MONARQUIA TRADICIONAL

Nós seremos livres, nosso rei será livre, nossas mãos nos libertarão
 
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 Liberdade de Expressão

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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Qui 23 Fev - 1:15:25

1 - O facto dos adversários de D. Duarte invocarem a Lei do Banimento para a sua exclusão dos seus direitos, não pode ser aceite, uma vez que, para o melhor e para o pior, a Assembleia Nacional revogou essa lei, juntamente com a Lei da Proscrição.


Se os duartistas dão tanta enfase a este aspecto, então em 1932 aclamaram um fora da lei?

cumprimentos

Rodrigo
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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Qui 23 Fev - 14:53:17

A aclamação de 1932 é um acto isolado, sem qualquer valor jurídico. A aclamação do Rei é um acto formal efectuado em Cortes (ou Assembleia de Representantes, ou Parlamento...), obviamente durante a vigência do regime monárquico e nunca em República. Quando muito tratou-se do reconhecimento, para aquele grupo de monárquicos, dos direitos de uma pessoa.

Os Reis não podem designar sucessor. Nem as Rainhas. Podem, quando muito indicar uma tendência que pode ou não ser aceite pelas Cortes (ou Assembleia de Representantes, ou Parlamento...). As leis da sucessão encontram-se expostas com clareza na Carta Constitucional.

Temos desde 1910 uma República que, apesar de tudo, é legítima. Foi legitimada pela História, tal como a Fundação do Reino e as restantes datas-chave da nossa sobrevivência como Nação independente. Considero as suas leis válidas, incluindo a Constituição actual, embora não concorde com muitos dos seus aspectos.

A Carta Constitucional não está obviamente em vigor. No entanto, nestas questões monárquicas, é necessário observarmos o que está disposto nos últimos textos legais que vigoravam até 5 de Outubro de 1910, uma vez que, à luz das actuais leis, de cariz republicano, este tema não existe.

É no entanto curioso a suspensão das Leis do Banimento e da Proscrição pelo regime republicano. Considero-as no entanto legítimas, pelo acima exposto.

Considero a questão da sucessão importante. Para alguns monárquicos não interessa quem vai ser Rei. Querem apenas a monarquia. Para outros monárquicos esta questão já é importante. Para os republicanos (aqueles milhões de portugueses que ainda não são monárquicos, não se esqueçam...), esta questão é crucial. Os portugueses QUEREM saber quem será o Chefe de Estado, para dar o seu consentimento. Não querem entregar este cargo, ainda por cima hereditário, a qualquer pessoa. Além dos direitos que essa pessoa terá que ter, tem que cativar a simpatia e estima dos portugueses.

Para os republicanos esta questão até pode servir de "chacota": já os imagino a afirmarem: "pois é...os monárquicos nem sabem quem é o seu Rei...então para quê a monarquia?...mais vale escolhermos um presidente de 4 em 4 anos..."

Pessoalmente considero que, dos candidatos portugueses apresentados nas páginas da AMT, D. Duarte de Bragança (e os seus descendentes) é aquele que reune as melhores condições (legais e humanas) para ser reconhecido como futuro Chefe de Estado numa monarquia restaurada.

Digo ainda, com toda a sinceridade e sem qualquer falta de respeito para com algumas pessoas, que como português e como monárquico, perfiro a República a ter como Rei um estrangeiro (desculpem a heresia, mas este é o meu pensamento).

Daí que considere muito importante apresentar um "candidato", incontestado pela esmagadora maioria dos monárquicos, para que possamos convencer os republicanos.

Daí a nessecidade deste debate.

Zé.
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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Qui 23 Fev - 22:45:56

Caro Zé


A questão do rei estrangeiro, nem o próprio a coloca, portanto não parece que devam usá-la para num pensamento binário, justificarem o vosso pertendente., no estilo se aquele é mal então o nosso é melhor.


A questão que vejo nestes foruns, é que não é claro os termos legais ou base legal, da justificação da pretensão de D. Duarte. Parece-me que há uma trapalhada nisso tudo.

O que eu fico confuso é com as leis da monarquia serem usadas em república e os republicanos interferirem nas sucessão da monarquia.

Não sei se me consigo explicar. para mim é o seguinte, a lei do banimento quando acaba a monarquia cessa como todas as leis referentes á monarquia como a Carta Constitucional. A lei da proscrição feita pela republica é que pode ser abolida pela republica. Como já vi noutros foruns e concordo se deixamos a republica interferir nos assuntos da monarquia corremos o risco de qualquer dia proibir D. Duarte de se manifestar de dizer que é duque de bragança etc. etc. e acha isso correcto? Mas acaba por ter legalidade para o fazer se os próprios monárquicos aceitarem que acabar com a lei do banimento é legal. Para mim nem deviam lembrar tal coisa aos republicanos.

