MONARQUIA TRADICIONAL

Nós seremos livres, nosso rei será livre, nossas mãos nos libertarão
 
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 Assuntos em Geral sobre a Monarquia

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leònidas_
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Data de inscrição : 09/03/2007

MensagemAssunto: Re: Assuntos em Geral sobre a Monarquia   Sab 28 Jul - 18:34:45

O caro David Garcia tem toda a razão, a fidelidade humana ao Estado não pode ser confundida com fidelidade canina, que normalmente pende para quem segura a carne...ou por acaso o juramento de bandeira é apenas uma cerimónia "gira"

Qualquer juramento ao Estado é para cumprir não é discutivel e o seu incumprimento é punivel...ou por acaso gostariam de ver a classe politica vender o pais só porque era favorável na altura ? não é á toa que a unidade territorial faz parte do juramento

Contráriamente aquilo que o caro Izz pensa a monarquia tem no chefe de Estado a figura inquestionável do regime....o Rei D. Manuel II jurou a carta e manteve-se fiel a esta até morrer...um juramento não é algo que se quebre só porque nos apetece, nem o orgulho pessoal está acima do protocolo (esta é para o valdez que no fundo não quer um Rei mas um chefe tribal que possa tratar por "tú" )

Relativamente ao caro Nuno Cardoso da Silva, o regime monárquico não se resume á discussão do Rei que mais gostariamos de ter mas na estrutura que a monarquia possibilita, quando se trata de satisfazer as aspirações e necessidades do povo...o facto de não haver discussão sobre a chefia do Estado é uma das grandes vantagens (a longo prazo)
Se começamos a questionar o direito de reinar antes durante e depois do começo do reino estaremos a por em causa a própria genese da monarquia..ou seja se calhar atér somos republicanos que gostariam de ver mandatos de mais de 10 anos ( o que seria uma excelente opção para que tão veemente questiona D. Duarte ) e tem nas republicas soviéticas um excelente exemplo...monarquia não hereditária

Quanto á cara beladona que gosta muito de falar em sapos....engolir "sapos" é uma das facetas chatas da realidade...passamos a vida a faze-lo, quer seja em republica ou monarquia...menos no mundo encantado da Disney

bem haja
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Nuno Cardoso da Silva
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MensagemAssunto: Re: Assuntos em Geral sobre a Monarquia   Sab 28 Jul - 19:17:51

Caro Leónidas,

Os monárquicos mais virados para as teses absolutistas gostam de comparar o Rei a um Pai da comunidade. Assim como não se discute o Pai também não se discute o Rei... Só que o Rei só faz sentido enquanto servidor da comunidade. Se deixar de servir, terá de ser substituído. Significa isso que eu antevejo a necessidade de periodicamente substituir o Rei? Claro que não. Uma vez aceite o princípio, só excepcionalmente o problema se colocaria. Mas seria saudável saber-se quais são os limites do pacto de regime, e poder-se intervir quando tal não é particularmente perturbador, que é no momento da designação do Herdeiro do Trono. Se as instituições funcionarem bem na designação do Herdeiro, não haverá nunca necessidade de quebrar a relação com o Rei. Uma pessoa de bem, com as qualidades morais e intelectuais necessárias ao desempenho da função régia, nunca entrará em conflito com o bem comum. O que eu não quero é que um acidente genético nos cause problemas. Na Monarquia com que sonho, D. Afonso VI, D. José I e D. João VI nunca teriam podido ser reis. O que nos teria evitado imensos problemas...
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Beladona
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MensagemAssunto: Re: Assuntos em Geral sobre a Monarquia   Dom 29 Jul - 15:19:30

Meu caro leónidas

Se há coisas que não engulo, são "sapos", como o caro amigo diz, pois não dou importância a coisas que não a têm, pelo menos para mim.

Quanto a eu falar de "sapos", como deve de calcular, essa é só a sua opinião, que noto incomodado.

Quanto ao que foquei no meu anterior post, se é a isso que se refere, só a mim e à administração desse extinto fórum diz respeito, limitei-me somente a dizer que não fui banida com o fim do referido fórum, como entendi do que o caro Diogo Ventura disse no seu post, mas banida , por suponho, um post que lá tinha escrito uns dias antes do fecho do fórum. Nunca me constou que o caro amigo fizesse parte da administração do referido fórum, pelo menos com esse nick que usa,e como os visados desse ex-fórum, que tomam parte neste tópico não se manifestaram até agora com o que eu disse, não percebo o seu incómodo.

