MONARQUIA TRADICIONAL

Nós seremos livres, nosso rei será livre, nossas mãos nos libertarão
 
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 A Decadência Republicana e o Colapso Português

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RBaltazar
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MensagemAssunto: A Decadência Republicana e o Colapso Português   Qui 8 Mar - 0:24:03

A Decadência Republicana e o Colapso Português



É bem mais que sabido à maioria dos portugueses que, a actual Pátria Portuguesa em nada nos orgulha. Muito antes pelo contrário, por vezes até envergonha! Não é ter vergonha de ser português, nem ter vergonha da nossa terra, mas sim ter vergonha do actual estado de Portugal e da sua república.
República essa que em breve irá enterrar Portugal, a república que perdeu todo o seu brilho desde o primeiro segundo após a sua implantação.
Portugal envelhece e morre! Não existem políticas natalistas, para que os portugueses tenham uma maior tendência para reforçar a juventude portuguesa!
Quem por vezes quer optar por essa escolha, infelizmente não pode, por não ter condições de vida possíveis.
Tal como Portugal envelhece e morre, segundo as estatísticas, os reformados nas próximas décadas irão duplicar, mas talvez não irão duplicar, possivelmente triplicar ou quadriplicar!
Será que haverá “reformas” para todos?! Sabendo que existem pessoas com reformas inferiores a 100 euros?! É verdadeiramente difícil imaginar quem possa sobreviver com tal reforma durante um mês!
E se Portugal já é o lamaçal que é com os fundos vindos da União Europeia, imagine-se o que será, quando a partir de 2013 os fundos europeus deixarem de entrar nos cofres de Portugal.
Com quase meio milhão de desempregados, que não irão diminuir tão depressa, a regência republicana ainda fala em investimentos e mão-de-obra barata!



Que a república tenha pelo menos a dignidade de se calar! Talvez não consiga, com quase cem anos de vida, já está tão débil que certamente deve praguejar até a dormir! É curioso como ela na rua se mostra tão imponente, porém, quando vê um jovem monárquico, devo dizer, monárquico tradicionalista, pois os outros não são monárquicos, são republicanos!!!
A república treme e verga, porque receia o renascer monárquico!



Enquanto o país caminha a largos passos para a sua derrocada, é lamentável continuar-se a observar o desentendimento monárquico. Após quase 100 anos de república, ainda se discute “pretendentes”.
Pretendentes esses, que eu pessoalmente não conheço nenhum passo dado por alguém em prol da reinstauração da Monarquia! Não me parece que a defesa por algum pretendente ao trono seja algo de importante, pois se ninguém fez nada, porquê ainda perder tempo a apoiar alguém?! Isto sabendo que Portugal tem Leis Fundamentais estabelecidas pela Nação, e pelo Rei! Penso que ainda não houve nenhum assento em Cortes, portanto... não valerá apena perder mais tempo com essa questão! E se não as conhecem, era melhor passar a conhecê-las, para evitarem fazer figuras tristes!
Veja-se a Causa Real e todas as suas filiações! Que contribuição houve em prol da reinstauração da Monarquia?! Ou por parte de qualquer outra associação em todos estes anos?!


Certamente que só à AMT caberá fazer algo, pois é o único movimento monárquico com o gabarito digno para actuar!


O ideal monárquico dia após dia, permanece mais na sombra. Houve alguém que uma vez disse e passo a citar, “... não é este o caminho para o V Império!...”.
Não está em questão o “V Império”, mas antes a salvação de Portugal. Mas será que se poderá contar com todos os monárquicos?! Visto existirem muitos que pensam que o são, infelizmente poderão ser muita coisa, mas não monárquicos! Apenas se poderá contar com aqueles que valerão à causa!
Por vezes com um súbito anti-monarquismo, cariz talvez, de uma ignorância ateada por parte do organismo republicano, os portugueses elevam-se opondo-se à direcção que o actual sistema toma, não conhecendo eles outra coisa e tendo uma visão distorcida do que realmente é Monarquia.
Capazes de pressentir uma futura província espanhola ou uma colónia americana, tentam renegar a tendência republicana para a escravatura, são eles mais escravos hoje do que talvez o foram alguma vez em Portugal!
Seguidores de uma demagogia que os levará a uma destruição em massa.