O tema da sucessão precisava duma recapitulação. Quero dizer apresentação clara dos argumentos a favor e contra este e aquele pertendente. Continuo na minha de que a monarquia tem de ter monarquicos e não republicanos que vão votar a favor da monarquia, para mim, corre-se o risco de a quqlquer momento os republicanos quererem de volta a republica, quando não lhes agradar qualquer atitude do rei.


António Ramirez
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MensagemAssunto: RE   Sex 24 Fev - 0:09:20

Caros amigos,

Em relação à questão do rei estrangeiro, que me toca em particular se a escolha tivesse de ser entre Duarte Pio e D. Rosário, não pestanejava duas vezes e escolhia D. Rosário à primeira:

1) Do ponto de vista pessoal, profissional, personalidade, determinação, coragem, os meus pontos para D. Rosário.

2) Do ponto de vista da honra da verdade histórica e do respeito à memória da vontade do Rei D. Carlos e de sua filha D. Maria Pia, Os meus pontos para D. Rosário.

Claro que não sou tonto e compreendo a questão emocional e politica, o povo mais depressa aceita um boboca português que alguém de valor estrangeiro.

Então só existe uma alternativa é o pretendente que vem de fora, demonstrar ao povo através de acções e obra, que consegue ser e fazer mais e melhor...........

Dentro de pouco tempo vai surgir documentação espantosa, que vai confirmar toda a história de D. Maria Pia e confirmar a vontade de seu pai de a fazer reconhecida, logo princesa de Bragança, logo a sucessora de D. Manuel, isto vai obrigar a rescrever a história da monarquia.....é como vos digo.
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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Sex 24 Fev - 18:28:22

Caro António Ramirez:

Compreendo os seus pontos de vista. É realmente um pouco confuso um parlamento em República interferir com as questões monárquicas. O nosso sistema jurídico bastante confuso e nada fácil de interpretar.

Mas, de facto, existiu essa interferência, tendo como consequência directa a inclusão do "ramo miguelista" na problemática da sucessão. Este aspecto é incontornável.

Mesmo que explicitamente a Lei do Banimento não tivesse sido revogada, julgo que, com a nova ordem constitucional, os descendentes de D. Miguel poderiam regressar em paz a Portugal, a menos que se considerasse que ainda fariam parte da Família Real e estando assim abrangidos pela Lei da Proscrição. (confuso, não é??)

Não resta outra alternativa aos monárquicos portugueses senão regerem-se, por agora, pelas leis da república. É preciso reconhecer que os republicanos estão actualmente em maioria mais que absoluta. Podemos propor, argumentar e manifestarmos as nossas convicções, mas ainda há muito trabalho a fazer.

Concordo na íntegra com o último parágrafo do seu post. Vamos tratar da sucessão com ponderação e bom senso. E vamos também convencer realmente os republicanos de que o regime monárquico é melhor. Apesar de nem sempre se concordar com o Rei.
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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Sex 24 Fev - 18:30:08

Esqueci-me de assinar o post anterior.

Zé.
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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Sex 24 Fev - 19:04:48

Caro Valdez:

Consultei com interesse as páginas da Real Casa Portuguesa, do Senhor D. Rosário e fiquei com muitas dúvidas quanto à legalidade da pretenção. Numa primeira aproximação, aponto alguns aspectos que me parecem relevantes:

1 - Relativamente à modificação da Constituição Monárquica, (presumo que se trata da Carta Constitucional da Monarquia), são as Cortes Gerais que decretam essas alterações, segundo a fórmula constantes dos artigos 139º a 144º, do Título VIII desse texto constitucional. O soberano limita-se a sancionar e a promulgar esses Decretos, tal como aconteceu nos Actos Adicionais. Assim , Os "Actos Soberanos" praticados por D. Maria Pia não são legítimos, mesmo registados em Notário.

(Perdoe-me a comparação: seria como se eu pegasse na Constituição da República Portuguesa, alterasse o artigo 288º, registar essa alteração num Notário e tentasse fazer valer essa alteração na ordem jurídica nacional. O documento em si poderia ser legal, mas era ilegítimo porque eu não legitimidade para tal.)

Daqui se depreende que D. Maria Pia não tinha qualquer legitimidade para efectuar os "Actos Soberanos".

2 - A abdicação a favor de D. Rosário: Um soberano, quando abdica, não pode designar sucessor. Abdica e pronto! As leis da Sucessão são claras e estão bem expressas na Carta Constitucional. Em monarquia, normalmente, quando um soberano abdica, o trono passa para um filho, irmão, tio...enfim, alguém pertencente à Família Real próxima.

O documento que prova a relação de consaguinidade entre D. Maria Pia e D. Rosário não é claro quanto ao grau de parentesco entre eles (está escrito em italiano e eu não sou versado nessa língua).

