MONARQUIA TRADICIONAL

Nós seremos livres, nosso rei será livre, nossas mãos nos libertarão
 
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 Propostas de como mudar o sistema

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Ana Rita Bivar
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Ter 2 Jan - 18:46:44

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Última edição por em Qua 14 Fev - 5:27:02, editado 1 vez(es)
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IzNoGuud
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Ter 2 Jan - 18:59:10

Ana Rita Bivar escreveu:
1.1 Os deputados são eleitos por mandatos de quatro anos, e representam o círculo que os elege.
Esta disposição tem como objectivo responsabilizar os deputados perante os seus eleitores, embora cada deputado tenha a responsabilidade de zelar pelos interesses da comunidade nacional, sem os subordinar a interesses regionais ou locais.

Em que ponto ficamos? Representam o seu "território" ou a Nação?

Ana Rita Bivar escreveu:
A intenção desta disposição é a de impedir que questões conjunturais possam provocar alterações excessivas na composição da Câmara, o que pode facilmente acontecer quando existem eleições gerais e simultâneas. Eleições desfazadas ao longo dos anos, não só permitem uma renovação muito mais gradual da Câmara, sem os riscos da entrada repentina de muitos deputados inexperientes...

Cara amiga, tal situação apenas funcionará SE não existirem "Partidos", ou seja SE todos forem independentes (o que já vi respondido na alínea 1.5 Wink)
Pois hoje em dia, é totalmente irrelevante tal situação pelo simples facto de que os Deputados não têm liberdade de acção para responderem consoante as suas opiniões, sendo pressionados pelos seus partidos de modo a que sigam as posições destes.

Ana Rita Bivar escreveu:
b) Depois de aprovados, na generalidade, numa primeira leitura pela Câmara de Deputados, os projectos de lei serão submetidos à apreciação da secção ou secções da Câmara de Procuradores cuja área de interesse seja relevante para a matéria a legislar, devendo no entanto a secção que engloba os interesses cívicos estar sempre incluida nesse número.


c) As secções envolvidas na apreciação do projecto de lei nomearão, de entre os seus membros, uma comissão encarregada de fazer a apreciação técnica e jurídica do projecto de lei, podendo ser convidadas a fazer parte dessa comissão, sem direito de voto, pessoas que não sejam procuradores mas que possuam conhecimentos particularmente relevantes para a apreciação da matéria em discussão.


d) A comissão assim constituida submeterá o seu parecer às secções respectivas da Câmara de Procuradores, eventualmente com propostas de alteração ao projecto de lei.


e) O parecer da comissão será apreciado nas secções, podendo ser aceite ou devolvido à comissão para reformulação. Em função dos pareceres aceites, as secções poderão aprovar o projecto de lei na forma que foi submetido, rejeitá-lo de forma justificada, ou propor alterações, enviando-o em seguida à Câmara de Deputados.


f) No caso dos subscritores do projecto de lei aceitarem as alterações propostas pela Câmara de Procuradores, será essa a versão submetida ao voto da Câmara de Deputados, sendo o projecto de lei aprovado se obtiver o voto de uma maioria simples. Se as alterações não forem aceites, o projecto de lei necessita de uma maioria de dois terços para ser aprovado. No caso do projecto de lei ter sido rejeitado pela Câmara de Procuradores, a sua aprovação pela Câmara de Deputados exige sempre uma maioria de dois terços. Os subscritores do projecto de lei, em caso de alterações propostas pela Câmara de Procuradores, poderão tentar a conciliação das duas versões com as secções competentes da Câmara de Procuradores, e no caso de tal conciliação ser bem sucedida, a aprovação do projecto de lei exigirá apenas uma maioria simples na Câmara de Deputados.

impraticável... peço-lhe imensa desculpa. Não se obteriam resultados práticos em tempo útil. Passar-se-ia o tempo a avançar e recuar com propostas de Lei. Quanto a mim, tal sistema resultaria numa quase total estagnação legislativa.

Ana Rita Bivar escreveu:
h) Em matéria constitucional, as alterações terão de ser aprovadas por maiorias de dois terços nas duas Câmaras, sendo este um dos casos em que a Câmara de Procuradores reune e vota em plenário. O Rei pode vetar as alterações à Constituição que reduzirem os seus poderes constitucionais.

SE o Rei fosse entretanto tido como incapaz para exercer as suas funções, a quem recaíria o papel de por forma legal retirar ao mesmo o seu poder?

