenda uma posição totalmente diferente da sua, isso em nada tem a ver com o facto que seria eu faltar-lhe ao respeito ao não respeitar a sua posição, indiferentemente de quem ganhar.

Pois efectivamente é verdade, no 1º referendo também o SIM ganhava, mas os adeptos do SIM preferiram ir para a Praia (grande altura para um referendo) ao invés de irem votar... também... o total de votos correspondeu a menos de 40% do Universo de Eleitores.

José Tomaz Mello Breyner escreveu:
Não tenhamos vergonha, não percamos o ânimo, a VIDA VAI CONSEGUIR GANHAR NO DOMINGO

Tem toda a razão caro amigo, o SIM vai ganhar e as mulheres, para além dos Portugueses, vão ganhar com isso.

Agora com menos "graçolas"... quero igualmente agradecer a este Fórum pela possibilidade do estabelecimento desta discussão/debate.
Aos intervenientes do SIM e do NÃO pelas suas exposições, mais ou menos coerentes, mas exposições em toda a via e por terem dado a cara por uma causa, indiferentemente das posições.

Houve, infelizmente, alturas em que houve o recurso a ofensas por parte de alguns dos intervenientes, na minha opinião por falta de argumentação para o rebate das opiniões contrárias, mas isso agora fica tudo esquecido e podemos começar ou continuar a lutar/debater/discutir outros temas.

Um abraço a todos,

IzNoGuud

P.S. - Entrei em reflexão lol
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figueiredo
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MensagemAssunto: Razões do sim   Sex 9 Fev - 14:38:26

Tenho visitado algumas vezes este forum, mas, pela primeira vez participo nele para lhes pedir que divulgem a carta que anexo e me chegou hoje por e-mail.

Razões do sim

Introdução

Perante um referendo que equaciona a possibilidade legal do aborto livre até às dez semanas, sinto-me compelido pela minha consciência a prestar esta modesta contribuição.

A questão não é essencialmente política nem religiosa, mas sobretudo humana e civilizacional e da mais grave importância, por isso importa o máximo esclarecimento acerca deste assunto.

As Razões do “Sim”

Os proponentes e todos os defensores desta alteração à lei afirmam que o aborto em si mesmo é mau, no entanto apresentam duas correntes de argumentação distintas:
O aborto é mau, mas por vezes justifica-se.
O aborto é mau, mas o que se pretende é a despenalização e a utilização de serviços médicos autorizados para salvaguarda das mulheres.

Julgo que vale a pena avaliar as razões do “Sim” nestas duas perspectivas.

O aborto é mau, mas por vezes justifica-se.

A ideia de que o aborto é mau mas que por vezes se justifica, tem subjacentes as seguintes razões:

• A mulher tem direito sobre o seu corpo e deve ter liberdade para decidir sobre o seu plano de vida.
• A Interrupção Voluntária da Gravidez é uma forma de parar um processo não desejado, quando ainda é tempo.
• Existem diversas motivações para a sua necessidade, sejam de natureza social, económica, médica, psíquica, familiar, relacional ou outras do foro íntimo, e que só a mulher está habilitada a ajuizá-lo em específico.
• Justifica-se porque o feto ainda não é um ser humano de pleno direito.
• É também uma questão de modernidade já que o aborto é permitido nos países mais desenvolvidos e evoluídos.

As primeiras três razões têm como premissa que o direito da mulher está acima do direito à vida do feto porque este ainda não adquiriu plenamente este direito.

Em democracia a liberdade de alguém acaba onde a dos outros começa, não pode portanto ser um acto socialmente irresponsável. Por outro lado, as principais religiões e o senso comum ocidental, plasmado na carta dos direitos humanos, consideram como direito primordial, o direito à vida. Se admitirmos que o feto é um ser humano então as escolhas e direitos da mulher, ainda que muito legítimos, não podem, em nenhuma situação, sobrepor-se ao direito à vida desse ser inocente e indefeso. Nenhum motivo, por mais grave que seja, é maior que o direito à vida. Também ninguém, mesmo com as melhores intenções, pode decidir sobre o direito de viver de outro ser humano, mesmo que a perspectiva de vida deste seja a pior, senão poderíamos matar livremente os miseráveis, infelizes e deficientes deste mundo. Ninguém é dono da vida de outro ser humano, mesmo de um filho.