Escusado será dizer, que se terá de fazer algo, pois não é este o caminho para o bem comum!


RBaltazar
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Pedro Reis
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MensagemAssunto: Re: A Decadência Republicana e o Colapso Português   Sex 9 Mar - 3:37:39

Tivessemos nós os recursos, e alguns o tempo, e isso não estava assim.
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leònidas_
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MensagemAssunto: Re: A Decadência Republicana e o Colapso Português   Sex 9 Mar - 13:36:15

Esperem um pouco e vão ver o Estado Português a sub-alugar as forças
policiais espanholas para patrulhar o território nacional.
Reparem bem...poupa-se dinheiro na formação, a lingua é proxima, não
temos meios para patrulhar o nosso mar (dizem eles) é só ganhos !

Só como exemplo, a camara de Odivelas ( cidade a norte de Lisboa ) á
2 anos tinha uma divida de 5 milhões de euros, hoje tem uma divida de 14,5
milhões de euros.Agora multipliquem este comportamento pelo número de
camaras que existem...
Pergunto-vos, se esta divida é em grande parte suportada pelo sector financeiro,sendo o estado devedor a entidades privadas (muitas delas estrangeiras) quanto tempo temos até o pais cair?

Acham os portugueses que os fundos de apoio vêm de borla, que podemos
mudar de regime se temos o pais hipotecado?

Porque razão fecham maternidades quando precisamos de jovens

Acredito que estamos todos num comboio em direcção a um destino
que nos irá ser fatal, a menos que nos imponhamos pelo ideal
monárquico que é a única garantia de independencia

Bem haja, obrigado pela atenção
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O Conjurado
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MensagemAssunto: Re: A Decadência Republicana e o Colapso Português   Dom 11 Mar - 0:19:43

Caro leónidas,

De acordo.
Mas não podemos ficar sentados à espera que a república se autodestrua, pois isso foi o que fizeram os monárquicos durante a 1ª república, e já lá vão quase cem anos….
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jpaires
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MensagemAssunto: Re: A Decadência Republicana e o Colapso Português   Ter 28 Ago - 23:30:45

Quantos de vocês viveram numa monarquia para aclamar com tanta certeza que é este o caminho a tomar para salvar Portugal de se afundar ?
Se falam de monarquias como as que existem por exemplo em Espanha e em Inglaterra ainda vos percebo menos, aquilo é actualmente mais fantuchada e material para revistas cor de rosa do que qualquer outra coisa. Para além disso, Portugal não tem condições de sustentar uma família real como a desses países, e as vantagens desse "negócio" são para mim muito pouco claras.

O que eu sei das nossas monarquias é o que leio e o que vejo quando visito palácios. Luxúria gratuita e sem sentido, de gente que se preocupa mais com o facto de ter cadeiras banhadas a ouro e porcelanas de grande porte (e, consequentemente caríssimas) do que com o facto do seu povo morrer à fome.
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José Tomaz Mello Breyner
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MensagemAssunto: Re: A Decadência Republicana e o Colapso Português   Qua 29 Ago - 0:11:02

jpaires escreveu:
Para além disso, Portugal não tem condições de sustentar uma família real como a desses países, e as vantagens desse "negócio" são para mim muito pouco claras.


Caro Participante

Saberá por acaso que a Casa Real Espanhola custa menos que a Presidência da Republica Portuguesa?

Não acha que o papel desempenhado pelo Rei de Espanha é importantissimo e um polo de união da maior parte dos Espanhois? Acha que se não houvesse um Rei em Espanha que o mapa Espanhol ainda era o actual?

Pense um pouco sobre isto e venha aqui debater quando entender oportuno, pois temos muito gosto em o esclarecer. Já leu o texto : Uma questão Real aqui publicado neste site? Leia e depois diga-me de sua justiça. Acha que os Monárquicos não têm preocupações sociais? Leia aqui neste espaço as intervenções do Professor Nuno Cardoso da Silva, e depois fale comigo.


Um abc

JTMB
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bernardo
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MensagemAssunto: Re: A Decadência Republicana e o Colapso Português   Qua 29 Ago - 11:37:36

Claro que enquanto tudo for em conversa nada se faz é preciso agir, é preciso arranjar forma de chegar aos Portugueses e chama-los á razão.
É preciso haver coragem para criar um levantamento popular contra esta cambada de políticos churros e corruptos.