IzNo
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Ter 2 Jan - 19:14:32

Ana Rita Bivar escreveu:
O poder executivo é da competência exclusiva do Rei e é exercido pelo Governo. O Governo responde apenas perante o Rei, que livremente nomeia o Primeiro-Ministro, competindo a este designar os ministros e secretários de Estado, cuja posse é igualmente dada pelo Rei.

Afinal qual é o papel do governo? Executa apenas as Leis que estão em vigor? Não percebo qual o papel destes... Um ministro para alterar uma qualquer situação, precisa de estudar e criar uma enquadratura legal, a mesma deve à posteriori ser visionada e aprovada/recusada pelo Parlamento, SE for aprovada, então o Ministro já pode efectuar a tal alteração a que se propunha.
Ora, SE o Governo não terá poder de legislar, logo não poderá apresentar ao Parlamento propostas de Lei, logo apenas se resumirá a executar as já existentes... estarei a ler de forma errada o que a amiga propõe? Elucide-me.

Ana Rita Bivar escreveu:
b) Cinco conselheiros vitalícios de nomeação régia, devendo tradicionalmente um deles ser o Cardeal-Patriarca de Lisboa.

Cara amiga desculpe... mas a meu ver, NUNCA Wink

Ana Rita Bivar escreveu:
A função dos partidos políticos é a de representar correntes de opinião política, e a de formar a opinião política dos portugueses. Os partidos políticos têm representação na Câmara de Procuradores, proporcional ao seu número de filiados, devendo a secção a que essa representação pertencer ser obrigatoriamente ouvida em todos os projectos de lei.


Os partidos políticos não têm quaisquer privilégios no que diz respeito à apresentação de candidaturas às Cortes, ou à nomeação do Primeiro-Ministro e dos membros do Governo.

Isto até que seria engraçado... eu sou um firme adepto da limitação dos Poderes Partidários lol.

IzNo


Última edição por em Qua 3 Jan - 13:16:56, editado 1 vez(es)
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IzNoGuud
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Ter 2 Jan - 19:45:01

Ana Rita Bivar escreveu:
-A Europa e a globalização que se revelaram num logro, como já era previsivel, e que ao insistir em alimentar cada vez mais a Besta Europeia, só a estão a tornar mais moribunda.

Estou totalmente em desacordo.
Creio que infelizmente não se quer discutir ou se tem medo de se falar quanto ao caminho que a Europa, presentemente sob a forma de UE se propõe a seguir.
Há uma total desinformação quanto à mesma.

Eu sou contra o caminho Europeu em prol de uns Estados Unidos da Europa, os tais estados Federados Europeus. Como já o disse no fórum onde sou administrador, não somos uma "Caldinho" como os Estados Unidos, mas sim uma "Manta de Retalhos", onde cada nação e povo têm uma identidade muito próprias e que devem ser defendidas e acarinhadas.
Mas igualmente temos de ter em conta de que o facto de estarmos isolados, hoje é uma desvantagem e que a União Europeia veio contrariar isso.
Mas sob que moldes seguir?

Eu defendo uma Confederação Europeia, estilo Suíça, onde cada Nação sontinuará a exercer a sua Soberania no seu território e a alimentar a sua história e cultura, mas onde para o exterior TODOS terão de agir em conjunto, de modo a assim conseguirmos um maior peso e conseguirmos impor ou pelo menos defender as nossas ideias e propostas.

Convido-a a vir ao fórum que administro para poder ler com maior detalhe tal tópico se estiver interessada. Diga-me coisas.

Um abraço,

IzNo
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Pedro Reis
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Ter 2 Jan - 22:31:42

José Tomaz Mello Breyner escreveu:
Caro Pedro Reis

Na Holanda, tal como em Inglaterra a Rainha nomeia o 1º Ministro em Função dos resultados eleitorais. e depois:

Citação :
(2) The Ministers, and not the King, shall be responsible for acts of government.




Completamente diferente da proposta da Ana Rita não acha?


Citação :
O poder executivo é da competência exclusiva do Rei e é exercido pelo Governo. O Governo responde apenas perante o Rei, que livremente nomeia o Primeiro-Ministro, competindo a este designar os ministros e secretários de Estado, cuja posse é igualmente dada pelo Rei.