Excepção feita ao caso particular em que a sobrevivência da mulher fica directa e inequivocamente dependente da morte do feto. Neste caso o aborto passa a ser uma escolha de sobrevivência entre dois seres e o direito da mulher pode equivaler ao direito da criança. Aqui estamos perante a situação de uma escolha entre direitos equiparados, mas muitíssimo dramática para quem infelizmente a tiver que fazer.

A ideia de que o aborto é a interrupção de um processo indesejado antes que ele se desenvolva considera que o feto, que já existe, ainda não é uma criança, um ser humano.

Ora aqui reside a questão fulcral, que pode ter duas perspectivas de abordagem, uma racional e científica e outra emocional, sensorial e da percepção empírica.

- A análise racional diz-nos que a ciência identifica a existência de uma vida própria desde o momento da concepção, que em contínuo desenvolvimento irá atingir o estado adulto. Alguns tentam impor metas artificiais para distinguir a obtenção do direito à vida, mas sejam as 10 semanas ou quaisquer outras, não existe nada que o justifique cientificamente. A vida é um processo de desenvolvimento físico e mental e não é pelo estado de desenvolvimento que adquire maior direito à vida. Um recém-nascido não tem o desenvolvimento de uma criança de 6 anos, nem esta a de um jovem de 16 anos, nem este a de um adulto nem de um idoso, no entanto não consideramos existir diferenças no direito à vida. De facto a nossa percepção até parece indicar que valorizamos os mais novos “com a vida pela frente” quando em situações de catástrofe os mais idosos dão a primazia às crianças. O direito à vida têm mais a ver com o futuro do que com o desenvolvimento acumulado. Neste contexto a vida intra-uterina deveria ter seguramente valorização máxima.

- Para quem uma formulação racional não se sobrepõe à sua percepção intuitiva e sensorial os avanços da ciência tornam cada vez mais acessível aos nossos sentidos a realidade da vida intra-uterina. Seja por ecografias ou por fotografias como a seguinte que ilustra um feto a segurar o dedo do cirurgião que operava o útero da sua mãe, torna-se evidente a presença de uma criança.



Às 10 semanas uma criança já tem mãos e até chucha no dedo.



Às 10 semanas uma criança:

- É ainda muito pequena e indefesa
- Tem braços, mãos, dedos e as mesmas impressões digitais que terá toda a vida
- Tem pernas e pés
- Tem boca e lábios
- Tem olhos
- Tem cérebro a funcionar
- Tem reacção ao toque e dor pois o sistema nervoso central já funciona
- Tem sistema circulatório a funcionar e o seu coração já bate
- Tem já tudo que terá também às 11 semanas excepto uns milímetros a menos.
- Tem seguramente o mesmo direito à vida que terá às 11 semanas e o mesmo que sempre teve desde a sua concepção.

Se não é óbvio que um embrião é uma criança com direito à vida, pelo menos é evidente para qualquer mente despreconceituosa que uma criança com 10 semanas já é um ser humano totalmente formado embora muito pequeno.

Vários documentários e filmes mostram-nos esta realidade de uma forma particularmente comovente, como o que passou no canal National Geographic no Domingo passado, onde gémeos interagiam e mutuamente. No final estão diversos links para poderem constatar melhor esta realidade.

Assim esta proposta de lei de liberalização até às 10 semanas não tem qualquer relação científica ou factual com a realidade da criança. Somente se preocupa com as conveniências de prazos da mãe manifestando um total desprezo pela situação e direitos da criança, anulando-a completamente da problemática.

Os defensores do aborto chamam-lhe Interrupção Voluntária da Gravidez, pretendendo reduzir tudo a um simples acto médico lançando uma grande dose de obscurantismo para poder facilmente ignorar a existência de vida humana no útero materno, confundindo-a com um qualquer grupo de células tipo abcesso ou tumor.