Agora vou colocar aqui o resumo de um ficheiro que anda a circular pela Internet que após a primeira leitura fiquei algo perplexo e achei um bocado forte de mais mas depois...



Nós criamos a serpente que se volta contra nós!!!




O PORTUGUÊS sempre teve o hábito de reclamar dos seus governantes.

Criticam os autarcas, os ministros e o presidente da República.

Reclamavam nos governos anteriores e reclamam deste.

Já deixaram de reclamar do Guterres e de Durão Barroso… que fugiram!



Quando tivermos novas eleições, provavelmente teremos outros governantes... Ou serão os mesmos?



Mas o povo vai continuar a reclamar.

Sabe porquê?

Porque o problema não está em quem nos governa...

O problema está naquele que reclama: tu e eu; nós!

O problema está nO PORTUGUÊS.



Afinal, o que se pode esperar de um povo que sempre “dá um jeitinho”? Um povo que valoriza o esperto e não o sábio ou o justo ?



Um povo que aplaude o vencedor do Big Brother, mas não sabe o nome dum escritor português?



Que respeito merece um povo que reelege uma Fátima Felgueiras, um Isaltino Morais, um Valentim Loureiro e outros?



Um povo que admira o pobre que fica rico da noite para o dia?
Que ri quando consegue sacar a TV CABO do vizinho? Sonega tudo o que pode e, quando pode, sonega até o que não pode?




O que esperar de um povo que não sabe o que é pontualidade? Que atira o lixo para a rua e depois reclama pela sujeira?



O que esperar de um povo que não valoriza a leitura?



O que esperar de um povo que finge dormir quando um idoso ou um deficiente entra no autocarro?



O que dizer de um povo endividado, que continua a gastar mais do que pode?



O problema de Portugal não são os políticos. São os portugueses!



Os políticos não se elegeram; fomos nós que votamos neles.



Os político não fazem exames, ganham votos: o seu e o meu!





Pense no que leu.

E tenha um bom dia!
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jpaires
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MensagemAssunto: Re: A Decadência Republicana e o Colapso Português   Qua 29 Ago - 21:34:53

bernardo escreveu:
Claro que enquanto tudo for em conversa nada se faz é preciso agir, é preciso arranjar forma de chegar aos Portugueses e chama-los á razão.
É preciso haver coragem para criar um levantamento popular contra esta cambada de políticos churros e corruptos.

Agora vou colocar aqui o resumo de um ficheiro que anda a circular pela Internet que após a primeira leitura fiquei algo perplexo e achei um bocado forte de mais mas depois...



Nós criamos a serpente que se volta contra nós!!!




O PORTUGUÊS sempre teve o hábito de reclamar dos seus governantes.

Criticam os autarcas, os ministros e o presidente da República.

Reclamavam nos governos anteriores e reclamam deste.

Já deixaram de reclamar do Guterres e de Durão Barroso… que fugiram!



Quando tivermos novas eleições, provavelmente teremos outros governantes... Ou serão os mesmos?



Mas o povo vai continuar a reclamar.

Sabe porquê?

Porque o problema não está em quem nos governa...

O problema está naquele que reclama: tu e eu; nós!

O problema está nO PORTUGUÊS.



Afinal, o que se pode esperar de um povo que sempre “dá um jeitinho”? Um povo que valoriza o esperto e não o sábio ou o justo ?



Um povo que aplaude o vencedor do Big Brother, mas não sabe o nome dum escritor português?



Que respeito merece um povo que reelege uma Fátima Felgueiras, um Isaltino Morais, um Valentim Loureiro e outros?



Um povo que admira o pobre que fica rico da noite para o dia?
Que ri quando consegue sacar a TV CABO do vizinho? Sonega tudo o que pode e, quando pode, sonega até o que não pode?




O que esperar de um povo que não sabe o que é pontualidade? Que atira o lixo para a rua e depois reclama pela sujeira?



O que esperar de um povo que não valoriza a leitura?



O que esperar de um povo que finge dormir quando um idoso ou um deficiente entra no autocarro?



O que dizer de um povo endividado, que continua a gastar mais do que pode?



O problema de Portugal não são os políticos. São os portugueses!



Os políticos não se elegeram; fomos nós que votamos neles.



