MONARQUIA TRADICIONAL

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 A matéria prima para reconstruir o País

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joe war
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Seg 3 Abr - 20:25:20

AH!!!!!!, e já agora, não tenho obviamente nada de pessoal contra os académicos!!!!

Eu acho é que os académicos dirigem o conhecimento e não os acontecimentos!!!!
Sem eles nada se faz, mas só com eles não se faz nada...!!!!

um abraço

J.War
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Nuno Cardoso da Silva
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Ter 4 Abr - 16:02:16

A ideia é: os académicos definem estratégias, desenvolvem a doutrina, preparam um projecto de Constituição monárquica. Os outros organismos monárquicos actuam, no sentido de concretizar os objectivos definidos.
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joe war
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Ter 11 Abr - 10:26:31

Dr. Cardoso da Silva

No ano passado surgiu nalguns meios de comunicação a noticia da organização de um congresso da Monarquia em que a par do Sr Dr apareciam como impulsionadores da ideia outras figuras publicas do "Monarquismo".

O que eu gostaria de saber é em que pé é que isso está, se é que está, e se, em sua opinião, não seria de pegar nesta ideia como forma de lançamento do Conselho de Regencia


grato

joe war
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Nuno Cardoso da Silva
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Ter 11 Abr - 10:53:56

A ideia de um Congresso monárquico não foi minha nem estive a ela ligado, embora ache que pudesse ser uma via para sair do marasmo. Teríamos era de estar preparados para discussões muito azedas. Quem estava ligado a esse projecto era o Prof. Mendo Castro Henriques, mas parece-me que essa foi mais uma ideia que ficou pelo caminho. No fundo, a maioria dos monárquicos não sabe o que quer, vê-se a braços com um pretendente em quem ninguém acredita, e acaba por preferir ficar quieto e calado, à espera que "alguém" lhe tire as castanhas do lume. Talvez um dia esse "alguém" acabe por aparecer, mas era muito melhor que assumíssemos as nossas responsabilidades e fizéssemos alguma coisa.
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joe war
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Qua 12 Abr - 10:55:29

Sr. Dr.

Citação :

A ideia de um Congresso monárquico não foi minha nem estive a ela ligado

Peço desculpa, mas pensava que era um dos organizadores. fica aqui a correcção.

Citação :

embora ache que pudesse ser uma via para sair do marasmo

eu se calhar ainda vou mais longe. É provavelmente a unica...

Citação :

Teríamos era de estar preparados para discussões muito azedas.

Não era melhor te-las de uma vez e o quanto antes?

Citação :

Quem estava ligado a esse projecto era o Prof. Mendo Castro Henriques, mas parece-me que essa foi mais uma ideia que ficou pelo caminho

Académicos...

Citação :

No fundo, a maioria dos monárquicos não sabe o que quer, vê-se a braços com um pretendente em quem ninguém acredita, e acaba por preferir ficar quieto e calado, à espera que "alguém" lhe tire as castanhas do lume

Plenamente de acordo. São os sintomas da falta de liderança. É que alem de vários pretendentes ao trono temos vários pretendentes a lideres, todos com uma coisa em comum, mostram uma enorme vontade de serem "O" Lider mas não apresentam nenhum plano de acção para atingirem a liderança. Fica a ideia que no fundo é assim mais uma coisa para aparecer nas revistas e nos jornais...

Citação :

Talvez um dia esse "alguém" acabe por aparecer, mas era muito melhor que assumíssemos as nossas responsabilidades e fizéssemos alguma coisa.

Vamos nisso!!!

Joe War
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Nuno Cardoso da Silva
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Qua 12 Abr - 11:02:00

Concretamente, passo a propor o seguinte:

Os monárquicos que estejam preocupados com o destino do nosso País, se forem em número significativo, deveriam manifestar-se em declaração pública, com os seguintes pontos:

1º - Afirmar a sua preocupação com a situação do País.

2º - Afirmar a sua convicção de que a Monarquia poderia dar um contributo importante para a defesa do bem comum.

3º - Afirmar que o Trono está vago, e que competiria aos portugueses, através da sua representação legítima, designar o 1º Rei de uma Monarquia restaurada, pelo que se negaria a legitimidade de qualquer pretensão a direitos a esse Trono, seja de quem for.