Tentam escamotear que o feto não é parte da mãe mas sim um ser humano independente com capacidade própria para se desenvolver desde que tenha alimento e ambiente (protecção e calor), tal como qualquer recém-nascido também o necessita.

A realidade científica mostra-nos claramente que não se trata de um ser em construção pelo corpo da mãe, mas sim um ser gerado por ambos os pais no momento da concepção, que se desenvolve no seio da mãe. Por isso não é uma questão do direito da mulher sobre o seu corpo mas da mãe sobre o seu filho, e esse não inclui o direito de matar, mas inclui sim a responsabilidade de o proteger.
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figueiredo
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MensagemAssunto: Razões do sim   Sex 9 Fev - 14:40:03

A esmagadora maioria das mães que praticaram abortos fê-los sem tomar consciência plena do acto. Nem da realidade da criança, que é seu filho, nem da violência como o aborto é normalmente efectuado. Embora não releve totalmente a sua responsabilidade, reconforta-me pensar que não seriam capazes de tal acto de barbárie se dele tivessem verdadeira compreensão. Raramente são confrontadas com ecografias e outras formas de se aperceberem da realidade dentro de si, e quando o são normalmente desistem de fazer o aborto. Jamais lhes é explicada como é efectuado o aborto, ou mostrada posteriormente a criança trucidada e morta. Ninguém era capaz de viver com os remorsos e o choque emocional que daí resultaria. Portanto é preferir esconder a realidade selvática com uma cobertura médica, mas praticá-la mesmo assim. Desde que não se veja é desculpável - quem não vê é como quem não sabe!

É exactamente porque a realidade do aborto é muito dura e violenta com a criança, que os defensores do sim se escandalizam quando se mostram fotografias e filmes de abortos. O obscurantismo é a única forma de tornar aceitável às consciências a realização de actos bárbaros que chocariam qualquer pessoa minimamente civilizada.
Foi assim que muita gente ignorou o holocausto Nazi, porque era feito às escondidas, mas nem por isso foi menos horroroso.

Estamos agora perante um homicídio de milhares de crianças, e no entanto muitos preferem não ganhar plena percepção do que é um aborto para manter as suas consciências na ignorância e assim tranquilas. O pior cego é aquele que não quer ver!


Outra ideia perversa que tem sido argumentada é o exemplo de que países mais evoluídos já adoptaram a liberalização do aborto.

Esquecem-se que esses mesmos países tiveram leis racistas cinquenta anos atrás, quando nós as rejeitámos à 500 anos, que nós fomos pioneiros na abolição da pena de morte quando alguns desses países “evoluídos” ainda a têm, ou que por exemplo nos Estados Unidos houve uma guerra civil para abolir a escravatura um século depois de Portugal o ter feito naturalmente. A hipocrisia naquele país é tal, que os médicos depois de efectuarem o aborto, devem passar uma certidão de óbito à criança.

A nossa consciência civilizacional e humana nunca foi retrógrada nem andou a reboque dos outros, nem agora deverá fazer um retrocesso para acertar com outros países, onde cada vez mais a consciência cívica se questiona sobre a legitimidade das leis permissivas ao aborto e diversos movimentos se formam para combater esse flagelo.

Parece que nós queremos cometer os erros dos outros, apesar do mau resultado das suas opções e com consciência da sua ilegitimidade. Se há algo que devemos aspirar a ser semelhante aos tais países desenvolvidos seguramente não deve ser neste aspecto onde a sua maior evolução os precipitou para uma solução sem terem plena consciência dos valores éticos que estavam em causa.

O aborto é mau, mas o que se pretende é a despenalização e a utilização de serviços médicos autorizados para salvaguarda das mulheres.

Esta argumentação foca as seguintes problemáticas que se pretendem resolver:

• O problema dos abortos clandestinos e o impacto na saúde das mulheres
• A consequentemente descriminação do direito à saúde das mulheres em função do seu poder económico.
• O Julgamento, a prisão das mulheres e a sua humilhação.
• A redução do número total de abortos através do aconselhamento médico autorizado

A problemática da saúde das mulheres é enfatizada como razão para permitir uma prática que embora nefasta acontece clandestinamente, então mais vale legalizá-la.