Um abraço da Beladona
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IzNoGuud
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MensagemAssunto: Re: Assuntos em Geral sobre a Monarquia   Dom 29 Jul - 18:16:26

leònidas_ escreveu:
O caro David Garcia tem toda a razão, a fidelidade
humana ao Estado não pode ser confundida com fidelidade canina, que
normalmente pende para quem segura a carne...ou por acaso o juramento
de bandeira é apenas uma cerimónia "gira"



O meu amigo tem uns exemplos giros...

leònidas_ escreveu:
Qualquer
juramento ao Estado é para cumprir não é discutivel e o seu
incumprimento é punivel...ou por acaso gostariam de ver a classe
politica vender o pais só porque era favorável na altura ? não é á toa
que a unidade territorial faz parte do juramento



Infelizmente apenas cumprem aqueles que não têm poder nenhum, mas para
já lhe digo, para mim todos os tipos de juramentos são compulsivos, por
isso não os faço por dar cá aquela palha.

Nem estou, creio eu, a despeitar quem prestou juramento... apenas
questiono até onde se está disposto a ir, para que se possa saber o que
se poderá fazer em conjunto com os mesmos. Não acha que tenho razão?

leònidas_ escreveu:
Contráriamente
aquilo que o caro Izz pensa a monarquia tem no chefe de Estado a figura
inquestionável do regime....o Rei D. Manuel II jurou a carta e
manteve-se fiel a esta até morrer...um juramento não é algo que se
quebre só porque nos apetece, nem o orgulho pessoal está acima do
protocolo...



Lol, muito mal me conhece o meu caro. Para mim todo o Regime tem na fígura do Chefe de Estado a fígura principal do Regime.

A questão está:

1º Essa fígura não está definida de forma clara e inequívoca para o
advento de uma Monarquia, ou não estariamos aqui a debater a sucessão.

2º Enquanto não se puderem processar todos os trâmites para a
entronização de um Soberano de Portugal, não há mais que Pretendentes,
sejam estes o zé da esquina ou o filho de um Rei.



Para que exista um Soberano, tem-se de se seguir a legalidade do Estado
e esta implica uma série de procedimentos que por agora nos estão
impossibilitados e é com base nisso que se pergunta aqueles que já
tomaram uma decisão quanto a este caso, se estarão dispostos a
trabalhar com quem ainda não tomou e se aceitarão deixar esta questão
para quando essa impossibilidade deixar de ser uma realidade.



Já agora, tenho as minhas dúvidas quanto à imagem de D. Manuel II que pinta.

SE este seguiu até à morte a carta, das duas uma. Ao legar em
testamento a sua herança na maior parte ao Estado Português e não ao
seu sucessor presuntivo, estáva a reconhecer que a Monarquia não
voltaria a Portugal ou negociava em segredo com o presente Regime a
governar Portugal para que se permitisse o regresso da família Real
Portuguesa a Portugal de modo a que estes pudessem continuar a ser uma
alternativa viável ao Regime Republicano.



Como ficamos na sua opinião?

D. Manuel II era inflexível e pensou que a Monarquia não voltaria mais
a Portugal ou que caberia à República permitir o eventual regresso a
uma Monarquia quando estes se tivessem dado conta do seu erro?


leònidas_ escreveu:
Relativamente ao caro Nuno Cardoso da Silva, o
regime monárquico não se resume á discussão do Rei que mais gostariamos
de ter mas na estrutura que a monarquia possibilita, quando se trata de
satisfazer as aspirações e necessidades do povo...o facto de não haver
discussão sobre a chefia do Estado é uma das grandes vantagens (a longo
prazo)
Se começamos a questionar o direito de reinar antes durante
e depois do começo do reino estaremos a por em causa a própria genese
da monarquia..ou seja se calhar atér somos republicanos que gostariam
de ver mandatos de mais de 10 anos ( o que seria uma excelente opção
para que tão veemente questiona D. Duarte ) e tem nas republicas
soviéticas um excelente exemplo...monarquia não hereditária



eu realmente gosto dos seus exemplos lol... Mas tem toda a razão quando
fala que a Monarquia não se resume à discussão do Rei... e se é que não
se deu conta, é isso que temos tentado fazer. Infelizmente a maioria
dos que aqui vem, insiste em trilhar por essa discussão.

leònidas_ escreveu:
Quanto
á cara beladona que gosta muito de falar em sapos....engolir "sapos" é
uma das facetas chatas da realidade...passamos a vida a faze-lo, quer
seja em republica ou monarquia...menos no mundo encantado da
Disney...