4º - Propor a constituição de um Conselho de Regência (ou, se o nome incomodar, um Conselho Supremo Monárquico), reunindo pessoas de valor intelectual e moral reconhecido, que assumisse a direcção do movimento monárquico, e que tivesse como prioridades o seguinte:

- coordenação da actividade das diversas organizações monárquicas, sem excepção, sem no entanto interferir no funcionamento interno de cada uma;
- relançamento do trabalho de sistematização e actualização doutrinária;
- tomada de posição sobre as questões mais candentes da vida nacional e internacional;
- preparação de um projecto de Constituição monárquica a ser colocada à consideração dos portugueses.

Podia começar-se por reunir um número limitado de pessoas para pensarem neste projecto, alargando-se depois o seu número até que se pudesse pô-lo em prática.
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Sebasthios
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Qua 12 Abr - 20:02:01

Então eis a minha proposta.

De modo a afastar qualquer ratazana sedenta de poder para acabar com a idependência de Portugal. O rei devia ser nomeado não pelo povo portugues, pois este já demostrou em 30 anos de democracia que não sabe escolher o governante nem têm aparecido governantes a sério mas governados da maçonaria, portanto o rei deveria ser nomeado por Roma, pelo Papa.

E eis o que o rei nomeado deveria fazer:
- explusar a maçonaria e a liberdade de religião do territorio nacional;
- acabar com a constituição pagã e a afrancesada ou maçónica que actualmente temos, assim como todo o codigo civil e etc. e governar o país pelas leis antigas que eram católicas.

O resto vinha naturalmente... incluindo a desaprovação da UE qto ao regime restaurado. Mas que se lixe!
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joe war
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Qui 13 Abr - 10:48:33

Dr. Cardoso Da Silva

Revejo-me inteiramente neste seu texto que, mais de uma declaração de principios, é uma declaração de independencia.

Peço ao sr Administrador que tome providencias no sentido de tornar a subscrição electronica do documento possivel

Grato

Joe war
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joe war
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Sab 15 Abr - 0:08:54

Carissimos

Dr Cardoso Da Silva

Fui informado pela administração deste forum que já estão a ser tomadas diligencias no sentido de permitir a subscrição electronica deste documento aqui no site da AMT.

Em principio será possivel faze-lo durante a proxima semana.

Obrigado

Joe War
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joe war
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Sab 15 Abr - 0:12:13

Já viram o tópico da derrocada da República?
gostava de ter opiniões sobre o que lá está

Joe War
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Nuno Cardoso da Silva
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Sab 15 Abr - 14:00:40

PRINCÍPIOS ORIENTADORES DE UMA CONSTITUIÇÃO MONÁRQUICA

A razão de ser do poder político só pode ser a defesa do bem comum. O que implica não só a implementação de políticas eficazes mas também o envolvimento dos governados nas decisões políticas. Os governantes têm de estar atentos aos anseios dos governados e devem respeitar escrupulosamente os seus direitos. É esse o sentido da palavra "democracia".

A maior ameaça à promoção do bem comum é o exercício do poder por minorias ao serviço de interesses minoritários. Aquilo a que se chama "oligarquia" e que é perfeitamente compatível com formas de poder aparentemente democráticas. Quando a comunicação social é dominada pelas oligarquias, e os partidos políticos estão submetidos a interesses oligárquicos, não é a ocorrência periódica de actos eleitorais plurais e aparentemente livres que impedem a manutenção do domínio oligárquico.

A oligarquia, para subsistir, tenta convencer os cidadãos de que os ataques ao domínio oligárquico são efectivamente ataques contra a "democracia". É preciso compreender que formas aparentemente democráticas servem a oligarquia, e que formas aparentemente anti-democráticas são geradoras de democracia. A Monarquia, que parece ofender os princípios da igualdade, acaba por poder ser o instrumento essencial na defesa da democracia. Como afirmava o Marquês de Penalva em finais do século XVIII, "o Rei é diferente para que todos os outros possam ser iguais". E iguais em liberdade, poderíamos acrescentar.
Assim, para impedir o avanço das oligarquias, o Rei deve ter poderes significativos, exercidos em sintonia com o sentimento popular. Em contrapartida o Povo deve exigir algum controlo sobre a designação do Rei e do seu sucessor.

Para levar em conta a diversidade dos governados e dos seus interesses, a representação nacional - as Cortes - devem ser constituídas por duas Câmaras: uma Câmara de Deputados, eleita em círculos uninominais com base concelhia, e uma Câmara de Procuradores, eleita pelas organizações de interesses, desde as de cariz económico e profissional, às de cariz cultural e moral, numa base de proporcionalidade relativa ao número dos seus associados. As Cortes devem ter o monopólio do poder legislativo, embora não necessariamente da iniciativa legislativa. Para evitar as convulsões de eleições gerais, as Câmaras são permanentemente renovadas, fazendo-se as eleições para a Câmara de Deputados nas datas dos feriados municipais de cada concelho, e para a Câmara de Procuradores em datas determinadas pelas associações representadas, de maneira a espaçarem-se no tempo. Os mandatos de deputados e procuradores é de quatro anos.