Eu aceito que seja a Rei a nomear o 1º Ministro, mas EM FUNÇÃO dos resultados eleitorais, ou seja chama a formar governo a lider do partido mais votado. Ao contrário do que se passa hoje admito que o Rei possa dissolver o Parlamento mas apenas por proposta do mesmo parlamento que é IMHO quem deve ter poderes para propôr a convocação de Eleições Gerais antecipadas, e que terão sempre de ser votadas por uma maioria de 2/3.


Um abc

ZT

Eu achar até acho muitas coisas, sobretudo porque o que o Sr. está a defender é menos poderes para o Rei que detém actualmente o PR.
Se essa é a sua linha de pensamento eu respeito-a na integra, apenas discordo dela.

Resta-me dizer-lhe que em ambos os países que refere, o Monarca tem mais poderes que isso.
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mdsantiago
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Ter 2 Jan - 23:48:17

Caríssimos

Teixeira Rebelo escreveu:
Onde se encontram neste momento o caro amigo Nuno Cardoso da Silva, e os restantes tradicionalistas como MdSantiago, Joe War, Joaquim Filipe e o recente Pedro Reis

Caro Teixeira Rebelo, eu pela minha parte acabei de chegar. Espero ter chegado a tempo de lhe dar as boas vindas e saudar este seu regresso.

Espero sinceramente que desta vez tenha vindo como a Toyota Dina, "para ficar"!!

Quase me apetece responsabiliza-lo pela crise na industria têxtil… pela falta dos seus lençóis!

Como acabei de chegar, vou só actualizar-me do que entretanto tem sido aqui escrito e já volto para dar a minha opinião

Até já

MDS
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José Tomaz Mello Breyner
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Qua 3 Jan - 10:41:34

Citação :
Eu achar até acho muitas coisas, sobretudo porque o que o Sr. está a defender é menos poderes para o Rei que detém actualmente o PR.


VERDADE, não se esqueça que um é eleito e o outro não. Eu conforme já disse defendo um monarquia baseada nas Monarquias Europeias em que o Rei Reina mas não governa. Obviamente que o Rei é o Comandante Supremo das Forças Armadas, nomeia o 1º Ministro com base nos resultados eleitorais, etc não deve ter por exº o poder de dissolver o parlamento.
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joe war
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Qua 3 Jan - 12:26:20

Carissimos

Caro JTMB

Antes de mais bom ano a todos.

JTMB escreveu:
Quote:
Eu achar até acho muitas coisas, sobretudo porque o que o Sr. está a defender é menos poderes para o Rei que detém actualmente o PR.

VERDADE, não se esqueça que um é eleito e o outro não

Não estou de acordo consigo. Nada mesmo!

Para mim o que dá garantias não é a ideologia,direita ou esquerda, porque a história mostra que ambas podem facilmente descambar para totalitarismos.

De igual forma as eleições não são garantia de nada, o Mussollini foi eleito e o J W Bush também...

Nem a vontade Popular expressa pode ser considerada garantia pois cada vez mais está sujeita a manipulação como se pode ver no caso da chegada ao poder de Salazar.

Depois ainda há todo um conjunto de parasitas, lobbis e seitas ou sociedades secretas á espera de uma pequena convulsão ou desatenção para se instalarem e perverterem o sistema.

E no final ainda temos a Oligarquia financeira mundial, a quem Portugal já deve este mundo e o outro, que não se pode permitir a perder uma das suas fontes de rendimento.

Assim a essência da democracia não é a capacidade de cada cidadão votar, até porque cada vez mais aquilo que os políticos acenam para cativar o voto é precisamente aquilo que não pretendem fazer...

A essência da democracia é a comunidade. Sem comunidade não há democracia.

Para a Comunidade existir não se pode dar lugar a individualismos, principalmente a individualismos ocos como os criados pelo materialismo em que as pessoas são subalternizadas ao que tem e não valorizadas pelo que dizem e pelo que fazem que é o que são.

Para a comunidade ter continuidade é preciso que tenha tradição, porque esta é a forma de ter memória. Sem memória não há comunidade que resista.

Portanto pode eleger os PR que quiser, pode até chamar-lhe Rei e pôr-lhe uma Coroa que não é por isso que tem garantias.

Só tem garantias se a base de tudo isto for o bem comum
.