Já efectuei esta pergunta num outro post: Qual é o grau de parentesco entre D. Maria Pia e D. Rosário?

3 - É curioso documentos que se pretendem legais, sobre assuntos da monarquia portuguesa, estarem escritos em italiano.

4 - Mesmo que se prove que D. Maria Pia era filha ilegítima de D. Carlos, à luz do disposto na Carta Constitucional, nunca poderia ser reconhecida como soberana após a morte sem descendência de D. Manuel II.

O artigo 88º daquele texto constitucional diz taxativamente: "Estintas as linhas dos descendentes legítimos da Senhora Dona Maria II, passará a Coroa à colateral".

Mesmo que o Rei D. Carlos tivesse intenção de legitimar D. Maria Pia, como escreveu no seu post, acontece que não o fez. Pode-se argumentar quanto à intenção. Mas de facto, não o fez! D. Maria Pia será sempre filha ilegítima, logo excluída legalmente da sucessão. Consequentemente todos os actos por ela praticados acima descritos são nulos. Não têm qualquer valor legal.

5 - Assim, sou forçado a concluír que a pretensão de D. Rosário não é legítima.
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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Sex 24 Fev - 19:05:47

Esqueci-me novamente de assinar...

Zé.
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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Sex 24 Fev - 19:21:57

Já agora, peço que me perdoem os erros de ortografia. Com a pressa de submeter os posts, não fiz uma leitura correctiva. Obrigado.

Zé.
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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Sab 25 Fev - 1:09:19

Caros monárquicos,


Parece-me que os foruns de monarquia começam a quer falar de monarquia e quer esquecer não sei até quando o tema da sucessão. Presumo que monarquia não seja termos um rei em vez do Presidente da república e mais nada do que isto. Mas também não estou a ver a grande diferença. Se só é isto parece-me muito pouco, quero dizer e desculpem confessar a minha ignorância, tenho o presentimento que monarquia deve ser muito mais do que isso. Não bastará ter um chefe de estado hereditário para que a nossa sociedade mude. Neste momento Portugal precisa de mais alguma coisa, não sabendo eu lá muito bem o quê. Deixem-me explicar de outra maneira. Eu vejo que agora se preocupam em falar de monarquia, até nos foruns aparece uma pergunta a querer saber o que entendemos por monarquia, afinal o que é a monarquia? Se vão falar de outros assuntos além da sucessão, então o que há a dizer ?


Como pode o povo olhar para nós que aceitamos um rei , verem em nós uma alternativa aos problemas de Portugal?

António Ramirez
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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Sab 25 Fev - 1:35:37

Caro Zé


Se eu fosse duartista não falava nunca nesse artigo 88 da Carta Constitucional, pelo seguinte, nas Constituições de 1822 e 1838 neste tema refere-se "às colaterias" na Carta Constitucional refere-se "à colateral". Tive uma conversa com o Joaquim e com o administrador deste forum e até fomos tentar ver o porquê desta diferença, e chegamos à conclusão que na data de 1847 quando entra em vigor pela terceira vez a Carta Constitucional e se mantém até 1910, nessa data já não há linhas colaterais de D. Maria II, está tudo excluído e dos tios só restava a de D. Ana de Jesus Maria. A lei do banimento está nessa altura em vigor, e julgo que honestamente só devia estar até 5 de Outubro de 1910, os republicanos que me desculpem , mas não deviam ter metido "a foice em seara alheia". Embora, com o artigo 3 da lei da proscrição o ramo fosse mantido afastado de Portugal, não fosse dar problemas como daria a familia real se estivesse cá nos primeiros anos da república.

"Art.º 3.º É expressamente mantida a proscrição do ramo da mesma família banido pelo regime constitucional representativo." lei da proscrição de 1910. Não diz que revoga ou que mantem a lei do banimento, diz só que mantém fora o país o ramo familiar.

Admitamos que a monarquia acabou em 1910, e para mim, não sei se para mais alguém, a monarquia será restaurada um dia, Deus lá sabe quando, e vai ser rei quem encabeçar esse movimento e não quem legalmente está à espera que lhe restaurem a monarquia para ele se sentar no trono.

Por esta razão é para mim, totalmente disparatado discutir a sucessão.

Trabalhemos para a restauração da monarquia que rei lá há-de aparecer, não é esse o problema. Não ficaremos órfãos.


Rodrigo
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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Dom 26 Fev - 13:16:03

Caros amigos

Nas últimas horas foi-me dado a conhecer, através de fontes fidedignas, que
o senhor Duarte Pio recebe "privilégios economicos" do Estado português e que, nos
arredores de Lisboa, usufrui de uma casa que foi colocada à sua disposição
pelo nosso governo.

Quem quer que leia esta notícia estará em grau de confirmar se esta
informação é verdadeira ou não? Se realmente é verdade, esta situação é de
uma enorme gravidade política sem precedentes. De momento limito-me somente
a fornecer esta informação, mas garanto-vos que estão para chegar outras a
respeito deste argumento que certamente não serão motivo de alegria para o senhor Duarte Pio!