Efectivamente quando fala a voz da experiência, temos de aceitar as posições de quem tem conhecimento de causa.

Felizmente ou infelizmente, eu sigo a tendência do "Não engolir Sapos",
foi um dos valores que os meus pais me ensinaram e é bom ver que não
sou o único Wink



Um abraço,



IzNoGuud
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leònidas_
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MensagemAssunto: Re: Assuntos em Geral sobre a Monarquia   Dom 29 Jul - 20:59:38

Prezado Nuno Cardoso da Silva:
Compreendo aquilo que diz, mas se começamos a questionar a base dificilmente será um edificio coeso, se aceitamos um Rei apenas com base em capacidades individuais teremos sempre o problema de um dia descobrir que os critérios de avaliação não foram os mais correctos ou que essas capacidades não se mantiveram no tempo....
...ou seja será sempre possivel e inevitável o aparecimento de contestatários...enfim , fotocópias do periodo liberal

vejo o Rei (e por consequência a monarquia) como o ponto de referência. Quando criticamos os nossos governantes estamos no fundo a rever as nossas própria falhas...a critica continua ao poder é uma longa tradição que os portugueses têm. Já existia no famoso "soldado práctico", e não foi pela alteração de estrutura politica que tal mudou.
Se a monarquia caiu não foi pela falta de capacidade de D. Carlos ,mas pela incapacidade que a totalidade do pais tinha em em se regenerar, e pela continua contestação ao poder real (que quase não existia)

Um dado curioso é que os europeus mais produtivos são os portugueses no luxemburgo e os menos produtivos são os portugueses em Portugal...muito da causa desta diferença passa pela popularidade (por muito que doa) do Estado Novo, do Rei D. Miguel, D. João II...curiosamente todos ditadores , todos populares
Disse haver monárquicos que comparam o Rei a um pai...eu acho que a melhor comparação é a do povo a um filho....mimado ,rebelde, contestatário, não se pode prometer nada que fazem logo birra, acha que não precisa dele....quando se chateiam saem de casa (do pais-emigram) em vez de resolverem as coisas no local , fogem...para voltar cheios de saudades
...e acima de tudo estão sempre á espera que o "pai" (estado) lhes resolva os problemas

Caro IznoGuud:
Citação :
SE este seguiu até à morte a carta, das duas uma. Ao legar em
testamento a sua herança na maior parte ao Estado Português e não ao
seu sucessor presuntivo, estáva a reconhecer que a Monarquia não
voltaria a Portugal ou negociava em segredo com o presente Regime a
governar Portugal para que se permitisse o regresso da família Real
Portuguesa a Portugal de modo a que estes pudessem continuar a ser uma
alternativa viável ao Regime Republicano.

A questão do testamento já descorri sobre ela no extinto fdr, tudo foi um embuste grotesco á memória do Rei, feito mais como consequência á morte deste do que por fidelidade ao documento
O próprio processo legal que possibilitou a criação da Fundação Casa de Bragança foi mais um processo de expropriação...mas como desapareceram partes do testamento, alguns documentos importantes e já passaram muitos anos...enfim!
Quanto á possibilidade de retorno de D. Manuel II....acredito existir uma carta do Presidente do Conselho endereçada ao Rei e paralela á revisão constitucional de 33 (que começara muito antes) que permitirá um dia esclarecer essa questão, embora seja por demais evidente que houve uma funesta coincidéncia de factos que não foram favoráveis

Quanto ao caminho que está a pretender trilhar...é ilusório, pode leva-lo a uma conclusão, mas não a que pretende...veja-a como uma espécie de caixa de pandora

uma ponta...houve um leilão em Setembro de 2006 sobre o espólio real de SAR D. Augusta Vitória...seria interessante saber quem o licitou, tendo em consideração que teve por base de licitação 50 000 euros e tratavam-se de cartas e prescrições médicas

Quanto aos sapos...não costumo segui-los, só queria saber para onde iam...quanto a engoli-los, é como o caro izz diz...uma questão de experiéncia de vida

bem haja
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Aidé Quental
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MensagemAssunto: Re: Assuntos em Geral sobre a Monarquia   Dom 29 Jul - 21:15:37

Sôr Leo "n" idas


Há uma cousa que não entendo. A Senhora do Rei D. Manuel e a sua Mãe vieram cumprimentar Salazar? Ou vieram reclamar os bens da Casa de Bragança para elas?