Para isso é fundamental que seja livre... para que o seu Rei tambem...
Grato

Joe War
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IzNoGuud
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Qua 3 Jan - 13:50:40

joe war escreveu:
Para mim o que dá garantias não é a ideologia,direita ou esquerda, porque a história mostra que ambas podem facilmente descambar para totalitarismos.

De igual forma as eleições não são garantia de nada, o Mussollini foi eleito e o J W Bush também...

Nem a vontade Popular expressa pode ser considerada garantia pois cada vez mais está sujeita a manipulação como se pode ver no caso da chegada ao poder de Salazar.

Depois ainda há todo um conjunto de parasitas, lobbis e seitas ou sociedades secretas á espera de uma pequena convulsão ou desatenção para se instalarem e perverterem o sistema.

E no final ainda temos a Oligarquia financeira mundial, a quem Portugal já deve este mundo e o outro, que não se pode permitir a perder uma das suas fontes de rendimento.

Assim a essência da democracia não é a capacidade de cada cidadão votar, até porque cada vez mais aquilo que os políticos acenam para cativar o voto é precisamente aquilo que não pretendem fazer...

A essência da democracia é a comunidade. Sem comunidade não há democracia.

Para a Comunidade existir não se pode dar lugar a individualismos, principalmente a individualismos ocos como os criados pelo materialismo em que as pessoas são subalternizadas ao que tem e não valorizadas pelo que dizem e pelo que fazem que é o que são.

Para a comunidade ter continuidade é preciso que tenha tradição, porque esta é a forma de ter memória. Sem memória não há comunidade que resista.

Portanto pode eleger os PR que quiser, pode até chamar-lhe Rei e pôr-lhe uma Coroa que não é por isso que tem garantias.

Só tem garantias se a base de tudo isto for o bem comum
.

Para isso é fundamental que seja livre... para que o seu Rei tambem...
Grato...

Hmmm... posso nesse caso entender que o amigo defende o fim dos partidos e que as eleições e demais consultas populares de modo a que o Governo oriente as suas políticas se basêem (erro ortográfico?) em referendos populares?

Se sim, conte desde já com o meu apoio Wink

IzNo
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José Tomaz Mello Breyner
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Qua 3 Jan - 13:52:45

Caro Joe

Um bom ano para si também, bem como para todos os participantes deste magnifico forum.

Joe

Em minha opinião ainda não encontrei um sistema melhor que o actual. Pode sem duvida ser melhorado mas acho que é o mais justo e o mais representativo.

Neste momento temos um sistema semi-presidencialista, em caso de restauração Monarquica deveriamos passar a um sistema Parlamentar. Agumas das funções do Rei na minha prepectiva:

1 - Chefe de Estado. Simbolo de unidade e permanência, arbita e modera o funcionamento regular das instituições, e assegura a mais alta representação da Nação em todas as relações internacionais

2 - Sanciona e promulga as leis

3 - Comandante Chefe das Forças Armadas

4 - Convoca e dissolve o Parlamento de acordo com as normas contitucionais

5 - Nomeia o 1º Ministro de acordo com os resultados eleitorais e com o Parlamento

6 - Informado regularmente dos assuntos de estado dando pareceres se para tal solicitado e moderando conflitos. Se necessário e a pedido do 1º Ministro poderá Presidir ao Conselho de Ministros

7 - Acredita Embaixadores e outros representantes diplomáticos Estrangeiros no País

8 - Manifesta o consentimento do Estado para obrigar o mesmo internacionalmente perante tratados

9 - Perante autorização do Parlamento declara a Guerra e assina tratados de Paz.

Etc etc etc


Poder Moderador, não executivo é o que defendo para uma Monarquia no nosso País.


Um abc


Zé Tomaz
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Qua 3 Jan - 14:43:23

Gostava de perguntar aos meus amigos o que se deve esperar na eventualidade de governos de minoria, onde por estes serem precisamente de minoria dificilmente conseguem fazer passar legislação, etc. dando assim origem a um período de perfeita estagnação política/legislativa.

Não deveria nesse caso, dar-se a capacidade (alguma e sempre consagrada por um enquadramento const. e legal) legislativa ao Chefe de Estado (e a mesma SEMPRE com a necessária aprovação do Parlamento)? De modo a que se procurassem minimizar os danos de um período governativo em minoria?