Parece que a legalização resolveria a questão da mulher mas, embora de forma escamoteada, retira-se novamente o direito à vida da criança da equação.

Faz algum sentido legalizar um crime para reduzir o risco do criminoso?

Já agora, para aquele assaltante à mão armada que mata o dono da loja para roubar a comida que o seu filho necessita absolutamente (reparem que o motivo é muito louvável embora não justificativo) passaremos a despenalizar o assalto e também a enviar “gratuitamente” uma brigada da polícia “devidamente autorizada” para efectuar ela o homicídio, com maior segurança para o criminoso!!! – Absurdo não é ? - Tal como a lei agora proposta. Não é quem, nem como é efectuado o aborto que o torna menos hediondo.

Não faz qualquer sentido ter um Estado que mata crianças, com a contribuição dos meus impostos, para resolver problemas sociais ou de saúde pública.

Existem muitas carências nos serviços médicos estatais destinados a salvar vidas que estão involuntariamente doentes, parece-me imoral desviar meios financeiros e humanos para os pôr ao serviço de mães que por simples opção – justificada ou não - pretendem voluntariamente matar os seus filhos. Nada pode justificar tal opção e ainda menos justificar que o estado seja cúmplice neste infanticídio.

Também na saúde (não no aborto) existem grandes desigualdades sociais já que os serviços públicos têm grandes carências, e quem tem mais recursos financeiros pode recorrer aos melhores serviços privados. Neste sentido o facto de mulheres com mais possibilidades poderem optar por abortar em Espanha é secundário. Os fundos previstos para os serviços de aborto deveriam ser canalizados para os serviços de saúde públicos a bem das mulheres e homens mais pobres que infelizmente não têm mesmo outra opção.
A questão do julgamento, prisão e humilhação das mulheres é um grande embuste e o exemplo acabado de como se manipula a opinião pública em Portugal.

O facto é que não existem mulheres presas em Portugal por aborto. Os poucos casos que foram a julgamento excediam todos as 10 semanas pelo que, com a hipotética nova lei continuariam na mesma a ir a julgamento – ou será que as 10 semanas é só para ver se conseguem o Sim no referendo e depois vão dilatando-o sucessivamente como aconteceu noutros países?
Na nossa moldura penal a prisão até 3 anos para a mãe que aborta corresponde a uma pena a aplicar só como última sanção. Acima de tudo tem um efeito dissuasor de uma prática criminosa. É curioso que exactamente a mesma pena está prevista para uma simples bofetada, no entanto não consta que ninguém esteja na prisão por uma bofetada, como também não existe lá nenhuma mãe por ter abortado.

Os promotores desta alteração da lei mostraram-se logo indisponíveis para qualquer outra forma de despenalização que não resultasse na liberação porque é de facto esse o seu objectivo. A coberto desta despenalização das mulheres, dar-se-ia também cobertura aos médicos que assim poderiam abortar/matar indiscriminadamente até às 10 semanas.

Na verdade com a pretensa despenalização de qualquer aborto até às 10 semanas, sem necessitar de fundamento – por simples “opção da mulher” – e pondo os serviços estatais gratuitamente ao serviço desta prática, estar-se-ia a liberalizar completamente e até a apoiar esta prática. Desta forma o número total de abortos praticados, que é objectivamente um mal mesmo muito grave, iria aumentar significativamente.

A ideia de que os serviços médicos poderiam desaconselhar esta prática às mães e assim reduzir o número de abortos é falaciosa e contrariada pelos factos passados nos países onde o aborto foi liberalizado. Nos anos seguintes à liberalização apresentaram um aumento sucessivo do número de abortos.

De facto como se pode esperar que um médico cuja consciência (ou a sua falta) lhe permite realizar um aborto, se iria empenhar-se na dissuasão da mulher deste crime? Poderia invocar questões de saúde física ou psíquica da mulher mas jamais faria uma defesa convincente do direito à vida da criança. No caso das clínicas de aborto ainda seria pior pois estes médicos nunca seriam opositores à sua própria subsistência.