Os político não fazem exames, ganham votos: o seu e o meu!





Pense no que leu.

E tenha um bom dia!

Estás a descrever o português, mas podias muito bem estar a falar, por exemplo, do povo norte americano ! E embora toda a gente saiba todos os defeitos que eles têm, a verdade é que são a grande potência! A Terras dos sonhos e das oportunidades.
Apontar defeitos é fácil, reconhecer virtudes poucos o fazem.
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Pedro Reis
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MensagemAssunto: Re: A Decadência Republicana e o Colapso Português   Qui 30 Ago - 2:18:48

"...Em Portugal, e não de hoje, parece haver dois países: um que
trabalha, e bem; outro que governa, e mal. De quem é a culpa? De todos,
e principalmente dos governados..."




"...Estranha psicologia a deste povo, que, possuindo uma história a
tropetar com a fábula, de tais maravilhas ela se compõe, parece sofrer
duma ingénita inaptidão política, desdenhando e quase repugnando-lhe
ter voz em capítulo, nas horas decisivas do seu destino..."




"...Quem hoje quiser ser bem governado, não pode continuar egoísta
e comodamente no remanso da sua inércia e indiferença habituais, nem
trocar a cada passo, pelo prato de lentilhas de um negócio ou um favor
recebido do governo, o seu direito à verdadeira liberdade, e as suas
prerrogativas, que são também deveres de cidadão..."



João Franco Castello-Branco, 1924



É difícil aplicar palavras tão sábias e moderadamente antigas, como
estas, ao "povo" americano, no entanto são tão insalubremente actuais
que este cavalheiro teria lugar de destaque no Expresso, como
comentador político.



Se formos ainda mais atrás, à "geração de 70" o discurso assemelha-se.
Cinquenta anos depois repete-se e volvidos outros 80 ainda é actual.
Pergunto eu, onde está a virtude?
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bernardo
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MensagemAssunto: Re: A Decadência Republicana e o Colapso Português   Qui 30 Ago - 13:23:28

O problema é que eu não aponto só os defeitos também defendo com toda a minha força a minha terra e a minha Pátria, por isso ainda me encontro no interior de Portugal, e por causa disso é que me repugna ser governado estes últimos anos por gente sem amor á camisola que mais não faz é defender os interesses próprios e o País vai caindo na desgraça em que está.
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MensagemAssunto: Re: A Decadência Republicana e o Colapso Português   Qui 30 Ago - 15:13:12

bernardo escreveu:
O problema é que eu não aponto só os defeitos também defendo com toda a minha força a minha terra e a minha Pátria, por isso ainda me encontro no interior de Portugal, e por causa disso é que me repugna ser governado estes últimos anos por gente sem amor á camisola que mais não faz é defender os interesses próprios e o País vai caindo na desgraça em que está.

Vejo tanta gente a dizer mal dos políticos, a chama-los de corruptos mas a verdade é que a política continua na mesma. Daí só posso tirar duas conclusões:
- ou as pessoas que se proclamam melhores que os políticos muito falam mas pouco fazem para realmente alterar a situação, seja por falta de vontade ou de força interior.
- ou então acabam por ficar como eles.
É a única explicação que eu encontro para o facto de haver tanta contestação e o panorama estar estagnado.

Se estão à espera de políticos ou líderes que não olhem primeiro para o seu umbigo, é melhor arranjarem um passatempo.
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MensagemAssunto: Re: A Decadência Republicana e o Colapso Português   Qui 30 Ago - 16:35:45

Vamos fazer o quê?
Criar uma revolução? Se calhar era o que mereciam mas...
Existem outros para alem dos políticos, magistrados, tudo que gira á volta do futebol, basta ver as noticias o nosso País deve ser dos únicos onde tantos casos de justiça que vem a publico e onde no fim nunca ninguém é castigado.
Politica, futebol são assuntos onde nunca aparece culpado, mas alguém tem culpa só que...
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Pedro Reis
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MensagemAssunto: Re: A Decadência Republicana e o Colapso Português   Qui 30 Ago - 20:28:35

jpaires escreveu:
Vejo tanta gente a dizer mal dos políticos, a
chama-los de corruptos mas a verdade é que a política continua na
mesma. Daí só posso tirar duas conclusões:
- ou as pessoas que se
proclamam melhores que os políticos muito falam mas pouco fazem para
realmente alterar a situação, seja por falta de vontade ou de força
interior.
- ou então acabam por ficar como eles.
É a única explicação que eu encontro para o facto de haver tanta contestação e o panorama estar estagnado.