O Sôr encontrou alguma cousa que dissexe que os bens eram para dar aos pobrezinhos autríacos?

Sue
Aidé
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leònidas_
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MensagemAssunto: Re: Assuntos em Geral sobre a Monarquia   Dom 29 Jul - 22:28:39

Não sei como, Salazar conseguiu convencer SAR D. Amélia de que era a vontade expressa de D. Manuel constituir com a totalidade dos bens uma fundação que seria salvaguarda do herdeiro da Casa de Bragança, ou seja o herdeiro do trono....também conseguiu convencer SAR a nomear como herdeiro D. Duarte ...Creio que a Rainha deva ter-se sentido confusa com a necessidade de nomear como herdeiro o seu afilhado se já teria a Casa de Bragança como salvaguarda
Como se as tropelias já não fossem suficientes Salazar ainda manda a fundação comprar uma casa "condigna para o herdeiro do trono" com o seu próprio orçamento...o que ia contra os seus estatutos...tendo sido por isso revistos

Quanto aos austriacos que se refere, os sobrinhos de SAR D. Augusta Vitória eram tudo menos pobres...embora tenham levado a quase totalidade do espólio de sua tia a leilão, tendo-se perdido muitas peças que deveriam ter ficado sob alçada portuguesa

bem haja
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IzNoGuud
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MensagemAssunto: Re: Assuntos em Geral sobre a Monarquia   Ter 31 Jul - 18:26:22

leònidas_ escreveu:
Prezado Nuno Cardoso da Silva:
Compreendo aquilo que diz, mas se começamos a questionar a base dificilmente será um edificio coeso, se aceitamos um Rei apenas com base em capacidades individuais teremos sempre o problema de um dia descobrir que os critérios de avaliação não foram os mais correctos ou que essas capacidades não se mantiveram no tempo....
...ou seja será sempre possivel e inevitável o aparecimento de contestatários...enfim , fotocópias do periodo liberal...

Bem eu creio que apenas haveria mais confusão aquando da escolha do 1º Soberano de uma nova dinastia.
Os demais, teriam apenas de seguir os preceitos que fossem definidos entretanto.

Na eventualidade de mais tarde, como diz, se descobrir que os critérios de avaliação não foram os mais correctos... azar, aquando da escolha foram-no e serviram perfeitamente. Pelo menos é assim que eu penso.

leònidas_ escreveu:
A questão do testamento já descorri sobre ela no extinto fdr, tudo foi um embuste grotesco á memória do Rei, feito mais como consequência á morte deste do que por fidelidade ao documento
O próprio processo legal que possibilitou a criação da Fundação Casa de Bragança foi mais um processo de expropriação...mas como desapareceram partes do testamento, alguns documentos importantes e já passaram muitos anos...enfim!

E esta sua exposição é fundamentada ou uma posição pessoal baseada na sua pesquisa?

leònidas_ escreveu:
Quanto á possibilidade de retorno de D. Manuel II....acredito existir uma carta do Presidente do Conselho endereçada ao Rei e paralela á revisão constitucional de 33 (que começara muito antes) que permitirá um dia esclarecer essa questão, embora seja por demais evidente que houve uma funesta coincidéncia de factos que não foram favoráveis

Bem tal carta a existir demonstraria a existência de contactos entre os mesmos?
Outra questão que se levanta é se essa funesta coincidência foi apenas uma mera coincidência Wink

leònidas_ escreveu:
Quanto ao caminho que está a pretender trilhar...é ilusório, pode leva-lo a uma conclusão, mas não a que pretende...veja-a como uma espécie de caixa de pandora

Bem... eu quando me perco nestas dissertações, não ando à procura de respostas pré-definidas... por isso gosto de descobrir até onde chego.

leònidas_ escreveu:
Quanto aos sapos...não costumo segui-los, só queria saber para onde iam...quanto a engoli-los, é como o caro izz diz...uma questão de experiéncia de vida...

Ahhh, como a vida seria tão mais triste sem umas picardias decentes...

Um abraço,

IzNoGuud
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