SAR D. Maria Pia foi completamente esquecida e denegrida pelos apoiantes do
senhor Pio que bem sabe pregar...(não sei com que coragem o faz diante da
Nossa Senhora de Fátima!)e usurpar MAL!

Com que coragem é que o senhor Mário
Soares pôde permitir coisas do género ao senhor Duarte Pio, dado que foi o
advogado e conhecia tão bem D.Maria Pia?

Por quem foram atribuidos os supramencionados, casa e privilégios, ao senhor
Pio?

O que é que se esconde por trás deste acordo, sempre que este seja realmente
verdadeiro?

Amigos, estou certo que também vos interessa saber e conhecer o
que é que se passa na realidade!

Ficamos a aguardar impacientes uma resposta
relativamente a este assunto!

Quem viver...verá! E o que verá!

Garanto-vos a comunicação de agradaveis surpresas nos próximos dias!E que
surpresas!



Quem escreve, é uma pessoa que ama Portugal e que exige que seja feita
justiça no que respeita à usurpação por parte da família de Duarte!
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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Dom 26 Fev - 13:22:03

Caros amigos

SAR Dona Maria Pia pôde emendar a Constituição Monárquica como chefe da
família não reinante, que ainda não reconhecendo o seguinte sistema político
do seu país ( ou seja, a República), não desejou constituir um governo
aquando do exílio com o sustento das Cortes e dos orgãos do Governo.

Após tal
escolha, todas as funções consultivas e juridiscionais foram assumidas pela
própria princesa, que jamais renunciou ao seu "jus imperii" e "jus gladii",
elementos fundamentais das prerrogativas soberanas juntamente com os outros
direitos característicos dos soberanos, sejam reinantes ou não reinantes e
até mesmo depostos (como é o caso de Duarte).

Com o primeiro destes,
anteriormente mencionados, ou seja, o exercício do poder de comando, decidiu
modificar a Carta Constitucional, documento fundamental sobre o qual e no
qual encontrava a validade da forma de governo no interesse supremo do povo
e do País, a qual a princesa tinha intenção de refazer.

Relativamente ao segundo, ou seja, o direito à obediência por parte dos
súbditos, considerou tais actos como vinculados para os que fossem crentes
na causa monárquica constitucional.

É de não esquecer que os direitos soberanos não são propriamente como os
direitos de estacionar um carro.
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mdsantiago
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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Ter 28 Fev - 13:36:38

Caríssimos

Caro Zé


Citação :
Concordo que só em Cortes Gerais (hoje Parlamento ou Assembleia Constituinte) se pode decidir legalmente a sucessão. No entanto, no momento actual, é premente que se apresente um "herdeiro" incontestado. Os portugueses apreciam a estabilidade na Chefia do Estado. Com tantos "candidatos", é impossível restaurar a monarquia. Os portugueses querem saber de antemão quem será o seu Rei. E só depois decidirão se querem monarquia ou continuar em república. Por isso é que este tema, da Sucessão, embora na AMT não seja considerado prioritário, o é na realidade.

Zé.

Não estou de acordo consigo.

O que terá que ser apresentado aos Portugueses é uma alternativa ao sistema e não à representação ou chefia deste.

Não me parece que ninguém aceite que se troque a chefia de estado electiva pela hereditária tendo unicamente como base uma suposta maior estabilidade governativa, até porque a instabilidade não vem do chefe de estado. Parece-me que isto vai ser mal interpretado, desvirtuado e rejeitado por ter a aparência de uma mudança para pior.
Depois, se a razão de ser da alternativa for o pretendente por si, passando o sistema para segundo plano, não há razões práticas para uma hereditariedade uma vez que a alternativa cairá com o seu campeão.

Assim, deve-se pugnar pela elaboração de uma proposta alternativa Monárquica ao sistema vigente, em que se realce as vantagens do sistema (e não da pessoa que o tutela)
e que explique claramente que a tal estabilidade é inerente ao sistema e não obra do talento pessoal do seu Soberano.

O alicerce do sistema Monárquico é sempre a Monarquia, no conjunto dos seus princípios, regras e tradições. É isso que é transmitido pelas “Cortes” no acto da Sucessão.
É a Monarquia que é a razão de ser do Rei e nunca o contrario.

Quando o alicerce do sistema é uma pessoa, isso não é designado por Monarquia.

Quando a Monarquia está em pleno funcionamento, devidamente implantada e consolidada, é trivial para os Portugueses saber de antemão quem deverá ser o seu próximo Rei, contrariamente ao que se passa na Republica onde não se pode previamente designar o chefe de estado.