O poder executivo estará nas mãos do governo, com o Primeiro-Ministro livremente escolhido pelo Rei, e não responsável perante as Cortes.

O Rei é Comandante-Chefe das Forças Armadas, designa e demite o Primeiro-Ministro e tem poder de veto absoluto no respeitante à ratificação de tratados internacionais e a declarações de guerra. Tem também o poder de veto suspensivo sobre toda a outra legislação.

Quanto aos Tribunais, deixa de haver Tribunal Constitucional, sendo a funções deste assumidas pelo Supremo Tribunal de Justiça.

O Conselho de Estado é o orgão de soberania que assiste o Rei, competindo-lhe designar o Herdeiro do Trono (no quadro de uma Lei de Sucessão) que deverá ser apresentado às Cortes para aclamação. O Conselho de Estado é obrigatoriamente ouvido pelo Rei na escolha e demissão do Primeiro-Ministro e no exercício dos poderes de veto absoluto, e será convocado pelo Rei, com função consultiva, sempre que este o achar necessário. O Conselho de Estado pode reunir com o Rei, por decisão própria, até quatro vezes por ano. Ao Conselho de Estado devem pertencer os presidentes das duas câmaras das Cortes, o presidente do Supremo Tribunal, o presidente da Conferência Episcopal da Igreja Católica, o presidente do Conselho de Reitores das universidades portuguesas, um representante das minorias étnicas e religiosas, o presidente da Associação Nacional de Municípios, o Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas, o presidente da Academia das Ciências, o secretário-geral de uma das federações de trabalhadores (rotativamente), o secretário-geral de uma das confederações patronais (rotativamente), e quatro personalidades livremente escolhidas pelo Rei.

Para além de definir a organização do Estado, uma Constituição monárquica deverá afirmar o princípio do direito de todos os cidadãos à saúde, à educação, à cultura e a uma actividade remunerada, assim como o princípio da inclusão social e da prioridade da assistência aos mais pobres. Também deverá afirmar o princípio do respeito dos direitos humanos, nomeadamente no que diz respeito ao direito à vida, à igualdade de todos perante a lei, à liberdade de expressão e de acesso aos meios de comunicação social, a uma justiça rápida, independente e eficaz.

Quanto ao resto, a Constituição deve ser tão parca quanto possível, deixando para a lei ordinária a colocação em prática das normas e princípios constitucionais.
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joe war
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Dom 16 Abr - 0:35:00

Dr. Cardoso da Silva

Uma vez mais revejo-me no geral do seu texto.

Citação :

O Conselho de Estado é o órgão de soberania que assiste o Rei (...)
Ao Conselho de Estado devem pertencer os presidentes das duas câmaras das Cortes, o presidente do Supremo Tribunal, o presidente da Conferência Episcopal da Igreja Católica, o presidente do Conselho de Reitores das universidades portuguesas, um representante das minorias étnicas e religiosas, o presidente da Associação Nacional de Municípios, o Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas, o presidente da Academia das Ciências, o secretário-geral de uma das federações de trabalhadores (rotativamente), o secretário-geral de uma das confederações patronais (rotativamente), (...)

Porquê mais um académico? e porque não o presidente da academia das letras? afinal há cidadãos para quem a pátria é a língua Portuguesa...
Porque não alguém da agricultura, das pescas, da industria...?

Desculpe a minha implicância com os académicos, mas cada vez mais precisamos de soluções pragmáticas e não académicas!

Joe war
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Dom 16 Abr - 1:11:11

Caro Joe,

Dois académicos em 15 conselheiros não me parece assim tão mau... E olhe que alguns académicos até se aproveitam... Não podemos cair no exagero de fulminar todos os intelectuais! Olhe que há alguns engenheiros bem piores... E digo-o sem qualquer má intenção, já que o meu pai era engenheiro...
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Dom 16 Abr - 13:39:44

Caro Sr. Dr.

Quanto aos Engenheiros eu não poderia estar mais de acordo!

Acho até que está a ser brando, tal é a situação!

Daí que eu não perceba o que se anda a fazer por essas academias, onde pelos vistos se ensina e aprende (quando a coisa não corre mal...) o acessório, o pontual, o genérico, o superficial.... o básico... e não se qualifica ninguém para o mercado de trabalho, para a industria, para a agricultura, para o comercio, para as pescas...