Sem oposição médica, sem uma lei dissuasora, pelo contrário completamente permissiva e apoiante – dizendo à mulher que o pode fazer por simples opção e ainda lhe dando os meios para o fazer gratuitamente - a prática tornar-se-ia cada vez mais frequente e até social e moralmente quase aceitável. Foi isto que aconteceu nos outros países e que nós não desejamos de todo para Portugal.

O que é necessário é proteger as crianças, reduzindo sistematicamente o número de abortos. Isto obtém-se através de:
- Uma dissuasão mais eficaz, como tem sido feita no caso da prevenção rodoviária.
- Melhorando a eficácia do planeamento familiar.
- Com uma educação nas escolas para uma sexualidade responsável, e não pela simples recomendação do uso do preservativo.
- Com um apoio eficaz às mães para poderem prosseguir com a maternidade em condições de dignidade.
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MensagemAssunto: Razões do sim   Sex 9 Fev - 14:43:06

Conclusão

No século XXI, a vida humana tem de estar acima de qualquer outro direito. É isso que nos distingue dos terroristas que, com razões talvez meritórias, justificam a perda de vidas inocentes manifestando um total desrespeito pelo valor da vida humana.

Não podemos dar o nosso aval ao infanticídio em massa das nossas crianças.
Agrava mais o facto de serem habitualmente feitos de uma forma extremamente bárbara. A maioria das pessoas nunca soube como são feitos habitualmente os abortos, e até evitam saber.

Mas para que saibam os abortos por volta das 10 semanas são normalmente executados inserindo no útero um tubo metálico com a ponta redonda e uma abertura lateral. Este tubo está ligado a um potente aspirador. Uma vez inserido ele é encostado à criança, que já tem sensibilidade à dor, e ligado o aspirador. Um a um os seus membros são sugados para o tubo, e perante a força da aspiração e a fragilidade da criança esta é dilacerada arrancando-lhe cada um dos membros desta forma profundamente selvática e dolorosa. Seguidamente é arrancado o corpo para fora, e depois o bebé já morto é montado em cima da mesa para verificar se está tudo e se não ficou nada dentro da mãe.

NÂO CONSIGO IMAGINAR ACTO DE TORTURA MAIS FEROZ E BÁRBARO.

É isto que nós chamamos eufemisticamente IVG, Interrupção Voluntária da Gravidez?
- Tanta hipocrisia e tanto obscurantismo! Escandalizam-se com as imagens mas não com a prática, desde que a não vejam.

Por isso votarei “NÃO”, mas nem sequer direi obrigado.

Estou convicto que o “Não” ganhará pois a motivação dos adeptos do “Sim” é pretensamente a saúde e dignidade da mulheres, mas para mentes esclarecidas o que está em jogo é salvar a vida de muitas crianças, e por isso a obrigação moral para ir votar no “Não” é muito maior.

Pela minha parte quero ficar com a consciência tranquila e um dia poder responder aos meus netos que eu não apoiava esta barbárie do aborto que marcará negativamente, para sempre, este período da história da humanidade.

Por isso peço que não permitam esta lei anti humana, e que vão votar “Não”, é um dever de consciência moral que a todos nos chama.

Não podemos ficar confortavelmente alheios porque se trata de vidas humanas inocentes e totalmente indefesas que só a nossa consciência colectiva poderá proteger.

Se não estão convictos pelo menos abstenham-se de votar “Sim”, para que nunca se venham a envergonhar dessa tomada de posição, como certamente viria a acontecer futuramente.

E já agora divulguem esta carta também.