Quando há uma vacatura prolongada, que me parece ser o caso, é natural e até desejável existir mais que um candidato, cabendo ás cortes a definição e posterior aclamação do sucessor.

Repare que nem sempre na nossa história o direito hereditário prevaleceu. Houve casos em que as cortes concluíram que o direito hereditário e o bem comum divergiam e deram seguimento à razão e não ao sangue.

Ao preterir o debate da sucessão ao debate do sistema e à definição do ideal Monárquico está-se, na prática, a matar a razão de ser do “sucessor” e a fazer o “jogo” de quem não quer mudar o sistema vigente.

Por tudo isto é que eu acho que a AMT está correcta na estratégia e nos respectivos timings.

Por essa razão é que me tornei membro da AMT.

Grato pela atenção

MDSantiago
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MensagemAssunto: Refundador   Ter 28 Fev - 16:18:37

Já reparei que a AMT tem vocaburário próprio, sendo assim sugeria que em vez de futuro Sucessor, e como será de uma nova dinastia que se trata, indicaria o termo Refundador.

António Ramirez
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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Ter 28 Fev - 23:04:06

Santiago

Revejo-me inteiramente neste seu ultimo post.

O maior inimigo da Monarquia é, actualmente, a "Republica Coroada", que como todos os hibridos será estéril.

Que alternativa é esta que se limita a propor a troca de uma figura simbólica por outra?...
è como trocar uma situação de m***** por uma m***** de situação...

joe war
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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Qua 1 Mar - 2:16:00

António Ramirez

Concordo com a dinastia e fico grato pela sugestão.

Refundador é um termo assim um bocado postumo...

Depois tem muito a ver com restauração, e eu tenho uma repelência quase endogena a este termo.

Eu sou a favor da instauração e não da restauração (da Monarquia). E não gosto da restauração porque de certa forma parece que se pretende voltar a pôr na arvore um "fruto que caíu de maduro"...

Assim já me faz mais sentido o re-fundar...

Olhando uma segunda vez até que não desgosto...

Refundador...

grato

MDSantiago
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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Qua 1 Mar - 2:44:19

Caro zé

Citação :

Temos desde 1910 uma República que, apesar de tudo, é legítima. Foi legitimada pela História, tal como a Fundação do Reino e as restantes datas-chave da nossa sobrevivência como Nação independente. Considero as suas leis válidas, incluindo a Constituição actual, embora não concorde com muitos dos seus aspectos.

A Carta Constitucional não está obviamente em vigor. No entanto, nestas questões monárquicas, é necessário observarmos o que está disposto nos últimos textos legais que vigoravam até 5 de Outubro de 1910, uma vez que, à luz das actuais leis, de cariz republicano, este tema não existe.

É no entanto curioso a suspensão das Leis do Banimento e da Proscrição pelo regime republicano. Considero-as no entanto legítimas, pelo acima exposto.

Estou inteiramente de acordo consigo nos 2 primeiros paragrafos.

Quanto á revogação das leis em questão, será que a determinado momento não deu jeito á Republica faze-lo?

Será que não se estavam a preparar para usar a instituição Monarquica como meio de legitimação de um poder Salazarento...?

Uma coisa é para mim clara. Se não fosse do interesse deles não o fariam.

grato

MDSantiago
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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Qua 1 Mar - 12:46:52

carissimos

caro Zé

Desculpe as minhas réplicas serem tardias e as pingas, mas já agora:

Citação :

Considero a questão da sucessão importante. Para alguns monárquicos não interessa quem vai ser Rei. Querem apenas a monarquia. Para outros monárquicos esta questão já é importante. Para os republicanos (aqueles milhões de portugueses que ainda não são monárquicos, não se esqueçam...), esta questão é crucial. Os portugueses QUEREM saber quem será o Chefe de Estado, para dar o seu consentimento. Não querem entregar este cargo, ainda por cima hereditário, a qualquer pessoa. Além dos direitos que essa pessoa terá que ter, tem que cativar a simpatia e estima dos portugueses.

Para os republicanos esta questão até pode servir de "chacota": já os imagino a afirmarem: "pois é...os monárquicos nem sabem quem é o seu Rei...então para quê a monarquia?...mais vale escolhermos um presidente de 4 em 4 anos..."


Eu acho que para todos os Monárquicos e até para toda a gente em geral é da máxima importância saber quem é, vai, ou deveria ser o seu Soberano. Isso não deve ser confundido com o destaque, importância ou enfoque com que o tema é debatido.

Para alguns Monárquicos nos quais eu me incluo, não faz é sentido discutir quem será o possível Rei sem primeiro desmistificar e explicitar o que se entende por Monarquia e mais importante ainda em que é que ela poderá constituir uma alternativa ao sistema Republicano. Por aqui sim, começar a cativar aqueles que ainda não são sensíveis aos ideais Monárquicos, mostrando que a ideia que a Monarquia é uma forma de arranjar privilégios para uma meia dúzia é completamente falsa.