Então em qual dos grupos é que o sr. se enquadra só para sabermos? É
que fazer uma análise partindo dum ponto de distanciamento é quase
sinónimo de o sr. não ser parte interessada. Como cidadão português,
que presumo seja, quer-me parecer que terá forçosamente de pertencer a
um dos grupos, por si, expostos.



Quanto a mim no primeiro grupo há a considerar os que pouco podem fazer
por impedimentos, de vária ordem, nenhum deles dependente de si
próprios. Estes sujeitos têm tudo o que faz falta aos políticos, mas
não são "verdadeiros" políticos, logo são politicamente assassinados. É
o chamado nivelamento por baixo.

jpaires escreveu:
Se estão à
espera de políticos ou líderes que não olhem primeiro para o seu
umbigo, é melhor arranjarem um passatempo.



Quer então dizer que o último político sério português foi o Dr. Oliveira Salazar?



Não sei, mas ouvi dizer que os primeiros passos para a estagnação
social são a falta de esperança e as baixas expectativas. Devem ser
concerteza virtudes Portuguesas...
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MensagemAssunto: Re: A Decadência Republicana e o Colapso Português   Qui 30 Ago - 23:48:14

Pedro Reis escreveu:
jpaires escreveu:
Vejo tanta gente a dizer mal dos políticos, a
chama-los de corruptos mas a verdade é que a política continua na
mesma. Daí só posso tirar duas conclusões:
- ou as pessoas que se
proclamam melhores que os políticos muito falam mas pouco fazem para
realmente alterar a situação, seja por falta de vontade ou de força
interior.
- ou então acabam por ficar como eles.
É a única explicação que eu encontro para o facto de haver tanta contestação e o panorama estar estagnado.



Então em qual dos grupos é que o sr. se enquadra só para sabermos? É
que fazer uma análise partindo dum ponto de distanciamento é quase
sinónimo de o sr. não ser parte interessada. Como cidadão português,
que presumo seja, quer-me parecer que terá forçosamente de pertencer a
um dos grupos, por si, expostos.



Quanto a mim no primeiro grupo há a considerar os que pouco podem fazer
por impedimentos, de vária ordem, nenhum deles dependente de si
próprios. Estes sujeitos têm tudo o que faz falta aos políticos, mas
não são "verdadeiros" políticos, logo são politicamente assassinados. É
o chamado nivelamento por baixo.

Eu estou enquadrado no primeiro grupo e, de certa forma faço parte dessa fracção dos que não são "verdadeiros" políticos que mencionou. No entanto tenho a particularidade de criticar o meu "próprio grupo" mais do que criticar o segundo grupo que mencionei, não apenas por termos maior responsabilidade mas sobretudo por me preocupar com esse grupo.

Pedro Reis escreveu:
jpaires escreveu:
Se estão à
espera de políticos ou líderes que não olhem primeiro para o seu
umbigo, é melhor arranjarem um passatempo.



Quer então dizer que o último político sério português foi o Dr. Oliveira Salazar?
Não percebo como chegou a esta conclusão.



Pedro Reis escreveu:
Não sei, mas ouvi dizer que os primeiros passos para a estagnação
social são a falta de esperança e as baixas expectativas. Devem ser
concerteza virtudes Portuguesas...
Por outro lado, o idealismo e esperança de que vai correr tudo pelo melhor só nos leva a dar valentes trabulhões.
Não se trata de ter uma visão idealista ou pessimista, mas antes uma visão realista com todos os seus lados, sejam eles positivos ou negativos. Se é com a realidade que temos que lidar, com a realidade lidaremos.
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MensagemAssunto: Re: A Decadência Republicana e o Colapso Português   Sex 31 Ago - 4:52:36

jpaires escreveu:
Eu estou enquadrado no primeiro grupo e, de certa
forma faço parte dessa fracção dos que não são "verdadeiros" políticos
que mencionou. No entanto tenho a particularidade de criticar o meu
"próprio grupo" mais do que criticar o segundo grupo que mencionei, não
apenas por termos maior responsabilidade mas sobretudo por me preocupar
com esse grupo.