Filipe Andrade Santos
Lisboa, 8 de Fevereiro de 2007

PS: se não estão convencidos, tenham a coragem e a coerência de observar as seguintes imagens, são duras, tal como é a realidade do aborto.



















http://www.priestsforlife.org/resources/abortionimages/index.htm

Recomendo vivamente estas duas apresentações muito elucidativas:

Factos reais - os diversos métodos abortivos Carta imaginada de uma criança abortada à sua mãe





E ainda para os mais resistentes, vejam este filme real sobre a execução de um aborto
http://www.39th-tower.co.uk/dnlds_1.htm
[img][/img]


Inês Figueiredo


Última edição por em Sex 9 Fev - 15:26:08, editado 2 vez(es)
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José Tomaz Mello Breyner
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MensagemAssunto: Re: Despenalização do aborto   Sex 9 Fev - 14:57:10

B R A V O
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MensagemAssunto: Re: Despenalização do aborto   Sex 9 Fev - 15:53:10

MUITOS PARABÈNS! cheers

Pena só tenha chegado agora.
Precisamos de pessoas assim já basta de CRIATURAS ÔCAS, DESUMANAS e HIPOÒCRITAS QUE DEFENDEM A MORTE!

Um Bem Haja Wink
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MensagemAssunto: Re: Despenalização do aborto   Sex 9 Fev - 18:34:20

Caros Participantes

Venho pedir desculpa por impedir-vos, até Domingo, que editem ou apaguem as vossas mensagens.

Vejo que falta pelo menos uma mensagem, à qual o Participante Zé Tomaz responde, que não se encontra no tópico. Para que esta discussão mantenha o seguimento habitual, vejo-me forçado a impedir-vos que retirem e editem as vossas mensagens, evitando que apareçam comentários a posts retirados.

Se alguém quiser comentar, agradecia que o fizesse em mensagem privada para não interromper a discussão, que decorrer com alguma salutar picardia.

Siga a marinha...


P'la Administração

António Santos de Matos

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MensagemAssunto: Re: Despenalização do aborto   Sab 10 Fev - 2:22:30

...Estava eu a dizer, antes do Condestável-Mor ter abusivamente me apagado três posts, que o que vai a votos no próximo domingo é muito mais do que o Sim ou Não.
Portugal está dividido ao meio, de um lado estão os ignorantes e do outro os esclarecidos, os que defendem que o progresso traz algum tipo de segurança ou de imortalidade e os que têm consciência da nossa precaridade e que por isso respeitam a vida, os que querem substituir com soberba as leis naturais por alternativas desumanas, e os que aceitam o que é genuino e incontornável com alegria e humildade, os que se pautam pela hipocresia e os que não dispensam a verdade, os que aceitam e se revêem neste Portugal despedaçado e os que lutam por um Portugal com força e independente, os fascinados e os realistas,os emergentes e os que se orgulham das suas raizes e dos seus valores.
O ultimo referendo foi um barómetro esclarecedor que nos indicou o estado da Nação, nove anos passados portugal degradou-se, terão os portugueses sofrido da mesma tendência?
Dia 11 ficaremos todos a saber.
Não estou otimista, mas tenho fé que os que lutam pela Vida e por um Portugal mais justo , não dêem por aqui terminada a sua missão.
JAMAIS PODEREMOS DEIXAR QUE PORTUGAL CAIA NAS MÃOS DESTAS CRIATURAS SEM MEMÒRIA,ÔCAS, HIPÒCRITAS E DESUMANAS.
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MensagemAssunto: Re: Despenalização do aborto   Sab 10 Fev - 10:34:11

Caro Condestável-Mor,

Vejo que mudou de método, ao invés de CENSURAR OS MEUS POSTS, optou por ELIMINÁ-LOS.
Bem visto sem duvida, desta forma não deixa vestigios no local do CRIME.
Atitude esta que está em plena consonância com as ideias que defende.

O que for a profundeza do teu ser, assim será teu desejo.
O que for o teu desejo, assim será tua vontade.
O que for a tua vontade, assim serão teus atos.
O que forem teus atos, assim será teu destino.
[u]

Um Bem Haja MUITO GRANDE PARA...si.
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cara de anjo mão de ferro
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MensagemAssunto: Re: Despenalização do aborto   Sab 10 Fev - 10:50:19

Citação :
Tem toda a razão,desde que saí de Lisboa e vivo mais em comunhão com a natureza é outra coisa,não tenha dúvidas,até os meus Yorkies notaram a diferença.