Um abraço,

IzNo
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José Tomaz Mello Breyner
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Qua 3 Jan - 16:48:40

Caro IzNo

Um Governo minoritário tem de negociar com as restantes forças partidárias para fazer passar as suas medidas. Tem de ter habilidade para fazer cedências a fim de levar a cabo a sua politica. Se um governo é minoritário foi porque os eleitores assim o quiseram e daí há que tirar as devidas ilacções.



Um abc

ZT
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Qua 3 Jan - 17:24:22

José Tomaz Mello Breyner escreveu:
Um Governo minoritário tem de negociar com as restantes forças partidárias para fazer passar as suas medidas.

Tal é muito bonito e somente aconteceria SE os políticos estivessem interessados no bem da nação e não no dos seus bolsos.
Eu não tenho grande fé em nenhum político presentemente, seja este Republicano ou Monárquico.

José Tomaz Mello Breyner escreveu:
Se um governo é minoritário foi porque os eleitores assim o quiseram e daí há que tirar as devidas ilacções.

Porque não criar algo do estilo da Itália? Ganhou, tem no mínimo 50% dos lugares.

Outro abc,

IzNo
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Qua 3 Jan - 17:27:59

Caríssimos

Caro Iznogood

Para mim não é tanto o fim dos partidos como imposição ou regra de jogo de um sistema. Se existirem partidos políticos, ok, não me assusta nem melindra. NÃO PODE É SÓ EXISTIR PARTIDOS E SEREM SÓ ESTES! Percebe?

Não concordo que por qualquer razão se limite o direito a ninguém de se associar da forma que entender e a partir daí elaborar propostas de governação. O que não aceito é a ditadura partidária que desertifica tudo á sua volta e acaba por impor algo como sendo a única hipótese, o que não é verdade.

Depois, em minha opinião os partidos tem demasiado poder e tem quase a sua exclusividade o que é completamente contraproducente e como podemos constatar não é razão de garantias para o "bem comum".

Uma vez instalados, são frequentemente hospedeiros de interesses estrangeiros á comunidade que dizem pertencer e representar.

Eu sou daqueles que pensam que o parlamentarismo nunca pegou em Portugal. Nem em Monarquia, nem em Republica. São mais os problemas que cria dos que resolve.

Por razões profissionais vou ter que interromper a participação, mas continuo depois.
Até já e desculpe

Joe war
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Ana Rita Bivar
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Qua 3 Jan - 17:32:42

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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Qua 3 Jan - 19:17:35

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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Qua 3 Jan - 19:18:29

Ana Rita Bivar escreveu:
E porque não concentrarmo-nos nas ideias em vez de de nos perdermos em discussões estéreis como a da sucessão?

Haverá de facto vontade em avançar?

O que é que pretendemos para Portugal?

Quais são as nossas aspirações?

Parece-me urgente percebermos de uma vez por todas em que pilares vamos assentar o nosso projecto.


Esta não entendo... O Tópico chama-se mudança de sistema. Estamos a debater ideias e ideais. Já explicámos quais os nossos pontos de vista e aspirações. O que pretende? Introduza um tema, e se tiver interesse será certamente debatido
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Ana Rita Bivar
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Qua 3 Jan - 19:29:54

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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Qua 3 Jan - 19:44:42

É
Citação :
esta realidade que tem de ser alterada e para que isso aconteça o trilho a seguir é em direcção á nossa autosuficiência e consequentemente á nossa independência.
Priviligiando as nossas relações com os povos que ao contrario de nós, continuam a ser Portugal.
Reencontrando-nos como povo, cumprindo o nosso destino como nação.


muito feliz muito feliz muito feliz muito feliz muito feliz muito feliz

E o que propôe? Sair da CEE? Acha Possivel? Vamos lá ser mais realistas Ana Rita
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IzNoGuud
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Qua 3 Jan - 19:58:10

Ana Rita Bivar escreveu:
Caro Iznoguud,

A Europa não é um bando de criancinhas loiras de voz angelical a cantarem o hino da alegria na véspera de Natal.
Eu não sei a sua idade, por isso não sei desde quando é vitima da "lobotomia europeia", mais conhecida por globalização.

Oh minha cara amiga, não se preocupe. Vítima de Lobotomização tenho sido desde que os meus pais regressaram a este Jardim à Beira Mar Mal Plantado.

Ana Rita Bivar escreveu:
É que os sintomas são precisamente os por si demonstrados; uma convicção total de que somos Europa e que esta nos abraça com uma mãe protectora e condescendente que nos dá algum tipo de dignidade e segurança.

