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 Liberdade, Igualdade, Fraternidade?

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O Conjurado
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MensagemAssunto: Liberdade, Igualdade, Fraternidade?   Qui 5 Jul - 22:21:25

Liberdade, Igualdade, Fraternidade?


Eis aqui a verdade sobre esta trilogia diabólica, usada pela maçonaria e pelos sangrentos revolucionários franceses, culminando por ser inculcada e exportada à força para toda a Europa, contaminando de seguida todo o mundo Ocidental.

Aqueles que presentemente usam esta trilogia e possuídos por uma cobiça desmedida, procuram agora amarrar todo o planeta. Nesta trilogia se encontram os princípios da globalização agrilhoadora que tudo e todos submete à sua feroz vontade de domínio. O séc. XVIII, século das “luzes”, dos iluminados e dos illuminati, se por um lado libertou o povo do homem nobre, por outro entregou-o completamente ao homem burguês da pior espécie, que tem apenas por lema, o lucro pelo lucro sem olhar a meios para atingir fins.

Uma das características da liberdade do homem manifesta-se quando o espírito reflecte sobre si próprio e deste poder de introspecção, da contemplação do seu interior e do pleno uso da razão que nasce no individuo, este tem pura legitimidade para agir e dar azo à sua capacidade de crescimento. Esta verticalidade a que o homem aspira de forma natural foi abruptamente ceifada pelos defensores da “nova liberdade” preconizadores da “nova era”, em lugar da liberdade natural vertical, surge apregoada, a liberdade horizontal dos senhores iluminados, que regem as mentes da populaça através da sua poderosa maquinaria de propaganda. Esta nova liberdade ensina que temos múltiplos direitos e escassos deveres e também e principalmente o direito de nos informarmos e de nos emanciparmos pelo saber.

Seria um pensamento de facto filantropo não fosse a informação manipulada e o ensino maldosamente direccionado para o embrutecimento geral das populações. A poluição insolente e fedorenta que emanam estes órgãos de comunicação com a respectiva propaganda enganosa, verdadeiro lixo tóxico, não permite qualquer paz de espírito, tranquilidade vital onde o homem se encontra a si mesmo e tem a possibilidade de se identificar com a restante natureza de onde tudo provém e para onde tudo vai. Esta perturbação constante de que o homem actual padece não é fruto do acaso, o homem tornou-se escravo de si próprio e da nova liberdade que esconde a verdadeira intenção de todos escravizar de uma forma completa.

Se neste momento o homem já é escravo da ideologia global vigente que propositadamente o lança na confusão em breve será escravo de uma meia dúzia de iluminados pela cobiça que controlarão todos os bens de primeira necessidade!

A nova liberdade surgiu assim como paradoxo de emancipação mas como realidade limitadora da felicidade e como promessa de escravidão universal. Na retórica e na dialéctica, artes de expor, defender e persuadir publicamente, se escondem os venenosos defensores da liberdade esclavagista. À força de ensinarem a defender todas as causas e de conseguirem que as hienas da sua matilha triunfem com causas injustas deturpando a verdade, seguem estes invejosos numa fé cega na habilidade dialéctica e no poder humano da persuasão. Este movimento social iluminado foi propício para o espírito europeu se afastar dos objectivos de grandeza humana e trocar a força da vontade e da razão pela força do número e da alienação colectiva onde a quantidade supera e é preferida em desfavor da qualidade. O homem para ser livre deve viver apenas com o indispensável, desprezando o supérfluo, que é fonte de escravidão moral. Pois os iluminados tinham que potenciar a inveja, aprisionando o homem pela dependência desmedida do mundo material que como consequência última nos lançará a todos numa escravatura total e irreversível. A liberdade não consiste na ausência de leis mas na independência da vontade face à necessidade natural, isto os iluminados esqueceram.

A tirania da actual igualdade, prende o homem à escravatura da vulgaridade, do facilitismo, não permitindo que este se destaque e triunfe motivado pela força inata, genuína, com que a natureza o dotou. A não realização do homem, castrado que está pelas forças opressoras da ociosidade, produz inevitavelmente uma enorme frustração que como consequência imediata resulta em apatia cadavérica, aniquiladora da mínima força da sua vontade e da pujança vital imprescindível à vida de qualquer ser humano. O homem vitima das forças do ócio, chora e lamenta agora o seu fracasso impossibilitado que está de concretizar os seus desejos, os seus sonhos mais profundos.

Transformado num ser amorfo, este homem domesticado e desvitalizado, facilmente será devorado pela natureza implacável que não sustenta a ausência de luta pela vida. A um mundo de indivíduos todos diferentes opõe-se agora um mundo de iguais, composto por uma massa uniformizada de seres sem vontade própria, moldados e formatados, produto da negação das leis básicas da natureza, que nada produzem igual. Aqui está a verdade desta falsa igualdade; o homem reduzido à nulidade, em que o ser limita o próprio ser. Os resultados desta igualdade iluminada são a oferta de uma vida miserável na ignorância e de uma vida privada de autonomia resultando na imposição de um imperativo para uma virtude concupiscente e primata apoiada no número, mas, em que cada vez mais, menos acreditam.

A fraternidade é o carinho ou parentesco entre irmãos; amor ao próximo; harmonia entre os homens. Contudo a fraternidade pervertida pelos iluminados serve de pilar a um fim último; a globalização/mundialização!

Através desta fraternização perspectiva-se um comungar global das mesmas ideias, impor um pensamento único, que como quem diz, todos juntos em manada, aparentemente livres mas manipulados todavia por um "pastor" bem ao jeito da besta do Apocalipse profetizado pelo Apóstolo João. Toda esta fraternidade surge pois como ideal globalizador, contrariando as forças naturais da perfeição, visando apenas o propósito de todos sermos iguais na imbecilidade e na inutilidade, descaracterizados e desenraizados, servindo apenas os propósitos da besta e do seu comité, que se designam já, novos senhores do universo.

Aristóteles descreve da seguinte forma o homem sério, a que se chama homem nobre e que os revolucionários iluminados tentaram brutalmente e irracionalmente exterminar:

“A respeito do excelente homem sério, o modo como deve agir é, precisamente, o modo como age. Todo o poder de compreensão nele decide o melhor de tudo; e ele é excelente ao obedecer ao poder da compreensão. A verdade acerca do sério é esta: age em prol dos que ama e da sua pátria e, se tiver de ser morrerá por eles. Abdicaria de dinheiro, de honrarias e, em geral, daqueles bens pelos quais se luta, se lhe restasse para si no fim a glória do feito. Prefere ter pouco tempo de vida e sentir uma alegria intensa do que ter muito tempo de vida mas num estado miserável. Prefere ainda viver gloriosamente durante um só ano do que ao deus-dará durante muitos anos. Mais vale um só feito glorioso e magnifico do que muitos sucessos mas medíocres.
É isto o que acontece aos que morrem por outros, escolhem para si próprios uma glória magnífica. E renunciará a riquezas se com isto os seus amigos ficarem mais ricos. Pois, o amigo ficará com mais riqueza, mas ele, com a glória. Isto é, dispensar-se-á a si autenticamente o seu maior bem. Comportar-se-á do mesmo modo com as honrarias e com os cargos públicos. Renunciará a tudo isto em prol do seu amigo, porque essa acção é que é gloriosa e merecedora de honra. O sério surge-nos assim com toda a probabilidade como sendo aquele que escolhe a nobreza, preterindo tudo o resto.”
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