Laughing Laughing Laughing Laughing Laughing Laughing

Querem vêr que ao contrário que o Zé Tomás pensava, a Beladona só não é a Rosa Latina, mas tambem a nossa conceituada cantora ÁGATA? chocado affraid

É extraordinário como é que se pode VIVER EM COMUNHÃO COM A NATUREZA E AO MESMO TEMPO ATENTAR CONTRA ELA!!! scratch
Aposto que se a sua cadelinha lulu ficar prenha, já não é favor do aborto, pois não?
Só visto, contado ninguem acredita...
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Beladona
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MensagemAssunto: Re: Despenalização do aborto   Seg 12 Fev - 2:37:37

Caros amigos

Hoje a Mulher está de Parabéns,por ter ganho o Sim à Descriminalização da IVG.

Está de Parabéns mais uma vez por lhe ter sido dada a opção de poder abortar ou não com dignidade,conforme a sua consciência e com todo o acompanhamento médico e psicológico a que tem todo o direito de aceder.Independentemente de todas e quaisquer contabilidades de abstencionismos,vinculativismos,etc.,etc.

Hoje a Mulher está efectivamente de Parabéns.

Um bem haja a todos!

Um abraço da Beladona
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Ana Rita Bivar
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MensagemAssunto: Re: Despenalização do aborto   Seg 12 Fev - 4:18:11

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MensagemAssunto: Re: Despenalização do aborto   Seg 12 Fev - 10:46:31

Beladona escreveu:
Caros amigos

Hoje a Mulher está de Parabéns,por ter ganho o Sim à Descriminalização da IVG.


A Mulher está de parabens? Duvido. Eu que veja nalgum establecimento de saude publica uma gaja que quer abortar, a passar à frente de alguém que tenha uma simples gripe...

A senhora não sabe o que diz. Quem está de parabens são as clinicas Espanholas de abortadeiras, essas sim vão ganhar dinheiro a serio com as gajas que que querem abortar.

Segui atentamente a noite eleitoral e que diferença notória da sala dos "sim" para a sala dos "não"... Agora só quero ver como é que as abortadeiras vão "descalçar as botas" quando os médicos dos establecimentos de saude publica lhes disserem que não fazem abortos pelo facto de serem defensores da vida. Parabens aos Portugueses do Norte e da Madeira e dos Açores por terem optado pela vida. E Beladona não se esqueça que cerca de 60% dos Portugueses NÃO VOTARAM.

Gostei muitissimo da proposta do Médico do movimento do Não que propõe que seja dada às Associações dos movimentos que defendem a vida uma verba igual à que gasta com cada gaja que aborta.


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MensagemAssunto: Re: Despenalização do aborto   Seg 12 Fev - 11:05:59





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MensagemAssunto: Re: Despenalização do aborto   Seg 12 Fev - 11:25:02

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MensagemAssunto: Re: Despenalização do aborto   Seg 12 Fev - 11:41:39

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MensagemAssunto: Re: Despenalização do aborto   Seg 12 Fev - 12:10:06

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MensagemAssunto: Re: Despenalização do aborto   Seg 12 Fev - 12:44:39

Cara Ana Rita

Ainda bem que voltou, e pelos vistos em GRANDE. Bravo por não ter medo de colocar aqui os seus pensamentos, BRAVO por não alinhar com o "politicamente correcto".

Já estamos a irritar "os monárquicos de pacotilha" que dizem num site "pseudo monarquico" o seguinte:

Citação :
Esta demonstração de mudança de mentalidade, é também um alerta para os monárquicos tradicionalistas, que vivem do passado e não do presente, numa permanente crise de saudosismo e "ira".

Esta frase mostra que a mensagem está a passar e que está a irritar os DEFENSORES DA MORTE.