Cara amiga, peço-lhe imensa desculpa, não me tinha apercebido de que a Península tinha sido incorporada em África ou nas Américas.
Quanto à bela imagem que pinta de uma Europa versão "Crazy Horse Meets Madre Teresa de Calcutá", oh amiga, eu nunca acreditei na Europa o suficiente para que esta me pudesse impingir alguma coisa Wink

Ana Rita Bivar escreveu:
Eu, que pertenço á geração cobaia do 25 de Abril, vitima de várias experiencias e lavagens ao cerebro e por isso talvez mais permeável a esta grande investida da besta Europeia, eu, que ainda tenho uma vaga lembrança do que era ser portuguesa, num Portugal ferido de morte, mas ainda com esperança de vida.
Posso-lhe dizer que essa Europa dos panfletos de famlias prosperas e felizes não existe, e mais uma vez se põe aqui a questão da realidade virtual que nos é impingida e bem doseada, para que não tenhamos o perigo de ter alguma recaida, e a realidade dos factos.

1º O meu mano ia "amar" a amiga Smile

2º Oh cara amiga, se se lembra desses velhos tempos, então não se esqueça bem dos mesmos, onde eramos Portugal e onde tinhamos um peso no mundo... agora o nosso peso resume-se a gramas de nada. Pois como por bem se deve ter apercebido, só temos cortiça para dar ao mundo e que excepto se estivermos dispostos a fazer uma greve e parar com a produção da mesma, passamos tão despercebidos que o simples facto de sermos Portugal ou Espanha ser-lhes complectamente igual.
Leia a introdução do Cosmos de Carl Sagan, onde este compara as Descobertas com a Corrida Espacial e procure-me lá por referências a Portugal e quantas a Espanha, Inglaterra, França, Holanda e depois diga-me os totais.

Ana Rita Bivar escreveu:
E os factos são que a Europa é a França e a Alemanha com a sua velha e esgotada luta pelo poder, o resto meu amigo, é mão de obra.

What's new, minha cara amiga? Mas porque teremos nós de nos resumir a essas querelas internas? Não podemos nós fazer algo por nós enquanto os bacanitos se degladiam?

Ana Rita Bivar escreveu:
E ao que parece para mal dos nossos pecados a nossa (mão de obra), já nem sequer é a mais barata.
Estamos portanto condenados ao abandono, á morte lenta, a sermos assaltados pelo governo para que possam pagar as dividas que entretanto fizemos para conseguirmos ser europeus.
Maquiavélico, não?

Bah... não se preocupe que de aqui a 10 anos, estamos todos a emigrar para a Ucrânia para ir trabalhar na Construção Civil.
E Portugal será um belo reformatório para velhos babosos Europeus (daqueles países que conseguem pagar para ser Europa), os quais sempre vão pagando uns cobres para aqui ficarem.

Maquiavélico? Não! Maquiavélico é arranjar desculpas para não fazer nada que procure atenuar os efeitos nefastos que se adivinham, sabendo que o inevitável vai acontecer de qualquer forma.

Ana Rita Bivar escreveu:
A nossa vocação é Atlântica, Portugal nasceu e cresceu virado para o mar, no momento em que esquecemos isso, teve inicio o nosso fim.

Amiga, Portugal só se virou para o Mar, quando descobriu Espanha ao seu lado Wink "vocação atlântica"?! De que manual tirou essa baboseira? Sempre fomos uma cambada de agarrados que se colava que nem lapas às migalhas que lhes dávam.
Esqueça as Descobertas, esse "Período Maravilhoso" da História de Portugal (que foi) apenas se deveu a UM HOMEM, D. João II. Até o Infante D. Henrique foi figura secundária (embora importante) nos mesmos. Todos os que vieram depois somente se agarraram à "mama" (em especial D. Manuel I).

Ana Rita Bivar escreveu:
Portugal espalhou-se pelo mundo, criou laços e raizes, deixou e trouxe novos hábitos e novo sangue, fomos grandes enquanto permanecemos de braços abertos e com o nosso olhar fixo no mar.