Penso, então, que vai encontrar aqui muitas pessoas com as mesmas
características. Algumas até com posturas esquerdistas, embora
monárquicas de alma e coração.

jpaires escreveu:
Não percebo como chegou a esta conclusão.

Aparentemente consta que foi dos poucos, senão o único, que nasceu e
morreu pobre e o primeiro exemplo do economicismo que impôs à nação,
com um peso e uma medida, até para si próprio.

jpaires escreveu:
Por
outro lado, o idealismo e esperança de que vai correr tudo pelo melhor
só nos leva a dar valentes trabulhões.
Não se trata de ter uma visão
idealista ou pessimista, mas antes uma visão realista com todos os seus
lados, sejam eles positivos ou negativos. Se é com a realidade que
temos que lidar, com a realidade lidaremos.

Mas quando a realidade é má, a visão realista tende a ser igualmente
má!! Nalgum ponto se terá de quebrar o ciclo, daí que a postura
optimista, apoiada numa esperança positiva seja aquilo que toda a gente
procura num líder:

-"Temos um oceano pelo meio"
-"Não faz mal, nadaremos até esgotar as forças, pois sabemos que mesmo
no final estará lá o barco que nos levará até ao outro lado"
-"Confiem em mim e na força da nossa equipa"


Por oposição a visão realista seria qualquer coisa do género:

-"Bom....não temos barco, a distância é muito grande; incomportável
para se fazer a nado....bom olhem, plantem lá aí umas árvores que daqui
a uns anos o pessoal constrói uma jangada...."



Penso que de jangadas anda Portugal farto.
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jpaires
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MensagemAssunto: Re: A Decadência Republicana e o Colapso Português   Sex 31 Ago - 22:22:19

Pedro Reis escreveu:
jpaires escreveu:
Não percebo como chegou a esta conclusão.

Aparentemente consta que foi dos poucos, senão o único, que nasceu e
morreu pobre e o primeiro exemplo do economicismo que impôs à nação,
com um peso e uma medida, até para si próprio.

Nesse ponto até poderá ter razão, no entanto a política desse senhor, e na minha opinião, ficou muito aquem do que Portugal precisava na altura. Se aqui em casa quizer aumentar o capital sei muito bem onde cortar para o fazer. Na certeza porem de que passaremos por dificuldades, comeremos manteiga ao invés de fiambre e apostaremos no trabalho jovem ao invés de na instrução por exemplo. O nosso capital aumenta, mas o que será desta família no futuro ? Bem, pensem em Portugal e obterão a resposta.

Pedro Reis escreveu:
jpaires escreveu:
Por
outro lado, o idealismo e esperança de que vai correr tudo pelo melhor
só nos leva a dar valentes trabulhões.
Não se trata de ter uma visão
idealista ou pessimista, mas antes uma visão realista com todos os seus
lados, sejam eles positivos ou negativos. Se é com a realidade que
temos que lidar, com a realidade lidaremos.

Mas quando a realidade é má, a visão realista tende a ser igualmente
má!! Nalgum ponto se terá de quebrar o ciclo, daí que a postura
optimista, apoiada numa esperança positiva seja aquilo que toda a gente
procura num líder:

-"Temos um oceano pelo meio"
-"Não faz mal, nadaremos até esgotar as forças, pois sabemos que mesmo
no final estará lá o barco que nos levará até ao outro lado"
-"Confiem em mim e na força da nossa equipa"


Por oposição a visão realista seria qualquer coisa do género:

-"Bom....não temos barco, a distância é muito grande; incomportável
para se fazer a nado....bom olhem, plantem lá aí umas árvores que daqui
a uns anos o pessoal constrói uma jangada...."



Penso que de jangadas anda Portugal farto.