Eu penso que discutir a Sucessão é importante não só para eliminar duvidas e estabelecer compromissos mas também como forma de mostrar que a Monarquia não é o sistema megalítico que muitos apregoam.

O que é crucial é não resumir a Monarquia ao Rei. É isso que tem vindo a ser feito. Sistematicamente.

Por isso é que se condiciona à partida a Monarquia ao Monarca, porque se vive uma confusão entre estas duas instituições. Será licito permitir que a figura do Monarca ocupe todo o espaço da Monarquia?

Será correcto deixar que o debate se faça unicamente em torno do Rei e deixar que a Monarquia se esgote nisso e nesse?

Acha por si só a figura de D. Duarte suficiente carismática e aglutinadora de vontades para constituir uma alternativa à Republica?
Isto sem eu tomar qualquer partido, contra ou a favor dele.
Ao discutir a sucessão não fica com a sensação que se está a começar pelo meio?

Talvez por tudo isto é que se assiste ao aparecimento de novos pretendentes sem que isso se materialize no aparecimento de novas propostas.
Ainda por cima e por razões obvias (por isso é que se tem afirmado a VACATURA DO TRONO) nenhum apresenta a totalidade dos requisitos de uma forma indiscutível, o que os Republicanos e de uma forma geral todos aqueles que não aceitam a ideia da Monarquia não deixaram de frisar, servindo-se disso para porem em duvida a legitimidade da alternativa.

Se calhar ganha-mos mais se começar-mos pelo princípio e a partir de uma folha em branco…

Grato

MDSantiago
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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Sex 3 Mar - 23:19:52

Vale a pena consultar outros sites

No seguinte site descobri a mensagem que aqui deixo......

http://monarquico.realbb.net/ftopic12.Ainda-a-Sucessao.htm

Pedro



Joined: 14 Feb 2006
Posts: 3

Posted: Mon 27 Feb à 17:57

--------------------------------------------------------------------------------

Posso dizer que já convivi com o Sr. D. Duarte e muito se pode dizer sobre as suas capacidades. Mas só uma coisa se pode dizer a respeito da sua ambição real: é nula! E é nula, por mais que queiramos, porque a situação actual é ideal:

a) para as suas capacidades (e ele tem consciência disso, é minha convicção) intelectuais, de Estado e de governação;
b) para a vida que leva neste momento, muito melhor do que as dificuldades que teve em certo tempo;
c) para os benefícios que tem, como "pseudo-rei" de uma certa classe social ascendente em Portugal, que quer a todo o custo esquecer que os pais (ou avós) foram lavradores no campo;
d) para as honras e convites que tem, como "pseudo-rei" de uma cultura "pimba" muito lusitana;
e) para o reconhecimento como pretendente ao trono de Portugal, que lhe dá convites pessoais para os casamentos e outros eventos, que são o ponto central da sua vida.

A única luta do Sr. Dom Duarte é defender esses direitos de pretensão ao trono, não sei se já repararam, a única luta. Porque lhe serve. Nada mais.

Posso simpatizar com o Sr. Dom Duarte como pessoa, mas tenho de afirmar que não é a pessoa ideal para a restauração da Monarquia.

Pedro Correia




VIVA SAR D. MARIA PIA III

VIVA SAR D. ROSARIO

VIVA PORTUGAL

P.D.AM.
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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Sex 3 Mar - 23:24:39

Caro legalista,

Se já troca e-mails em privado com o seu amigo como ficou notório no dia em que por aqui apareceu, este seu comentário ficava melhor nesse ambito do privado é demasiado pessoal e directo.

De qualquer forma é um alivio se se forem embora, entraram aqui porque quizeram dar um ar da vossa graça. só que as coisas não vos correram tão bem como pensavam e é como diz quanto mais conversa me derem, mais cartas tenho de tirar da manga, mais enterram publicamente o vosso amigo Duarte Pio, ele coitado até já deve andar com pesadelos em que os montros são a Verdade o Valdez e o D. Rosário, devem ser tenebrosas as noites de Duarte Pio.


VIVA SAR D. MARIA PIA III


VIVA D. ROSARIO


VIVA PORTUGAL



L.DE R.
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MensagemAssunto: Re: Refundador   Sex 3 Mar - 23:28:59

Caro Justiceiro,

Com esta é a 3ª vez que ameaça desaparecer do horizonte, espero que seja homem de palavra e que à 3ª seja mesmo de vez, já me estava a dar prejuizos temporais, pelo que muito grato lhe fico se desta cumprir a ameaça. Já nem precisa de responder ao meu post......

O Duque de Brangança quer se queira quer não chama-se efectivamente D. Rosário essa é a verdade legal e histórica.