Estou quase com vontade de chorar, fiquei comovido com as suas palavras cara amiga. De onde tirou isso tudo? Dos Lusíadas?
Portugal fez pela vida, estáva-se a borrifar para a Cruz, Jesus e Cia (como os Amigos do Brasil dizem). Queriamos pilim, carcanhol, alface, verdinhas, trocando por miúdos... dinheiro. Olhe para os Autos de Gil Vicente e diga-me se encontra referências a Missões em Prol de algo Maior que o baixo Pecúnio.
Fomos ou procurámos ser, tão chicos-espertos quantos todos os outros.
Fizemos pela vida e somente nos podemos orgulhar de ter ido 1º a sítios onde outros ainda não tinham ido.
Quanto muito, podemos dizer que fomos inocentes e que não fizemos aos povos que encontrávamos o que o resto da Europa geralmente fez.
Se acha que foi por sermos Correctos, deixo-a com as suas ilusões, eu acredito que foi por sermos o que sempre fomos, simples fura-vidas.

Ana Rita Bivar escreveu:
Quando nos venderam á Europa, passámos a ser a cauda, o défice, o mais pequeno e ainda por cima o que menos cresceu.
A razão, dizem os homens dos numeros, é porque temos que trabalhar mais, se possivel por menos.
Trabalhámos, trabalhamos, no entanto as fábricas não deixam de fechar, há gente a passar fome em Portugal, foi preciso entrarmos na Europa para se passar fome em Portugal.

Errado, foi preciso perder o Império para isso... ahhh mas o Império de qualquer forma não estava a achar piada a ter de nos sustentar para que nós não passássemos fome e eles sim.

Ana Rita Bivar escreveu:
Aproveitámos mal os subsidios, dizem alguns.
Quais subsidios?
Os que nos deram para não colher o girassol, ou para deixar morrer os sobreiros?
Delapidaram-nos e agora os nossos "parceiros" como abutres, pairam em cima de nós para vêr o que ainda se pode aproveitar antes de nos virarem as costas de vez.
E o que é que se faz com um povo que está na miséria, num pais país moribundo?
Não há risco maior para a ordem instalada do que um povo inteiro em agonia.
Arranjam-nos uma republica coroada, tudo continua na mesma, mas lava-se a cara, esse rei das revistas cor de rosa talvez nos entretenha e dessa forma tudo fica como está.

Delapidar, quem delapidou fomos nós mesmos. Agora, efectivamente, como é que a amiga quer que se faça alguma coisa quando não se vêm propostas, sugestões, respostas? Apenas vejo mãos esticadas a pedir por mais uma esmola e a dizer que desta vez aprendemos a lição... que eu saiba, ainda não aprendemos. Mas isso sou eu Wink

Ana Rita Bivar escreveu:
É esta realidade que tem de ser alterada e para que isso aconteça o trilho a seguir é em direcção á nossa autosuficiência e consequentemente á nossa independência.
Priviligiando as nossas relações com os povos que ao contrario de nós, continuam a ser Portugal.
Reencontrando-nos como povo, cumprindo o nosso destino como nação.

Amiga, os EUA estão do outro lado do Atlântico, se quer ser um novo Porto Rico peça-lhes, pode ser que eles queiram ter mais uma cambada de chupistas por lá.
Aquando da última invasão do Iraque, preconizei a possibilidade de uma divisão dentro da UE, onde RU, Noruega, possivelmente Irlanda e quanto muito Portugal, se juntariam aos EUA e Canadá para a criação de uma União Atlântica, sendo que o resto da Europa seguiria no seu trilho de UE.
As coisas lá acalmaram e têm estado estáveis, mas somente até à próxima divisão de opiniões, onde o RU terá finalmente de se decidir se quer estar ligado à Europa (UE) e obrigatóriamente seguir as decisões da maioria, ou de se ligar aos EUA e passar a ser a colónia destes (sim, pois não estou a ver o RU a dizer aos EUA para mudarem de actitude Wink ).
Por isso, espere para ver amiga, que por certo ainda acontece um Natal só para si Wink

Obrigado pela sua resposta, espero que goste da minha, tanto quanto eu me diverti com a sua.

IzNo
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Qui 4 Jan - 0:14:41

Carissimos

Assim não dá!!!

Então começo a desfiar o lençol do Confrade Teixeira Rebelo durante uma discussão do sistema e num intervalo olho á volta e já estamos na Europa?

isto não para?

Mesmo sendo agora fora do contexto, e o senhor moderador que me desculpe (a sensação de ter um moderador neste fórum deve ser igual á sensação de numa cidade sem lei do oeste Americano de repente aparecer um xerife... até que enfim, administração!!!) vou responder ao meu caro Teixeira Rebelo.