Lá fora a industria, por exemplo, assenta em três pontos fundamentais, as normas técnicas, as patentes e a inovação. A ordem dos pontos não é aleatória, uma vez que todas as patentes têm de cumprir as normas e toda a inovação tem de respeitar as patentes.

Em Portugal é perfeitamente possível obter um diploma de licencenciatura em Engenharia sem ter sequer tomado conhecimento da existência de qualquer 1 destes 3 pontos...Pior, é possível leccionar numa qualquer academia de engenharia na completa ignorância e até ao arrepio tanto da normas como das patentes, enchendo a boca com a investigação como forma de tapar o sol com a peneira…

Eu penso que uma das razões porque os académicos nacionais estão, de uma forma geral, a cair em descrédito perante a sociedade é exactamente pela sua crescente incapacidade de olhando para o seu umbigo dizerem, “o Rei vai nu!”…

… e digo-o sem qualquer má intenção, já que o meu pai é académico!

Grato

Joe war
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Dom 16 Abr - 18:37:49

Caro Joe,

Está visto que há académicos e engenheiros que não prestam... Que tal avançarmos e depois logo nos preocuparemos em escolher académicos... e engenheiros... que prestem?... O que não podemos é continuar a adiar decisões fundamentais para a sobrevivência do nosso país...
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Dom 16 Abr - 20:35:14

Citação :

...Que tal avançarmos ...
Estas para mim são palavras mágicas. Vamos nisso!

Joe War
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Sab 22 Abr - 20:56:57

Sor Dr. Então não era para avançar?

Continuo á espera ou avanço eu?

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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Sab 22 Abr - 23:14:24

Caro Joe,

Avance o senhor que eu sou muito mau nestas coisas de organização...
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Dom 23 Abr - 3:19:56

De facto um sistema legítimo e eficaz terá de minimizar o papel dos partidos políticos. Pelo que são, intrinsecamente, mas também porque são os tentáculos políticos da oligarquia. Portugal - tal como muitos outros países - está sob o domínio de uma oligarquia de raíz económica, que usa os partidos e a comunicação social para controlar o poder político e para viciar o princípio democrático. A oligarquia só pode ser dominada se no vértice do poder político estiver alguém que não dependa da oligarquia para ascender a essa posição. Por isso é que precisamos de uma Monarquia, mas de uma Monarquia tradicional, em que o Rei tenha os poderes necessários à neutralização do oligarquia. Só uma aliança entre o Rei, o Povo e as Forças Armadas pode garantir a subsistência e o sucesso de uma Monarquia Tradicional, e a defesa do Bem Comum.

Estes são os temas que precisam de ser discutidos, não em Cortes - que só em Monarquia podem ser convocadas - mas num Congresso, previamente preparado por meio de muitas reuniões a nivel distrital. É preciso consciencializar os portugueses, transmitir-lhes a verdadeira doutrina monárquica, e depois, num amplo Congresso, proclamar a via alternativa para a defesa do bem comum. E depois, se for necessário, é preciso aliciar as Forças Armadas para que possam vir a ser, em última instância e como é habitual entre nós, o instrumento da mudança.
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Seg 24 Abr - 2:09:36

Sr Dr, como pode ver no tópico Cortes gerais já avancei.

Um abraço

Joe War
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Sab 29 Abr - 12:31:09

Caro Joe,

E o almoço, fica para quando? Ainda me lembro de umas certas tripas aos molhos...
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Dom 30 Abr - 0:55:04

Sr Dr.

Parece-me que as suas Trips estão a dar molho!!!

Pelo que vi no outro forum... os jantares estão a criar desa-guisados...

joe
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Sex 5 Maio - 21:57:36

Isto está outra vez morto...

O que faz falta aos Monárquicos?

Bom, em primeiro lugar faz falta o mesmo que aos outros.

Bom senso!

Não é de bom senso gastar energias em batalhas intermináveis sobre sucessão e supostos direitos de supostos pretendentes numa altura em que por todas as razões se impõe a acção.
O País encalhou, está a afundar e nós, enquanto isso, estamos a discutir quem deveria ser o comandante...

É assim, não seria melhor falar de propostas concretas para salvar o barco?
É que quando digo que estamos encalhados, digo que estamos todos encalhados, Republicanos, Monárquicos, Duartistas, Miguelistas, Louletanos, Rosaristas, Soaristas (ainda há disto?), Salazarentos, Cavaquistas e restantes artistas...

E o pânico está a subir ao ritmo da água...