Um abraço amigo


Zé Tomaz
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MensagemAssunto: Re: Despenalização do aborto   Seg 12 Fev - 12:56:46

Caros Participantes

Apenas para dizer que em minha opinião este texto que foi retirado deste site está cada vez mais ACTUALIZADO

Citação :
Queremos ser Homens de corpo e alma, honrados, virtuosos, sem falsas vergonhas. Queremos travar um combate às raízes dos males Modernos. Não queremos podar a árvore do mal, queremos cortar-lhe as raízes. Queremos resgatar a ingenuidade dos nossos pais que se deixaram deslumbrar por falsos conceitos vistosamente apresentados. Queremos combater os traidores, que entregam a pátria a troco de trinta dinheiros, ou a troco de mais um «grau» na «Loja» a que pertencem. Queremos com a ajuda de Deus, estar prontos a aclamar, com consciência o nosso Rei quando chegar a hora. E será que a hora chegará? Há-de chegar ou para nós ou para os nossos filhos ou para os netos. Terá que ser é a hora certa. Não custa esperar. Quem acredita em Deus e sabe que a Família é uma cadeia começada lá longe e terminada muito para além de nós; elos duma cadeia não podemos deixar que a ferrugem entre em nós e faça quebrar a cadeia. Para que a cadeia se robusteça não pode haver transigência, nem imitações. Acreditamos que a lição da história passada será lição para a história futura. Não podemos renegar as nossas tradições as nossas leis que se fizeram muito devagarinho tendo o Rei e o Povo por legisladores. Não podemos deixar de preparar o retorno à nossa missão e espalhar a fé Cristã e a civilização que lhe está subjacente.
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MensagemAssunto: Re: Despenalização do aborto   Seg 12 Fev - 13:31:46

Caros amigos,

Quero desta vez saudar a amiga Ana Rita, por uma vez mais ter optado por assinar os seus posts em seu nome/nick habitual.

Um bem haja por isso.

Quanto ao resto. É lógico que a questão sobre o aborto jamais ficaria fechada com este referendo. Por isso creio que os defensores do não (essa enorme massa de menos de 20%) irão procurar realizar um novo referendo assim que possível, tal como têm todo o direito para o fazer.
Espero que seja é de aqui a 10 anos para que tenhamos o mesmo tempo que houve entre o último referendo e este.

Quanto a possiveis irritações ou não dos "Monárquicos de Pacotilha".
O amigo JTMB nem imagina o quanto me faz sorrir com as suas tiradas, falta de trabalho por certo não terá no dia que quiser mudar de profissão... isto partindo do princípio que não exerce já essa mesma, e mui digna, profissão e se assim for o caso, desde já aceite as minhas desculpas.

Gostaria de também lembrar que me lembro (vagamente apenas) do caríssimo amigo a dizer que já se estava a preparar ou a preconizar os defensores do SIM a virem para os diversos espaços regozijarem-se sobre a sua vitória sobre os defensores do NÃO.
Ora... efectivamente... não vi ainda nada do género... perdão... vi, mas de alguns defensores do NÃO que não aceitaram com a dignidade e justeza própria esta presente derrota, a qual nem precisa de ser (nem acredito que seja) definitiva.

Por isso, meus caros amigos... é bom ver que continuam em grande e a demonstrar em pleno o quanto seria democrático o sistema político que defendem.

Um abraço deste vosso amigo que vos quer bem e agradece desde já os sorrisos que lhe têm proporcionado.

IzNoGuud
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MensagemAssunto: Re: Despenalização do aborto   Seg 12 Fev - 13:39:43

IzNoGuud escreveu:
Ora... efectivamente... não vi ainda nada do género...
IzNoGuud


Senhor IzNo

Está cego? ou não quer ver?

Até o Pacheco Pereira no abrupto comenta assim:



Citação :
É chocante ver as manifestações de alegria no quartel general do PS em Lx e no Porto, visto de repente parecia que tinha sido golo de um clube qualquer!!


votei sim e tb acho que é um absurdo terem gritado vitória.

As pessoas que celebram a vitória por acaso recordar-se-ão (ou saberão)
que a lei actualmente em vigor foi anunciada em 1984 como sendo uma lei
que poria fim ao «flagelo do aborto clandestino»?
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Despenalização do aborto
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