Então é assim...


T.Rebelo escreveu:
Ora, se reparar, o despotismo não é exclusivo da monarquia mas de sistemas que congregam em si o poder executivo e o legislativo no mesmo órgão de poder, como acontece actualmente no nosso sistema, onde o governo tem o poder executivo e também parte do legislativo, por isso, o actual sistema democrático é déspota

Não podia estar mais de acordo. Aliás, num café que tomei hoje com o Joe aqui no “chop” ele falou de uma coisa muito parecida de que queria escrever hoje aqui.

T.Rebelo escreveu:
A democracia, por ter a faca e o queijo na mão, promove os favores do grupo em substituição dos consensos.

Aqui já não concordo. Acho que há uma incoerência básica na sua frase.
Não é a democracia que promove, é a falta dela. São os parasitas que entretanto se apoderaram do sistema e o perverteram.

T.Rebelo escreveu:
Se o poder de legislar estiver, exclusivamente, nas Cortes Gerais, não corre perigo de ser déspota, a monarquia que se propõe na “A Questão Real”. O rei ao ser o responsável pelo executivo, e ao mesmo tempo estar impedido de legislar, cria uma outra situação favorável ao bom funcionamento dum país, dá a tranquilidade necessária para o seu desenvolvimento, promovendo a continuidade governativa permitindo renovar-se o parlamento que isso não acarreta mudança de governo.

Esta foi em cheio, gostei mesmo!!

E do resto gostei igualmente, especialmente do texo de digitalizou para aqui pôr. É engraçado que já tinha ouvido o nosso administrador A. Matos falar deste livro ao Joe War… mas ainda bem que mais alguém lê os mesmos livros que ele…

Grato e até já

MDS
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Pedro Reis
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Qui 4 Jan - 1:19:35

IzNoGuud escreveu:
Gostava de perguntar aos meus amigos o que se deve esperar na eventualidade de governos de minoria, onde por estes serem precisamente de minoria dificilmente conseguem fazer passar legislação, etc. dando assim origem a um período de perfeita estagnação política/legislativa.

Não deveria nesse caso, dar-se a capacidade (alguma e sempre consagrada por um enquadramento const. e legal) legislativa ao Chefe de Estado (e a mesma SEMPRE com a necessária aprovação do Parlamento)? De modo a que se procurassem minimizar os danos de um período governativo em minoria?

Um abraço,

IzNo

Caro Iz (espero que não se importe com o diminutivo)

Existem monarquias europeias onde simplesmente não há lugar a governos minoritários. Dou o exemplo da Holanda, país que tenho como segunda pátria, onde a Raínha só empossa governos maioritários (regra constitucional). Isto leva a que a numerosos governos sejam de coligação.

O que importa é a governabilidade, a politiquice que se dane.
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Qui 4 Jan - 2:08:47

Carissimos

No seguimento da minha resposta…

O parlamento pela forma com que sempre foi criado e constituído foi sempre um logro!
Na Monarquia constitucional o parlamento foi o rotativismo, na primeira Republica foi a sua desgraça na terceira é o rotativismo da desgraça.

Não deixa de ser um bom “score” para um único mal…

Eu sou mais Municipalista. Acho que as nossas tradições são mais para aqui e não é certamente por acaso.
Neste campo subscrevo o que está na “Questão Real”. Já agora, já conhece?
Está disponível aqui no fórum da AMT.

Grato pela atenção

Joe War
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Qui 4 Jan - 15:42:51

silent


Última edição por em Qua 14 Fev - 5:32:21, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Sex 5 Jan - 19:23:13

Pedro Reis escreveu:
Caro Iz (espero que não se importe com o diminutivo)

Existem monarquias europeias onde simplesmente não há lugar a governos minoritários. Dou o exemplo da Holanda, país que tenho como segunda pátria, onde a Raínha só empossa governos maioritários (regra constitucional). Isto leva a que a numerosos governos sejam de coligação.

O que importa é a governabilidade, a politiquice que se dane.

Caro amigo, claro que não me importo.

Estou totalmente de acordo com a sugestão do amigo, da não existência de Governos Minoritários.

Um abraço,

IzNo
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MensagemAssunto: Re: Propostas de como mudar o sistema   Hoje à(s) 10:54:41

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Propostas de como mudar o sistema
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