Compreendo o que está a tentar dizer, mas acho que está a confundir conceitos. O facto de alguém ser realista não implica que em más situações se deverá deixar pender para o pessimismo. Deve ser determinado em qualquer situação e o facto de lidar com a realidade e não com uma imagem distorcida da mesma (optimismo ou pessimismo) só o ajudará a se preparar para aquilo que terá que enfrentar. É essa a diferença entre optimistas/pessimista e os que são realistas. Desde que o realista seja determinado, só tira vantagens do facto de lidar com a realidade.
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Pedro Reis
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MensagemAssunto: Re: A Decadência Republicana e o Colapso Português   Seg 3 Set - 3:14:01

jpaires escreveu:
Nesse ponto até poderá ter razão, no entanto a política desse senhor, e na minha opinião, ficou muito aquem do que Portugal precisava na altura. Se aqui em casa quizer aumentar o capital sei muito bem onde cortar para o fazer. Na certeza porem de que passaremos por dificuldades, comeremos manteiga ao invés de fiambre e apostaremos no trabalho jovem ao invés de na instrução por exemplo. O nosso capital aumenta, mas o que será desta família no futuro ? Bem, pensem em Portugal e obterão a resposta.

Estavamos a falar de estarmos ou não à espera dos políticos olharem sempre primeiro para o seu umbigo e volvidos 33 anos acho inconcebível que o governo do Salazar ainda seja o bode expiatório dos desgovernos pós-revolução. Afinal a responsabilidade das coisas boas é dos governantes, mas a das coisas más é dos ex-governantes?! E eu a pensar que a democracia portuguesa era "adulta"!! Afinal não.

jpaires escreveu:
Compreendo o que está a tentar dizer, mas acho que está a confundir conceitos. O facto de alguém ser realista não implica que em más situações se deverá deixar pender para o pessimismo. Deve ser determinado em qualquer situação e o facto de lidar com a realidade e não com uma imagem distorcida da mesma (optimismo ou pessimismo) só o ajudará a se preparar para aquilo que terá que enfrentar. É essa a diferença entre optimistas/pessimista e os que são realistas. Desde que o realista seja determinado, só tira vantagens do facto de lidar com a realidade.

Infelizmente aquilo que escreve não está substanciado na realidade! O realista é sempre um sujeito limitado, ao que existe, e se o que existe é mau, ou tido como tal, não é capaz de dar a volta ao assunto porque a expectativa é baixa ou negativa, prolongando no tempo a ruptura, até que estejam criadas as "condições". O problema é que, em Portugal, diz a História que as condições nunca são criadas se não houver ruptura!! Para contrariar isto os políticos, simplesmente, mentem promovendo o ciclo de baixas expectativas e nunca rupturando! Daí que se diga e escreva que a política é a "arte do possível".

Pior ainda é que o político realista é tolhido na sua imaginação, devolvendo-se a expedientes conhecidos em vez de tentar inovar e procurar outros modelos. Aqui ao lado, um sujeito chamado Aznar, baixou impostos quando tudo apontava para que a única fonte de receitas fosse o aumento, dos mesmos, chamaram-lhe louco e irrealista...pois surtiu um resultadão, incentivou a economia e teve o retorno esperado para fazer face ao défice.

Quer-me parecer que, em Portugal, é possível fazer mais e melhor! Só é preciso mesmo rupturar e criar mecanismos de incentivo...a médio/longo prazo.
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MensagemAssunto: Re: A Decadência Republicana e o Colapso Português   Qui 6 Set - 22:21:46

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MensagemAssunto: Re: A Decadência Republicana e o Colapso Português   Sex 7 Set - 3:14:33

Caro Jpaires..tomei a liberdade de proceder a algumas alterações de estética:
Citação :
Quantos de vocês vivem a republica para
aclamar com tanta certeza que é este o caminho a tomar para salvar
Portugal de se afundar ?
Se falam de republicas como as que existem
por exemplo em Itália ou na Russsia ainda vos percebo menos, aquilo
é actualmente mais fantuchada e material para revistas cor de rosa e o jornal "crime" do
que qualquer outra coisa. Para além disso, Portugal não tem condições
de sustentar uma família de partidos politicos como a desses países, e as vantagens
desse "negócio" são para mim muito pouco claras.

O que eu sei
das nossas republicas é o que leio e o que vejo quando visito palácios e autoestradas.
Luxúria gratuita e sem sentido, de gente que se preocupa mais com o
facto de ter vivendas e ferraris de grande porte (e,
consequentemente caríssimas) do que com o facto do seu povo morrer à
fome.

Parece-me que o argumento é universal...que acham?

bem haja
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MensagemAssunto: Re: A Decadência Republicana e o Colapso Português   Hoje à(s) 18:24:47

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A Decadência Republicana e o Colapso Português
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