Depois, já todos percebemos que é preciso dar á bomba, mas não é preciso que se ponha toda a gente aos berros a dizer que é preciso dar á bomba... o que é preciso é que nos ponha-mos a bombar, a uma cadencia certa, se necessário por turnos, porque o trabalho custa a todos... mas é para o bem de todos!

Mas não é solução estar indefinidamente a tirar a água que entra, é preciso fazer com que ela deixe de entrar…

No caso concreto, não adianta estar sempre a dizer que o País está mal, que isto ainda vai acabar mal, etc, etc… O que poderíamos fazer era trabalhar para trazer a publico propostas concretas e lançar discussões construtivas sobre o que nos rodeia e, em ultimo recurso não cooperar com o sistema que está a perpetuar o erro! Principalmente por omissão!
Se cada um de nós estancar a sua parte…

Não será isto matéria em comum em quantidade suficiente para nos unir?

JOE
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Dom 21 Maio - 11:54:55

Caríssimos

A cada dia que passa, quando acordamos, deparamo-nos com um mundo que se nos apresenta mais confuso e desordenado que o deixado na noite anterior. Parece que já nada funciona ou está a funcionar pior. As nossas vidas estão sujeitas a uma constante revisão, destinando-nos a um constante emendar e remendar.
Os nossos “dirigentes” estão condenados a desculpar-se e a lamentar-se. Cada vez que dizem ter descoberto a maneira de sair da crise descobrimos que estamos ainda pior do que anteriormente. As forças com que continuamos a contar para resolver os problemas pendentes criam problemas ainda maiores.

Ocorrem acidentes nas instalações nucleares, fugas de gás em condutas de transporte de combustível, a produtividade e o emprego baixam rapidamente, o perigo de uma guerra nuclear é uma ameaça constante que paira sobre nós…as vezes parece que se ouvem gritos de desespero que dizem – “porque é que ninguém faz nada em relação a tudo isto?”

Censuramos as companhias petrolíferas, os economistas, os sindicatos, os intelectuais, os académicos, etc, seja quem for que possa de alguma maneira ser responsável por tudo isto.

Apesar de isto as coisas vão piorando…

Quando o mundo inteiro começa a dar sinais de ruína, cumpre-nos observar o modo como ele foi organizado, já que só pode ser aí que reside o problema.
È infantilidade continuar a censurar dirigentes e ideologias individuais pela razão de um problema que é universal.
Certos dirigentes e certas ideologias são claro está, melhores que outros.
Todavia, no momento presente, nenhum dirigente nem ideologia podem enfrentar capazmente a crise universal em curso, porque todos estão comprometidos com a actual visão do mundo, a qual está doente e moribunda e contamina tudo aquilo a que deu origem.

Ao longo da história os seres humanos sentiram a necessidade de criar uma ordem capaz de explicar os comos e os porquês da nossa existência diária, sendo isto o ingrediente essencial de todas as sociedades.
O aspecto mais interessante da visão mundial, vulgarmente chamada de globalização, é o facto dos aderentes a esta, na sua maioria, não terem consciência de como ela afecta as coisas e condiciona a realidade que os rodeia.
Qualquer visão mundial, global se quiserem, só tem sucesso na medida em que fique interiorizada, desde a infância, até se tornar indiscutível.

Muitos de nós acreditam que o mundo está a avançar para um estado mais válido, devido á rápida acumulação de conhecimento humano nas ciências, nas letras e nas artes.
Também acredita que o indivíduo existe como entidade autónoma, que existe uma ordem que é própria da natureza, que a observação científica é objectiva, que as pessoas sempre desejaram a propriedade privada, que sempre existiu competição entre indivíduos, e assim sucessivamente.
Todas estas crenças são consideradas como fazendo parte da “natureza humana” e portanto consideradas imutáveis.

É obvio que o não são. È igualmente obvia que outras sociedades e civilizações da nossa história seriam, pura e simplesmente, incapazes de entender algumas das noções que nós imputamos á “natureza humana”.
É este o poder da visão mundial ou global.
O seu domínio sobre a nossa percepção da realidade é tão esmagador, que ficamos amputados na capacidade de imaginarmos qualquer outra maneira de encarar o mundo.


Até já

joe
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Patrícia
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Seg 22 Maio - 23:15:06

joe war escreveu:
Sr Dr.

Parece-me que as suas Trips estão a dar molho!!!

Pelo que vi no outro forum... os jantares estão a criar desa-guisados...

joe

lol, até sei do que está a falar. Pois, um almoço com o Administrador a Vice-administradora e 2 participantes, lol.
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MensagemAssunto: Re: A matéria prima para reconstruir o País   Hoje à(s) 18:24:32

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