A respeito de SAR. D. Maria Pia de um dos dois ela é filha, embora a documentação e o assumir da paternidade fosse de D. Carlos. Como disse da minha parte preferia mil vezes que fosse filha do Principe D. Luis Filipe, isso rebentava em 2 tempos com o testamento de D. Manuel e retirava a mama ao usurpador em 3 tempos, vamos ver as próximas movimentações no tabuleiro......

Mas para o arreliar ando a fazer um levantamento de outros filhos de D. Carlos através dos escritos deixados pelo conde de Mafra e vou seguir essas pistas, pois tenho a certeza que pelas leis da républica actual essas pessoas podem repor a verdade geneológica e dessa forma tornarem-se herdeiros do património de que o usurpador usufrui.......

Aliás a honestidade do usurpador é tanta, que alguém me contou ter mostrado nomes de filhos de D. Carlos ao mesmo, por tanto verdadeiros herdeiros desse património, mas o usurpador ficou caladinho.......achando-se no direito de se substituir ao filhos, filhos ainda por cima vitimas de injustiça......é isto que quer para rei.......????????

Pois eu prefiro um Italiano honesto, trabalhador e sério a um portuga( na realidade não é portuga é suiçuga) chico esperto e usurpador.

Seja lá homem e cumpra a sua palavra, não dê mais as caras por aqui!!!


VIVA SAR D. MARIA PIA III

VIVA SAR D. ROSARIO

VIVA PORTUGAL


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MensagemAssunto: Re: Refundador   Sex 3 Mar - 23:32:16

Caro amigo Justiceiro,

Não consta o nome do eng. Duarte Nuno mas do filho Duarte Pio de Bragança, confusão???Quanto ao outro documento eu não sou tradutor, mas quem traduziu é alguém licenciado na matéria e que viveu vários anos em Itália e o sentido do texto vai na direcção do tacho do estado....vou perguntar a outro especialista em Italiano meu amigo para ver o que entende da leitura sem mostrar a primeira carta.

Prepare as suas mãos que eu preparo a palmatória, mas daquelas antigas com os buraquinhos no meio......

Ora aqui tem o site onde pode consultar os documentos

http://www.dierrepi.com/consulado_geral_de_portugal.htm

Tradução:

Consulado Geral de Portugal

Milão

19/03/92





À Procuradoria da República

Tribunal de Milão

Secção da Polícia Judiciária

(Guarda Fiscal)





Relativamente ao pedido feito no seu fax nº 689/2 (406), do dia 18/03/92, cumpre-me informar que, o cidadão italiano, ROSARIO POIDIMANI, apresentou-se neste Consulado Geral afirmando-se como representante da Casa Real de Portugal.

A propósito deste facto, devo contudo informar que, oficialmente a única pessoa autorizada a usar o título de herdeiro da Casa Real de Portugal, é D. Duarte Pio Nuno de Bragança que, também é o líder da Causa Monárquica e que, nos arredores de Lisboa, usufrui de uma habitação que foi posta à sua disposição pelo Governo da República Portuguesa.

Cordiais Cumprimentos



Cônsul Geral

Dr. José Sarmento





http://www.dierrepi.com/consulado_geral_de_portugal_2.htm

Tradução para português:

À Esquadra de Polícia de Fronteira

Dos Portos Marítimos e Aéreos de Génova

Sector de Control do território



Ao cuidado do Inspector Chefe



Relativamente ao seu pedido, informamos que a única Casa Real de Portugal que o Governo português reconhece é a que possui sede em Portugal, cujo Administrador é o D.Duarte Pio Nuno de Bragança que usufrui para além do título de herdeiro da Casa Real de Portugal, também do respectivo privilégio economico (“appannaggio”). Não existem outras pessoas em Portugal ou noutros países, que possam legitimamente apossar-se de tal título.

No que respeita a este assunto, enviamos-lhe a correspondência mantida com a Procuradoria da República de Milão e, mais recentemente com a Polícia de Gallarate e com o senhor Perfeito de Varese.



Aproveitamos a ocasião para apresentar os nossos melhores cumprimentos



Vice Cônsul Geral

Manuel Correia

Das duas três ou isto é verdade e é um escandalo pois indicia que Duarte Pio anda a usufruir deste 92 pelo menos de beneficios do estado, ou o consulado meteu água por todos os lados.

De qualquer forma dado que estas informações foram utilizadas pelo consulado de uma forma abusiva, sei que SAR. D. Rosário já os vai por em maus lencois, mas a esse respeito nos próximos dias aqui darei mais informação.

Uma coisa o amigo Justiceiro pode estar certo só uso referencias e documentos seguros, não trabalho como o seu amigo Duarte Pio que faz referencias a documentos fantasmas e suporta as pretenções dele na boa fé e ignorancia do povo, que ainda acredita em histórias da carochinha......


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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Sex 3 Mar - 23:36:17

Caro amigo Justiceiro,

Estou a ver que vai no bom caminho, como vê só trabalho com documentos verdadeiros, tais como os do site também o são, essa é a grande diferença de SAR. D. Rosário para o seu amigo Duarte Pio que é só 31 de boca, se assim não fosse já alguém tinha aparecido a reclamar os 5400€ da oferta publica do tópico (Duarte Usurpador ?).

Quase que me ia ofuscando, o amigo é mestre na arte do engano, é um autentico ninja da treta, então o Eng Duarte Nuno morreu em 1976, e o documento em causa, verdadeiro como o amigo reconhece é de 1992......como é que explica esta????Depois não confunda S. Marcos em Coimbra, com os arredores de Lisboa que fala no documento, são realidades muito distantes......

Com jeitinho ainda o vou ver a pagar-me uma almoçarada pelo tempo que me faz aqui gastar para justificar o obvio e de cartaz na mão a dizer viva D. Rosário!......Já faltou mais........

Quanto às justificações do e-mail do seu amigo, parecem de boa fé e nem sequer as vou por em causa como o amigo tem por costume fazer aos documentos que apresento, no entanto mais esclarecimentos irão ser pedidos e nesse sentido estão a ser feitas diligencias, mas já que está tão bem enturmado, pergunte lá ao senhor ministro dos negócios estrangeiros se recebeu ou não SAR. D. Rosário na qualidade de chefe da Casa Real e já agora pergunte porque virou a casaca e aceitou ser padrinho de um dos filhos de Duarte Pio o Usurpador?

Uma coisa o amigo pode estar certo, os nossos leitores não são parvos e já toda a gente entendeu que há muita história mal contada e até os próprios Duartistas, já estão a arrepiar caminho e a falar em Cortes o que já se pode considerar uma evolução muito significativa, face à prepotencia anterior.

Claro que temos de acabar com a equação matemática Duarte Pio= a rei porque é completamente falsa.

Partindo da situação de vacatura que se apresentem os vários pretendentes ao pais com sangue ou não real e que surja a nova dinastia.

Mas que sejam pretendentes para desenvolver uma monarquia de espirito municipalista e não "pretendentes a republicanos coroados e com tacho ad eternum"......



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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Sex 3 Mar - 23:39:44

Caro amigo,

É tão esperto e não vê as datas, um documento é de 2005 e o outro de 1992 esse é que é assinado pelo Dr. José Sarmento. em relação ao documento assinado pelo vice consul Manuel M Correia com a referencia 447/B de 27/07/2005 ficou caladinho pois é o que fala nos previlégios que o seu amigo recebe........

Posso dizer-lhe é que os documentos são autenticos, ainda bem que se anda a movimentar, vai ter muitas surpresas a este respeito e não só. Ora veja lá as datas nos meus posts anteriores a ver se eu ando a aldrabar alguém.....perdeu uma boa oportunidade de estar calado.

Quanto ao livro, como eu disse é absolutamente isento e como é do estilo do autor se ler o Livro de D. Carlos do mesmo se aperceberá, ele não doura as pilulas, coloca os personagens humanos com as suas forças e fraquezas. A isso eu chamo autenticidade. No entanto devo referir-lhe que ao contrário do livro entrevista " Um homem de Causas/ Causas de Rei" do seu amigo, este não foi encomendado nem a edição paga, partiu da iniciativa do autor e ninguém lhe impôs o que quer que seja do lado de D. Rosário.

Imagine lá o que era o Jean Palllier a escrever um livro do Duarte Pio, com as histórias piturescas, dava não um livro histórico, mas um livro de anedotas. Pode crer que no dia em que meia duzia de portugueses que conviveram com o seu chefe se juntarem e começarem a colocar no papel as histórias presenciadas das palermices do seu chefe, dá livro de anedotas e dos bons.......eu tenho algumas para contribuir.

Pelo contrário o livro Maria Pia tem um capitulo final onde o conhecido Duartista Augusto Ferreira do Amaral dá um ar de sua graça por imposição da Bertrand certamente devido a pressões......

Ora aqui está mais uma diferença entre nós, Honestidade intelectual .......

Devo no entanto dizer-lhe que o livro é fruto da investigação do autor, mas que não é nem de longe nem de perto a verdade absoluta, muito está para vir à luz do dia, com boas surpresas.....não para si obviamente!

O amigo está numa agitação tão grande, que às vezes até penso que tem mais a defender que o seu lider, acho que se devia subtituir a ele, Usurpador por usurpador, o amigo sempre dá luta o que tem muito mais graça, pois qual é a piada de estar a dar uns estalos num corpo inerte, o amigo sempre se tenta esquivar e fazer uns desajeitados contra ataques...

Até logo! Voltarei!!!!


VIVA SAR D. MARIA PIA III

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MensagemAssunto: Re: Liberdade de Expressão   Hoje à(s) 11:30:54

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